
Ano 10 | nº 2147 |23 de janeiro de 2024
NOTÍCIAS
Viés de baixa rodeia mercado paulista
O mercado do boi gordo está devagar, com frigoríficos fora das compras e baixo volume de negócios. A expectativa do mercado é de preços sem firmeza. As escalas estão se alongando, em média, para 10 dias. As cotações estão estáveis na comparação feita dia a dia.
A arroba do boi gordo está cotada em R$240,00, a da vaca gorda em R$215,00 e a da novilha gorda em R$237,00, preços brutos e a prazo. O “boi China” está sendo negociado em R$245,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$5,00/@. Na região de Belo Horizonte – MG, os preços iniciaram a semana estáveis. O boi gordo está sendo negociado em R$220,00/@, a vaca gorda em R$210,00/@ e a novilha gorda em R$215,00/@, preços brutos e a prazo. O diferencial de base está em R$20,00/@. O “boi China” está sendo negociado em R$240,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$20,00/@. Os preços estão estáveis no Acre. Na comparação dia a dia os preços não variaram. A arroba do boi gordo está sendo comercializada em R$210,00, a da vaca gorda em R$195,00 e a da novilha gorda em R$195,00, preços brutos e a prazo. Não há referência para o “boi China” no estado. Na última semana, o mercado atacadista de carne com osso esteve travado, com poucas negociações. Com isso, os preços caíram. Para a carcaça casada de boi castrado, a queda foi de 2,8%, negociado em R$15,75/kg, para a carcaça casada de boi inteiro, queda de 2,3%, sendo negociada em R$14,65/kg. As carcaças casadas de vaca e novilha, foram precificadas em R$14,15/kg (-2,4%) e R$15,00/kg (-1,1%), respectivamente. Para a carcaça especial suína* e para o frango médio**, as cotações caíram 8,1% e 2,9%, respectivamente, e estão sendo negociadas em R$9,10/kg e R$6,60/kg, segue-se, mais uma semana com alta competitividade entre as proteínas aqui apresentadas, frente à proteína bovina.
Scot Consultoria
Preço da arroba do boi gordo em queda
O mercado físico do boi gordo abriu a semana apresentando algumas tentativas de compra em patamares mais baixos de preço
Segundo o consultor de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos contam com escalas de abate mais confortáveis neste momento. “Soma-se a isso o lento escoamento da carne neste início de ano. Os preços apresentam movimento sequencial de baixa no atacado”, comentou. As exportações seguem apresentando um ritmo interessante em termos de volume. “O grande problema persiste no comportamento dos preços, ainda em queda no mercado internacional, impactando negativamente nas receitas de exportação”, diz Iglesias. Preço da arroba do boi gordo: São Paulo: R$ 244,00 (-R$ 1,00). Goiânia: R$ 235,00 (estável). Uberaba: R$ 245,00 (-R$ 5,00). Dourados: R$ 236,00 (estável). Cuiabá: R$ 210,00 (estável). O mercado atacadista apresentou queda em seus preços no decorrer da segunda-feira (22), mais uma vez no quarto traseiro, um movimento bastante característico deste período do ano, dado o perfil do consumo delimitado. As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 554,7 milhões em janeiro (14 dias úteis), com média diária de US$ 39,6 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 123.021 toneladas, com média diária de 8.787 toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.509,50. Em relação a janeiro de 2023, houve alta de 12,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 20,7% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 6,9% no preço médio. Quarto traseiro foi precificado a R$ 18,45, por quilo, queda de R$ 0,25. Quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,00, por quilo. Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,10 por quilo.
Agência Safras
Exportação de carne bovina in natura vai a 123 mil toneladas até a terceira semana de janeiro. Preços caem 6,9%
O embarque de carne bovina in natura alcançou 123,02 mil toneladas até a terceira semana de janeiro/24, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No ano anterior, o volume embarcado foi de 160,1 mil toneladas.
Em 14 dias úteis, a média diária ficou em 8,7 mil toneladas e isso representou um avanço de 20,7% frente ao comparativo anual. Em janeiro de 2023 a média diária foi de 7,2 mil toneladas. De acordo com o analista de Mercado da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os volumes seguem com bom ritmo neste mês de janeiro, mas a preocupação ainda segue sendo os preços pagos pela proteína brasileira. “Isso vai afetar nossa receita e o Brasil precisa agregar valor ao produto para conseguir preços melhores”, comentou. O preço médio na terceira semana de janeiro/24 ficou com US$ 4.509 por tonelada, na qual teve uma queda de 6,9% frente aos dados divulgados em janeiro de 2023, em que os preços médios registraram o valor médio de US$ 4.842 por tonelada. O valor negociado para o produto na terceira semana de janeiro/24 ficou em US$ 554,7 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de janeiro do ano anterior foi de US$ 775,7 milhões. A média diária ficou em US$ 39.6 milhões, avanço de 12,4%, frente ao observado no mês de janeiro do ano passado, com US$ 35,263 milhões.
Agência Safras
Auditores agropecuários iniciam mobilização por reestruturação da carreira
Ritmo das liberações de mercadorias será mais lento; servidores também deixarão de cumprir horas extras não remuneradas. Categoria cobra reajuste salarial e a realização de concurso público
Os auditores fiscais federais agropecuários iniciaram na segunda-feira (22/01) uma mobilização em todo país para pressionar o governo federal a apresentar uma proposta “razoável” de reestruturação da carreira. O movimento foi aprovado em assembleia do sindicato nacional da categoria (Anffa Sindical) na semana passada. A partir de agora, os servidores vão realizar a liberação de certificados e mercadorias em portos apenas no último dia de prazo previsto em normas do Ministério da Agricultura, o que deve deixar o ritmo das operações mais lento. Eles também deixarão de cumprir horas extras não remuneradas. Batizada de “Operação Reestruturação”, a mobilização seguirá “até que o governo apresente uma proposta razoável aos servidores”, disse o Anffa, em nota. Neste período, atividades essenciais de defesa agropecuária seguem normalmente, como, por exemplo, o diagnóstico de doenças e pragas previstas em programas de controle do Ministério da Agricultura, a emissão de Certificado Veterinário Internacional para viagem de pets e a vistoria de cargas vivas e perecíveis. Com déficit de servidores, a categoria cobra reajuste salarial e a realização de concurso público há anos. Servidores do Ibama, ICMbio e Receita Federal também pressionam o governo por melhorias nas carreiras.
Globo Rural
ECONOMIA
Dólar sobe mais de 1% com exterior
Em movimento sustentado pela recuperação da divisa dos EUA no exterior durante a tarde, o dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9878 reais na venda, em alta de 1,23%. Em janeiro, a moeda acumula elevação de 2,81%
Na B3, às 17:25 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 1,09%, a 4,9925 reais. Investidores demonstravam cautela nos negócios à espera do restante da semana, quando saem dados importantes no Brasil e no exterior, além de decisões de política monetária em economias centrais. A aceleração das cotações no Brasil foi favorecida pelo fato de que, no início da tarde, o dólar Index — que compara a moeda ante uma cesta de divisas fortes — recuperou fôlego no exterior, passando a registrar leves altas. Porém, a divisa não teve força para superar os 5,00 reais — um importante nível de resistência técnica, cuja proximidade atrai vendedores de moeda ao mercado. Ao longo desta semana, os investidores vão monitorar a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, a divulgação de uma série de dados norte-americanos e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) no Brasil, na próxima sexta-feira.
Reuters
Ibovespa descola de NY e recua 0,81%
No setor de proteínas, a BRF ON avançou 4,92%, a 13,64 reais, no segundo dia de recuperação, após tocar na quinta-feira uma mínima intradia desde meados de novembro, o que fez com o que a queda acumulada no mês até aquele momento chegasse a quase 12%
O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, renovando mínimas desde meados de dezembro, em movimento descolado de Wall Street. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,81%, a 126.601,55 pontos., menor patamar de fechamento desde 12 de dezembro. O volume financeiro somou 18,5 bilhões de reais. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta segunda-feira um plano de desenvolvimento para a indústria, que prevê subsídios, exigências de conteúdo local nos produtos e 300 bilhões de reais em linhas de crédito. A queda na B3 ocorreu mesmo com o avanço nas bolsas norte-americana, onde o S&P 500 renovou máxima histórica, fechando em alta de 0,23%. O começo da semana também foi de recuo nos rendimentos dos Treasuries. A bolsa paulista vem sofrendo uma correção nas últimas semanas desencadeada por mudanças nas expectativas atreladas aos próximos passos de política monetária do Federal Reserve, que têm afetado principalmente mercados emergentes. Após o otimismo do final de 2023, houve uma reprecificação das apostas sobre quando o banco central dos Estados Unidos começará a reduzir os juros naquele país, com dados esfriando as previsões de um corte já em março. Após um último bimestre forte no ano passado, quando o Ibovespa acumulou uma alta de 18,6%, esses ajustes endossaram movimentos de realização de lucros no pregão brasileiro. Em 2024, Ibovespa já contabiliza uma perda de mais de 5%. O Ibovespa ainda está “em processo de realização de lucros”, afirmaram analistas do Itaú BBA no relatório de análise técnica Diário do Grafista, enviado a clientes na segunda-feira. E parte disso é explicada pela saída de estrangeiros. Dados da B3 mostram o saldo de capital externo na bolsa negativo em 951,1 milhões de reais em janeiro até o dia 18.
Reuters
Tesouro Nacional capta US$4,5 bi em novos títulos em dólares de 10 e 30 anos
O Tesouro Nacional captou 4,5 bilhões de dólares nesta segunda-feira em sua primeira emissão de títulos em dólares no mercado internacional neste ano, com a venda de títulos com vencimentos em 2034 e 2054, de acordo com uma fonte com conhecimento das negociações
Segundo o Tesouro, o objetivo da operação é “promover a liquidez da curva de juros soberana em dólar no mercado externo, provendo referência para o setor corporativo, e antecipar financiamento de vencimentos em moeda estrangeira”. De acordo com a fonte ouvida pela Reuters, que falou sob anonimato porque os detalhes das transações ainda não são públicos, o Brasil captou 2,25 bilhões de dólares com cada uma das vendas de títulos. A fonte afirmou que o título com vencimento em 2034 teve um rendimento de 6,35% e o título com vencimento em 2054 teve um retorno de 7,15%. A demanda atingiu quase 7 bilhões de dólares para o título de dez anos e passou de 7 bilhões de dólares para o título de 30 anos, acrescentou a fonte. A operação foi liderada pelos bancos Citigroup, Scotiabank e UBS Investment Bank, de acordo com o Tesouro. O mais recente lançamento do Tesouro segue a captação bem-sucedida de 2 bilhões de dólares em novembro por meio da emissão inaugural de títulos “verdes”, com o objetivo de direcionar fundos para a ambiciosa agenda de sustentabilidade do governo. Antes disso, a última emissão tradicional de dívida externa do país ocorreu em abril de 2023, quando o Tesouro levantou 2,25 bilhões em uma oferta de títulos soberanos de dez anos.
Reuters
Indústria passa a ter um “Plano Safra” para chamar de seu com política industrial, vê Fiesp
A política industrial lançada pelo governo federal na segunda-feira tem potencial de incentivar o desenvolvimento do setor assim como o Plano Safra tem impulsionado o agronegócio do país ao longo dos últimos anos, disse o economista-chefe da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Igor Rocha
O governo anunciou mais cedo um plano de desenvolvimento para a indústria até 2033 e previu, entre os instrumentos para estimular o setor, 300 bilhões de reais em linhas de crédito, subsídios a empresas e exigências de conteúdo local nos produtos. “O grande mérito do plano que foi apresentado é colocar de forma muito clara a indústria da transformação como vela propulsora do desenvolvimento”, disse Rocha. O plano chega para tentar conter um movimento de queda da participação da indústria da transformação no PIB, que já chegou a mais de 20% nas décadas de 1970 e 1980 e atualmente é de cerca de 13%, segundo dados de Rocha. “Olhando para essa experiência do Plano Safra no agro, o Plano Mais Produção tem condição de ser o Plano Safra da Indústria”, disse Rocha, citando o pilar da política que engloba mecanismos para o financiamento do setor industrial de forma contínua nos próximos três anos. “O Plano Safra não é uma medida apenas, são várias medidas que formam um ecossistema de ações…O Plano Mais Produção procura trazer uma isonomia com outros setores”, disse o economista. “Ninguém pode ser contra inovação, descarbonização e produtividade”, afirmou. Dos 300 bilhões de reais do Mais Produção até 2026, 106 bilhões de reais já foram anunciados em julho do ano passado, segundo afirmou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mais cedo. Questionado sobre temas recorrentes da indústria da transformação como proteção comercial e simplificação tributária, Rocha disse que a política industrial apresentada na segunda-feira trata de questões estruturais, mas precisa ter temas como regras de conteúdo local “construídas em sinergia com o setor privado” nos próximos meses.
Reuters
FRANGOS & SUÍNOS
Cotações no mercado de suínos caem
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF teve queda de 3,28, custando, em média, R$ 118,00, enquanto a carcaça especial baixou 0,56%, com valor de R$ 0,95/kg.
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (19), os preços ficaram estáveis no Paraná (R$ 6,11/kg) e no Rio Grande do Sul (R$ 6,02/kg). Houve queda de 0,29% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,91/kg, baixa de 0,50% em Santa Catarina, alcançando R$ 5,97/kg, e de 3,33% em são Paulo, fechando em R$ 6,39/kg.
Cepea/Esalq
Exportação de carne suína na 3ª semana de janeiro tem queda no preço de 11,5%
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura, referentes à terceira semana de janeiro (14 dias úteis), vão bem em volume embarcado, mas apresentam queda na receita
De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a carne suína está sinalizando 11,5% de queda no preço médio, e isso é preocupante. “O que pega nas exportações brasileiras não é volume, mas sim o preço”, colocou. A receita, US$ 109,4 milhões representa 55,30% do total arrecadado em todo o mês de janeiro de 2023, que foi de US$ 197,9 milhões. No volume embarcado, as 49.994 toneladas são 62,50% do total registrado em janeiro do ano passado, com 79.983 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 7,8 milhões, valor 13,1% menor do que a de janeiro de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 13,20% observando os US$ 9 milhões, vistos na semana passada. Nas toneladas por média diária, 3.571 toneladas, houve recuo de 1,8% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, baixa de 13,50%, comparado às 4.128,661 toneladas da semana passada. No preço pago por tonelada, US$ 2.189, ele é 11,5% inferior ao praticado em janeiro passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa alta de 0,35% em relação aos US$ 2.182 anteriores.
Agência Safras
Cotações mercado do frango sobem em SC e caem no PR
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,10/kg, enquanto o frango no atacado baixou 0,30%, valendo R$ 6,55/kg
Na cotação do animal vivo, em Santa Catarina, houve alta de 6,98%, chegando a 4,60/kg, e no Paraná, recuo de 2,15%, custando R$ 4,56/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à sexta-feira (19), a ave congelada teve desvalorização de 0,55%, atingindo R$ 7,36/kg, enquanto o frango resfriado aumentou 0,27%, fechando em R$ 7,38/kg.
Cepea/Esalq
Exportações de frango na terceira semana de janeiro ficam “no vermelho”
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura na terceira semana de janeiro (14 dias úteis), mostraram todos os indicadores no vermelho em relação a janeiro do ano passado
De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, para exportação de carne de frango, ficou registrada queda dos três principais indicadores. “Mas o que mais chama atenção é uma queda de mais de 18% no preço médio pago pela carne de frango no mercado internacional, algo bastante baixo, o que vai impactar muito as nossas receitas de exportação. Temos essa dificuldade e precisamos acompanhar o que vem pela frente”, disse. A receita, US$ 380,1 milhões, representa 49,10% do total arrecadado em todo o mês de janeiro de 2023, que foi de US$ 774,2 milhões. No volume embarcado, as 233.126 toneladas são 60,03% do total registrado em janeiro do ano passado, com 388.307 toneladas. O faturamento por média diária até o momento do mês foi de US$ 27,1 milhões, valor 22,8% menor do que o registrado em janeiro de 2023. No comparativo com a semana anterior, houve retração de 12,71% quando comparado aos US$ 31,1 milhões da semana passada. Nas toneladas por média diária, 16.651 toneladas, houve recuo de 5,7% no comparativo com o mesmo mês de 2023. Em relação à semana anterior, queda de 12,11% em relação às 18.947 toneladas da semana anterior. No preço pago por tonelada, US$ 1.630, ele é 18,2% inferior ao praticado em janeiro do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa queda de 0,68% no comparativo com US$ 1.641 da semana passada.
Agência Safras
Brasil não registra novos casos de gripe aviária há mais de 1 mês
O Brasil não registra novo foco de influenza aviária de alta patogenicidade há mais de um mês, segundo o portal de informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) até o fim da tarde de segunda-feira (22)
O último foco da doença foi registrado no dia 18 de dezembro de 2023 em ave silvestre em Barra Velha, Santa Catarina. Já foram registrados 151 focos da doença no Brasil desde 15 de maio de 2023, entre os quais 148 em animais silvestres e três em aves de subsistência. Nenhum caso foi registrado em aves do setor produtivo e o Brasil continua sendo considerado livre da doença segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA). No fim de 2023, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou uma campanha de prevenção à influenza aviária com orientações e cuidados recomendados a turistas, frequentadores de praias e moradores de áreas litorâneas. O governo do estado do Rio Grande do Sul anunciou na segunda-feira a prorrogação do status de emergência zoosanitária no estado por mais 180 dias, como medida para manter o rigor no enfrentamento da gripe aviária.
O Rio Grande do Sul está há 41 dias sem registro de mortalidade de animais, principalmente de mamíferos aquáticos, os quais foram os últimos focos da gripe aviária no estado, segundo informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).
Os governos estaduais do Tocantins e Piauí também prorrogaram o status de emergência zoosanitária por 180 dias na semana passada como medida preventiva contra a doença.
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