
Ano 4 | nº 896 | 12 de Dezembro de 2018
ABRAFRIGO NA MÍDIA
Para Abrafrigo, dívida do Funrural “não existe”
A Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) contestou em nota a existência de qualquer passivo referente ao Funrural no setor do agronegócio como tem divulgado o governo nos últimos meses
Para a entidade, “em 2010 o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a cobrança do Funrural e, com isso, que os produtores rurais não deveriam fazer o recolhimento. Em 2017, o STF voltou atrás e reconheceu como constitucional essa cobrança e, desde então os produtores rurais vem cumprindo normalmente com este compromisso, num total de R$ 300 milhões mensais somente no setor da carne bovina. Então, na verdade, esta dívida que o governo aponta nos sete anos em que o Funrural não foi exigido, não existe”, afirmou o Presidente Executivo da ABRAFRIGO, Péricles Salazar. Depois da decisão do STF em 2010, milhares de decisões de primeira instância de juízes do Brasil inteiro, corroboraram a decisão do Supremo. “Querer cobrar agora uma conta que não existe é uma agressão aos milhares de produtores rurais e frigoríficos de todo o país”, completou Péricles Salazar. Segundo ele, há discordância inclusive nos próprios número divulgados pelo governo sobre o período em que o recolhimento foi inconstitucional. “Na área estatal divulga-se que o valor que deixou de ser recolhido nestes sete anos é de R$ 17 bilhões, mas outras fontes informam que o valor é de R$ 2 bilhões”, disse o dirigente. Nesta quarta-feira a Câmara dos Deputados vota em regime de urgência o projeto de lei que acaba com as dívidas do Funrural, de autoria do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), o que pode encerrar definitivamente o problema criado para o setor do agronegócio brasileiro. “Não pode haver perdão para uma dívida que não existe”, finalizou o Presidente Executivo da ABRAFRIGO, Péricles Salazar.
Globo Rural/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/AGROEMDIA/BBMNET/PÁGINA RURAL
NOTÍCIAS
Ruralistas pedem nova prorrogação para adesão ao Refis do Funrural
Enquanto não assume o Ministério da Agricultura, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) articula junto ao atual governo mais uma prorrogação de prazo para adesão ao Refis do Fundo de Assistência do Trabalhador Rural (Funrural)
Caso a prorrogação de 31 de dezembro para o fim de março de 2019 seja aprovada, será a sexta. O novo pleito faz parte da estratégia da bancada ruralista de ganhar tempo para angariar apoio do governo do Presidente eleito Jair Bolsonaro para a aprovação do projeto de lei que prevê, na prática, anistia às dívidas acumuladas com o Funrural, que segundo a Receita Federal somam R$ 17 bilhões. Tereza já tratou do assunto com o Ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) e ainda deve ter uma conversa a respeito com o Presidente Michel Temer entre hoje e amanhã. Atual Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Tereza foi a principal articuladora no Congresso da criação desse Refis, e sempre teve posição contrária ao perdão desses débitos rurais. Temer, contudo, ainda não garantiu que atenderá à reivindicação, uma vez que o novo prazo pretendido venceria já durante o próximo governo. Por conta das extensões de prazo, o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), como é chamado o Refis do Funrural, teve até hoje — em pouco mais de um ano de vigência — baixa adesão. Nesse período, foram arrecadados apenas R$ 325 milhões, quando a expectativa da equipe econômica era de receita entre R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões nesse intervalo.
VALOR ECONÔMICO
Frigoríficos se preparam para atender maior consumo de carne com festividades de final de ano
Nos estados em que a oferta de boiadas terminadas não acompanha o ritmo do consumo, os preços da arroba do boi subiram
Com a expectativa de maior consumo de carne devido às festividades de final de ano, os frigoríficos buscam abastecer os estoques para atender a demanda da segunda quinzena do mês. Nos estados em que a oferta de boiadas terminadas não acompanha o ritmo do consumo, os preços da arroba do boi subiram no fechamento de ontem. Isso ocorreu em seis praças pecuárias. Como exemplo, no Norte de Minas Gerais a cotação subiu R$1,50/@ na comparação dia a dia, na região as escalas de abate atendem, em média, três dias. Em Rondônia, as chuvas em algumas regiões do estado dificultaram os embarques, diminuindo a disponibilidade de animais para abate, o que gerou alta de 0,7% para o preço do boi gordo. Em São Paulo, o referencial de preços subiu 0,3% frente ao último fechamento (10/12), e as escalas de abate paulistas giram em torno de cinco dias. A maior demanda pela carne refletiu também no mercado atacadista de carne com osso, que teve valorização de 1,0% e o boi casado de animais castrados está cotado, em média, em R$10,15/kg.
SCOT CONSULTORIA
Desempenho externo das carnes na 1ª semana de dezembro
Primeiros números de exportação de carnes da SECEX/MDIC para dezembro mostram resultados otimistas
A receita cambial, por exemplo, da ordem de US$72,733 pela média diária, se encontra 21,2% e 16,8% acima das registradas, respectivamente, em novembro passado e em dezembro de 2017. Além disso, corresponde ao terceiro melhor resultado de toda a história do setor. No tocante ao volume, mantidas no restante do mês as mesmas médias diárias embarcadas nos cinco primeiros dias uteis de dezembro (12,4 mil toneladas de carne suína, 32,3 mil toneladas de carne bovina; 102,9 mil toneladas de carne de frango), os totais mensais terão o seguinte quadro: – Carne suína: 49,6 mil toneladas, cerca de 13% a mais que em dezembro de 2017, mas redução de quase 3% sobre as 51 mil toneladas de novembro passado; – Carne bovina: pouco mais de 129 mil toneladas, resultado que irá representar aumento de, praticamente, 19% sobre dezembro de 2017 e, a exemplo da carne suína, queda pouco superior a 1% sobre o mês anterior (130,6 mil toneladas em novembro passado); – Carne de frango: perto de 412 mil toneladas, 38,83% e 39,29% a mais que em, respectivamente, novembro de 2018 e dezembro de 2017.
AGROLINK
Preço do sebo bovino subiu 16,7% no segundo semestre
Apesar da demanda em alta, o preço do sebo bovino ficou estável na última semana
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o produto está cotado, em média, em R$2,45/kg, livre de imposto. No entanto, no acumulado do segundo semestre deste ano o produto teve alta de 16,7%. No Rio Grande do Sul, desde o início do ano, o preço subiu 13,0%. No estado, a gordura animal está cotada em R$2,60/kg. Para o curto prazo, a expectativa é de que o mercado siga com os preços andando de lado nessa reta final de 2018.
SCOT CONSULTORIA
Reposição: relação de troca abaixo da média anual em Goiás
Na comparação com novembro, as valorizações do boi gordo não estão andando na mesma velocidade das cotações dos animais de reposição, principalmente de categorias mais jovens
Na média, o preço do bezerro desmamado e de ano em Goiás subiu 2,5% nos últimos 30 dias, dos animais mais erados (boi magro e garrote) 0,7%, nas mesmas condições. E a cotação da arroba acumula alta de 1,0% desde o início de novembro. Com isso, na comparação com os últimos 30 dias, a relação de troca está menos atrativa para o pecuarista, inclusive, para todas as categorias, a troca está abaixo da média anual. Mas para os próximos dias é possível que o poder de compra do pecuarista goiano melhore. O volume de chuvas acumulado em novembro foi de 350mm em algumas áreas da região Sul do estado, diferente de 2017, quando em algumas áreas de Goiás chegaram a somar apenas 100mm de precipitação. Esses bons volumes de chuva nesta temporada favorecem o desenvolvimento das pastagens, e por consequência a capacidade de suporte, permitindo retenção pelo vendedor e gerando demanda do comprador.
SCOT CONSULTORIA
Exportações de carne IN NATURA podem encerrar 2018 em alta de 11,1%, diz Agrifatto
As exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram a média diária de 6,5 mil toneladas na primeira semana de dezembro, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) na segunda-feira, 10
O volume representa queda de 1,10% ante a média do mês passado, mas é 18,90% superior ao registrado em dezembro de 2017. Na avaliação do analista Marco Guimarães, da consultoria Agrifatto, caso este ritmo de embarques se mantenha até o fim do mês, o País poderá encerrar 2018 com cerca de 1,342 milhão de toneladas exportadas, alta de 11,1% ante o total de 1,208 milhão registrado um ano antes. Nos cinco primeiros dias úteis de dezembro, as vendas externas da proteína somaram 32,28 mil toneladas. A projeção da Agrifatto indica que este volume pode alcançar 116,20 mil toneladas no acumulado mensal, caso a média diária de 6,5 mil toneladas se repita. “Após os recordes somados em agosto e setembro, os meses de outubro e novembro registraram uma leve desaceleração, mas as exportações ainda estão em patamares acima dos embarques do ano passado”, afirma Guimarães. Entre janeiro e novembro deste ano, já foi exportado 1,226 milhão de toneladas, crescimento de 11,5% em relação a igual período de 2017, cita a consultoria com base em dados do MDIC. O valor médio (parcial) recebido por tonelada de carne exportada em dezembro foi de US$ 3.917,90 por tonelada. Em novembro, o valor era de US$ 3.995,90 por tonelada.
Estadão
Novo líder da bancada ruralista quer “eliminar conflitos fictícios”
Alceu Moreira foi eleito em reunião da Frente Parlamentar Agropecuária, na terça-feira, em Brasília (DF)
O Deputado Alceu Moreira (MDB-RS) é o novo Presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA). Atual Vice-Presidente do colegiado, ele foi eleito na terça-feira (12) para suceder a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), que a partir de 1º de janeiro será a Ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro. A posse da nova diretoria está prevista para 19 de fevereiro de 2019. Eleito senador, Luiz Carlos Heinze (PP-RS) vice-presidente representando a Senado. Do lado da Câmara, a vice-presidência será ocupada pelo deputa Sérgio Souza (MDB-PR). Autor da proposta que anistia as dívidas relacionadas ao Fundo de Apoio ao Trabalhador Rural (Funrural), o deputado Jerônimo Göergen (Progressista-RS) será o Coordenador de Endividamento Rural. Entre os novos eleitos, Neri Geller (Progressistas-MT), ex-ministro da Agricultura, será coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA. A bancada ruralista conseguiu reeleger a maior parte de seus atuais integrantes. Mas sofreu baixas importantes de parlamentares que não foram reeleitos ou exercerão outros mandatos. O novo Presidente da FPA, Alceu Moreira, disse que o principal desafio de sua gestão será a eliminação do que chamou de “conflitos fictícios”, como o visto entre meio ambiente e agricultura e entre indígenas e produtores rurais.
GLOBO RURAL
ECONOMIA
Dólar termina com leve alta ante real com ação do BC e exterior
O dólar terminou a terça-feira com leve alta, com a atuação do Banco Central no mercado de câmbio atenuando as preocupações do exterior reforçadas no período vespertino pelo Brexit e ameaças do presidente Donald Trump de paralisação do governo norte-americano
O dólar avançou 0,05 por cento, a 3,9207 reais na venda, depois de bater a mínima de 3,8892 reais logo após a abertura. Na máxima, esta tarde, foi a 3,9239 reais. O dólar futuro rondava a estabilidade. “É muita indefinição. Ninguém tem a menor ideia de qual será o resultado e isso traz ansiedade e cautela”, disse o Diretor da corretora Mirae Asset, Pablo Spyer. Internamente, o dólar subiu 2 por cento nas últimas cinco sessões e terminou na véspera no maior valor desde 2 de outubro, o que levou o Banco Central a anunciar um novo leilão de linha —venda com compromisso de recompra —, ajudando na resiliência da moeda local. “Tudo indica que a intervenção do BC será capaz de conter a pressão sobre a moeda estrangeira, sinalizando claramente que repetirá o movimento toda vez que fatores promoverem a desvalorização artificial da moeda nacional”, escreveu mais cedo a corretora Correparti em relatório. “A preocupação é que a tensão externa se some ao período onde as empresas direcionam recursos para suas matrizes e a intervenção visa dar liquidez e segurar um pulo mais forte do dólar ante o real na reta final do ano”, escreveu o analista da corretora Mirae Pedro Galdi. Internamente, os investidores seguiam monitorando o noticiário político local, a poucos dias de ter início o novo governo.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta de 0,6% no fim de sessão volátil
O principal índice da bolsa paulista fechou em alta na terça-feira, após alternar alta e baixa na parte da tarde, na esteira da volatilidade no cenário externo e últimos ajustes para os vencimentos de opções do Ibovespa e do índice futuro
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa teve alta de 0,59 por cento, a 86.419,57 pontos, após oscilar da mínima de 85.583,05 pontos à máxima de 87.520 pontos. O volume financeiro somou 13 bilhões de reais. A alta acontece após três pregões de perdas, período em que o Ibovespa acumulou queda de 3,5 por cento. Na quarta-feira, acontecem os vencimentos dos contratos de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. “O movimento foi bastante errático, refletindo em parte a alta volatilidade da bolsa norte-americana e a ausência de gatilhos relevantes no cenário doméstico neste fim de ano”, avaliou o Gestor Igor Lima, da Galt Capital. Em Wall Street, o S&P 500 e o Dow Jones caminhavam para um fechamento positivo após sobe e desce com notícias envolvendo a relação comercial EUA-China.
REUTERS
IGP-M cai 1,16% na 1ª prévia de dezembro, maior queda para o período em 12 anos e meio, diz FGV
O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) iniciou dezembro com recuo de 1,16 por cento, registrando a maior queda para o período em 12 anos e meio, com deflação tanto no atacado quanto no varejo
O indicador intensificou a queda depois de ter recuado 0,11 por cento na primeira prévia de novembro, registrando a deflação mais intensa desde o início da série histórica em maio de 2006, de acordo com os dados divulgados na terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve na primeira leitura de dezembro queda de 1,70 por cento, ante deflação de 0,31 por cento na primeira prévia de novembro. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral. De acordo com os dados do IPA, o grupo de Bens Intermediários passou a registrar queda de 2,32 por cento, depois de uma alta de 0,58 por cento, com destaque para o movimento do subgrupo materiais e componentes para a manufatura. Para o consumidor, os preços também caíram, já que Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, recuou 0,16 por cento no período, de uma alta de 0,30 por cento na primeira prévia de novembro. O grupo Transportes teve destaque ao recuar 0,92 por cento, de uma alta de 0,36 por cento em novembro, com os preços da gasolina caindo 4,68 por cento. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou a alta a 0,06 por cento na primeira prévia de dezembro, contra alta de 0,29 por cento no mesmo período do mês anterior.
REUTERS
EMPRESAS
BNDES deve vender parcela de fatia na JBS em 2019, dizem fontes
O BNDES deve vender apenas em 2019 uma parcela de sua participação na processadora de carne JBS, depois que planos para a operação neste ano foram adiados diante de volatilidades do mercado, informaram duas fontes do banco de fomento
O BNDES tem 21,3 por cento da JBS por meio de seu braço de participações BNDESPar. A parcela, segundo a cotação de fechamento da ação na véspera, de 11,75 reais, equivale a 6,8 bilhões de reais. Um montante para a parcela remanescente do banco após a venda ainda não foi definido, informaram as fontes, acrescentando que o banco aguarda melhor momento do mercado. No ano até a segunda-feira, as ações da JBS acumulam valorização de 20,4 por cento, mas o movimento não foi estável. “A venda de (parcela da participação) na JBS não é para este ano; deve ser no ano que vem”, disse à Reuters uma fonte do banco com conhecimento do assunto. “O mercado tem estado muito volátil para uma operação agora”, acrescentou. Segundo informações do banco, a BNDESPar já levantou cerca de 4 bilhões de reais com venda de participações detidas na empresa. O banco tem participação na JBS desde 2007, quando fez aportes que somaram 5,6 bilhões de reais na companhia e que chegaram a 8,1 bilhões até 2010. Desde março de 2007 até a véspera a ação acumula valorização de cerca de 88 por cento. “Que a participação está na nossa carteira desinvestimento, isso é real; mas como foi uma operação rentável, temos que esperar o momento certo, não é vender por vender”, disse uma segunda fonte do banco próxima do assunto. Procurado, o BNDES afirmou que “considerando o investimento (8,1 bilhões de reais), os retornos recebidos (5,1 bilhões) e o valor de mercado da participação remanescente (6,8 bilhões) o resultado econômico é 3,8 bilhões de reais para a BNDESPar, equivalente a um retorno de 47 por cento do total investido”.
REUTERS
AVES & SUÍNOS
Governo do Paraná confirma apoio a investimento de R$ 1,1 bilhão da Frimesa
O investimento de R$ 1,1 bilhão da cooperativa Frimesa em uma nova unidade de suínos terá o apoio do Governo do Estado, por meio do Paraná Competitivo. A planta para abate, desossa e industrialização de derivados de carne suína fica em Assis Chateaubriand, no Oeste do Estado, e deverá gerar mais de 7 mil empregos diretos
O protocolo de intenções para o enquadramento do empreendimento no programa de incentivos do Governo do Paraná foi assinado pela governadora Cida Borghetti na última sexta-feira (7/12), no Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, promovido pelo Sistema Ocepar em Curitiba. Para o presidente da Frimesa, Valter Vanzella, o enquadramento no Paraná Competitivo trará uma série de benefícios que contribuirão para a realização do projeto. Ele citou a dilação de pagamento de parte do ICMS gerado pelo projeto, diferimento do ICMS do consumo de energia e gás e utilização do crédito de ICMS da cooperativa para aquisição de equipamentos para o empreendimento. “A participação do Estado incentiva um projeto desta magnitude, que é importante tanto para as cooperativas como para a região Oeste e para todo o Paraná”, afirmou Vanzella.
Começo de mês auspicioso na exportação de carne de frango
O volume médio diário embarcado nos cinco primeiros dias úteis do mês (um quarto do total de 20 dias úteis) atingiu marca – 20.590 toneladas –até aqui apenas superada nos cinco primeiros dias de julho
Pelos números ontem divulgados pela SECEX/MDIC, o volume embarcado na primeira semana de dezembro representa, pela média diária, aumentos de 38,83% sobre as 296,6 mil toneladas de novembro passado e de 39,29% sobre as 295,6 mil toneladas de dezembro de 2017. Tais índices, mantidos nos 15 dias úteis restantes do ano, conduzirão a um embarque de aproximadamente 412 mil toneladas, volume mensal até aqui superado, apenas, pelas 438,2 mil toneladas de julho passado (e que, como se sabe, embutem volumes não contabilizados do mês anterior). Nos primeiros 237 dias úteis de 2018 (de um total de 252 dias úteis) foram embarcadas perto de 3,6 milhões de toneladas de carne de frango in natura – média diária de 15.161 toneladas. Isto, projetado para os 252 dias úteis, sinaliza volume anual pouco superior a 3,820 milhões de toneladas, 3% a menos que em 2017, quando os embarques ficaram próximos de 3,946 milhões de toneladas.
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