CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 897 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2018

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Ano 4 | nº 897 | 13 de Dezembro de 2018

NOTÍCIAS

Oferta restrita dificulta a compra de boiadas

Ao passo que o final do ano se aproxima, a oferta de boiadas vem diminuindo e os frigoríficos que ainda não fizeram o estoque para atender a maior demanda que vem pela frente encontram dificuldade para a compra de boiadas

Esse cenário está dando força para as cotações em algumas regiões. É o caso, por exemplo, da região de Belo Horizonte-MG, onde a arroba do boi gordo fechou com alta de R$1,00 na última quarta-feira (12/12), frente ao levantamento anterior. Por outro lado, há também frigoríficos que já estão com escalas de abate mais confortáveis e, nesses casos, os testes de preços abaixo das referências são comuns, o que acaba pressionando para baixo as cotações. Já no mercado atacadista de carne bovina com osso, não houve variação nos preços. A carcaça de bovinos castrados ficou cotada em R$10,15/kg. Mas cabe ressaltar que o maior ritmo de venda, natural para esse período do ano, trouxe firmeza às cotações, que estão no maior patamar do ano.

SCOT CONSULTORIA

IBGE confirma alta nos abates de bovinos e suínos, mas queda no frango

O abate de bovinos sob algum tipo de inspeção sanitária somou 8,3 milhões de cabeças no terceiro trimestre deste ano no país, 3,7% mais que no mesmo período do ano passado e 7,2% mais que abril e junho deste ano — período prejudicado pela greve dos caminhoneiros —, confirmaram os resultados definidos da Pesquisa de Abate Trimestral do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados ontem

O número está em linha com o apontado no balanço preliminar divulgado em 13 de novembro. Também houve aumento do abate de suínos, influenciado pela melhora do cenário para as exportações, em razão dos problemas da China com a peste suína africana. Foram 11,6 milhões de cabeças de agosto a outubro, com aumentos de 6,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 4,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2017. O abate de frango, por sua vez, somou 1,4 bilhão de cabeças e caiu 3,8% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, mas começou a reagir e aumentou 3,6% em relação ao intervalo entre abril e junho de 2018. E a produção de ovos de galinha atingiu o recorde de 919,5 milhões de dúzias, com incrementos de 4,9% sobre o segundo trimestre deste ano e de 9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Os resultados divulgados hoje pelo IBGE também confirmaram, finalmente, que a aquisição de leite inspecionado pelas indústrias alcançou 6,3 bilhões de litros no terceiro trimestre de 2017. O volume é 0,3% menor que o adquirido no terceiro trimestre do ano passado, mas 14,3% maior que o do segundo trimestre de 2018.

VALOR ECONÔMICO

José Guilherme Leal será novo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa

Tereza Cristina deve anunciar estrutura completa da pasta nesta quinta-feira; o próprio órgão deve trocar de nome

O engenheiro agrônomo José Guilherme Tollstadius Leal será o novo Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa). Nascido no Rio de Janeiro e formado em Viçosa (MG), foi Secretário de Agricultura do Distrito Federal entre 2015 e 2017 e Presidente da Emater-DF. Funcionário de carreira desde 2002, acumulou cargos no Mapa e é atual Chefe de Gabinete da Secretaria de Defesa Agropecuária, comandada por Luis Eduardo Rangel. Nesta quinta-feira, dia 13, a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, deve anunciar a estrutura completa do novo ministério, com sete secretarias. As atuais Defesa Agropecuária, Política Agrícola e Relações Internacionais serão mantidas. A Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo deve virar Agricultura Familiar e Cooperativismo. Será criada a Secretaria Especial de Assuntos Fundiários, e, além disso, haverá a reincorporação da Secretaria Nacional de Pesca e Aquicultura. Além dessas, vai ser criada a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, para dar atenção especial ao Semiárido nordestino e apoio a novas tecnologias. Até mesmo o ministério pode mudar de nome. Mais robusto e abrangente com as recentes incorporações de temas, cogita-se batizá-lo de Ministério de Alimentos e Desenvolvimento Rural.

CANAL RURAL

Fracassa leilão de frigorífico em SP

O leilão de compra Frigorífico Mondelli de Bauru (SP) fracassou na terça-feira (11), dia em que foram abertos os envelopes na sala de audiência da 1ª Vara Cível da cidade. Nenhuma proposta foi apresentada

O valor do lance mínimo determinado pela Justiça era de R$ 195,7 milhões. A ausência de proposta já era esperada porque o procedimento pode permitir um desconto no valor inicial pedido. De acordo com a 1ª Vara Cível de Bauru, o administrador judiciário do frigorífico pediu a prorrogação do prazo para a venda, mas esse pedido ainda depende da avaliação da Justiça. A situação financeira do Frigorífico Mondelli é discutida desde 2012, quando os proprietários pediram recuperação judicial. Em 2013, os acionistas e diretores foram afastados da empresa pela Justiça, que designou um administrador e um gestor judiciais. O plano de recuperação judicial não foi aprovado pela Justiça que decretou processo de falência em 2014. Apesar disso, as atividades do frigorífico foram mantidas para garantir o emprego dos funcionários. Quatro recursos especiais no Tribunal de Justiça contestam a falência. Os credores, principalmente os pecuaristas, estão aguardando o leilão para receber o que deixou de ser pago por parte do frigorífico. A empresa também deixou um débito milionário com a Receita Federal.

G1/PECUÁRIA.COM

ECONOMIA

Multa por descumprimento da tabela de frete volta a valer após decisão de Fux

O Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou na quarta-feira liminar, o que na prática retoma a validade da cobrança de multa sobre quem desrespeitar a tabela que instituiu preços mínimos para os serviços de frete rodoviário

Na semana passada, o próprio Fux havia concedido a liminar, impedindo que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) multasse transportadores que não seguissem tabela de frete rodoviário. A tabela de frete mínimo foi instituída pelo governo para atender reivindicações de caminhoneiros após a greve que bloqueou estradas do país em maio. Na decisão de quarta-feira, Fux mencionou pedido da Advocacia-Geral da União, a qual argumentou que os canais de participação dos setores interessados serão efetivados “pela nova estrutura governamental que assumirá a condução do país no início do próximo ano”.

REUTERS

BC mantém juros em 6,5% e abandona sugestão de alta à frente

O Banco Central manteve na quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico de 6,5 por cento, conforme amplamente esperado pelo mercado, e indicou que vê um quadro mais benigno para a inflação, que deve jogar para frente o início de um aperto monetário

Ao falar sobre os riscos que enxerga para o avanço de preços na economia, o BC disse no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) que houve, de um lado, elevação no risco do nível de ociosidade elevado produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado. Quanto ao risco associado à frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia, que poderia afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação, o BC destacou que houve “arrefecimento”. O BC também melhorou a projeção para o IPCA em 2018 pelo cenário de mercado a 3,7 por cento, sobre 4,4 por cento antes. Para 2019 e 2020, a estimativa foi a 3,9 e 3,6 por cento, ante 4,2 por cento e 3,7 por cento anteriormente. Com isso, os cálculos — que levaram em conta a Selic fechando 2019 em 7,5 por cento e 2020 em 8 por cento — ficaram ainda mais longe do centro da meta de inflação, que é de 4,5 por cento em 2018, 4,25 por cento em 2019 e 4,0 por cento em 2020, sempre com banda de 1,5 ponto para mais ou para menos. “O Copom está vendo cenário muito tranquilo para inflação no ano que vem, não há muito desconforto em deixar (a Selic em) 6,5 por cento por tempo indeterminado e seguir acompanhando evolução do mercado”, avaliou o economista do Santander Luciano Sobral, que prevê uma taxa básica de juros estável ao longo do ano que vem.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta com cenário externo

A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em alta na quarta-feira, encostando em 88 mil pontos no melhor momento da sessão, com sinais de algum alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China favorecendo o apetite global a risco

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,65 por cento, a 86.977,46 pontos. No melhor momento, avançou 1,77 por cento, a 87.945,65 pontos. O volume financeiro alcançou 34,097 bilhões de reais, em sessão também marcada pelo vencimento dos contratos de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou otimismo sobre um acordo com a China em entrevista à Reuters, na qual também disse que pode intervir no caso contra uma executiva da chinesa Huawei Technologies se isso ajudar a garantir um acordo comercial com Pequim. No Brasil, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou o envio de documentos complementares ao processo de revisão do contrato de cessão onerosa entre Petrobras e União, frustrando expectativas de avanço sobre o tema, que vem ocupando a atenção dos investidores. A bolsa fechou pouco antes da decisão de juros do Banco Central, que confirmou as expectativas e manteve a taxa Selic em 6,5 por cento ao ano.

REUTERS

Dólar recua e volta a R$3,85 com alívio das tensões comerciais no exterior

O dólar interrompeu uma sequência de seis altas consecutivas e recuou na quinta-feira, terminando em 3,85 reais, acompanhando o melhor humor no mercado internacional em dia de trégua nas preocupações com a guerra comercial após declarações de Donald Trump sobre um acordo com a China

O dólar recuou 1,74 por cento, a 3,8524 reais na venda, maior queda percentual diária desde o recuo de 2,35 por cento ocorrido em 8 de outubro, dia seguinte ao primeiro turno das eleições deste ano. Na mínima, a moeda foi a 3,8367 reais e, na máxima, a 3,9012 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 1,30 por cento. Nas últimas semanas, os investidores aumentaram suas posições compradas em dólar, movimento que içou as cotações locais e foi amplificado pela sazonalidade do período, com as emissões de recursos de empresas a suas matrizes no exterior. Nesta quarta-feira, no entanto, declarações mais suaves de Donald Trump sobre as relações comerciais com a China despressurizaram o mercado e garantiram a forte queda do dólar ante o real. Os investidores também monitoraram a sessão extraordinária do Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar o processo de revisão do contrato de cessão onerosa entre governo e Petrobras. O TCU, no entanto, pediu mais documentos, adiando a sua decisão para 2019. “O TCU já deu parecer favorável à revisão do contrato da cessão onerosa sem aval do Congresso, onde o projeto emperrou, depois que Estados e municípios entraram na roda para levar uma parte dos recursos”, lembrou mais cedo a corretora H.Commcor em relatório.

REUTERS

MEIO AMBIENTE

Brasil antecipa meta de reduzir emissão de CO2 com a agropecuária sustentável

Compromissos de diminuir a emissão de gases de efeito estufa foram firmados para cumprimento até 2020

O Brasil mitigou entre 100,21 e 154,38 milhões de Mg CO2 equivalente (equivalência de dióxido de carbono), no período de 2010 a 2018, alcançado de 68% a 105% da meta de mitigação estabelecida nacionalmente no plano setorial da Agricultura (Plano ABC) junto à Convenção-Quadro da Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês). Estes dados estão sendo apresentados na 24ª Conferência das Partes (COP 24), que está ocorrendo em Katowice, na Polônia, até o próximo dia 14. “O Brasil possui uma das melhores legislações ambientais do mundo. Os números que estamos apresentando comprovam que já alcançamos praticamente todos os compromissos assumidos pelo país na 15ª Conferência das Partes (COP15), ocorrida em Copenhague, e que devem ser cumpridos até 2020. Os dados demonstram que a agricultura brasileira é sustentável e o mundo precisa reconhecer isso”, afirmou o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi. O diretor de Departamento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável (DEPROS) do Mapa, Pedro Neto, explica que as estimativas de adoção das tecnologias do Plano ABC não se restringem apenas às áreas financiadas por esse plano, mas também a outras fontes como no caso da Recuperação de Pastagens (RDP). Sobre o ABC, o coordenador observa que, além de ser sustentável, o plano gera mais renda e produtividade. Isso justifica investimentos feitos, muitas vezes, com recursos próprios dos produtores rurais. Em financiamentos, desde janeiro de 2013 até o mês passado, foram realizados mais de 34 mil contratos, ultrapassando R$ 17 bilhões e agregando mais de 9,1 milhões de hectares com as práticas conservacionistas. Essa área equivale a quase 13 milhões campos de futebol.

MAPA

EMPRESAS

Salmonela ligada a carne de subsidiária da JBS nos EUA atinge mais de 300 pessoas

Cerca de 333 pessoas foram infectadas com salmonela ligada a produtos de carne bovina da JBS Tolleson, informou na quarta-feira o braço norte-americano da JBS, afirmou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC)

Desde o dia 15 de novembro, 87 pessoas adoeceram, com 32 hospitalizadas, disse o CDC, elevando o número total de Estados norte-americanos que notificaram casos para 28. Ao todo, 91 pessoas foram hospitalizadas desde que as doenças foram relatadas pela primeira vez em 5 de agosto, mas nenhuma morte foi anunciada. A JBS Tolleson, produtora de carnes do Arizona, recolheu cerca de 12,1 milhões de libras de produtos de carne bovina que foram vendidos em mais de 100 varejistas, incluindo a Kroger e o WalMart, que podem ter sido contaminados com salmonela. A salmonela pode causar febre, diarreia e dor abdominal, e pode ser fatal para crianças pequenas, idosos e pessoas com sistema imunológico comprometido. A JBS Tolleson foi forçada a retirar quase 35.500 libras de carne moída crua em maio, após um consumidor encontrar pedaços de plástico rígido azul na carne, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

ABCS vê aumento na demanda por carne suína brasileira em 2019

A Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) tem perspectivas positivas para a carne suína brasileira em 2019 e estima que maior demanda poderá elevar exportações ao patamar recorde alcançado em 2016, dependendo do cenário quanto ao preço dos grãos

As exportações de carnes suína brasileira estão em queda neste ano, em comparação com o ano passado, impactadas pelo embargo russo que durou 11 meses e terminou em novembro. A Rússia, que era a principal compradora do produto brasileiro, retomou as compras em ritmo muito menor que antes do embargo, e a indústria espera aumento gradual no volume dessas exportações no futuro. Para 2019, a ABCS também estima aumento na demanda chinesa em função da redução do rebanho naquele país relacionada com a disseminação da peste suína africana. A eventual manutenção das disputas comerciais entre Estados Unidos e China também poderá aumentar a demanda por carne brasileira, “que pode superar a marca de 700 mil toneladas exportadas, feito só realizado no ano de 2016”, segundo a ABCS. “Porém, este cenário também exige atenção, pois também pode aumentar a compra de soja pelo país asiático, pressionando para cima o preço deste grão.” 

CARNETEC

Suíno Vivo: alta de 0,26% em Santa Catarina

Na quarta-feira (12), as cotações do suíno vivo tiveram alta de 0,26% em Santa Catarina, sendo estabelecidas em R$3,84/kg. As demais cotações se mantiveram estáveis

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (11), trouxe queda para grande parte das praças, com exceção de São Paulo, que se manteve estável. A queda mais expressiva foi anotada no Paraná, de -0,79%, a R$3,76/kg. A procura pela carne suína aumenta no final de ano, como destaca o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Contudo, essa demanda não refletiu nos negócios em novembro.

Notícias Agrícolas

INTERNACIONAL

Mercosul e UE não fecham acordo porque europeus não querem, diz Maggi

O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse na quarta-feira que o Mercosul está pronto para fechar um acordo comercial com a União Europeia, que só não foi acertado ainda porque os europeus não querem concordar

“O Mercosul e a União Europeia só não têm um acordo, não é porque o Mercosul não quis, é porque a União Europeia não quis”, disse o Ministro. Os comentários do Ministro foram feitos depois de a Chanceler alemã, Angela Merkel, ter dito na quarta-feira que será mais difícil fechar um acordo de comércio com o Mercosul sob o comando do Presidente eleito Jair Bolsonaro, que assumirá o cargo em 1º de janeiro. “O Brasil flexibilizou o que podia flexibilizar… Flexibilizamos até em detrimento do uns setores aqui internamente”, disse a jornalistas. Bolsonaro já disse ser mais favorável a negociações bilaterais do que a engajamentos em grupos multilaterais, como no caso do Mercosul. Segundo o Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, o Brasil está empenhado para que o acordo seja concluído, mas é preciso que os dois lados estejam interessados. “Nós atribuímos enorme importância (ao acordo UE-Mercosul). O Ministro (das Relações Exteriores) Aloysio (Nunes) está pessoalmente empenhado na negociação. Tenho acompanhado todos os temas de maneira muito próxima e estamos dando todos os sinais que Brasil tem vontade e disposição de fechar o acordo, mas os dois lados têm que querer”, afirmou Guardia a jornalistas.

REUTERS

McDonald’s reduzirá o uso de antibióticos em carne bovina

O McDonald’s informou ontem que vai reduzir a presença de antibióticos na carne bovina comercializada nos lanches da rede de restaurantes. A empresa irá consultar fornecedores de carne bovina, em um processo que deve levar dois anos

A intenção é reduzir o uso em bovinos de antibióticos importantes no tratamento de humanos. Trata-se de um movimento semelhante ao feito pelo McDonald’s e outras cadeias de fast food na carne de frango. No caso da avicultura, os antibióticos foram eliminados na criação. Reduzir o uso na criação de bovinos, no entanto, é mais complexo. Enquanto um frango é abatido com cerca de 45 dias de vida, os bovinos vivem dois anos até serem abatidos nos Estados Unidos, o que os torna mais suscetíveis a doenças. Diante disso, o McDonald’s ainda não sabe dizer quanto em que nível o uso de antibióticos poderá ser reduzido. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a resistência a antibióticos é uma das maiores ameaças globais à saúde humana.

VALOR ECONÔMICO

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