CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 606 DE 26 DE SETEMBRO DE 2017

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Ano 3 | nº 606 26 de setembro de 2017

NOTÍCIAS

Boi gordo: pressão de baixa perde força

Mesmo ontem sendo uma segunda-feira (25/9), dia típico de baixa movimentação, já se observou no mercado indústrias ofertando preços maiores pela matéria-prima

Com isso, das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, houve alta em cinco, considerando o preço a prazo. A exceção ficou por conta do Rio Grande do Sul onde a oferta de boiadas é maior. Em São Paulo, parte dos frigoríficos iniciou o dia fora das compras, aguardando uma melhor leitura de como o mercado irá se comportar. No estado, vale ressaltar que as programações das indústrias giram em torno de quatro a cinco dias, o que limita às empresas a seguirem com a estratégia de pressão de baixa mais intensa. De maneira geral, mesmo com a demanda patinando a oferta de animais terminados é baixa, o que pode mudar o comportamento dos preços, principalmente com o início do mês se aproximando, época em que sazonalmente há uma melhora por parte da demanda.

SCOT CONSULTORIA

Retirada de vacina contra aftosa depende de fiscalização de fronteiras

Para o Simvet/RS, medida é positiva, mas é necessário reforçar o controle junto aos países vizinhos

Uma das grandes discussões do mercado pecuário nos últimos tempos vem sendo a retirada da vacinação da febre aftosa em todo o país, tornando o Brasil livre da doença sem vacinação. Atualmente apenas o Estado de Santa Catarina é reconhecido com tal status, e outros, como o Rio Grande do Sul, estão buscando este mesmo status no sentido de abrir novos mercados para a carne bovina. Para o delegado do Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), João Junior, a medida em termos de mercado é extremamente positiva, visto que há uma valorização maior do produto de países com este reconhecimento. “A retirada da vacina abre um mercado gigante para o Brasil tanto em valores quanto em aumento do comércio. É importante nos prepararmos para este momento e talvez esta seja a hora, diminuindo o risco de dentro do Brasil para fora”, observa. Entretanto, um dos pontos principais destacados pelo dirigente do Simvet/RS está a questão da fiscalização, especialmente por causa das fronteiras secas existentes entre os países da América do Sul. O Rio Grande do Sul, segundo Junior, é um dos Estados com mais riscos por fazer divisa com Uruguai e Argentina. “É importante nos precavermos da doença fortalecendo a fiscalização nas fronteiras. Já tivemos problemas esses tempos na Colômbia, além disso o Brasil está investindo na Venezuela e com isso vai investindo em outros países para o problema não chegar no país, já que é o controle é muito difícil”, explica. Além disso, o especialista alerta também que são necessários cuidados especiais com animais silvestres, entre eles as capivaras e javalis. De acordo com Junior, este último especialmente requer atenção das autoridades devido à grande proliferação nos campos pelo Brasil. “Alguns animais silvestres podem ser portadores da doença, pois animais com casco bipartido podem contrair a aftosa e transmitir aos bovinos. Os javalis, especialmente, percorrem áreas muito grandes em extensão e devem ter atenção”, avalia.

AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

Brasil volta a vender carne bovina para a Argentina

Dois países chegaram a um acordo, após cinco anos de negociação, de um novo certificado sanitário

O mercado argentino foi reaberto à carne bovina in natura brasileira, após cinco anos de negociações entre as autoridades sanitárias dos dois países. “Mais do que o tamanho do mercado importador argentino, o ativo fundamental dessa reabertura é a sinalização dada a terceiros países de que o nosso produto tem livre circulação no Mercosul, também do ponto de vista sanitário”, diz o Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Odilson Luiz Ribeiro e Silva. De acordo com ele, a medida tomada pela Argentina deve ter impacto direto nas negociações em andamento entre o Mercosul e a União Europeia para estabelecer um acordo de livre comércio. As exportações de carne bovina in natura brasileira estavam embargadas para a Argentina desde 2012, quando o Brasil notificou à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) um caso suspeito de EEB (encefalopatia espongiforme bovina), conhecida como doença da vaca louca. Embora a OIE tenha informado, em dezembro daquele ano, que o Brasil apresentava risco insignificante para a enfermidade, apenas agora a Argentina chegou a acordo para um novo certificado sanitário. Na semana passada, após meses de intensa negociação entre as autoridades sanitárias de Brasil e Argentina, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentaria (Senasa) da Argentina autorizou a volta da operação do mercado de carne bovina in natura, por meio do certificado sanitário acordado entre os dois países. Segunda a adida agrícola do Mapa em Buenos Aires, Eliana Valéria Covolan Figueiredo, a carne bovina argentina é conhecida mundialmente por sua qualidade e histórico de produção e o país importa quantidades muito pequenas do produto. Nos últimos três anos, a média de importação total anual foi de apenas 140 toneladas, segundo dados do Aliceweb Mercosul. “A carne brasileira, por seu preço competitivo, encontrará espaço no mercado argentino, tanto pelos cortes diferentes dos locais, quanto pela matéria-prima para indústrias processadoras de embutidos e hambúrgueres”, salienta a adida agrícola.

MIN. DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

Estagnação no mercado de reposição na Bahia

O mercado do boi gordo com pouca definição desestabilizou os negócios

O investimento na reposição tornou-se um pouco mais arriscado do ponto de vista dos compradores devido à oscilação repentina de preços e, diante disso, nessas últimas semanas o mercado começou a andar de lado, principalmente com negociações envolvendo categorias mais eradas. Porém, apesar das incertezas que acompanham a compra de animais de reposição, há quem enxergou um cenário de possibilidades. O prolongamento das chuvas dos últimos meses possibilitou melhor capacidade de suporte nas pastagens e houve algum incremento na procura por animais mais jovens no estado. O aumento da demanda atrelado à oferta retraída possibilitou valorização de 4,0% para bezerros desmamados nos últimos trinta dias. Para essa mesma categoria, o pecuarista perdeu poder de compra desde o início do ano. Em janeiro de 2017 compravam-se 2,43 bezerros desmamados com a venda de um boi gordo de 16,5@ atualmente compram-se 2,33, piora de 4,1% na relação de troca.

SCOT CONSULTORIA

Garantido no governo, Blairo Maggi viaja ao Peru e à Bolívia

Depois que o Palácio do Planalto garantiu nos bastidores que Blairo Maggi (PP) permanece no governo, o Ministro da Agricultura segue em viagem nesta próxima terça-feira para Lima, no Peru, e La Paz, na Bolívia, com a intenção de viabilizar as exportações brasileiras de frutas, carne suína, embriões de animais e mel

A viagem é o primeiro compromisso internacional do Ministro desde que, em meados de setembro, foi alvo da Operação Malebolge, da Polícia Federal (PF), que realizou buscas e apreensões em seu apartamento em Brasília e em mais dois de seus endereços no Mato Grosso. O Ministro é investigado com base na delação premiada do ex-governador mato-grossense Silval Barbosa (PMDB), que o acusou de participar de um esquema de propinas no Estado. Na viagem aos países vizinhos, Blairo se encontrará com os correlatos ministros de Agricultura e participará de seminários com empresários. Por outro lado, contudo, Peru e Bolívia também vão apresentar uma lista com produtos fabricados em seus territórios que pretendem exportar ao Brasil. Sua volta está prevista para a próxima quinta-feira, 28.

Valor Econômico

Produção de carne bovina cai 1,4% no 1º semestre

Foram produzidas 3,62 milhões de toneladas de carcaças; recuperação no preço da arroba pode impulsionar números do segundo semestre. Participação de fêmeas no total de abates aumentou ante 2016

A produção brasileira de carne bovina caiu 1,4% no primeiro semestre de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado, aponta relatório do IBGE. Nos seis primeiros meses do ano, o peso total das carcaças ficou em 3,62 milhões de toneladas ante 3,68 milhões de toneladas em 2016. “A operação Carne Fraca, deflagrada em março de 2017, bem como fatores políticos e econômicos, pressionaram o preço da arroba, o que desestimulou os produtores a entregar animais para abate”, afirma o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) em seu boletim semanal. Em cabeças, foram abatidas 14,81 milhões de janeiro a junho de 2017 e 14,97 milhões na mesma época de 2016, baixa de 1,1%. Segundo o Imea, o fato de as escalas dos frigoríficos terem sido preenchidas com mais fêmeas no período, reduzindo o rendimento de carcaça por animal, também afetou o número total. O segundo semestre do ano, porém, pode ter um resultado diferente. “A recuperação no preço da arroba nas últimas semanas, aliada às entregas dos animais de confinamento podem contribuir para um aumento na oferta de animais e aumentar a produção neste segundo semestre de 2017”, diz a nota da entidade.

Angela Lordão, supervisora da atividade pecuária do IBGE, explicou, em nota, que todos os tipos de carne tiveram queda na produção por causa de desdobramentos da Operação Carne Fraca. “Alguns estabelecimentos tiveram paralisações em abril, inclusive com férias coletivas. No mês de maio, tivemos uma retomada a níveis anteriores, quando os frigoríficos paralisados voltaram à atividade normal”. Segundo ela, a proteína bovina tem sofrido mais que as outras com a crise econômica e a consequente redução nos orçamentos familiares. “O consumo per capita de carne tem caído no Brasil. Como a carne bovina é um pouco mais cara, acaba perdendo mercado, mais em função do preço num momento de restrição orçamentária. O frango é normalmente a opção nestes momentos, por ser considerada uma carne mais saudável”. A mudança de gosto do brasileiro, porém, tem elevado o consumo de carne suína e, ao lado das exportações, impulsionado os abates. A participação de fêmeas no total dos abates ficou em 42,6% no segundo trimestre de 2017. No mesmo período de 2016, a taxa foi de 40,7%. Em Mato Grosso, maior Estado produtor do país, de janeiro a junho a proporção fechou em 41,4% quando em 2016 foi de 34,3%. “Isso se sucedeu em virtude do esfriamento no mercado de reposição, fato ilustrado pelos preços médios das categorias aneloradas, o que vem diminuindo a rentabilidade dos pecuaristas que trabalham com a cria e recria de bovinos, levando a entregar as matrizes, a fim de gerar caixa”. Para o Instituto, a retenção de fêmeas não tem sido mais a realidade do mercado e, caso essa tendência se mantenha, o crescimento da oferta de fêmeas pode pressionar o preço da arroba. O abate de 237,02 mil cabeças de bovinos a menos no 2º trimestre de 2017, em comparação ao o mesmo período do ano anterior, foi motivado por reduções em 15 das 27 unidades da federação. As quedas mais intensas (em número de cabeças) ocorreram em Mato Grosso (-81,95 mil cabeças), Rondônia (-56,52 mil) e Mato Grosso do Sul (-53,98 mil). Já os maiores aumentos foram observados no Rio Grande do Sul (+23,71 mil), Paraná (+22,92) e Minas Gerais. Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, com 14,5% da participação nacional, seguido por Mato Grosso do Sul (11,1%) e Goiás (10,6%).

Portal DBO

EMPRESAS

JBS volta às compras e oferta preços acima da referência para pagamento em 30 dias

Alguns frigoríficos seguem fora das compras nesta segunda-feira (25) mas com a volta do JBS podem ter que se reposicionar nos próximos dias

Douglas Coelho, da Radar Investimentos, destaca que a semana do mercado do boi gordo começa com alguns frigoríficos ainda fora das compras, mas com o JBS voltando a negociar e oferecendo preços mais firmes a prazo, acima da média, para cumprir suas escalas, mais apertadas. Os preços, em meio a uma entressafra de ofertas enxutas e poucos volumes negociados, giram em torno de R$142/@ a R$143/@ em São Paulo (à vista, livre). A firmeza continua, com a carne com osso e sem osso recuando no atacado na última semana. As escalas estão bem alinhadas para o próximo dia 2. Tradicionalmente, o início de mês possui uma demanda mais forte, ao mesmo tempo em que a última semana não foi satisfatória para as vendas de carne. Houve, ainda, um aumento da disponibilidade de carne vinda de outros estados, o que ajudou na pressão dos preços. A valorização vista em São Paulo também se refletiu Brasil afora. As exportações continuam em bom ritmo. Tendo em vista esse cenário, Coelho aconselha os pecuaristas a realizarem contas e compararem a produtividade com o custo de produção para poder se manter na atividade. O mercado futuro já começa a dar sinais de recuperação, trabalhando acima dos R$140/@ para outubro e novembro.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

INTERNACIONAL

Desafios e oportunidades no mercado mundial de carne

Por Tim Petry, Extension Livestock Marketing Economist do Departamento de Agronegócios e Economia Aplicada da NDSU (North Dakota State University)

Os EUA são o maior exportador de carne bovina de alta qualidade do mundo e o principal exportador de carne bovina em valor. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) projetou que os quatro principais países exportadores de carne bovina em 2017, em ordem de importância, serão Índia, Brasil, Austrália e os EUA. O USDA também previu que o mercado de carne da China/Hong Kong superará os EUA como o principal importador mundial de carne bovina. Problemas importantes com cada um desses outros países poderiam afetar o mercado de gado dos EUA. A Índia estar em primeiro lugar no ranking como o principal exportador mundial de carne bovina é um tanto controverso por si só. A “carne bovina” que é exportada é principalmente carne de búfalos d’água, porque as vacas são consideradas sagradas para muitas pessoas hinduístas. No entanto, a carne de búfalos, também conhecida como carabeef, concorre diretamente com carne de menor qualidade produzida a pasto de outros países, como Brasil e Austrália. Alguns frigoríficos na Índia são operados por muçulmanos, que tiveram problemas com o governo federal dominado pelos hindus. Em maio, o governo indiano impôs a proibição da venda de gado e búfalos nos mercados de animais para serem abatidos. Em julho, o Supremo Tribunal da Índia suspendeu a proibição. Como as exportações de carne de búfalo são um mercado lucrativo para a Índia, muitos esperavam que a proibição fosse removida. Mas as perspectivas potenciais de uma proibição, pelo menos temporariamente, causaram incerteza e volatilidade no mercado mundial de carne bovina. O Brasil, o segundo maior exportador de carne bovina, também teve sua parte na turbulência do mercado. Um escândalo de suborno da inspeção de carne envolveu várias empresas do setor e reduziu temporariamente as exportações de carne bovina no início de 2017. A JBS, com sede no Brasil e a maior empresa de carnes do mundo, foi abalada por um escândalo de suborno político e está alienando alguns ativos. No final de 2016, ambos os países aprovaram a comercialização bilateral de carne fresca e congelada entre os EUA e o Brasil. Quantidades relativamente baixas de carne bovina de menor qualidade foram importadas para os Estados Unidos do Brasil e algumas de alta qualidade foram enviadas dos EUA para o Brasil. A JBS foi um player importante nessas transações. Em 22 de junho, o USDA anunciou que as importações de carne fresca e congelada do Brasil foram suspensas devido a preocupações com a segurança alimentar. A China, principal cliente de carne bovina do Brasil, também anunciou que estava examinando mais de perto a carne bovina do Brasil. A Austrália, terceiro maior exportador de volume de carne bovina, sofreu uma grave seca em uma grande região produtora de carne bovina em 2014 e 2015. A redução forçada do rebanho resultou no aumento da produção e exportação de carne bovina. Um retorno a chuvas mais normais permitiu a reconstrução do rebanho em 2016 e a menor produção de carne reduziu as exportações. Curiosamente, durante os primeiros quatro meses em 2017, os EUA superaram a Austrália tornando-se temporariamente o terceiro maior exportador de carne em volume. A Austrália foi o maior fornecedor de carne bovina para os EUA, mas caiu para o terceiro lugar em 2017 atrás do Canadá e da Nova Zelândia. As importações de carne da Austrália diminuíram 39% em 2016 com relação aos níveis inflacionados de 2015 e esse ritmo mais lento continua em 2017. A menor produção e os altos preços da carne também estão levando a um menor volume de exportações para outros países. O mercado de exportação está se tornando cada vez mais importante para os preços do gado nos EUA. Após um difícil ano de exportação de carne bovina em 2015, devido a vários fatores, as exportações de carne bovina cresceram mais de 12,5% em 2016 e, segundo o USDA, devem aumentar outros 9% em 2017. As exportações aumentaram cerca de 15% no primeiro semestre de 2017. Essa foi uma das razões para o aumento do preço do gado em maio de 2017. As exportações dos EUA foram especialmente fortes para os quatro principais clientes: Japão, México, Canadá e Coreia do Sul. Vale notar que os EUA estão em negociações comerciais com o Japão porque o país se retirou da Parceria Trans-Pacífico. No início de julho, a União Europeia e o Japão assinaram um Acordo de Parceria Econômica, que dá acesso favorável à carne bovina europeia no Japão. Os EUA também estão discutindo as provisões do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA) com o Canadá e o México. Manter o forte comércio de carne com os principais clientes de carne bovina é importante para os Estados Unidos. O principal obstáculo para retomar as exportações de carne bovina dos Estados Unidos para a China foi o processo de negociação política. Agora que um acordo está em vigor e a carne pode ser exportada, o tamanho do mercado chinês precisará ser determinado pelo mercado. As exigências de que a carne deve ser rastreável até a fazenda de origem usando um identificador exclusivo e não contenha promotores de crescimento, aditivos para alimentação animal e outros compostos químicos podem restringir a quantidade de carne bovina inicialmente disponível para exportação para a China. Os altos preços a mais longo prazo podem incentivar os produtores de carne a criar gado que cumpra esses requisitos. Várias das questões discutidas anteriormente impactaram temporariamente os preços do gado e, em particular, o mercado de futuros. Com o acesso instantâneo a informações mundiais tão facilmente disponíveis, a expectativa é de que a volatilidade dos preços continue à medida que a dinâmica do mercado global de carne bovina continua a evoluir.

North Dakota State University – NDSU

FEIRAS & EVENTOS

ITAL promove seminário Alimento Seguro

Evento acontece em Campinas e debate sobre as atualidades em controle e métodos de avaliação

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) realiza o Seminário Alimento Seguro, no dia 05 de outubro, no Auditório Décio Dias Alvim do Instituto, em Campinas/SP. O objetivo do evento é apresentar temas relevantes relacionados aos controles e métodos de avaliação para garantia da segurança dos alimentos. “Trata-se de um tema que ganha cada vez mais relevância já que os órgãos reguladores estão mais exigentes, devido as demandas das indústrias e da sociedade como um todo. Por isso nossa preocupação em garantir a segurança dos alimentos, bebidas e embalagens”, destaca Neliane Ferraz de Arruda Silveira, Pesquisadora do ITAL e Coordenadora do GESA. Entre os principais assuntos estão: avaliação da segurança de processos térmicos; novas ferramentas analíticas para o controle da qualidade; gestão de alergênicos, contaminantes formados no processamento de alimentos e provenientes dos materiais de embalagens, além dos novos parâmetros microbiológicos em análises de alimentos. O Seminário espera receber profissionais do setor: indústrias, pesquisadores, professores, estudantes e governo. A realização é feita pelo Grupo Especial de Segurança dos Alimentos (GESA), do ITAL, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: eventos@ital.sp.gov.br ou pelos telefones: (19) 3743-1758/1759.   

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