
Ano 10 | nº 2284 | 09 de agosto de 2024
NOTÍCIAS
Alta no mercado do boi gordo em São Paulo
A cotação subiu para todas as categorias na comparação dia a dia, em consequência da redução das ofertas. Os frigoríficos estão ajustando as escalas de abate conforme os contratos estabelecidos e, organizando as compras de acordo com a demanda
Na quinta-feira (8/8), todas as categorias de animais destinados ao abate registraram valorização no mercado de São Paulo, de acordo com apuração da Scot Consultoria. “A demanda está boa e as ofertas de boiadas gordas menos intensas”, relatou o zootecnista Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria. Segundo a Scot, em consequência da redução da disponibilidade de animais terminados, os frigoríficos estão ajustando as escalas de abate conforme os contratos estabelecidos, organizando as compras da matéria-prima (boiadas) de acordo com a demanda. Com isso, o boi gordo paulista “comum” destinado ao mercado doméstico subiu R$ 3/@ e agora está apregoado em R$ 230/@. A vaca gorda, por sua vez, sofreu reajuste diário de R$ 2/@, para R$ 207/@, enquanto a novilha gorda teve acréscimo de R$ 3/@, chegando em R$ 220/@. O “boi-China” também avançou R$ 3/@, para R$ 235/@ (base SP), com ágio de R$ 5/@ sobre o animal gordo “comum”, acrescenta a Scot. “A demanda externa segue como grande vetor da firmeza às cotações da arroba”, destacou Fabbri. Em Minas Gerais, diante de alguma dificuldade de oferta, as cotações subiram. No Triângulo, alta de R$5,00/@ para a vaca. Na região de Belo Horizonte, os preços permaneceram estáveis. Na região Norte, a cotação subiu R$5,00/@ para as fêmeas. No Sul, a alta foi de R$2,00/@ para a vaca. As demais categorias seguiram estáveis. No Sudeste-RO, aumento na cotação da vaca gorda em R$3,00/@
Scot Consultoria
Preço do “boi China” avança com exportações aquecidas
Segundo a Scot Consultoria, valor bruto subiu R$ 2 em São Paulo, para R$ 232 por arroba a prazo. Exigência do mercado chinês por animais mais jovens levou o pecuarista a investir em produtividade
O gado com características específicas para produção de carne que será exportada para a China, conhecido como “boi China”, teve valorização de preço impulsionada pelo ritmo aquecido nos embarques da proteína. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço bruto do boi China subiu R$ 2 por arroba em São Paulo, para R$ 232 por arroba a prazo. Com o avanço, a cotação ficou R$ 5 por arroba acima do valor do gado convencional. “Apesar do aparente bom volume de contratos a termo, a alta está pautada, em especial, pelo bom desempenho do volume de carne bovina in natura exportada”, disse a Scot. Em julho, o Brasil atingiu um novo recorde nas exportações de carne bovina, com 267,67 mil toneladas embarcadas. O desempenho se deve ao amplo volume exportado para a China, que respondeu por 123,4 mil toneladas. O cenário também ajuda a manter as cotações da arroba firmes, sem quedas, apesar da disponibilidade ainda elevada de gado para abate. Em Barretos (SP) e Araçatuba (SP), considerados referenciais para a Scot Consultoria, o preço bruto do boi gordo permaneceu em R$ 227 por arroba a prazo na quarta-feira (7/8). Cesar de Castro Alves, gerente da consultoria Agro do Itaú BBA, disse em evento que as exigências da China, dentre elas por animais mais jovens, contribuíram para que os pecuaristas brasileiros investissem em produtividade. “O advento boi China fez com que o Brasil fizesse muita nutrição do gado (para abate) mais jovem. Não deu tempo do melhoramento genético”, afirmou o especialista. Desta forma, e com o ciclo ainda de alta nos abates de vacas, o setor consegue comportar um forte avanço nas exportações e consumo interno per capita em altos níveis, “que deve beirar 15% da produção de carne bovina”. Alves acrescentou, porém, que a retenção de fêmeas já começou aos poucos e deve ganhar força daqui para frente.
Globo Rural
Boi/Cepea: Mercado segue firme na maior parte do País
O mercado de animais para abate segue firme na maior parte do País. Em geral, frigoríficos consultados pelo Cepea que buscam completar escalas e/ou atuam prioritariamente no spot têm encontrado certa dificuldade para novas aquisições, sobretudo nos valores menores do intervalo vigente
Segundo pesquisadores do Cepea, no mercado paulista, observa-se um recuo maior da indústria em comparação às demais regiões, na tentativa de evitar novos ajustes do preço da arroba. As compras efetuadas antecipadamente, seja por meio de contratos ou mesmo no spot na semana anterior, têm facilitado esse posicionamento. Vale ressaltar que a abertura pontual de preços maiores também possibilita à indústria preencher novas escalas e, num momento seguinte, evitar compra de volumes maiores, o que alivia a pressão de demanda. Pesquisadores do Cepea ainda indicam que, outro fator que, neste momento, diminui a necessidade de aumento de preços por parte da indústria é a possibilidade de queda brusca de temperatura nos próximos dias, o que pode fazer com que pecuaristas busquem vender mais rapidamente os animais prontos.
Cepea
Onda de frio pode derrubar preço do boi gordo
Condição climática extrema pode levar a um aumento nas vendas de gado pelos pecuaristas. Até o momento, o mercado de animais para abate segue firme na maior parte do país
O Brasil está prestes a enfrentar a onda de frio mais forte de 2024, especialmente no Centro-Sul. Atentos a isso, os frigoríficos acreditam que a condição climática extrema pode levar a um aumento nas vendas de gado pelos pecuaristas, com impacto direto sobre os preços da arroba. “Um fator que, neste momento, diminui a necessidade de aumento de preços [do boi] por parte da indústria é a possibilidade de queda brusca de temperatura nos próximos dias, o que pode fazer com que pecuaristas busquem vender mais rapidamente os animais prontos”, disseram em nota pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Previsões climáticas indicam que há chance de geadas amplas e possíveis episódios isolados de neve e chuva congelada nas áreas de maior altitude da região Sul. Além disso, diversas cidades do Sul terão temperaturas negativas por mais de um dia. Até o momento, o mercado de animais para abate segue firme na maior parte do país. Em geral, frigoríficos consultados pelo Cepea que buscam completar escalas e/ou atuam prioritariamente com negociações à vista têm encontrado certa dificuldade para novas aquisições, sobretudo nos valores menores do intervalo vigente. Segundo pesquisadores do Cepea, no mercado paulista, observa-se um recuo maior da indústria em comparação às demais regiões, na tentativa de evitar novos ajustes do preço da arroba. “As compras efetuadas antecipadamente, seja por meio de contratos ou mesmo no spot na semana anterior, têm facilitado esse posicionamento”, informou o instituto. Levantamento do Cepea mostra que, no acumulado de julho, o indicador do boi gordo Cepea/B3 avançou 3,26%, encerrando o mês a R$ 232,50 por arroba. Em julho, a carne bovina no atacado – mensurada pela carcaça casada de boi – se valorizou 0,7%, para R$ 15,99 por quilo, puxada pelo ajuste de 1,44% nas cotações do traseiro. A renda do brasileiro tem crescido e, com isso, também avançam as perspectivas de aumento do consumo de carne bovina. Segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), neste ano, o consumo da proteína no Brasil pode superar em 4% o do ano passado, puxado pelo aumento da renda real e pela elevação da oferta doméstica. “Esse aumento considerável se dá mesmo com as exportações batendo recordes. De acordo com dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), no primeiro semestre, foram enviadas 1,14 milhão de toneladas de carne bovina in natura ao exterior, 29% a mais que no mesmo período do ano passado. Em julho, os embarques seguiram recordes”, ressaltou o Cepea.
Globo Rural
ECONOMIA
Dólar recua quase 1% e fecha no menor nível em mais de duas semanas
A moeda brasileira foi beneficiada por um amplo movimento de apetite por risco após dados de seguro-desemprego nos Estados Unidos apontarem para um mercado de trabalho saudável, afastando temores de recessão da economia americana
O dólar comercial encerrou a sessão de hoje no menor patamar desde o dia 22 de julho, após chegar ao seu terceiro dia seguido de queda no confronto com o real. A moeda brasileira foi beneficiada por um amplo movimento de apetite por risco após dados de seguro-desemprego nos Estados Unidos apontarem para um mercado de trabalho saudável, afastando temores de recessão da economia americana. O dólar à vista fechou em queda de 0,90%, a R$ 5,5741, após tocar a máxima intradiária de R$ 5,6546 e a mínima de R$ 5,5635. Já o euro comercial recuou 0,95%, a R$ 6,0851. Contra suas moedas pares, o dólar não firmou direção única no fim da tarde, e o índice DXY exibia alta marginal de 0,01%, a 103,20 pontos, por volta de 17h15. No mesmo horário, a moeda americana tinha forte queda de 1,81% contra o peso mexicano, mesmo depois do Banco Central do México reiniciar o seu ciclo de corte de juros. O dólar ainda cedia 0,90% contra o peso chileno e 1,33% ante o peso colombiano.
Valor Econômico
Ibovespa fecha no maior nível desde 17/7, com apetite ao risco global
O apetite por risco se instaurou globalmente e puxou a Bolsa brasileira, com o Ibovespa conseguindo apagar as perdas do mês de agosto subindo 0,90%. A melhora de humor ocorreu após pedidos de auxílio-desemprego dos Estados Unidos caírem mais do que o esperado, afastando o temor de uma recessão na maior economia do mundo
Localmente, destaque para a temporada de balanços, com Petrobras – maior responsável em pontos pela alta do índice – divulgando seus resultados e, possivelmente, dividendos extraordinários após o fechamento. “Tivemos uma melhora significativa ao longo do dia, não só no Brasil, mas ao redor do mundo inteiro, de fluxo propenso a risco, depois que tivemos o dado de pedidos de auxílio-desemprego ajudando e indo contra essa teoria de recessão mais intensa nos Estados Unidos para os próximos meses”, comentou Bernard Faust, sócio e assessor da One Investimentos. O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu para 233 mil, contra expectativa de 240 mil solicitações. O dado, segundo Gustavo Bertotti, economista-chefe da Fami Capital, “contrastou um pouco com o payroll de sexta-feira, e agora o mercado entende que talvez a recessão dos EUA não esteja tão perto quanto se acreditava no início da semana”. O maior contribuinte para a alta do Ibovespa foi a Petrobras, com impacto positivo de 0,18 ponto porcentual. A ação ordinária (ON, +1,64%) fechou na máxima de R$ 39,70 e a preferencial (PN) subiu 1,60%, com ambas acentuando alta na parte da tarde em sintonia com o barril de petróleo, e expectativas pelo balanço. O WTI para setembro subiu 1,28%, a US$ 76,19 o barril, e o Brent para outubro avançou 1,06%, a US$ 79,16. O mercado operou também na expectativa de potenciais dividendos extraordinários da estatal. O Ibovespa fechou com alta de 0,90%, aos 128.660,88 pontos, no maior nível desde 17 de julho, após máxima (+1,00%) aos 128.793 pontos e mínima na estabilidade, aos 127.515,17 pontos. O giro financeiro foi de R$ 20,3 bilhões. O índice acumula alta de 2,06% na semana, e de 0,79% no mês.
Estadão Conteúdo
EMPRESAS
Plantas da Marfrig compradas pela Minerva terão geração de valor maior com dólar alto
A aquisição de 16 unidades na América do Sul foi anunciada em agosto do ano passado, e segue em análise pelos órgãos antitruste. Minerva aumenta sua capacidade de embarque, em momento em que o câmbio torna a carne brasileira mais competitiva no mercado global
Um fator que tem passado quase despercebido aos olhos do mercado é que a alta do dólar amplia a geração de valor dos ativos da Marfrig que serão comprados pela Minerva, disse o CEO da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, em teleconferência com analistas na quinta-feira (8/8). Isso porque, com mais unidades em operação, a Minerva – que já a maior exportadora de carne bovina da América do Sul – aumenta sua capacidade de embarque, em momento em que o câmbio torna a proteína mais competitiva no mercado internacional. “A gente achou que teria capacidade grande de extrair valor nessa aquisição. Agora, com o dólar mais alto e o perfil exportador que a gente tem, não dá para estimar, mas se olharmos os vetores de geração de valor estão bem melhores do que quando fechamos o negócio”, afirmou Queiroz. A aquisição de 16 unidades da Marfrig pela Minerva na América do Sul foi anunciada em agosto do ano passado, e segue em análise pelos órgãos antitruste. O prazo de resposta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para os ativos no Brasil se encerra no fim do ano. “A Minerva segue trabalhando no processo junto aos órgãos concorrenciais. Continuamos otimistas quanto à aprovação”, disse Queiroz. O CFO da companhia, Edison Ticle, destacou que o balanço do segundo trimestre ainda não capturou totalmente o impacto da valorização do dólar sobre a rentabilidade das exportações da América do Sul. “O câmbio se depreciou mais no final do [segundo] trimestre. Nossa expectativa é que a rentabilidade na ponta está muito melhor quando falamos em exportações”, acrescentou sobre a perspectiva para o terceiro trimestre. Ticle lembrou ainda que os dois últimos trimestres do ano costumam ser os melhores para o setor. Diferentemente de algumas avaliações do mercado, que já enxergam sinais de retenção de fêmeas no Brasil, o CEO da Minerva acredita que ainda não há uma redução significativa nos abates. “Enxergamos que o ciclo [de alta oferta] do Brasil se estende”, afirmou Queiroz, fator que contribui para as margens dos frigoríficos. Em contrapartida, a percepção é de que ainda há abate de fêmeas nos EUA, o que vai refletir na produção de bezerros do país, e que também mantém aquecida a demanda americana por carne da América do Sul. O CEO acrescenta que a China tende a mostrar uma “força bastante relevante” na demanda. Na Argentina, onde a Minerva tem unidades produtivas, a mudança de impostos de importação foi considerada uma boa notícia. “O ambiente da Argentina está gradualmente melhorando, vemos com bons olhos”, comentou.
Valor Econômico
Minerva vai descontinuar negócio de exportação de gado vivo
Segundo a companhia, a operação está cada vez menos relevante para o balanço total
Vendas de gado vivo devem ser interrompidas até o fim do ano
A Minerva Foods iniciou processos internos para interromper os negócios de exportação de gado vivo. “Provavelmente, até o fim do ano a gente descontinue essa atividade”, disse o CFO da companhia, Edison Ticle, em teleconferência com analistas. Segundo o executivo, esta operação está cada vez menos relevante para o balanço total da empresa, e fica dentro da categoria ‘outros’, ao lado de demais negócios que juntos representam de 2% a 3% da receita em base trimestral. Além disso, quando a companhia conseguir a conclusão da compra de 16 plantas da Marfrig na América do Sul, que está em análise por órgãos antitruste, a expectativa é que a venda externa de gado vivo fique ainda menos importante para a Minerva. “É um negócio que tem uma volatilidade grande e, para nossa estratégia, não faz mais sentido do ponto de vista de risco/retorno, manter essa operação”, acrescentou Ticle. Na composição da receita bruta do segundo trimestre de 2024, a categoria ‘outros’ ficou em R$ 253,1 milhões e foi a única que registrou queda, de 33,5%, em relação ao mesmo período do ano passado, conforme balanço financeiro divulgado ontem (7/8). De acordo com o CFO, a queda foi motivada, basicamente, pela redução na exportação de gado vivo, diante da ideia de descontinuar essa operação. A categoria ‘outros’ da receita bruta ainda inclui os negócios de trading de proteínas, trading de energia e revenda de produtos para terceiros.
Globo Rural
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: preços estáveis na quinta-feira (8)
Segundo a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 153,00, enquanto a carcaça especial teve elevação de 0,83%, fechando em R$ 12,10/kg, em média
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (7), houve tímida alta apenas em São Paulo, na ordem de 0,12%, chegando a R$ 8,03/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 7,97/kg), Paraná (R$ 7,71/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,20/kg), e Santa Catarina (R$ 7,53/kg). O mercado da suinocultura independente segue aquecido. Nesta quinta-feira (8) as principais bolsas de suínos que comercializam os animais nesta modalidade mostraram alta nos preços, o que tem sido recorrente. Há um consenso entre lideranças do setor de que existe uma oferta mais enxuta de animais enquanto a demanda está aquecida.
Cepea/Esalq
Suinocultura independente: preços seguem em alta
Em São Paulo, o mercado apresentou alta, saindo de R$ 8,27/kg vivo para R$ 8,53/kg vivo, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS)
No mercado mineiro, após três semanas com preço estável em R$ 8,00/kg vivo, houve alta, chegando a R$ 8,50/kg vivo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal subiu, saindo de R$ 7,58/kg vivo para R$ 7,80/kg vivo.
Agrolink
Preço do suíno vivo aumenta com as vendas mais aquecidas
Compradores mostram resistência em aceitar os repasses dos aumentos do animal aos cortes. Mercado brasileiro de suínos voltou a se aquecer neste início de agosto
Após uma leve desaceleração nas negociações de suíno vivo na última semana de julho, o mercado brasileiro voltou a se aquecer neste início de agosto. Com isso, os preços reagiram nas regiões produtoras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Ontem, o indicador Cepea/Esalq para o suíno vivo registrou, em Santa Catarina, o preço médio de R$ 7,53 por quilo, alta de 1,48% desde o início do mês. No Paraná, a cotação alcançou R$ 7,71 o quilo, com aumento de 1,05% no acumulado de agosto. Para a carne, agentes consultados pelo Cepea relatam melhora nas vendas, mas certa resistência por parte de compradores em aceitar os repasses dos aumentos do animal vivo aos cortes. Ontem, no atacado da Grande São Paulo, a carcaça suína especial estava cotada a R$ 11,79 o quilo, alta de 0,94% desde o início de agosto. Quanto às exportações brasileiras de carne suína (produtos in natura e processados), dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, em julho, foram embarcados 137,1 mil toneladas, um recorde da série histórica iniciada em 1997. O volume foi 29,4% acima do registrado em junho e 31,5% maior que o enviado em julho do ano passado.
Globo Rural
Brasil bate recorde em exportação de carne suína
Filipinas se tornou o maior comprador do produto brasileiro. Pela primeira vez, as exportações brasileiras superaram US$ 300 milhões em receitas em um único mês
O Brasil embarcou, em julho, 31% mais carne suína em relação ao mesmo mês do ano passado. O volume exportado foi de 138,3 mil toneladas. O faturamento com as vendas também foi recorde e, pela primeira vez, superou a marca de US$ 300 milhões, alta de 34% em comparação a julho de 2023. Além disso, outro ineditismo no balanço da carne suína brasileira está na lista de compradores. Pela primeira vez, as Filipinas lideraram as compras do produto, com um salto de 137%, e a importação de 27 mil toneladas no mês.
Globo Rural
Altas para o mercado do frango em São Paulo. Estabilidade no PR e SC
A quinta-feira (8) foi de alta para o mercado do frango no Estado de São Paulo. De acordo com análise do Cepea, os preços médios da carne de frango apresentaram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea em julho
De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo teve elevação de 1,89%, custando, em média, R$ 5,40/kg, enquanto a ave no atacado subiu 0,47%, fechando em R$ 6,45/kg, em média, R$ 6,20/kg. Na cotação do animal vivo, o preço ficou estável em Santa Catarina, cotado a R$ 4,38/kg, da mesma forma que no Paraná, custando R$ 4,56/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quarta-feira (7), a ave congelada teve aumento de 0,28%, chegando a R$ 7,11/kg, e o frango resfriado subiu 0,27%, fechando em R$ 7,34/kg.
Cepea/Esalq
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