CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2345 DE 04 DE NOVEMBRO DE 2024

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Ano 10 | nº 2345 |04 de novembro de 2024

 

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo: alta na cotação para todas as categorias em São Paulo

O mercado do boi gordo seguiu aquecido, com um cenário de ofertas enxutas e escalas curtas. Dessa forma, a cotação do “boi China”, da vaca e da novilha apresentou alta de R$2,00/@. Para o boi gordo destinado ao mercado interno, a alta foi de R$3,00/@.

O mercado do boi gordo segue aquecido, com um cenário de ofertas enxutas e escalas de abate curtas, relatou a Scot Consultoria. Na sexta-feira (1/11), a Scot apurou avanço de R$ 3/@ no preço do boi “comum” em São Paulo, agora negociado por R$ 320/@, no prazo, valor bruto. O “boi-China”, segundo a Scot, fechou a semana com acréscimo diário de R$ 2/@ no mercado paulista, cotado em R$ 322/@ – uma pequena premiação de R$ 2/@ em relação ao valor do boi gordo destinado ao mercado interno. As fêmeas terminadas também subiram R$ 2/@ na sexta-feira, em São Paulo, para R$ 307/@ (novilha) e R$ 302/@ (vaca). “A expectativa é de que, na próxima semana, o mercado continue firme, com a possibilidade de novas altas”, prevê a Scot. Apesar da pressão, não houve alteração nos preços do boi na sexta-feira (1/10), na comparação com o dia anterior. Na região de Marabá no Pará, no sudeste paraense, o mercado de boi gordo permaneceu firme, com ofertas limitadas de gado e condições climáticas ainda incertas. Nesta sexta-feira, os preços permaneceram estáveis, após altas registradas nos dias anteriores. No Norte do Mato Grosso, o mercado na região passa por momento de baixa oferta de bovinos destinados ao abate e abriu hoje, com alta de R$5,00/@ para as categorias de boi gordo e novilha, enquanto o “boi China” e a vaca permaneceram com preços estáveis. Vencimento do contrato futuro do boi gordo (B3) em outubro/24. No último dia útil de outubro, quinta-feira (31/10), na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo, cujo código é BGIV24. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$315,90/@, à vista e livre de impostos.

Scot Consultoria

Arroba do boi inicia o mês de novembro em alta

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com alta em seus preços. No entanto, durante a sexta-feira (1), o movimento aconteceu de maneira bastante comedida, de acordo com a consultoria Safras & Mercado

Isso porque algumas indústrias estiveram ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo. “As escalas de abate no geral permanecem apertadas, ainda na pior posição da atual temporada. As exportações agressivas também são uma variável importante a ser considerada, já absorvendo em torno de 40% da produção brasileira de carne bovina”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias. Média da arroba do boi no país: São Paulo: R$ 321,25. Goiás: R$ 316,43. Minas Gerais: R$ 318,53. Mato Grosso do Sul: R$ 318,07. Mato Grosso: R$ 308,31. O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios volta a sugerir pela alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. “Importante mencionar que a carne bovina tende a perder ainda mais competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial com a carne de frango”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 23,40 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,25 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo.

Agência Safras

Preço do boi gordo avança com arroba negociada a R$ 320 em São Paulo

Desvalorização do real, exportações recorde e oferta limitada de animais contribuem para a alta. Criadores estão retendo fêmeas a fim de aproveitar a alta dos preços no mercado de reposição

A cotação do boi gordo registrou alta em São Paulo na sexta-feira (1/11), iniciando novembro com valorização de R$ 3 (0,95%). Segundo o indicador da Scot Consultoria, a arroba a prazo foi negociada em média a R$ 320 em Barretos e Araçatuba, as duas principais praças pecuárias do Estado. Além da redução sazonal na oferta de animais prontos para abate durante o período seco, o mercado também tem dado sinais de inversão de ciclo, com criadores retendo fêmeas a fim de aproveitar a alta dos preços no mercado de reposição. De acordo com acompanhamento do Cepea, o valor do bezerro em Mato Grosso do Sul encerrou outubro cotado a R$ 2.409,01, valorização acumulada de 12,97%. Paralelamente, o indicador do boi gordo calculado pela instituição e da carcaça casada apresentaram alta de 15% no mesmo período. Em nota, o Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral) destacou na última quinta-feira a desvalorização do real, as exportações recorde e a oferta limitada de animais no mercado interno como fatores para a alta da arroba e da carne bovina no último mês. “Como os preços ainda devem se manter em patamares altos no médio prazo, esses produtos podem perder espaço na mesa do consumidor, que deve se voltar para proteínas mais baratas”, avalia a instituição.

Globo Rural

Escalas de abate, conforme levantamento semanal da Agrifatto

Pará – Destaque da semana, pois foi o único Estado que registrou acréscimo semanal de 1 dia útil na escala de abate, fechando a sexta-feira (1/11) com 5 dias úteis programados.

Paraná – Indicou recuo de 1 dia útil nesta semana e, com isso, as suas escalas de abate ficaram em 4 dias úteis. Rondônia – Registrou declínio de um dia útil sobre a sexta-feira anterior (25/11), fecharam a escala com 5 dias úteis. Todos os estados a seguir demonstraram estabilidade em relação ao fechamento da sexta-feira-25/11: Mato Grosso – Programações atendendo 5 dias úteis. Minas Gerais – Também com 5 dias úteis de escalas programadas. Goiás – Fechou o período com suas programações de abate em 5 dias úteis. Tocantins – Encerrou a semana com as programações de abate em 5 dias úteis. Mato Grosso do Sul – As programações de abate ficaram em 5 dias úteis. São Paulo – Fechou a semana com 7 dias úteis de escalas.

Portal DBO

ECONOMIA

Dólar dispara ao maior valor desde maio de 2020 com Trump

O dólar disparou na sexta-feira no Brasil e fechou na maior cotação em quase 4 anos e meio, com investidores procurando a proteção da moeda norte-americana em um cenário de desconfiança na política fiscal do governo Lula e de receios com a eventual vitória de Donald Trump na eleição presidencial dos EUA.

O dólar à vista fechou o dia em alta de 1,53%, cotado a 5,8699 reais. Este é o maior valor de fechamento desde 13 de maio de 2020, quando encerrou em 5,9012 reais na esteira da escalada da pandemia de Covid-19. Na semana, a divisa dos EUA acumulou elevação de 2,86%. Às 17h42, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 1,35%, a 5,8870 reais na venda. Como em sessões anteriores, a expectativa de que o republicano Donald Trump derrotará a democrata Kamala Harris nas eleições de terça-feira e a falta de medidas fiscais do governo Lula fizeram o dólar subir ante o real e renovar patamares recordes dos últimos anos. “Temos o dólar forte também lá fora, em função das eleições norte-americanas, porque a moeda é um porto seguro para os investidores — e isso apesar do payroll fraco”, comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. “No Brasil o governo prometeu para depois das eleições municipais diretrizes sobre o que cortar (das despesas), mas até agora não cortou nada, o que deixa o mercado impaciente”, acrescentou. Como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará em viagem à Europa da próxima segunda-feira a sábado, as medidas fiscais também não devem sair na próxima semana, pontuaram profissionais ouvidos pelo Reuters. A curva de juros brasileira também traduziu na sexta-feira o incômodo do mercado com a falta de soluções para a área fiscal e a possível vitória de Trump sobre Kamala, com alguns profissionais avaliando que os preços dos ativos no Brasil perderam os parâmetros. Alguns profissionais chegaram a citar a expectativa de que o Banco Central pudesse entrar no mercado durante a tarde, por meio de leilões, para segurar as cotações do dólar ou pelo menos reduzir a volatilidade — o que não ocorreu.

Reuters

Ibovespa cai 1,23%, aos 128,1 mil pontos, e recua 1,36% na semana

O Ibovespa iniciou novembro convergindo para nível do início de agosto, a 128 mil pontos, com a pressão sobre o câmbio – ante o que o mercado percebe como demora da ação do governo sobre as despesas públicas – mantendo a curva de juros em alta e o apetite.

O Ibovespa iniciou novembro convergindo para nível do início de agosto, a 128 mil pontos, com a pressão sobre o câmbio – ante o que o mercado percebe como demora da ação do governo sobre as despesas públicas – mantendo a curva de juros em alta e o apetite por ações na Bolsa enfraquecido. Nesta sexta-feira, o índice da B3 recuou 1,23%, aos 128.120,75 pontos, o menor nível de fechamento desde 7 de agosto, então aos 127,5 mil pontos. O giro financeiro foi a R$ 21,8 bilhões na sessão. Na semana, o Ibovespa acumulou perda de 1,36%, após ter recuado 0,46% no intervalo anterior. Nas últimas cinco semanas, o índice obteve avanço em apenas uma – e bem leve, de 0,39%, entre 14 e 18 de outubro. Hoje, oscilou de 128.069,79 a 129.902,20, saindo de abertura a 129.718,01 pontos. No ano, recua 4,52%. A cereja no bolo da piora de percepção sobre a situação fiscal veio nesta sexta-feira, com a divulgação de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará na próxima semana em viagem à Europa. Uma ausência que desagrada ao mercado – e que resultou em pressão adicional no câmbio e na curva de juros doméstica na sexta-feira -, impaciente com o que percebe como falta de senso de urgência do governo com relação ao ajuste fiscal. A despeito do cenário doméstico ainda nebuloso, cresceu o otimismo do mercado financeiro sobre o desempenho do Ibovespa na próxima semana, mostra o Termômetro Broadcast Bolsa da sexta-feira. Entre os participantes, 62,50% disseram esperar que o índice tenha uma semana de alta, em comparação a 42,86% na edição anterior. A expectativa de ganhos não aparecia como majoritária desde a semana de 14 de outubro. Os que esperam estabilidade são 25%, abaixo dos 42,86% na última pesquisa. E a fatia dos que disseram que a Bolsa deve ter uma semana de baixa caiu de 14,29% para 12,50%.

Agência Estado

Produção industrial no Brasil cresce mais do que o esperado em setembro

Os produtos derivados de petróleo e os alimentícios impulsionaram a indústria brasileira em setembro e a produção aumentou pelo segundo mês seguido, fechando o terceiro trimestre com um resultado acima do esperado.

O aumento da produção industrial acelerou em setembro a 1,1% na comparação com o mês anterior, quando houve alta de 0,2%, e cresceu 3,4% sobre o mesmo mês do ano passado, de acordo com os dados divulgados na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados ficaram acima das expectativas em pesquisa da Reuters de altas mensal de 0,9% e de 2,8% na base anual. O mercado de trabalho aquecido e aumento da renda favorecem a indústria brasileira, que por outro lado enfrenta alta da taxa básica de juros e a perspectiva de um ritmo menos intenso da economia no segundo semestre. O IBGE informou que, em setembro, as atividades com as principais influências positivas foram a produção de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+4,3%) e de produtos alimentícios (+2,3%). Ambas voltaram a crescer após recuos nos meses de agosto e julho, período em que acumularam perdas de 3,5% e de 4,2%, respectivamente. Também se destacaram os desempenhos de veículos automotores, reboques e carrocerias (+2,5%), produtos do fumo (+36,5%), de metalurgia (+2,4%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (+3,3%). Entre as categorias econômicas, a fabricação de bens de capital aumentou 4,2% em setembro sobre agosto. Os segmentos de bens intermediários e de bens de consumo semi e não duráveis também registraram crescimento na produção, respectivamente de 1,2% e 0,6%. Somente o setor de bens de consumo duráveis mostrou recuo, de 2,7%.

Reuters

EMPRESAS

Estratégia da BRF para fim de ano inclui lançamentos e megaoperação logística

Companhia aumenta frota em 50% para a maior operação do varejo nacional; Sadia e Perdigão apresentam suas novidades para o período de festas

Com 54% do share de aves especiais e 70% de peru (Fonte: Share Valor – Nielsen Scantrack 2023), Sadia e Perdigão são, há décadas, sinônimo de Natal brasileiro. Em um ano histórico de celebração dos 80 anos de Sadia e dos 90 anos de Perdigão, a BRF se prepara para o que afirma ser a maior operação do varejo brasileiro com um incremento de 50% em sua frota de caminhões entre 15 de novembro e 25 de dezembro, e aumento de 10% na contratação de promotores, para atender com excelência varejista e consumidor no período de festas, informou a empresa na segunda-feira (28). “Estamos nos aproximando de um momento mágico para consumidores, clientes e principalmente para a família brasileira: o Natal 2024. Por isso, estamos ainda mais preparados com uma operação robusta que também levaremos aos nossos parceiros no varejo, com ações promocionais consistentes e execução comercial impecável em todo o ecossistema varejista. Com o protagonismo e engajamento de todo o time, nosso objetivo e foco neste ano é fazer o melhor Natal da história da BRF”, disse o vice-presidente Comercial Brasil da BRF, Manoel Martins, em nota. De olho nas tendências de consumo – inclusive das novas gerações –, além das grandes e tradicionais aves de Sadia e Perdigão, as marcas apresentam novidades para famílias menores, num contexto em que 25% das ceias são para 3 a 5 pessoas e 11% dos consumidores buscam mais praticidade e menor tempo de preparo (Fonte: Consumer Hub BRF | Kantar). A Sadia complementa sua linha festiva com dois novos produtos, para oferecer ainda mais variedade, sabor e praticidade em todos os eventos de final de ano – Peito de Peru com recheio de farofa sabor cebola caramelizada, que pode ser preparado na air fryer; e Costela Bovina com molho especial de sweet chilli, que já vem cozida e sem osso, e pode ser preparada na churrasqueira em até 15 minutos. Para o vice-presidente de Marketing e Novos Negócios da BRF, Marcel Sacco, é a escuta ativa permanente e acompanhamento de tendências que fazem as marcas da BRF relevantes e líderes em tantas ocasiões de consumo e, especialmente, no Natal: “Sadia e Perdigão são sinônimos do Natal brasileiro há gerações e isto só é possível porque estamos no cotidiano das pessoas, ouvindo seus interesses e necessidades, trazendo inovações relevantes para elas”, explicou o executivo na mesma nota. “Os lançamentos deste ano se juntam às nossas aves tradicionais e nossa linha de cortes suínos para que as famílias tenham mais opções e sempre o melhor produto em suas ceias. E, assim, seguimos relevantes nos próximos 80 e 90 anos, neste equilíbrio perfeito entre tradição e inovação”, finalizou.

Carnetec

GOVERNO

Brasil teve 34 aberturas de mercado para produtos agropecuários em outubro

Este foi o segundo melhor resultado da história do país, atrás somente do recorde registrado em setembro, de acordo com o Ministério da Agricultura

Entre os destaques estão a aprovação para embarque de frutos secos de macadâmia para o Japão, e carne de ovinos e caprinos para o Catar. No mês de outubro, o Brasil conquistou 34 aberturas de mercado para exportação de produtos agropecuários, com destino a 12 países diferentes. Segundo o Ministério da Agricultura, o desempenho foi o segundo melhor da história, e só fica atrás de setembro deste ano, quando houve um recorde de 55 novos mercados em 14 países. As aberturas contemplaram diversas cadeias produtivas, com destaque para algodão em pluma e caroço destinados à Arábia Saudita; amêndoas de cacau e erva-mate para os países da União Eurasiática (Rússia, Armênia, Belarus, Cazaquistão e Quirguistão); sêmen e embriões de ovinos e caprinos para Cuba; frutos secos de macadâmia para o Japão; e carne de ovinos e caprinos para o Catar, entre outros. Com isso, no acumulado do ano até outubro, o Brasil alcançou 192 aberturas de mercados em 48 destinos. “Mais de 65% das aberturas desta gestão ocorreram em postos onde temos adidos, e, com a expansão de 29 para 40 postos, certamente muitos outros recordes estão por vir”, disse em nota o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua.

MAPA

CARNES

Agropecuários mantêm tendência de alta no campo em outubro

Carne bovina lidera aumentos, e trigo tem queda de preço no mês, segundo o Cepea
Outubro foi um período de correção dos preços dos produtos agropecuários dentro da porteira. Apenas trigo e arroz não tiveram elevação. O primeiro teve queda de 1,4%, e o arroz ficou estável. O aumento de preços das commodities no campo continua sendo repassado para os supermercados, gerando inflação. Segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os preços dos alimentos acumulam alta de 1% nas últimas quatro semanas, o sexto aumento seguido. A maior alta no campo continua vindo da arroba de boi gordo, que ficou 16% mais cara no mês passado, conforme dados apurados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) até quarta-feira (30). A correção de preços do boi vem forte desde o final de agosto. Além da oferta menor de animais vindos do pasto, as exportações se mantêm em patamar recorde. O preço do suíno também está em alta, acumulando o sexto aumento seguido na média mensal. Além do momento bastante favorável para as exportações e de crescimento da demanda interna, há uma menor oferta de animais. O frango, com preços mais acessíveis ao bolso do consumidor em relação às demais carnes, ganha competitividade. Com isso, o valor médio do quilo da carne de frango congelada subiu para R$ 7,53, uma evolução de 2% no mês. A soja também recupera preços, e em outubro subiu 2% em relação a setembro. Segundo o Cepea, o produtor diminui o ritmo de vendas em um período de demanda maior. O milho está com alta em praticamente todas as regiões, o que deve pressionar o custo de produção de proteínas. As empresas consumidoras do cereal repõem estoques, permitindo um reajuste de 13% nos preços no mês passado. Entre os alimentos básicos, o arroz não sobe, e a saca continua sendo negociada a R$ 119 no Rio Grande do Sul. Feijão e a mandioca, no entanto, estão em alta. A raiz vem sendo reajustada por 20 semanas seguidas, segundo o Cepea. Nesse período, já subiu 60%. A pressão sobre os preços de café já é menor. Após valores recordes, o robusta caiu 4% no mês passado, enquanto o arábica subiu 0,9%. As chuvas do mês passado melhoraram as perspectivas de produção na safra 2025/26, mas elas têm de continuar para evitar o abortamento da florada e dos chumbinhos, segundo o Cepea.

Folha de São Paulo

FRANGOS & SUÍNOS

Novembro começa com altas no mercado de suínos

Conforme a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo subiu 0,56%, com preço médio de R$ 179,00, enquanto a carcaça especial teve elevação de 1,45%, fechando em R$ 14,00/kg, em média

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (31), o preço ficou estável somente em São Paulo, valendo R$ 9,37/kg. Houve aumento de 0,43% em Minas Gerais, chegando a R$ 9,30/kg, avanço de 0,33% no Paraná, custando R$ 9,06/kg, incremento de 2,18% no Rio Grande do Sul, valendo 8,90/kg, e de 1,14% em Santa Catarina, fechando em R$ 8,88/kg.

Cepea/Esalq

Frango: preços em elevação

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto o frango no atacado aumentou 1,91%, em média, R$ 6,95/kg

Na cotação do animal vivo, o preço subiu 2,22% Paraná, cotado a R$ 4,61/kg, enquanto em Santa Catarina, o valor ficou estável em R$ 4,43/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quarta-feira (30), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, valendo, respectivamente, R$ 7,53/kg e R$ 7,58/kg.

Cepea/Esalq

Frango/Cepea: Preço da carne sobe pelo 3º mês seguido

Os preços médios da carne de frango levantados pelo Cepea subiram em outubro, pelo terceiro mês consecutivo

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário, observado em todas as praças acompanhadas, está atrelado à demanda aquecida pela proteína avícola e ao aumento na competitividade em relação à bovina, que, por sua vez, continua sendo negociada em patamares elevados. Assim, pesquisadores do Cepea explicam que a procura por alternativas mais acessíveis, como o frango, tem impulsionado as vendas da carne no mercado doméstico, possibilitando que agentes do setor reajustem positivamente os valores.

Cepea

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