CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1417 DE 04 DE FEVEREIRO DE 2021

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Ano 7 | nº 1417| 04 de fevereiro de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: sem força para queda nos preços, arroba segue acima de R$ 300

A complicada situação econômica do país resulta em uma menor perspectiva de alta dos preços da carne bovina

O mercado físico de boi gordo registrou preços estáveis a mais altos na quarta-feira, 3. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a situação de muitos frigoríficos é preocupante diante do robusto encarecimento da matéria-prima. “Como muitas unidades não são habilitadas a exportar, dependem do mercado doméstico para a obtenção de receitas. O grande problema está na dificuldade de repasse do custo adicional ao longo da cadeia produtiva”, assinalou Iglesias. Porém, a complicada situação econômica do país resulta em uma menor perspectiva de alta dos preços da carne bovina, que já estão em um patamar proibitivo para a maior parte dos consumidores. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou a R$ 301, estáveis. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 290, inalterado. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 291, estável. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 289, ante R$ 285. Em Uberaba, Minas Gerais, os valores chegaram a R$ 299, contra R$ 298 na terça. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem acomodados. Conforme Iglesias, há pouco espaço para novas reações dos preços avaliando a dificuldade do consumidor médio em absorver novos reajustes, simplesmente migrando para proteínas mais acessíveis. A carne de frango ainda detém a preferência do consumidor médio, tendência que deve se consolidar no decorrer do primeiro semestre. Com isso, o corte traseiro permaneceu em R$ 20,80 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 15,60 o quilo, enquanto a ponta de agulha seguiu em R$ 15,60 o quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Brasil exporta 107,3 mil toneladas de carne bovina in natura em janeiro

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 484,060 milhões em janeiro (20 dias úteis), com média diária de US$ 24,203 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 107,327 mil toneladas, com média diária de 5,366 mil toneladas.

O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.510,10. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. Em relação a janeiro de 2020, houve perda de 5,32% no valor médio diário da exportação, ganho de 0,95% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 6,21% no preço médio.

Agência Safras 

A arroba do boi brasileiro está mais cara que a americana

Analisando friamente os dados do Indicador do Boi Gordo Cepea/B3, o qual a referência é o Estado de São Paulo, o valor médio da arroba do boi gordo saiu de R$ 192,95, em 2/1/2020, para R$ 267,15, em 30/12/2020. A alta foi de 38,46%

Este ano, porém, o próprio índice já aponta novas altas históricas. Na segunda-feira (1/2), o Indicador rompeu pela 1ª vez a barreira dos R$ 300, ganhando R$ 1 nessa cotação. A valorização é de 9,97% desde o início do ano. O ritmo continuou ontem, com a média de R$ 301,05. A médica veterinária Lygia Pimentel fala com propriedade sobre algumas tendências do mercado da carne bovina. “O mercado pecuário este ano está muito volátil, mas eu arrisco que a arroba do boi possa chegar a R$ 315 ou R$ 320. Não descarto essa possibilidade. Mas dificilmente vai subir como subiu no ano passado”, avalia Lygia. Lygia é economista, consultora para o mercado de commodities e CEO da Agrifatto. Para ela, a carne bovina brasileira já está mais valorizada que a americana. “A arroba brasileira está cotada em US$ 56. E quando se compara com a arroba norte-americana, lá nos Estados Unidos, está por US$ 55. Ou seja, a arroba brasileira está mais cara que a americana. E nós somos hoje a arroba mais cara do Mercosul”, avalia. Na avaliação de Lygia todos os integrantes da cadeia não estão conseguindo repassar o aumento de custos para o preço de venda de seus produtos. O pecuarista não consegue vender um boi muito mais caro ao frigorífico, assim como o frigorífico não consegue repassar o valor alto que paga pela carne às redes de varejo. “Quem menos conseguiu fazer esse repasse, até agora, foi o varejo. Enquanto o preço do boi subiu 50%, a carne subiu 43% no atacado e, no varejo, a alta foi de 32%. Está todo mundo perdendo margens ao longo de 2021. Este ano será desafiador para toda a cadeia”, diz Lygia. A atividade responsável pela produção de bezerros é a única na pecuária que ainda mantém, de certa forma, saudáveis suas margens. Por isso, no ciclo pecuário atual, segue forte a tendência de retenção de matrizes por todo o País, motivada pela valorização do bezerro. Em praças de Mato Grosso do Sul, a média de preço foi de R$ 2.701,58, na terça-feira (2/2). A alta acumulada no ano é de 12,52% e de 63,03%, considerando o mesmo período de 2020. “Com os recordes dos preços de bezerros, isso estimula os produtores a manter suas fêmeas, o que estimula a atividade de cria. Ano passado teve uma retenção bastante forte.  Para se ter uma ideia, foi a retenção mais forte dos últimos dez anos, e esse movimento deve continuar ao longo de 2021”, diz Lygia. “A partir de 2022 e 2023, os rebanhos de bezerros começam a ser reconstituídos. Já estamos construindo um ambiente de sustentação para o aumento produtivo, ou seja, ‘estou retendo fêmeas para lá frente ter mais produção’ e uma hora ou outra o preço da cria vai parar de subir como está subindo”, diz a CEO da Agrifatto.

PORTAL DBO

Frigoríficos querem importar boi do Paraguai

A falta de disponibilidade de gado para abate em Mato Grosso do Sul já pode ser sentida com a paralisação de algumas plantas frigoríficas. De acordo com representantes do setor, essa foi a principal motivação para que pedissem autorização ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para importar animais do Paraguai

O pedido foi enviado pelo Sindicato das Indústrias de Frios, Carnes e Derivados de Mato Grosso do Sul (Sicadems) nesta semana. Segundo o Vice-Presidente do sindicato, Régis Luís Comarella, alguns frigoríficos estão com a produção paralisada por falta de matéria-prima. “Foi solicitado, por meio do Sicadems, que a gente possa abater [animais importados] em razão da ociosidade das plantas. E também o boi do Paraguai está com o preço bem abaixo do nosso aqui. O pecuarista está relutando e quer [comercializar] a arroba a R$ 300. O frigorífico Boibras de São Gabriel do Oeste não abateu ontem [na segunda-feira], o Frizelo não abateu dois dias, em Juti, e outros [também não abateram]”, disse. De acordo com os dados da Scot Consultoria, a arroba do boi é comercializada a US$ 45,75 no Paraguai, cerca de R$ 244,76. Em Mato Grosso do Sul, atualmente a arroba é cotada a R$ 280,50, conforme a consultoria. Dados da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) apontam que a arroba do boi gordo saiu do preço médio de R$ 170,56 em janeiro de 2020 para R$ 269,80 em janeiro deste ano – alta de 58%. Segundo o Secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, a solicitação não visa o preço, mas, sim, a manutenção do funcionamento das indústrias. “Esse animal que vem para abate, ele vem em um caminhão diretamente para o frigorífico. E não tem problema, porque o Paraguai tem o mesmo status de MS, livre de febre aftosa com vacinação. Então esses animais já vêm vacinados”, detalha. O Ministério da Agricultura disse, em nota enviada ao Correio do Estado, que a importação de gado do Paraguai para o Brasil ainda não está autorizada. “O tema vem sendo tratado entre os Ministérios da Agricultura do Brasil e do Paraguai.

CORREIO DO ESTADO

ECONOMIA

Dólar fecha em alta após dois dias de quedas

O dólar fechou em leve alta ante o real na quarta-feira, com um tom mais cauteloso no exterior na parte da tarde estimulando compras depois de dois dias de quedas da moeda

O dólar à vista subiu 0,25%, a 5,3695 reais na venda. De acordo com analistas do DailyForex, o mercado de câmbio no Brasil está lateralizado, com a cotação em torno de 5,35 reais atraindo compras, que seriam desfeitas com a moeda se aproximando da faixa entre 5,38 reais e 5,40 reais. Mas há no mercado percepção de que medidas vistas como mais capazes de melhorar a perspectiva para as contas públicas e/ou destravar a economia –como a PEC Emergencial e a reforma tributária– ainda podem enfrentar caminho difícil no Legislativo. “O que pode fazer avançarmos com uma PEC Emergencial, por exemplo, é um retorno do auxílio emergencial, mas não temos isso na conta, porque a economia está andando, estamos construtivos com a vacinação e não estamos vendo as estatísticas de Manaus se espalhando”, afirmou Bernardo Zerbini, um dos responsáveis pela estratégia macro da gestora AZ Quest. “O câmbio segue defasado ante pares, o problema agora é que o cenário para o dólar global não está claro”, afirmou. O índice do dólar contra uma cesta de moedas caiu 6,8% em 2020, pressionado por amplas medidas de estímulo de governos e bancos centrais para enfrentamento da pandemia, o que levou vários analistas a prever tendência duradoura de enfraquecimento da moeda norte-americana. Contudo, o dólar começou 2021 em recuperação e já sobe 1,3% no período.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta e volta a flertar com 120 mil pontos

O Ibovespa fechou em alta de mais de 1% na quarta-feira, chegando a superar os 120 mil pontos no melhor momento, em movimento puxado pela alta das ações da Vale e respaldado pelo viés positivo em Wall Street. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,22%, a 119.678,00 pontos. O volume financeiro somava 29 bilhões de reais.

REUTERS 

Alta da indústria surpreende em dezembro, mas cenário ainda é frágil

Apesar de melhora, produção recua 4,5% em 2020 e tem segundo ano de queda

A produção da indústria brasileira surpreendeu em dezembro, ao crescer 0,9% sobre novembro, feito o ajuste sazonal. A mediana das projeções dos economistas apontava recuo de 0,3%, expectativa influenciada pela queda do auxílio emergencial e pela alta da inflação no segundo semestre. Os oito meses de crescimento consecutivos até ali, contudo, não foram suficientes para eliminar as fortes perdas do início da pandemia e a indústria recuou 4,5% em 2020, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o segundo ano seguido de queda – já havia recuado 1,1% em 2019 – e o pior desempenho desde 2016 (-6,4%). Com a expansão de dezembro, a indústria acumulou alta de 41,8% em oito meses e eliminou a perda de 27,1% em março e abril, mas se mantém numa posição frágil, ainda mais quando se olha para dados de mais longo prazo. O fraco desempenho em 2020 é o mais recente de uma trajetória de altos e baixos nos últimos 12 anos, com uma perda acumulada que chega a 16,5% entre 2009 e 2020. O período compreende 2009, influenciado pela crise global, a recessão brasileira entre 2014 e 2016 e, mais recentemente, o reflexo da pandemia. Considerando apenas 2019 e 2020, o recuo da indústria foi de 5,6%. Nos últimos dez anos, a maior taxa de crescimento foi em 2017: 2,5%.

VALOR ECONÔMICO 

Fluxo cambial ao Brasil fica positivo em US$ 2,8 bi em janeiro, melhor resultado para o mês em 3 anos

Em 12 meses, o país ainda perde 24,743 bilhões de dólares

O Brasil registrou em janeiro entrada líquida de quase 2,8 bilhões de dólares em fluxo de câmbio contratado, melhor resultado para o mês em três anos e puxado pela conta financeira, mostraram dados do Banco Central na quarta-feira. Um total de 2,797 bilhões de dólares ingressou, em termos líquidos, ao país no mês passado, com entrada de 3,622 bilhões de dólares pelo lado financeiro –em que são contabilizados investimentos em portfólio e empréstimos, por exemplo. A conta comercial (câmbio contratado para exportação menos importação) mostrou déficit de 825 milhões de dólares. O Brasil fechou 2020 com saída líquida de quase 28 bilhões de dólares pelo câmbio contratado, o segundo pior resultado da história e o terceiro ano consecutivo de perda de recursos. A posição cambial líquida do BC, que desconta das reservas montantes envolvidos em operações de swap cambial, linhas com recompra, empréstimos em moeda estrangeira e outros, caiu a 287,956 bilhões de dólares em janeiro, de 299,450 bilhões de dólares em dezembro. É o menor patamar desde pelo menos janeiro de 2018.

REUTERS 

EMPRESAS 

Em alta, preço do boi se ‘descola’de ações de frigoríficos na B3

Surpreendente, disparada do gado em janeiro causou forte pressão nos papéis de Marfrig e Minerva

Como o boom de commodities vem perturbando os referenciais, já se diz que o milho passou a ser negociado a preço de soja – e que o grão mais importante da agricultura nacional está valendo um boi. No fim do dia, quem sofre mesmo são os frigoríficos – não há espaço para repassar o custo ao combalido consumidor. E enquanto o boi escalava nas primeiras semanas de janeiro, as ações de Marfrig e Minerva Foods eram colocadas na geladeira. A reação do investidor parece lógica. Se o gado partiu em desabalada carreira, não é prudente manter em carteira ativos dependentes de matéria-prima tão arredia, especialmente em um negócio de commodities, que vive com margens apertadas. Para fontes da indústria e analistas, no entanto, o entendimento sobre essa indústria estaria distorcido por uma dose de desconhecimento – o que coloca os frigoríficos como barganhas. Desde o início do ano, o preço do boi gordo subiu 13%, rompendo os R$ 300 por arroba, segundo o indicador Esalq/B3. Em comparação com igual intervalo de 2020, a alta chega a 60%. “O mercado está em pânico por causa da alta do preço do boi, mas está exagerando. Há uma mega oportunidade para investir em Minerva, Marfrig e JBS”, diz um executivo. Em relatório de janeiro, Isabella Simonato, do Bank of America Merrill Lynch (BofA), também sinalizou otimismo com os ativos de proteína animal neste ano. No documento, reiterou ‘buy’ nos quatro frigoríficos listados – BRF e JBS são as favoritas -, indicando um potencial de alta de pelo menos 40%. Em janeiro, as ações da Marfrig caíram 8,4%, em uma clara fuga do boi caro. Mas, para analistas do setor, esse raciocínio não faz sentido porque atribui peso exagerado à operação brasileira da segunda maior indústria de carne bovina do planeta. Atualmente, a empresa de Marcos Molina é basicamente uma indústria americana. Mudar a percepção do mercado é a tarefa de Eduardo Puzziello, executivo que foi da Minerva e em dezembro assumiu a diretoria de relações com investidores da Marfrig. Na companhia, a avaliação é que os detentores de bonds já entenderam a empresa. A Marfrig levantou em janeiro US$ 1 bilhão em papéis de dez anos – com juro de 3,95% ao ano, o menor da história. O desafio agora é alterar a visão do investidor brasileiro em renda variável. A divulgação dos próximos balanços trimestrais, que devem confirmar o bom momento da Marfrig nos EUA e a economia com despesas financeiras, vai ajudar a estabelecer uma visão mais construtiva.

VALOR ECONÔMICO 

BRF conquista IS0 37001, compromisso com integridade e transparência

A BRF conquistou a certificação do sistema de gestão antissuborno ISO 37001, informou a companhia na quarta-feira (03). Com auditoria externa independente realizada pela Lloyd’s Register, o reconhecimento comprova, segundo a empresa, o seu aprendizado contínuo e eficiência nos seus planos de ação para prevenir e combater práticas relacionadas a suborno e corrupção

A certificação tem validade de um ano em território nacional, mas é reconhecida internacionalmente, pois possui base nos padrões da International Standartization Organization (ISO), entidade independente e não-governamental com sede na Suíça. Ela ressalta que a BRF atende a requisitos técnicos, possui políticas, procedimentos e controles eficazes para prevenir, evitar e combater práticas de suborno, promovendo um ambiente ético e saudável, além de destacar o compromisso da empresa com temas como integridade e transparência. “Obter esse reconhecimento é muito importante para nós, pois comprova que estamos no caminho certo e que temos mecanismos e procedimentos eficazes para assegurar as melhores práticas em governança corporativa”, disse em nota o diretor de Compliance da BRF, Reynaldo Goto. Entre as iniciativas de compliance da BRF determinantes para o reconhecimento estão o treinamento de 100% dos colaboradores sobre o Manual de Transparência, treinamentos online que ultrapassam as 16 mil horas, acima de 4 mil análises reputacionais realizadas somente em 2020 e a consolidação do programa de Embaixadores da Integridade, que conta com mais de 200 multiplicadores em todas as unidades da BRF.

CARNETEC 

FRANGOS & SUÍNOS 

Rabobank: oferta global de suínos deve se equilibrar em 2021

A demanda por carne suína este ano deve se recuperar em muitos países, ainda que a peste suína africana e a Covid-19 continuem afetando a produção e a cadeia de fornecimento do animal, avalia o Rabobank

Os analistas do banco acreditam que a oferta de suínos tende a crescer na Ásia, América do Norte e do Sul, enquanto na Europa a conjuntura deve ser de novos desafios. O banco destaca que, a Alemanha, país duramente afetado pela peste suína, tenta encontrar destinos alternativos para a exportação. Já no Brasil, a projeção de crescimento de 2,5% para a produção de carne suína foi mantida. A União Europeia, maior exportador mundial de carne suína, aumentou suas vendas para a Ásia e a expectativa de recuperação dos plantéis na China preocupam o suinocultor brasileiro. O setor ainda enfrenta problemas com o preço exagerado de insumos, com dificuldades de repassar o preço do custo para o mercado interno.

CANAL RURAL

Suínos: cotações estáveis na quarta-feira

Na quarta-feira (3) o dia foi de cotações mistas para o mercado de suínos. De acordo com análise do Cepea/Esalq, a típica redução na demanda final por carne suína em início de ano, tanto interna quanto externa, tem pressionado os valores pagos pela carcaça e, consequentemente, do animal vivo

Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 113,00/R$ 115,00, enquanto a carcaça especial subiu, no máximo, 1,11%, cotada em R$ 8,80/R$ 9,10 o quilo. Conforme informações do Cepea/Esalq para o preço do suíno vivo, referentes à terça-feira (2), o preço do animal vivo ficou estável apenas em Minas Gerais, valendo R$ 5,99/kg. Houve queda de 2,25% no Rio Grande do Sul, baixando para R$ 6,51/kg, e de 0,49% no Paraná, atingindo R$ 6,07/kg. Por outro lado, os preços subiram 0,16% em Santa Catarina, valendo R$ 6,40/kg, e 1,01% em São Paulo, fechando em R$ 6,01/kg.

Cepea/Esalq

Mercado do frango com cotações estáveis

A quarta-feira (3) foi de cotações estáveis para o mercado do frango. De acordo com análise do Cepea/Esalq, com a procura doméstica por carne de frango enfraquecida desde o fim de dezembro e as exportações da proteína também em ritmo lento, o descompasso entre demanda e oferta tem aumentado no setor avícola nacional, elevando estoques e pressionando ainda mais as cotações da carne

Segundo a Scot Consultoria, em São Paulo a ave na granja ficou estável em R$ 4,20/kg, assim como o frango no atacado, cotado em R$ 5,80/kg. Em relação ao animal vivo, os os valores também não tiveram alteração em São Paulo, valendo R$ 3,90/kg, no Paraná, cotado em R$ 4,61/kg, e em Santa Catarina, com preço de R$ 3,21/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (2), tanto a ave congelada quanto a resfriada tiveram os preços mantidos, valendo, respectivamente, em R$ 5,90 e R$ 5,92 o quilo.

Cepea/Esalq

INTERNACIONAL

China suspende importação de produtos suínos da Holanda

Os motivos para o cancelamento não foram revelados

A Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês) anunciou na quarta-feira (3/2) que está suspendendo a aceitação de declaração de importação de uma empresa holandesa que fornece produtos suínos. O órgão estatal chinês não deu detalhes sobre o cancelamento. Segundo o comunicado, a suspensão começa a valer a partir desta quarta-feira. Os motivos para o cancelamento não foram revelados. A China suspendeu, nos últimos meses, a importação de carne de frigoríficos de vários países. O motivo alegado extraoficialmente pelo governo chinês para essas suspensões é a necessidade de aumentar o controle sanitário por causa da Covid-19. Em resposta a esse movimento, algumas empresas começaram a interromper, de forma voluntária e antecipada, as vendas para a China.

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