CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 749 DE 11 DE MAIO DE 2018

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Ano 4 | nº 749 | 11 de maio de 2018

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo: exportação de carne em abril cai 4% em volume e 5% em receita

As exportações de carne bovina in natura e processada caíram 4% em volume e 5% em receita no mês de abril ante igual mês de 2017, segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo)

Foram embarcadas 85,064 mil toneladas, contra 88,733 mil t em abril do ano passado. A receita totalizou US$ 344,7 milhões, ante US$ 361,4 milhões em 2017. Para a entidade, o mês de abril de 2017 “não é considerado uma boa referência porque o mercado estava sob os efeitos mais imediatos da Operação Carne Fraca da Policia Federal, com muitos países interrompendo as importações à espera de informações das autoridades brasileiras”. O levantamento, que considera dados finais de movimentação divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), aponta ainda que no acumulado dos primeiros quatro meses do ano houve crescimento de 20% em volume e 17% em receita nas exportações de carne bovina. No período, a exportação total do produto totalizou 505.498 toneladas contra 419.986 toneladas. Já a receita chegou a US$ 1,93 bilhão contra US$ 1,66 bilhão no período anterior. A Abrafrigo disse em nota que os problemas de imagem do produto brasileiro no mercado internacional provocados pelas operações da Polícia Federal continuam influenciando as exportações para grandes clientes, como os países integrantes da União Europeia, Rússia e Estados Unidos. Nos países que tiveram desempenho positivo nos quatro primeiros meses de ano, Hong Kong continua liderando as importações do produto brasileiro com crescimento de 49,8% na movimentação: de 88.543 toneladas passou para 132.603 toneladas. “Somando-se a movimentação da China Continental, que passou de 64.770 toneladas para 84.290 toneladas, com crescimento de 30%, o mercado chinês absorve quase 50% das exportações brasileiras de carne bovina. O Egito também ampliou suas importações em 153% (de 21.822 toneladas em 2017 passou para 55.383 toneladas em 2018), enquanto que o Chile elevou suas aquisições em 115,3% (de 16.004 toneladas para 34.463 toneladas)”, informou a entidade.

Estadão Conteúdo/ISTO É/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/DINHEIRO RURAL/PÁGINA RURAL

Ainda é cedo para saber se é tendência a queda nas exportações de carne bovina em abril, mas produto pressionou mercado interno

Caíram todas as carnes, mais ainda a in natura, que perdeu mais de 40% das vendas sobre março. 1º quadrimestre de 2018, contra o de 2017, as exportações foram boas. Rússia está em vias de voltar a comprar e China pode reabilitar novas plantas a qualquer momento. Também é incerto ainda que o recuo no mês passado seja ligado ao embargo da UE ao frango, mas resvalando na imagem de outras proteínas.

Péricles Salazar – Presidente da Associação Brasileira Frigoríficos

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

NOTÍCIAS

BOI/CEPEA: Arroba oscila com incertezas sobre demanda por carne

Setor pecuário vivencia um momento turbulento, o que tem gerado forte oscilação do Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo

O setor pecuário vivencia um momento turbulento, o que tem gerado forte oscilação do Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo (estado de São Paulo, à vista) neste início de maio. Esse cenário se deve sobretudo às incertezas relacionadas à demanda por carne bovina, que resulta em inconstância da participação de operadores no mercado e também do volume de animais ofertados. Segundo pesquisadores do Cepea, de um lado, a oferta de animais favorece o aumento das escalas de abate de muitos frigoríficos, o que pressiona as cotações da arroba em alguns momentos. De outro, a necessidade de adquirir lotes com qualidade ou volumes adequados para atender a certos mercados faz com que, pontualmente, compradores participem de forma mais ativa das negociações, se dispondo a pagar preços bastante superiores. 

CEPEA/ESALQ 

Maggi inicia nesta sexta-feira missão à Turquia, China e França

O Ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA) inicia nesta sexta-feira (11) viagem internacional à Turquia, China e França, acompanhado de representantes de entidades empresariais do agronegócio

Na China, além de reuniões com autoridades do governo, como também ocorrerá na Turquia, o ministro visitará a feira de alimentos SIAL, incluindo o pavilhão brasileiro. Em Paris, Blairo Maggi, irá à 7ª Sessão Plenária da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), quando o Brasil deverá receber Certificação Sanitária com o novo status de livre da febre aftosa sem vacinação. Além de encontrar-se com autoridades do governo francês e de outros países participantes, o Ministro estará presente no lançamento da Plataforma de Rastreabilidade “Agri Trace CNA Brazil”.

MAPA

Dois cenários no mercado do boi gordo

São duas as situações encontradas no mercado do boi gordo

De um lado, em regiões do Sudeste e Centro-Oeste, a falta de chuvas provoca a maior oferta de boiadas enfraquecendo as cotações. É o caso de Minas Gerais e Goiás cuja cotações caíram 1,9% e 1,6%, em dez dias. De outro, como em Rondônia e no Acre, as chuvas mantêm as pastagens em boas condições e permitem a oferta comedida. O consumo de carne, considerando o Dia das Mães, segunda melhor data para o varejo, melhorou e a cotação da carne no mercado atacadista de carne bovina sem osso, subiu. Na média de todos os cortes pesquisados, valorização de 1% nos últimos sete dias. Já no mercado atacadista de carne bovina com osso preços estáveis nesta quinta-feira (10/5). O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,35/kg.

SCOT CONSULTORIA

Redução de abates indica demanda fraca por carnes

A demanda interna de carne está fraca. É o que mostram os dados de abates do IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística), referentes ao primeiro trimestre deste ano e divulgados na quarta-feira (9)

Foram abatidos 7,5 milhões de bovinos de janeiro a março, 6,9% menos do que no último trimestre do ano passado. Quando comparado o peso das carcaças, a queda é ainda maior: de 10%. Um dos sinais da demanda interna fraca é o comportamento dos preços, segundo José Vicente Ferraz, diretor técnico da Informa Economics. “Mesmo com a oferta menor de carne, o preço mantém uma tendência de queda.” As exportações estão em um patamar bom e já estavam computadas na conta do mercado quando programou o primeiro trimestre. A queda interna, porém, surpreende. A carne suína, que normalmente rouba uma parcela da carne bovina —devido à relação de preços—, também teve oferta menor neste ano. Os abates do primeiro trimestre deste ano caíram para 10,5 milhões de animais, 4,7% menos do que no último de 2017. Ao contrário do que ocorreu como o boi, no caso do suíno houve interferência do mercado externo para a queda dos abates. A Rússia, um dos principais mercados para os brasileiros, vinha ameaçando interromper as importações deste tipo de proteína do país desde o último trimestre do ano passado. Concretizaram a ameaça. Parte dessa queda de produção de carne suína vem, portanto, de um ajuste do mercado após o fim das importações russas, segundo Ferraz. A queda de renda fez os consumidores optarem pela carne mais barata, a de frango. Os abates aumentaram 2,6% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último de 2017. Os dados do primeiro trimestre, porém, já não refletem mais o cenário do segundo, segundo Ferraz. As condições se deterioram ainda mais, principalmente no caso do frango. Além da demanda interna mais fraca, o mercado de aves encontrou barreiras externas à exportação, principalmente as da União Europeia. O reflexo dessa queda de demanda interna e de exportações menores no setor de carnes é uma retração nos preços. A queda afeta as margens do setor. No caso do boi, a retração de preços terá reflexo na intenção de confinamento dos pecuaristas, segundo o diretor técnico da Informa Economics.

Folha de São Paulo.

Novo modelo de classificação de carcaças

CNA propõe sistema de classificação e tipificação com gestão compartilhada entre indústria e produtor. A proposta do setor produtivo para um novo sistema nacional de classificação e tipificação de carcaças bovinas foi o tema central da reunião da Comissão Nacional da Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), durante a 84ª Expozebu, em Uberaba, MG
O modelo proposto é fruto do trabalho do grupo de discussão composto pela Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon) Associação Brasileira de Angus (ABA), Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), com apoio da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), representada por Sérgio Pflanzer, e Universidade de São Paulo (USP), com Angélica Pereira. O objetivo é criar um padrão único, auditável, para a classificação das carcaças bovinas feita nas diversas unidades frigoríficas do país. “A partir dessa informação confiável, teremos condições de conhecer melhor o perfil da carcaça produzida no Brasil e traçar caminhos para melhorar a produção de carne bovina como um todo”, explica Alberto Pessina, Presidente do Conselho de Administração da Assocon. A proposta é que o sistema de classificação e tipificação de carcaças tenha gestão compartilhada entre o produtor e a indústria. O Presidente da ACNB, Nabih Amin El Aouar, explica que a principal vantagem de ter regras claras e padronizadas para a classificação e a tipificação das carcaças é a criação de uniformidade com as indústrias que aderirem ao projeto. “Um sistema claro e confiável possibilita nova oportunidade de referência para remuneração dos pecuaristas, além de ser uma importante ferramenta para organização da cadeia produtiva da carne bovina”, informa. De acordo com Fábio Medeiros, gerente do Programa Carne Angus Certificada, da Associação Brasileira de Angus, os principais ganhos desse processo que está se estruturando é a padronização de critérios e o aumento da transparência no processo de classificação e tipificação de carcaças no Brasil. “É uma das primeiras construções de consenso entre os elos da cadeia produtiva, podendo se tornar a porta de entrada para muitas outras construções coletivas. De um lado, temos as indústrias, e do outro, os produtores. Nesse processo, todos estão trabalhando juntos, buscando soluções para os gargalos do setor por meio de diálogos, resultando em propostas que beneficiem toda a cadeia produtiva”, ressalta Medeiros. A proposta prevê a adesão voluntária dos frigoríficos ao sistema, porém, uma vez aderidos os frigoríficos participantes deverão submeter à classificação 100% do abate. Além disso, a adesão ao novo sistema de classificação e tipificação de carcaças bovinas será pré-requisito para a normatização dos termos relacionados à atributos de qualidade utilizados na rotulagem de cortes bovinos. A iniciativa proposta pelas entidades, já aprovada pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina em última reunião realizada no início do mês de abril, irá agora ser submetida à análise do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). 

Assessoria CNA

EMPRESAS

Prejuízo da BRF foi menor no 1º trimestre

A BRF bem que esperava apresentar o resultado do primeiro trimestre como a constatação de que, após dois anos de desempenhos fracos e prejuízos, uma virada já está em curso

E a empresa até conseguiu ampliar sua participação de mercado no Brasil. Mas continuou no vermelho e queimando caixa. Além disso, os efeitos deletérios da terceira etapa da Operação Carne Fraca só deverão aparecer claramente nos resultados do segundo trimestre. No primeiro trimestre, a BRF teve prejuízo líquido de R$ 114 milhões. A perda ficou acima do que os analistas esperavam, mas representou uma melhora em relação ao mesmo período de 2017, quando o prejuízo foi de R$ 286 milhões. Nos primeiros três meses deste ano, a companhia voltou a queimar caixa, e seu fluxo de caixa livre ficou negativo em R$ 238 milhões, o que dificulta o processo de redução do ainda elevado índice de endividamento. Em termos de vendas, a BRF reportou um crescimento de 5% na receita líquida na comparação anual. Com mais volumes comercializados no Brasil, Turquia e Ásia, a receita líquida somou R$ 8,2 bilhões no primeiro trimestre, ante R$ 7,8 bilhões um ano antes. Apesar do aumento das vendas em volume no Brasil, principal mercado de atuação da BRF, o “mix” de produtos vendidos no país foi mais “pobre”, com mais produtos in natura. Isso derrubou o preço médio. Nos mercados muçulmanos, outro mercado-chave da BRF, houve uma melhora de preços, o que compensou parcialmente o preço médio mais baixo no Brasil. No primeiro trimestre, a One Foods (que reúne as vendas e negócios da BRF nos mercados muçulmanos) registrou lucro antes de juros e impostos (Ebit, na sigla em inglês) de R$ 55 milhões. Há um ano, a One Foods havia reportado um Ebit negativo de R$ 44 milhões graças aos estoques elevados de frango no Oriente Médio. Com os preços melhores, a margem Ebit da One Foods ficou positiva em 3,1%. Como um todo, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da BRF totalizou R$ 783 milhões, aumento de 54,8% na comparação com os R$ 506 milhões do mesmo período do ano passado. A margem Ebitda melhorou, de 6,5% para 9,5%. Em relatório, o CEO interino da BRF, Lorival Luz, destacou a recuperação da rentabilidade e das vendas. Por outro lado, o executivo admitiu que, devido ao cenário setorial – com embargos da União Europeia e da Rússia -, a empresa terá “trimestres extremamente desafiadores” pela frente. No documento que acompanhou o balanço, a BRF também reconheceu que o índice de alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado em doze meses) está longe de ideal. Em março, atingiu 4,44 vezes, praticamente estável em relação ao índice de 4,46 vezes de dezembro. A empresa disse estar fazendo esforços para reduzir o índice

VALOR ECONÔMICO

Margem do Minerva no país foi afetada por concorrência com a JBS

A margem dos frigoríficos de carne bovina no Brasil foi afetada no primeiro trimestre pela recuperação da JBS, reconheceu o Presidente-Executivo da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz

No primeiro trimestre, a margem Ebitda da Minerva foi de 8,1%, ante 9,2% um ano antes. “[Foi] muito mais concorrido pela volta da JBS”, disse o empresário, em teleconferência com analistas e investidores. No ano passado, a JBS reduziu drasticamente os abates em razão da Operação Carne Fraca e do impacto da delação dos irmãos Batista. Desde o último trimestre do último ano, porém, a JBS vem recuperando sua participação. A empresa dos Batista é a maior produtora de carne bovina do Brasil. Depois da pressão de margem no primeiro trimestre, a expectativa de Galletti é que a rentabilidade já melhore neste segundo trimestre. De acordo com ele, o preço do boi gordo caiu ao longo do segundo trimestre, refletindo a maior oferta de animais.

VALOR ECONÔMICO

Minerva vê aberturas de EUA e Rússia para carne bovina neste semestre

As aberturas dos mercados dos Estados Unidos e da Indonésia para a carne bovina brasileira devem ocorrer ainda neste primeiro semestre, disse o CEO da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz, em teleconferência com analistas na quinta-feira (10)

A companhia, que tem operações no Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Colômbia, ainda estima que o mercado japonês seja aberto para a carne uruguaia nos próximos meses e que os norte-americanos também liberem as importações de carne da Argentina. “Esperamos que ainda no primeiro semestre tenhamos a abertura desses mercados”, disse Galletti de Queiroz. O governo brasileiro anunciou em fevereiro que o governo indonésio havia informado sua intenção de abrir o mercado para a carne bovina do Brasil. Galletti de Queiroz disse que as negociações com os EUA ocorrem mais no âmbito político do que em relação a restrições técnicas, praticamente superadas. “A (abertura da) Rússia, eu acredito que ainda está mais perto que a dos EUA… Acredito que deve ter sim uma abertura limitada para o Brasil bastante em breve”, disse o CEO. As exportações de carnes bovina e suína brasileiras para a Rússia estão bloqueadas desde o fim do ano passado. A Minerva é atualmente a maior exportadora de carne bovina da América do Sul, posição alcançada após a aquisição dos ativos da JBS no Mercosul em meados do ano passado. “No total, a região tem sido responsável por praticamente um terço da exportação mundial, e a Minerva foi responsável por aproximadamente 22% deste volume, e se manteve como líder regional na exportação de carne bovina”, disse Galletti de Queiroz em comunicado de resultados da companhia. A empresa é responsável por 19% das exportações de carne bovina do Brasil, 40% do Paraguai, 21% do Uruguai, 16% da Argentina e 71% da Colômbia. O Oriente Médio e a Ásia são as principais regiões para as quais a Minerva exporta seus produtos. A Minerva anunciou que Iain Anderson Mars será Diretor Operacional global do grupo, como parte de uma reestruturação organizacional que visa otimizar sinergias e agilizar decisões comerciais. Mars reportará diretamente ao CEO Galletti de Queiroz e liderará um time de diretores executivos composto por Luiz Ricardo Alves Luz (responsável pelos negócios de Beef Brasil e Beef Colômbia), Gustavo Kahl (Beef Argentina), Patricio Silveira Quadrado (Beef Paraguai e Beef Uruguai) e Frederico de Alcântara Queiroz (Divisão Outros Negócios). A reestruturação também inclui a área financeira da Minerva, que será dividida em três áreas: Controladoria e Risco, liderada por Francisco de Assis Ferreira Filho; Tesouraria, por Nathan de Mello Fortunato Freire; e Relações com Investidores, por Eduardo Pirani Puzziello. Eduardo de Toledo, que era Diretor Financeiro, deixará a companhia. 

CARNETEC

INTERNACIONAL

Exportação uruguaia de gado vivo superou novo recorde no ano encerrado em abril

A exportação de gado em pé do Uruguai atingiu um novo recorde. Nos últimos doze meses terminados em abril, o Uruguai embarcou 406 mil cabeças de gado vivo, o que significa “um fato sem precedentes”, comentou o DiretorRrural da Tardáguila Agromercados, Rafael Tardáguila

O analista de mercado afirmou que durante os primeiros quatro meses do ano, cerca de 79 mil bovinos (19,45%) a mais foram exportados em relação ao mesmo trimestre de 2017, levando em conta que naquele ano as exportações foram de 327 mil bovinos. A Turquia continua firme como o mercado fundamental para os embarques do Uruguai, com uma demanda que ultrapassou 360.000 animais nos últimos doze meses. Tardáguila disse que as vendas também foram feitas para outros países, como China e Egito, mas os turcos mantêm uma demanda importante que se reflete nos volumes mencionados.

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