
Ano 6 | nº 1250| 04 de junho de 2020
NOTÍCIAS
Preços do boi gordo continuam subindo com fim de safra atípico
De acordo com a consultoria Safras, a oferta curta está curta e os preços do bezerro seguem em máximas históricas, o que dá sustentação
O mercado físico do boi gordo registrou preços de estáveis a mais altos nesta quarta-feira, 3. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado, o fim de safra incomum, com níveis de oferta aquém do normal, segue puxando os preços. “A oferta curta é resultado da retenção de fêmeas, ao mesmo tempo em que os preços do bezerro seguem em máximas históricas, dando sustentação ao mercado”, diz. á em relação à demanda de carne bovina, há um pouco mais de otimismo com o relaxamento da quarentena em alguns estados. “Logicamente, os níveis de consumo não serão os mesmos de antes da pandemia. Ainda é necessário avaliar as consequências de um segundo trimestre péssimo em termos macroeconômicos, com um expressivo aumento do desemprego, pedidos de falência e uma consequente queda da renda. Enquanto isso, no mercado internacional a China segue muito presente nas importações, atuando de maneira bastante efetiva”, completa. Em São Paulo, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 197 a arroba, estáveis. Em Uberaba (MG), os preços ficaram em R$ 193 a arroba, inalterados. Em Dourados (MS), os preços ficaram R$ 182 a arroba, contra R$ 181 a arroba ontem. Em Goiânia (GO), o preço indicado foi de R$ 189 a arroba, ante R$ 188 a arroba. Já em Cuiabá (MT), o preço ficou em R$ 178 a arroba, contra R$ 173 a arroba. No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, a tendência ainda aponta para moderado movimento de alta, principalmente nos cortes do dianteiro. O consumidor médio continua dando preferência aos cortes mais acessíveis, como o dianteiro, além de carne de frango e ovos. A ponta de agulha ficou em R$ 11,20 o quilo, estável. Já o corte dianteiro permaneceu em R$ 11,75 por quilo, e o corte traseiro seguiu em R$ 13,30 o quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Há espaço para indústria pagar mais pela arroba do boi, avalia Scot
Carne segue valorizada, o que dá margem para o pecuarista receber mais pelos animais prontos para abate
O sócio-diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres, disse que, embora a China venha renegociando valores da carne bovina que importa do Brasil, “ainda há espaço” para os frigoríficos pagarem mais pela arroba no Brasil. “Como o dólar (ante o real) está muito bom para exportação, os importadores não são bobos (e tentam baixar os preços pagos pela tonelada)”, disse Torres, em “live” promovida pela própria consultoria na noite de terça-feira, sob o tema “Virada do mês e chegada do frio: como ficará o mercado?”. “Eles (os importadores) vêm renegociando pesadamente os preços e têm conseguido baixar em alguns casos”, confirmou. Mesmo com esse movimento, porém, o consultor da Scot Hyberville Neto observou, na mesma “live”, que ainda assim a carne continua bastante valorizada – o que daria margem para o pecuarista receber valores mais altos pelos bovinos. Ele contou que, em maio, a carne bovina se valorizou 13,4% em dólar. “Ao mesmo tempo, houve valorização do câmbio de 13% no período, o que dá mais do que a valorização do boi gordo no ano, de 24%”, disse Hyberville Neto. Essa condição possibilita, então, que o importador aumente suas propostas no mercado físico do boi gordo, garantiu o consultor. “Claro que temos de ver a questão dos animais adquiridos para o mercado doméstico”, avaliou. “Mas para exportação é possível pagar mais”, confirmou. Torres lembrou que atualmente, por causa da forte demanda chinesa, há quatro níveis de preços negociados no mercado físico: o de novilhas para exportação, o boi “China” (para o mercado chinês), o boi corrente, que é o preço de referência no mercado e o preço da vaca para abate. “O boi China tem sido cotado pelo menos R$ 10 a mais sobre o preço do boi corrente”, disse.
ESTADÃO CONTEÚDO
SP registra aumento dos custos de produção de bovinos confinados; GO registra queda
Na edição 36 do Informativo do Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC) os custos da diária-boi (CDB) no mês de maio aumentaram mais uma vez para os confinamentos representativos do Estado São Paulo grande (CSPg) e médio (CSPm), enquanto para o confinamento de Goiás (CGO) houve diminuição, ao comparar com os valores do mês anterior
Em Goiás foi registrada redução nos preços do milho e sorgo grão, em 15% e 2%, respectivamente, e aumento dos preços do caroço de algodão e polpa cítrica peletizada, nas seguintes proporções, 1% e 1,7%, respectivamente. Em SP foi identificado aumento de preços no milho quebrado em quirera de 7,4% e no farelo de algodão, de 9,6%. O sal mineral aumentou, aproximadamente, 10% em ambos os estados no comparativo entre abril e maio.
O software de formulação RLM foi utilizado para recalcular a dieta de custo mínimo. Por fim, o custo alimentar para as propriedades representativas CSPm e CSPg aumentaram 2,5% e 3,3%, na devida ordem. Enquanto para a propriedade representativa CGO houve diminuição de 1,1%. O Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC) tem recuado para CGO desde março de 2020, quando atingiu o maior valor, enquanto para CSPg e CSPm ainda o indicador continua aumentando. O preço do animal de reposição (360 quilos de peso vivo) recuou 7,5% em SP, diferente do que foi registrado em GO, aumento de 1,23%, no comparativo com o mês anterior.
Laboratório de Análises Socioeconômicas e Ciência Animal (LAE), da FMVZ/USP
ECONOMIA
Dólar vai à mínima desde fim de março, mas analistas seguem cautelosos com o câmbio
O dólar tornou a registrar forte queda na quarta-feira, a nona em 11 sessões, e chegou a operar na casa de 5,01 reais na mínima do dia
O dólar à vista fechou em queda de 2,38%, a 5,0862 reais na venda. É o menor patamar para um encerramento desde o último dia 26 de março (4,9957 reais). Na mínima, a cotação desceu a 5,0170 reais, baixa de 3,71%. Na B3, o dólar futuro recuava 2,45%, a 5,0850 reais, às 17h03. O tom positivo voltou a dar a tônica nos mercados financeiros globais nesta sessão, com dados melhores nos EUA e na China referendando expectativas de que o pior da crise econômica causada pelo coronavírus tenha ficado para trás. O dólar teve nova queda ante outras moedas, e divisas emergentes experimentaram novo rali. “A valorização do real é uma volta do exagero”, disse Daniel Tatsumi, gestor de moedas da ACE Capital, dizendo que a piora do real lá atrás foi 10% além da sugerida por um modelo com o qual trabalha. “Acho melhor ser prudente agora sobre montar posições compradas em dólar, mas está fora de cogitação posição vendida (em dólar)”, disse, apontando que o cenário de médio prazo para o real ainda parece negativo. Mesmo com um rali de 16,02% entre a mínima recorde nominal de fechamento (de 5,9012 por dólar, atingida em 13 de maio) e a cotação desta quarta-feira, o real deprecia 21,10% em 2020, ainda com folga a divisa de pior desempenho no ano. Analistas do banco MUFG Brasil também adotam postura cautelosa. Carlos Pedroso e Maurício Nakahodo avaliam que ainda há espaço para apreciação adicional do câmbio, mas citam limitação para essa tendência devido a “várias” fontes de receio, entre as quais a pandemia de Covid-19, risco de que novos gastos se tornem permanentes e embates do lado político.
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Ibovespa fecha em alta de mais de 2% com otimismo sobre retomada pós-Covid-19, liquidez farta
A bolsa paulista teve mais uma sessão de fortes altas na quarta-feira, quando o Ibovespa recuperou o patamar dos 93 mil pontos, reflexo do otimismo nos mercados em relação ao controle da pandemia e retomada da atividade econômica, em um ambiente de farta liquidez global
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em alta de 2,29%, a 93.127,73 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro na quarta-feira na bolsa alcançava 37 bilhões de reais.
REUTERS
Indústria do Brasil tem perdas recordes em abril com queda generalizada da produção por coronavírus
Em abril, a produção da indústria despencou 18,8% em relação a março, com a intensificação das restrições de circulação paralisando fábricas e mantendo as pessoas em quarentena em casa
Essa é a queda mais forte na série histórica iniciada em 2002, e soma-se às já fortes perdas de 9,0% em março, acumulando nesse período contração de 26,1%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou ainda que, na comparação com abril do ano passado, a produção teve recuo de 27,2%, sexta queda consecutiva e também recorde negativo da série histórica nessa comparação. “Maio é o mês que tem maior presença de empresas fazendo interrupção e paradas, mas é claro que o setor industrial está fora do seu habitual por conta da pandemia e uma interrupção clara na indústria. É um movimento importante de perda de ritmo”, explicou o Gerente da pesquisa, André Macedo. “É o pior momento da indústria brasileira. O que dá para dizer é que, com o que já foi observado e com dados prévios, a indústria está totalmente fora de seu padrão e de sua rotina usual”, completou. O mercado já prevê contração de 3,59% da produção industrial este ano, com a economia como um todo retraindo 6,25%, de acordo com a mais recente pesquisa Focus do Banco Central. Em abril, todas as quatro categorias econômicas apresentaram recuos acentuados, com a produção de Bens de Consumo Duráveis despencado 79,6%, em grande parte pela menor fabricação de automóveis, e de Bens de Consumo Semi e não-Duráveis caindo 12,4%. A produção de Bens de Capital teve contração de 41,5% em abril, enquanto a de Bens Intermediários caiu 14,8% sobre o mês anterior. Todas marcaram os resultados mais fracos de suas séries históricas. Dos 26 ramos pesquisados, a produção caiu em 22, sendo que somente o ramo de veículos automotores, reboques e carrocerias apresentou perdas de 88,5% em meio às paralisações em várias unidades produtivas.
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EMPRESAS
MPT pede interdição de unidade da JBS em Caxias do Sul (RS)
Segundo o Ministério Público do Trabalho, 21 funcionários da planta de abate de frango testaram positivo para a covid-19
O Ministério Público do Trabalho ajuizou ação civil pedindo a interdição da unidade de abate de frango da JBS em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. A unidade teve um surto de covid-19 confirmado na noite de sexta-feira pela Secretaria Municipal da Saúde. Segundo o MPT, 21 dos 1,7 mil trabalhadores da unidade testaram positivo para a doença e dois estão hospitalizados. O município tem 138 casos confirmados até o momento e cinco óbitos, segundo a Secretaria de Saúde do Estado. No entanto, o número de casos por 100 mil habitantes está em 38,5, bem abaixo de outros municípios gaúchos em que frigoríficos são focos de casos. Em Lajeado, por exemplo, onde os frigoríficos Minuano e BRF tiveram as plantas paralisadas judicialmente e posteriormente reabertas, o número de casos por 100 mil habitantes é de 1.693,2. O município lidera o número de casos do Estado com 1.329 e 19 mortes em decorrência da covid-19. O Rio Grande do Sul tem 9.919 casos e 245 óbitos. A empresa recebeu na segunda-feira prazo de 24 horas para firmar termo de ajuste de conduta, mas, segundo o MPT, informou que não tem interesse. Procurada, a companhia informou que ainda não tem um posicionamento sobre o caso.
VALOR ECONÔMICO
Justiça do Trabalho em SC manda JBS recontratar indígenas
A Justiça do Trabalho em Santa Catarina concedeu liminar que obriga a JBS a recontratar funcionários indígenas que foram demitidos de uma de suas fábricas no mês passado, segundo decisão obtida pela Reuters
Na decisão, o juiz do Trabalho Adilton Detoni afirmou que as “demissões são discriminatórias, devendo ser promovida a reintegração dos demitidos”. A JBS não comentou o assunto. A empresa demitiu os 40 funcionários indígenas da fábrica de Seara (SC), “pela impossibilidade de manutenção do transporte entre a comunidade da Aldeia Terra Serrinha e a fábrica” gerada pelo aumento do custo provocado pelas medidas sanitárias após a epidemia de Covid-19, segundo consta da decisão.
REUTERS
MPRJ obtém liminar que torna R$ 235 milhões em bens da BRF indisponíveis
Ministério Público alega prejuízo por causa de benefícios fiscais concedidos para projeto que não vingou
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informou que obteve na segunda-feira, por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Sonegação Fiscal (GAESF/MPRJ), decisão liminar na Justiça para decretar a indisponibilidade de R$ 235 milhões em bens da BRF. Segundo o MPRJ, os recursos são para assegurar reparação de prejuízo causado pelo não recolhimento de tributos. “O MPRJ expõe na ação que foram concedidos benefícios fiscais sem observância da norma legal que visava fomentar a atividade de produção e processamento de carnes para pequenos produtores. Para tanto, foram editados decretos estaduais em 2014 que englobaram os estabelecimentos atacadistas e distribuidores a fim de favorecer a ré. Tais benefícios não tiveram o objetivo de fomentar o setor econômico de produção e processamento de carnes, mas sim serviram como mecanismo de troca de favores (benefícios fiscais trocados por doações oficiais de campanha)”, sustenta o Ministério Público. Procurada, a BRF informou que, até o momento, não recebeu nenhuma intimação a respeito de ação movida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ou acerca de decisão concedida em caráter liminar. Em nota, afirmou que exercerá seu direito de defesa assim que for oficialmente intimada.
VALOR ECONÔMICO
Casos de coronavírus em frigoríficos no Paraná geram preocupação
Associação enviou ofício à Prefeitura de Cascavel relatando haver 141 casos da doença em dois frigoríficos; unidade em Cianorte afastou 800 colaboradores
A Associação dos Portadores de Lesões por Esforços Repetitivos de Cascavel (AP-Ler) enviou ao Centro de Operações de Emergência da Prefeitura de Cascavel um ofício com um levantamento de casos de coronavírus nos dois principais frigoríficos da cidade na terça-feira (2). Além dos casos em Cascavel, um frigorífico em Cianorte afastou cerca de 800 funcionários sob suspeita de terem tido contato com pessoas contaminadas. No comunicado da Associação à Prefeitura detalhou que eram 70 casos de funcionários na Cooperativa Agroindustrial Lar e 71 na Coopavel. Entretanto, de acordo com o representante da AP-Ler, Laerson Matias, nesta quarta-feira a estimativa é que os casos nestes frigoríficos tenham chegado a quase 100 em cada. Em nota à imprensa, divulgada pela Lar na terça-feira (2), a empresa afirmou que desde o mês de março possui um plano de contingência, e que os contágios na unidade de Cascavel “têm acontecido face as aglomerações e falta de cuidados pessoais, fora do ambiente de trabalho”. Já a Coopavel informou, por meio da assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar sobre o assunto. Matias afirma que a Associação pediu, em caráter de urgência, para que haja uma avaliação nos ambientes das empresas Lar e Coopavel, com vistas a proteção da saúde e vida dos trabalhadores, seus familiares e da população em geral. “Acreditamos que a triagem e testagem em massa de todos os funcionários, bem como avaliação dos EPIs e EPCs e a desinfecção do ambiente sejam cruciais para frear o surto da doença. Afinal não existe vacina, sequer tratamento eficaz”.
NOTÍCIAS AGRÍCOLAS
FRANGOS & SUÍNOS
498 novos surtos de PSA foram notificados de 15 a 28 de maio
O total de surtos PSA em todo o mundo é agora de 7.116, ante 7.200 surtos que estavam em andamento no período anterior
A Organização Mundial da Saúde (OIE) divulgou que novos 498 surtos de Peste Suína Africana foram notificados no mundo. Com o resultado, o total de casos em andamento é de 7.116. Os números se referem ao período de 15 a 28 de maio. No relatório anterior, haviam sido notificados 440 novos casos, enquanto 7.200 estavam em andamento. Do total de casos, 471 foram notificados pela Europa e outros 25 na Ásia. A África reportou 2 novos casos no período. Dentre os países mais afetados, está a Romênia, que registra atualmente 3.535 casos de PSA em andamento. Em seguida, aparece o Vietnã, com 1.703 surtos. De acordo com a OIE, a doença atualmente atinge 23 países no mundo. A Europa tem 10 países afetados: Bulgária, Grécia, Hungria, Letônia, Moldávia, Polônia, Romênia, Rússia, Sérvia e Ucrânia. A Ásia também tem 10 países com casos em andamento: China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Laos, Papua Nova Guiné, Filipinas, Rússia, Timor Leste e Vietnã. Já a África tem três países com registros de PSA: Costa do Marfim, Namíbia e África do Sul.
SUINOCULTURA INDUSTRIAL
INTERNACIONAL
Comitê da Câmara dos EUA diz que se opõe a qualquer acordo comercial entre EUA-Brasil
O Comitê de Assuntos Tributários (“Ways and Means”) da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos disse na quarta-feira que se opôs ao plano do governo Trump de expandir os laços econômicos com o Brasil, dado seu histórico no que diz respeito aos direitos humanos e ao meu ambiente durante o governo de Jair Bolsonaro
O Presidente do comitê, Richard Neal, e seus colegas democratas no Comitê afirmaram, por meio de uma carta ao representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, que o governo Bolsonaro vem mostrando “uma total desconsideração pelos direitos humanos básicos”. “Nós nos opomos fortemente a buscar qualquer tipo de acordo comercial com o governo Bolsonaro no Brasil. O aprimoramento do relacionamento econômico entre os EUA e o Brasil, neste momento, iria minar os esforços dos defensores dos direitos humanos, trabalhistas e ambientais brasileiros para promover o estado de direito e proteger e preservar comunidades marginalizadas”, escreveram eles. No mês passado, autoridades comerciais dos EUA e do Brasil concordaram em acelerar as negociações com o objetivo de concluir um acordo em torno das regras comerciais e da transparência neste ano, incluindo uma simplificação do comércio e “boas práticas regulatórias”. Mas os democratas no comitê disseram que o governo Bolsonaro não tem credibilidade de que estaria preparado para adotar novas normas para os direitos dos trabalhadores e proteções ao meio ambiente estabelecidos no acordo comercial EUA-México-Canadá, dado seu próprio histórico ruim em torno dos direitos humanos e de outras questões importantes. Ao invés vez de buscar um acordo comercial com o Brasil, os deputados democratas disseram que Lighthizer deveria intensificar a aplicação das leis dos Estados Unidos e levantar considerações sobre práticas comerciais desleais do Brasil com o governo brasileiro.
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