
Ano 10 | nº 2333 |17 de outubro de 2024
NOTÍCIAS
Mais um dia de alta na cotação do boi gordo em São Paulo
A cotação do “boi China” e do boi comum, cujo destino é o mercado interno, subiu R$3,00/@.
Na quarta-feira, a Scot Consultoria também passou a identificar negócios acima de R$ 300/@ para os animais machos prontos para abate negociados no Estado de São Paulo. Segundo a Scot, as cotações “boi-China” e do boi “comum” registraram reajuste diário de R$ 3/@ no mercado paulista, enquanto a novilha gorda subiu R$ 5/@. “O mercado está comprador; a demanda pela carne bovina está firme e a oferta segue reduzida”, observou a Scot. Pelos cálculos da consultoria, a escalas de abate das indústrias paulistas atendem, em média, cinco dias. Dessa forma, o boi gordo “comum” vale agora R$ 300/@, a novilha gorda está cotada em R$ 292/@, e o “boi-China subiu para R$ 305/@, de acordo com levantamento da Scot. A vaca gorda está cotada em R$ 267/@, acrescentou a consultoria. “Foram relatados alguns negócios acima dos R$ 305/@ para bovinos com bom acabamento de carcaça”, informou a Scot. Na região do Triângulo Mineiro, as cotações subiram para todas as categorias. Para o boi comum e para a vaca, o aumento foi de R$5,00/@. Para a novilha, a alta foi de R$3,00/@. O preço do “boi China” subiu R$2,00/@. Na Bahia, o quadro no estado manteve-se de muita procura e pouca oferta para atendê-la, resultando na elevação da cotação. Na região Sul, a cotação subiu. A alta foi de R$5,00/@ para todas as categorias. Já na região Oeste, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. As cotações da vaca e da novilha seguiram estáveis. No Espírito Santo, subiram os preços para todas as categorias, com acréscimo de R$5,00/@ para o boi e para a vaca. Para o “boi China” e para a novilha a alta foi de R$3,00/@.
Scot Consultoria
Mercado do boi continua superaquecido
Superaquecimento de exportações na atual temporada caminham para recorde histórico e mexem com o setor
O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quarta-feira (16). De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, que continuam na pior posição da atual temporada. “Sob o prisma da demanda, o mercado ainda convive com sintomas de superaquecimento, com exportações muito agressivas na atual temporada, caminhando para um recorde histórico”, disse o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias. Preços médios da arroba do boi: São Paulo: R$ 306,75. Goiás: R$ 299,29. Minas Gerais: R$ 302,94. Mato Grosso do Sul: R$ 304,89. Mato Grosso: R$ 276,96. O mercado atacadista voltou a apresentar alta em seus preços e o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo. “Vale o destaque para as proteínas concorrentes, que também devem apresentar elevação em seus preços em função do atual movimento delimitado na carne bovina, com grande destaque para a de frango”, alerta Iglesias. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 18,20 por quilo, alta de R$ 0,20. O quarto traseiro foi cotado a R$ 23,20, por quilo, alta de R$ 0,20. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25, por quilo.
Agência Safras
Inflação da carne deve disparar, prevê consultoria
A carne bovina deve ser um dos principais fatores para a alta da inflação nos últimos meses de 2024
Segundo a LCA Consultores, a inflação da carne deve fechar o ano com aumento de 7,52%, quase o dobro da projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que está em 4,39%, conforme o Boletim Focus. O aumento das exportações de carne bovina in natura é um dos principais responsáveis por essa alta. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o volume exportado entre janeiro e setembro de 2024 cresceu 30% em relação ao mesmo período de 2023, reduzindo a oferta no mercado interno e pressionando os preços. Em setembro de 2024, o IPCA-Carnes, indicador que mede a inflação da carne, subiu 2,97%. Em setembro de 2023, o índice havia registrado queda de 2,10%. As projeções para os próximos meses indicam novas altas para o IPCA-Carnes: outubro: +3,27% novembro: +2,29% dezembro: +1,79% Em comparação, as altas mensais no último trimestre de 2023 foram bem mais moderadas: outubro: +0,53% novembro: +1,37% dezembro: +0,55%
Pecuaria.com.br
ECONOMIA
Dólar perde força e fecha sessão quase estável
O dólar à vista fechou em leve alta de 0,09%, cotado a 5,6637 reais. Em outubro a divisa acumula elevação de 3,94%. Às 17h44, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,23%, a 5,6730 reais na venda
Na terça-feira o dólar havia disparado 1,36% ante o real, com a moeda brasileira sendo penalizada pela queda forte de commodities como minério de ferro e petróleo influenciada pela desaceleração da economia chinesa e pela dinâmica do conflito no Oriente Médio. Novamente o cenário externo conturbado passou a pressionar o câmbio no Brasil. Lá fora, o dólar sustentava ganhos ante boa parte das divisas, com investidores precificando corte menor de juros nos EUA em novembro e a probabilidade de uma vitória do republicano Donald Trump sobre a democrata Kamala Harris na corrida presidencial norte-americana. O plano de Trump de implementar cortes de impostos, regulamentações financeiras mais flexíveis e tarifas de importação mais altas é visto como um fator de impulso para o dólar ante as demais divisas. Na terça-feira, antes mesmo de qualquer anúncio concreto de medidas, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse que algumas iniciativas de contenção de gastos estão “interditadas” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citando que a política de ganhos reais do salário-mínimo não será alterada. Na quarta-feira, por sua vez, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a agenda de revisão de gastos públicos é tema a ser tratado com prioridade pelo governo até o fim do ano. Segundo ele, serão propostas de medidas “consistentes” para que o arcabouço fiscal tenha vida longa. “Eu nem estou falando em corte, eu quero muito mais uma calibragem da dinâmica da evolução dos gastos para caber dentro do arcabouço fiscal”, disse o ministro. Durante a tarde, o Banco Central informou que na semana passada, de 7 a 11 de outubro, o Brasil registrou a entrada líquida de 3,246 bilhões de dólares. Neste período houve fluxo positivo tanto pela via financeira (1,684 bilhão de dólares) quanto pela via comercial (1,561 bilhão de dólares), com destaque para a segunda-feira (7 de outubro) e para a sexta-feira (11 de outubro). A forte entrada de dólares no Brasil na segunda e na sexta-feira da semana passada ocorreu em sessões em que a cotação da moeda norte-americana oscilou perto de pontos técnicos importantes. Na segunda, o dólar à vista esteve muito próximo de bater os 5,50 reais durante a sessão e, na sexta, a divisa superou os 5,60 reais. Em pontos técnicos como estes, é comum que exportadores aproveitem para internalizar dólares e investidores façam aportes no Brasil, beneficiando-se da relação dólar/real.
Reuters
Ibovespa avança com apoio de Vale e Embraer em dia com vencimentos
O Ibovespa fechou em alta na quarta-feira, chegando a superar os 132 mil pontos no melhor momento, com Vale entre os principais suportes positivos após dados de produção, assim como Embraer, que disparou mais de 6%
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,54%, a 131.749,72 pontos, tendo marcado 132.232,66 pontos na máxima e 130.780,18 pontos na mínima do dia.
O volume financeiro somou 51,74 bilhões de reais, em pregão marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. Wall Street corroborou o sinal positivo na bolsa paulista, com o S&P 500 encerrando com elevação de 0,47%, em meio a resultados corporativos, entre eles o do Morgan Stanley, que ficou acima do esperado e fez as ações dispararem. A queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano também ajudou, com o yield do Treasury de 10 anos marcado 4,0161%, de 4,0122% na véspera. No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a agenda de revisão de gastos públicos é prioridade e que o governo prepara medidas “consistentes” para que o arcabouço fiscal tenha vida longa.
Reuters
Brasil tem fluxo cambial positivo de US$2,550 bi em outubro até dia 11, diz BC
No acumulado do ano até 11 de outubro, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de 9,313 bilhões de dólares, graças ao desempenho da área comercial, que soma superávit de 61,871 bilhões de dólares. Na área financeira, o déficit acumulado no ano está em 52,558 bilhões
O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 2,550 bilhões de dólares em outubro até o dia 11, em movimento puxado pela via comercial, informou na quarta-feira o Banco Central. Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de 106 milhões de dólares em outubro até o dia 11. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, o saldo de outubro até o dia 11 foi positivo em 2,657 bilhões de dólares. Somente na semana passada, de 7 a 11 de outubro, o fluxo cambial total foi positivo em 3,246 bilhões de dólares. Neste período especificamente houve entradas líquidas de dólares tanto pela via financeira (1,684 bilhão de dólares) quanto pela via comercial (1,561 bilhão de dólares), com destaque para a segunda-feira (7 de outubro) e para a sexta-feira (11 de outubro). Em cada um destes dois dias entraram no país mais de 1 bilhão de dólares em termos líquidos, com destaque para os fluxos via financeira. A forte entrada de dólares no Brasil na segunda e na sexta-feira passada ocorreu em sessões em que a cotação da moeda norte-americana oscilou perto de pontos técnicos importantes. Na segunda, o dólar à vista esteve muito próximo de bater os 5,50 reais durante a sessão e, na sexta, a divisa superou os 5,60 reais. Em pontos técnicos como estes, é comum que exportadores aproveitem para internalizar dólares e investidores façam aportes no Brasil, beneficiando-se da relação dólar/real.
Reuters
PIB-Agro/CEPEA: PIB do agro segue em queda no 2º trimestre, e recuo no ano chega a 3,5%
O PIB do agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), seguiu em queda no segundo trimestre de 2024 (a baixa foi de 1,28%), acumulando retração de 3,5% neste ano
Diante disso e considerando-se também o desempenho da economia brasileira como um todo até o momento, o PIB do agronegócio pode corresponder por 21,8% do PIB do Brasil em 2024, abaixo dos 24% registrados no ano passado. Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado negativo do agronegócio segue influenciado pelos menores preços, movimento que vem sendo observado desde 2023. Além disso, a queda do PIB do agronegócio também está atrelada à redução da produção de importantes produtos do setor, em especial para a agricultura dentro da porteira, com destaque negativo para soja, milho e cana-de-açúcar. De fato, cálculos do Cepea/CNA indicam que o PIB do ramo agrícola apresentou queda de 1,22% no segundo trimestre, acumulando forte baixa de 5,1% no ano. O PIB do ramo pecuário, por sua vez, também caiu no trimestre (-1,2%), mas ainda sustenta alta em 2024, de 0,5%. Neste caso, o avanço no ramo pecuário na parcial do ano se deve sobretudo ao desempenho positivo nos segmentos agroindustrial e de agrosserviços, que registram respectivos aumentos de 5,29% e de 3,78% em 2024.
Cepea
MEIO AMBIENTE
Conselho Europeu concorda com adiamento de lei antidesmatamento
Projeto agora segue para Parlamento da União Europeia, a quem cabe a decisão final; medida tem forte impacto no Brasil
O Conselho Europeu concordou na quarta-feira (16) com a proposta para adiar o início da aplicação da sua lei antidesmatamento. Agora, o projeto segue para o Parlamento Europeu, que dará a palavra final sobre a questão. Pela nova proposta, a norma passa a ser aplicada em 30 de dezembro de 2025 para as grandes empresas e em 30 de junho de 2026 para as micro e pequenas empresas. Inicialmente, a lei começaria a valer em 30 de dezembro deste ano. A medida havia sido proposta no início do mês pela Comissão Europeia. Em comunicado, o Conselho informou que “concordou com a proposta da Comissão de adiar a data de aplicação do regulamento em um ano, devido à falta dos principais elementos do regulamento, como documentos de orientação para ajudar empresas e países a aplicarem melhor as regras”. Segundo o Conselho, o “adiamento permitirá que países terceiros, estados-membros, operadores e comerciantes estejam totalmente preparados em suas obrigações de due diligence [diligência prévia]”. A falta de clareza e orientação para os procedimentos de diligência prévia era alvo de críticas por entidades do setor, que dizem não saber como a fiscalização seria realizada na prática. A regra exige evidências de que de fato não houve desmatamento naquela propriedade nos últimos anos, mas, segundo associações, o texto é genérico e não explica como isso seria aplicado, dificultando medidas de adaptação. O adiamento daria “certeza jurídica, previsibilidade e tempo suficiente para uma implementação suave e eficaz das regras”, diz o Conselho. O órgão europeu diz ainda que “a alteração direcionada não afetará a substância das regras já existentes, que é minimizar a contribuição da UE para o desmatamento e a degradação florestal em todo o mundo, permitindo apenas a colocação no mercado da UE ou a exportação da UE de produtos sem desmatamento.” O Regulamento para Produtos Livres de Desmatamento da União Europeia (EUDR, da sigla em inglês) proíbe a importação de produtos provenientes de áreas desmatadas após dezembro de 2020 e incide sobre café, soja, óleo de palma, madeira, couro, carne bovina, cacau e borracha. Segundo estimativas do governo brasileiro, a medida poderia afetar cerca de 30% das vendas para o bloco europeu. Em carta enviada no mês passado a representantes da UE, os ministros da Agricultura, Carlos Fávaro, e das Relações Exteriores, Mauro Vieira, pediram que a norma não fosse colocada em prática.
Folha de SP
FRANGOS & SUÍNOS
Mercado de suínos estável na quarta-feira (16)
Conforme a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 170,00, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 13,40/kg, em média
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (15), houve alta de 1,40% no Paraná, chegando a R$ 8,69/kg, e de 0,48% no Rio Grande do Sul, com preço de R$ 8,39/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 8,96/kg), Santa Catarina (R$ 8,46/kg), e São Paulo (R$ 8,98/kg).
Cepea/Esalq
Exportações aquecem mercado de suínos
De acordo com os dados da edição de outubro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), os preços do suíno vivo nos principais estados produtores do Brasil apresentaram alta nas duas primeiras semanas de outubro em comparação ao mês anterior
Este desempenho é atribuído ao bom resultado das exportações brasileiras e à oferta restrita de animais prontos para abate. Na comparação anual, os preços de outubro de 2024, corrigidos pelo IGP-DI, mostram variações expressivas, com aumentos de 36,2% em Minas Gerais, 35,8% no Paraná, 35,4% em São Paulo, 32,6% no Rio Grande do Sul e 21,1% em Santa Catarina. Em Santa Catarina, um dos maiores estados produtores de suínos, a diferença de preços entre os tipos de produtores também foi notável. Para os produtores independentes, houve um aumento de 1% nas duas primeiras semanas de outubro em comparação ao mês anterior, enquanto os produtores integrados registraram uma elevação de 3,1%. Na comparação com outubro de 2023, o aumento foi de 30,4% para os independentes e 13,6% para os integrados. Os preços de carne suína no atacado também variaram conforme o corte. Houve alta nos preços do pernil (3,0%), da carcaça (2,4%) e do carrê (0,6%), mas queda na costela (-0,9%) e no lombo (-0,3%). No acumulado do ano, os cortes de carne suína tiveram uma alta média de 8,5%, com destaque para a carcaça, que subiu 21,3% na comparação entre outubro de 2024 e o mesmo mês do ano anterior. No que diz respeito aos custos de produção, de acordo com a Embrapa Suínos e Aves, o custo de produção de suínos em ciclo completo em Santa Catarina foi de R$ 5,91/kg de peso vivo em setembro, uma alta de 0,2% em relação a agosto, mas ainda 3,1% abaixo do custo registrado no mesmo mês de 2023. No acumulado do ano, os custos caíram 4,6%. O mercado de suínos no Brasil registrou variações positivas em outubro de 2024, com aumento nos preços dos leitões e uma elevação no valor do milho, impactando diretamente a relação de troca insumo-produto. Comparando os preços de outubro deste ano com os de 2023, corrigidos pelo IGP-DI, houve alta de 15,2% no valor dos leitões de 6 kg a 10 kg, e de 12,3% para os leitões de aproximadamente 22 kg. Essa valorização é reflexo de uma oferta limitada de leitões e do aumento nos custos de produção, influenciados principalmente pelo preço do milho. Nas duas primeiras semanas de outubro, a relação de troca insumo-produto – que mede o poder de compra dos produtores em relação aos custos de insumos – subiu 2,1% em comparação a setembro. Esse aumento foi impulsionado pela alta de 5,7% no preço do milho na região Oeste, parcialmente compensada pela elevação de 3,5% no valor do suíno vivo. No entanto, a relação de troca ainda está 6% abaixo do registrado em outubro de 2023, indicando que, apesar do ajuste recente, os produtores enfrentam uma situação mais desafiadora do que no ano anterior. Paralelamente, o desempenho das exportações brasileiras de carne suína segue em alta. Em setembro, o país exportou 117,8 mil toneladas de carne suína, incluindo cortes in natura, industrializados e miúdos. Esse volume representa um aumento de 2,1% em relação a agosto e de 8,8% na comparação com setembro de 2023. As receitas provenientes dessas exportações também subiram, atingindo US$ 281,1 milhões, alta de 2,7% em relação ao mês anterior e de 16,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Agrolink
Frango: preços estáveis na quarta-feira (16)
De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,50/kg, da mesma forma que a ave no atacado%, fechando, em média, R$ 6,85/kg
Na cotação do animal vivo, o preço não mudou no Paraná, cotado a R$ 4,49/kg, da mesma forma que em Santa Catarina, valendo a R$ 4,43/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à terça-feira (15), a ave congelada e o frango resfriado ficaram com preço estável, custando, respectivamente, R$ 7,49/kg e R$ 7,61/kg.
Cepea/Esalq
Exportação brasileira de carne de peru cai 20% até agosto
O Brasil exportou 38,05 mil toneladas de carne de peru nos primeiros oito meses de 2024, uma queda de 19,8% em relação ao embarcado no mesmo período do ano passado, segundo dados compilados pela Divisão de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral) do governo do estado do Paraná.
A receita com os embarques de carne de peru brasileira de janeiro a agosto somou US$ 93,03 milhões, 54,6% a menos que o registrado no mesmo período de 2023, segundo o relatório do Deral divulgado na semana passada. A carne de peru in natura representou 96% do total exportado. O México foi o principal destino das exportações brasileiras de carne de peru, com 6,47 mil toneladas, 43,3% a menos que o exportado nos oito primeiros meses do ano passado. Em seguida, África do Sul importou 6,43 mil toneladas, 22,2% abaixo de um ano antes. Outros importantes destinos foram Chile (4,95 mil toneladas, +50,2%), Países Baixos (4,33 mil t, -44,2%) e Guiné Equatorial (1,7 mil t, +45,2%). O principal estado exportador foi Santa Catarina (16 mil toneladas, -10,8%), seguido de Rio Grande do Sul (13,84 mil t, -24,6%) e Paraná (8,18 mil t, -26,6%). Em 2023, a produção brasileira de carne de peru caiu 17,8% para 133,29 mil toneladas, segundo o Relatório Anual 2024 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Já as exportações de carne de peru do Brasil subiram 17,8% em 2023 para 69,8 mil toneladas.
Carnetec
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