CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1927 DE 28 DE FEVEREIRO DE 2023

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Ano 9 | nº 1927 |28 de fevereiro de 2023

NOTÍCIAS

A cotação da arroba permaneceu estável em São Paulo, na segunda-feira

Grande parte das indústrias frigoríficas não abriram preços devido à suspensão dos embarques para a China. O que existe de oferta não tem estimulado uma quantidade expressiva de negócios. Pode-se dizer que o mercado permaneceu parado

Não há ofertas de compra para o “Boi China”. Por outro lado, a oferta de boiadas também quase inexiste, os vendedores, pecuaristas, também estão retraídos em função da quebra da exportação. No Acre, com uma maior oferta de carne destinada ao mercado interno, a cotação para a arroba do boi gordo caiu R$15,00/@ e a da vaca e da novilha caiu R$5,00/@. No atacado de carne com osso, no mercado atacadista paulista de carne com osso, os preços caíram. Nos últimos sete dias, as carcaças de vaca e de novilha casadas recuaram 0,9% e 1,8%, respectivamente. Na comparação feita semana a semana, a cotação da carcaça de bovinos inteiros caiu 0,7%. A cotação da carcaça de bovinos castrados, subiu 0,4%.

SCOT CONSULTORIA

Embargo às exportações mantém preço do boi pressionado

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana com preços mais baixos na segunda-feira (27)

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, no momento a pressão de baixa é mais acentuada nas praças de produção e comercialização da Região Norte. Em São Paulo, a dificuldade na aquisição de boiadas levou a indústrias que atuam apenas no mercado doméstico a realizar algumas negociações acima da referência média. No entanto, foram volumes pontuais diante de um cenário atípico. Em relação ao embargo às exportações, segundo fontes do Mapa, o laudo do laboratório de referência do Canadá deve ficar pronto na quinta-feira. Depois disso, o governo brasileiro reúne a documentação necessária e envia para as autoridades chinesas que analisam o material e determinam o término do embargo. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 272. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 270 por arroba. Já no mercado atacadista os preços da carne bovina apresentam acomodação. As proteínas concorrentes ainda são mais atrativas neste momento, o que pode limitar movimentos mais contundentes de alta, completou. O quarto traseiro foi precificado a R$ 20,50 por quilo. O quarto dianteiro teve preço de R$ 15,00 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 15,20 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em leve alta de 0,16%, a R$5,2071 na venda

O dólar à vista oscilou perto da estabilidade na maior parte da sessão, para fechar em alta ante o real na segunda-feira, na contramão do exterior, onde o viés predominante era de baixa para a moeda norte-americana

O fechamento em alta ocorreu mesmo após o Ministério da Fazenda informar no fim de tarde que o governo vai retomar a cobrança de impostos federais sobre combustíveis nesta semana após o final do prazo da desoneração para gasolina e etanol, que se encerra no fim de fevereiro, em uma vitória para o ministro Fernando Haddad. O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,2071 reais, em alta de 0,16%. Na B3, às 17:05 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,19%, a 5,2050 reais.

REUTERS

Ibovespa fecha estável com reoneração dos combustíveis no radar

Confirmação da retomada da cobrança ajudou ativos locais como um todo, mas possível participação da Petrobras no processo fez ações da estatal e índice se afastarem das máximas intradiárias

O Ibovespa terminou a sessão hoje praticamente estável, se equilibrando entre a queda de ações do setor financeiro e a performance positiva dos papéis da Petrobras. O governo confirmou que irá retomar a cobrança de impostos sobre combustíveis, o que ajudou os ativos locais como um todo, mas a possível participação da petroleira estatal no processo fez com que as ações da empresa e o índice abandonassem as máximas intradiárias. No fim do dia, o referencial local registrou leve queda de 0,08%, aos 105.711 pontos. O volume financeiro negociado na sessão foi de R$ 13,63 bilhões no Ibovespa e R$ 17,57 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,31%, aos 3.892 pontos, o Dow Jones fechou em alta de 0,22%, aos 32.889 pontos, e o Nasdaq avançou 0,63%, aos 11.466 pontos. Apesar de ter fechado praticamente estável, o Ibovespa teve bastante volatilidade durante o pregão, variando entre os terrenos positivo e negativo. O índice chegou a firmar tendência positiva logo após o governo confirmar a reoneração dos combustíveis para março, liderado pelas ações da Petrobras, mas voltou a rondar a estabilidade na medida em que investidores analisavam se a decisão pode trazer impactos para a petroleira estatal. A colunista do Valor Maria Cristina Fernandes escreveu que o governo pode apresentar solução híbrida para resolver a questão, e uma das possibilidades aventadas passa pela Petrobras. Segundo ela, como quem recolhe os impostos devidos pelos combustíveis aos Estados e à União, ICMS e PIS/Cofins, é a Petrobras, na equação buscada, a empresa passaria a recolher o imposto com um desconto e repassaria, aos entes federativos, a alíquota cheia. “Entendo que o acionista da Petrobras vai pagar essa conta com uma provável redução dos dividendos da companhia, mas a reoneração é excelente para a discussão fiscal”, diz um gestor ao Valor PRO em condição de anonimato. Ermínio Lucci, CEO da BGC Liquidez, também afirma que a sinalização é importante, pois mostra que a ala “mais ortodoxa” do governo tem capital político. “É algo normal. Todo governo tem disputa por orçamento, espaço político, interlocução com o Congresso. A reoneração é uma boa sinalização, mostra que o grupo mais preocupado com a discussão fiscal dentro do governo teve uma vitória. Mas vamos conviver com a dualidade dessas duas vertentes durante todo o governo e, nessa linha, o mercado aguarda novidades sobre a proposta de âncora fiscal e a indicação para a diretoria do BC”, diz.

VALOR ECONÔMICO

Governo central tem superávit de R$78,326 bi em janeiro, diz Tesouro

O governo central, composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registrou um superávit primário de 78,326 bilhões de reais em janeiro, informou o Tesouro na segunda-feira

O dado do mês passado representa um superávit de 9,7% do PIB. O resultado de janeiro veio melhor do que a expectativa do mercado, de acordo com pesquisa Reuters, que apontava para um superávit de 60,9 bilhões de reais no mês.

REUTERS

Concessões de empréstimos caem 15,3% em janeiro e estoque de crédito recua, diz BC

As concessões de empréstimos no Brasil recuaram 15,3% em janeiro ante dezembro, informou o Banco Central nesta segunda-feira, com o estoque total de crédito no Brasil caindo 0,3% no mês, a 5,317 trilhões de reais

O dado é divulgado em meio a dúvidas no mercado e no governo sobre riscos à saúde do sistema de crédito no país, diante do aperto monetário promovido pelo BC e temores desencadeados pela crise na varejista Americanas. No mês, as concessões de financiamentos com recursos livres, nos quais as condições dos empréstimos são livremente negociadas entre bancos e tomadores, caíram 13,9% em relação a dezembro. Para as operações com recursos direcionados, que atendem a parâmetros estabelecidos pelo governo, a queda foi de 27,1% no período. Com o forte recuo no mês, as concessões totais acumuladas no trimestre encerrado em janeiro caíram 2,7%. Em 12 meses, o dado avança 13,9%. No mês, a inadimplência no segmento de recursos livres, ficou em 4,5%, contra 4,2% no mês anterior. Em janeiro de 2022, estava em 3,3%. Em meio ao aperto monetário promovido pelo BC, que também tem observado um aumento nas concessões de crédito em instrumentos de maior risco, as taxas bancárias médias subiram em janeiro. No mês passado, os juros cobrados pelas instituições financeiras no crédito livre ficaram em 43,5%, um aumento de 1,8 ponto percentual em relação a dezembro — houve crescimento de 8,2 pontos em 12 meses. Nos recursos direcionados, houve alta de 0,3 ponto no mês, a 11,9%, com elevação de 2,2 pontos em 12 meses. O spread bancário, diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa final cobrada do cliente, subiu para 30,6 pontos percentuais nos recursos livres, contra 28,7 pontos em dezembro.

REUTERS

IGP-M recua 0,06% em fevereiro com novo alívio de commodities, diz FGV

Os preços de commodities importantes mantiveram trajetória de queda e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a cair 0,06% em fevereiro, depois de subir 0,21% no mês anterior.

A expectativa em pesquisa da Reuters para o dado divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira era de variação positiva de 0,05%. Em 12 meses, o índice passou a acumular avanço de 1,86%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, caiu 0,20% no mês, ante alta de 0,10% registrada em janeiro. “O recuo dos preços de grandes commodities sustenta o IPA em queda e contribui para um novo recuo da taxa em 12 meses, que passou de 3,00% para 0,42%, o menor patamar desde março de 2018”, disse em nota André Braz, coordenador dos índices de preços. Entre os destaques do mês ele citou a soja, que acelerou a queda para 3,68%, de 0,92% em janeiro, e bovinos, que perderam 2,74% este mês, abandonando alta anterior de 0,65%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, desacelerou a alta para 0,38% em fevereiro, depois de subir 0,61% no mês anterior. “A inflação ao consumidor também cedeu diante da contribuição menos intensa do grupo Educação, Leitura e Recreação, cuja variação média desacelerou de 2,04% para 0,46%”, explicou Braz. Nessa classe de despesa, a FGV destacou o comportamento do item passagem aérea, que acelerou a queda a 4,08% em fevereiro, de 0,21% em janeiro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,21% no período, de 0,32% antes. O IGP-M calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

REUTERS

Projeção do mercado para o IPCA sobe para 5,90% em 2023 e 3,80% em 2025, aponta Focus

A mediana das expectativas dos economistas e analistas para o crescimento do PIB em 2023 voltou a subir, agora de 0,80% para 0,84%

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira de 2023 subiu de 5,89% para 5,90%, segundo o Relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado ontem com estimativas coletadas até o fim da semana passada. Para 2024, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) manteve-se em 4,02%. Para 2025, foi de 3,78% para 3,80%. Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas manteve-se em 12,75% no fim de 2023, 10,00% no de 2024 e 9,00% em 2025. A meta de inflação perseguida pelo BC é de 3,25% em 2023, e 3,00% em 2024 e 2025, sempre com margem de 1,5 p.p. para cima ou para baixo. A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2023 voltou a subir, agora de 0,80% para 0,84%. Para 2024, a mediana das expectativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) manteve-se em 1,50%. Para 2025, permanece em 1,80%. Desde a metade de janeiro, o boletim semanal do BC não traz mais as estimativas para o PIB do ano passado, que seguem sendo compiladas por meio do seu Sistema de Expectativas, do qual resulta a Focus e cuja atualização ocorre às 9h, também das segundas-feiras — ou primeiro dia útil seguinte, em caso de feriados. O dado oficial relativo ao quarto trimestre de 2022, e portanto, também do ano fechado, será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira, dia 2 de março. A mediana das estimativas para o dólar no fim deste ano foi mantida em R$ 5,25, segundo o Relatório Focus.

VALOR ECONÔMICO

Confiança da indústria do Brasil cai em fevereiro ao menor nível desde meados de 2020

A confiança da indústria no Brasil caiu em fevereiro para seu menor patamar em mais de dois anos e meio, com piora na percepção de empresários sobre o futuro do setor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na segunda-feira

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve queda de 1,1 ponto na comparação com o mês anterior, de acordo com os dados da FGV, chegando a 92,0 pontos em fevereiro. A leitura marcou o menor nível desde julho de 2020 (89,8 pontos). O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, caiu 0,3 ponto neste mês, para 92,8 pontos, segundo a FGV. Já o Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção sobre os próximos meses, despencou 1,8 ponto para 91,4 pontos, mínima desde julho de 2020 (90,5 pontos). “As perspectivas futuras voltam a ficar mais pessimistas com empresários projetando queda na produção e nas contratações para o primeiro semestre”, explicou em nota Stéfano Pacini, economista da FGV Ibre. “O resultado, contudo, é bem heterogêneo com perspectivas mais favoráveis para a categoria de bens não duráveis”, ponderou o especialista. “Apesar de ligeira melhora da demanda interna, os resultados mostram aumento do nível dos estoques… O cenário ainda parece indefinido para a indústria, com sinais diversos entre os diversos segmentos.”

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Após feira, exportadores brasileiros projetam US$ 80 milhões em negócios no México

Ação organizada pela ABPA & ApexBrasil levou agroindústrias de aves e de suínos à Expo Carnes y Lacteos 2023. Primeiras vendas de carne suína para o México foram fechadas durante o evento

Terminou bem-sucedida a ação liderada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a Expo Carnes y Lacteos 2023, principal evento da indústria de proteína animal mexicana, realizada entre os dias 21 e 23 de fevereiro em Monterrey (México). De acordo com os levantamentos feitos junto às indústrias brasileiras participantes, foram realizados US$ 6,7 milhões em negócios durante os três dias de evento. A expectativa é de que mais de US$ 80 milhões em exportações sejam gerados a partir dos contatos comerciais estabelecidos no evento. A ação contou com cinco agroindústrias brasileiras que estiveram no espaço da ABPA: BRF, Copacol, C. Vale, Netto Alimentos e Pif Paf reunindo as cadeias exportadoras de carne de frango, de ovos e de carne suína – cuja abertura foi recentemente consolidada. “Após quatro anos, retornamos à Expo Carnes y Lacteos e o resultado não poderia ser mais positivo. A forte procura pelos exportadores brasileiros nos indicam a consolidação de uma relação de longo prazo. Queremos consolidar nossa posição de apoio à produção local e à população mexicana, contribuindo para o suprimento da demanda por aves, suínos e ovos, em um momento especialmente delicado para o quadro inflacionário do país da América do Norte. A participação no evento também marcou a realização das primeiras vendas de carne suína para o mercado”, avalia Luís Rua, Diretor de Mercados da ABPA, que participou da ação. O México está entre os 10 principais importadores de carne de frango do Brasil. Em 2022, importou 140,3 mil toneladas do produto avícola brasileiro, volume que superou em 34,3% o total importado pelo país em 2021, com 104,4 mil toneladas.

ABPA

Semana começa com baixas para o mercado de suínos

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF teve queda de 3,33%/3,23%, cotado em R$ 145,00/R$ 150,00, enquanto a carcaça especial baixou 2,75%/2,65%, custando R$ 10,60/kg/R$ 11,00/kg

Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (24), o valor ficou estável no Paraná (R$ 7,42/kg), e houve leve alta de 0,12%, chegando a R$ 8,36/kg. Houve queda de 0,83% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 7,14/kg, recuo de 0,13% em Santa Catarina, baixando para R$ 7,43/kg, e de 0,99% em São Paulo, fechando em R$ 8,00/kg.

Cepea/Esalq

Frango: cotações estáveis

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,90/kg, enquanto o frango no atacado teve recuo de 0,30%, custando R$ 6,60/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Não houve alteração de preços em Santa Catarina nem no Paraná, valendo, respectivamente, R$ 4,30/kg e R$ 4,94/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (24), a ave congelada ficou estável em R$ 7,03/kg, enquanto o frango resfriado teve leve alta de 0,14%, fechando em R$ 7,13/kg.

Cepea/Esalq

Argentina tem 20 casos confirmados de gripe aviária

Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) informou ainda estar reforçando as medidas de segurança nas áreas em que não foi detectada a presença do vírus

O governo argentino informou que o país já tem 20 casos confirmados de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em aves silvestres e domésticas, dos quais nove em Córdoba, quatro em Buenos Aires, dois em Santa Fe e um em Jujuy, Neuquén, Río Negro, San Luis e Salta. O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) disse ainda estar reforçando as medidas de segurança nas áreas em que não foi detectada a presença do vírus, assim como nas fronteiras com Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai. Na sexta-feira passada (24/2), o Senasa denunciou a representantes da embaixada do Japão o fechamento temporário das importações de produtos avícolas da Argentina por causa de casos de gripe aviária no país. “Pedimos formalmente ao Japão que suspenda a restrição à entrada de produtos e subprodutos avícolas da Argentina, uma vez que a decisão das autoridades japonesas não se alinha com as normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA)”, disse o Vice-Presidente do Senasa, Rodolfo Acerbi. Segundo nota divulgada no site da agência, representantes do governo argentino disseram aos membros da embaixada que a proibição é prematura, visto que de acordo com as normas internacionais de saúde e comércio, o país mantém sua condição livre de gripe aviária porque os casos da doença registrados até agora ocorreram em aves silvestres e de quintal. Ainda de acordo com o comunicado, não há casos registrados na cadeia comercial, que se destina ao consumo. O Japão tem 76 notificações de gripe aviária confirmadas.

Estadão Conteúdo

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