CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2249 DE 21 DE JUNHO DE 2024

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Ano 10 | nº 2249 |21 de junho de 2024

 

NOTÍCIAS

Cai a cotação da vaca gorda em São Paulo

Em ambas as praças pecuárias paulista, as ofertas estão equilibradas com a demanda, permitindo escalas, em média, de 11 dias. Os vendedores procuram maneiras de sustentar os preços, e as cotações do boi gordo continuam estáveis

Já para a vaca gorda, a cotação caiu R$3,00/@ na comparação diária. O boi gordo está cotado em R$217,00/@, a vaca em R$192,00/@ e a novilha em R$210,00/@. A arroba do “boi China” está cotada em R$220,00. Ágio de R$3,00/@. Todos os preços brutos e com prazo. No Pará, a cotação do boi e a da novilha caiu R$2,00/@ na região de Redenção na comparação dia a dia. Em Redenção, a cotação do boi gordo está em R$190,00/@, a da vaca R$170,00/@ e a da novilha R$180,00/@. Na região de Marabá, a cotação do boi gordo está em R$194,00/@, a da vaca em R$173,00/@ e a da novilha em R$180,00/@. Para as praças citadas, a arroba do “boi China” está cotada em R$202,00. Ágio de R$12,00/@ para Redenção e R$8,00/@ para Marabá. Na região de Paragominas, a cotação do boi gordo está em R$212,00/@, a da vaca em R$185,00/@ e a da novilha em R$190,00/@. A arroba do “boi China” caiu R$4,00, sendo cotada em R$215,00. Ágio de R$3,00/@. Todos os preços brutos e com prazo. Na Bahia, as cotações nas praças baianas estão firmes, com a oferta de boiadas atendendo à demanda, mas apontando diminuição. A cotação da arroba do boi gordo subiu R$1,00 e a da novilha R$3,00, enquanto a da vaca caiu R$1,00, na região Oeste. O boi gordo está apregoado em R$196,00/@, a vaca em RS179,00/@ e a novilha em R$193,00/@. Na região Sul, as cotações estão estáveis. O boi gordo está em R$196,00/@, a vaca em R$185,00/@ e a novilha em R$190,00/@. Não há referência de “boi China” no estado.

Scot Consultoria

Boi gordo: negociações acima de R$ 225 a arroba

No entanto, grande quantidade de animais ofertados, em particular fêmeas, ainda resulta em posição muito confortável das escalas de abate

O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar negociações acima da referência média durante a quinta-feira (20). Chegaram a ser relatadas negociações acima de R$ 225 por arroba, a prazo, no mercado físico paulista. “A movimentação cambial ainda é imprescindível para compreender esse cenário, motivando os frigoríficos exportadores”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. De acordo com ele, a Região Norte segue como exceção a este momento de maior firmeza, onde os preços ainda apresentam perspectiva de queda, ainda contando com grande quantidade de animais ofertados, em particular fêmeas, o que resulta em uma posição muito confortável das escalas de abate. Preço da arroba: São Paulo: R$ 220,90. Goiás: R$ 203,33. Minas Gerais: R$ 206,59. Mato Grosso do Sul: R$ 213,48. Mato Grosso: R$ 206,57. O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina, com expectativa de recuperação dos preços na próxima virada de mês, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva. Importante destacar que a carne bovina ainda ganha competitividade em relação as proteínas concorrentes, em particular da carne de frango. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50 por quilo. Quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50 por quilo.

Agência Safras

Preço do boi segue estável e oferta de carne bovina é a maior desde 2018

Cotações em queda ao longo do ano deixam claro que a demanda não acompanhou a oferta. Pecuaristas procuram maneiras de sustentar os preços do boi gordo

O mercado físico do boi gordo continua equilibrado e os preços da arroba bovina ficaram estáveis na quinta-feira (20/6). Ao mesmo tempo, a oferta da carne atingiu seu maior patamar desde 2018, na esteira da grande disponibilidade de gado e abates em nível recorde ao longo do ano. Em Barretos (SP) e Araçatuba (SP), considerados referência para o Estado de São Paulo no levantamento da Scot Consultoria, a cotação bruta do boi gordo permanece em R$ 217 por arroba a prazo. “Em ambas as praças pecuárias paulistas, as ofertas estão equilibradas com a demanda, permitindo escalas, em média, de 11 dias [nos frigoríficos]. Os vendedores procuram maneiras de sustentar os preços, e as cotações do boi gordo continuam estáveis”, afirmou a consultoria em relatório. Com relação à carne bovina, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destacou em nota que o volume da proteína disponível no mercado interno voltou a aumentar de abril para maio, período considerado “final de safra”. Segundo cálculos realizados pelo Cepea – com base em estimativas próprias de produção e dados oficiais de exportação e importação –, 613,54 mil toneladas de carne estiveram disponíveis no atacado nacional em maio, aumento de 11,6% em relação ao estimado para abril. “No balanço do ano (de janeiro a maio), a disponibilidade interna é a maior para o período desde 2018, somando cerca de 2,972 milhões de toneladas”, disse o instituto. Pesquisadores do Cepea indicam que os preços do boi em queda ao longo do ano deixam claro que a demanda não acompanhou a oferta. As exportações seguem firmes e foram recordes no acumulado de janeiro a maio. “Quanto ao consumo doméstico, acaba sendo medido pelas alterações dos preços da carne, que, por sua vez, recuam neste ano, mas menos que os valores do boi”, completou.

Globo Rural

Boi/Cepea: Estimativas apontam aumento na disponibilidade interna de carne

O volume de carne bovina disponível no mercado interno voltou a aumentar de abril para maio, período considerado “final de safra”. Segundo cálculos realizados pelo Cepea – com base em estimativas próprias de produção e dados oficiais de exportação e importação –, 613,54 mil toneladas de carne estiveram disponíveis no atacado nacional em maio, aumento de 11,6% em relação ao estimado para abril

No balanço do ano (de janeiro a maio), a disponibilidade interna é a maior para o período desde 2018, somando cerca de 2,972 milhões de toneladas. Pesquisadores do Cepea indicam que os preços do boi em queda ao longo do ano deixam claro que a demanda não acompanhou a oferta. As exportações seguem firmes e foram recordes no acumulado de janeiro a maio. Quanto ao consumo doméstico, acaba sendo medido pelas alterações dos preços da carne, que, por sua vez, recuam neste ano, mas menos que os valores do boi.

Cepea

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em alta de 0,39%, a R$5,4618 na venda

Nem mesmo a decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na véspera, que fez o dólar chegar a cair 1% no início do dia, evitou que a moeda norte-americana fechasse novamente em alta na quinta-feira, no maior patamar em quase dois anos, com o avanço firme das cotações também no exterior.

O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,4618 reais na venda, em alta de 0,39%. Esta é a maior cotação de fechamento desde 22 de julho de 2022 — ainda no governo Bolsonaro — quando encerrou a 5,4976 reais. Às 17h06, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,80%, a 5,465.5 reais na venda.

Reuters

Ibovespa fecha no azul com Petrobras

O Ibovespa fechou com uma alta discreta na quinta-feira, sustentada pelo avanço de Petrobras, enquanto a reação positiva à decisão unânime do Banco Central de manter a Selic em 10,50% ao ano se mostrou frágil

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com acréscimo de 0,18%, a 120.472,62 pontos, de acordo com dados preliminares, após chegar a 121.606,64 pontos na máxima pela manhã. No pior momento, chegou a 120.156,30 pontos. O volume financeiro somava 19,3 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

Reuters

Tesouro anuncia nova emissão de títulos sustentáveis no mercado internacional

O Tesouro Nacional anunciou nesta quinta-feira a segunda emissão de títulos sustentáveis em dólares no mercado internacional, citando estratégia para alongar o prazo da dívida externa e diversificar indexadores e a base de investidores

A operação, que vai oferecer papéis com duração de sete anos, a vencerem em 2032, será atrelada ao compromisso do governo brasileiro de alocar o montante equivalente aos recursos líquidos captados na operação em ações de sustentabilidade e desenvolvimento social. “O objetivo da operação é reafirmar o compromisso da República com políticas sustentáveis, convergindo com o crescente interesse de investidores não residentes e com a expansão do mercado de títulos temáticos no mundo”, disse o Tesouro em nota. A operação será liderada pelos bancos Bank of America, Goldman Sachs e HSBC. Os títulos serão emitidos no mercado global e o resultado será divulgado ao final da quinta-feira. A primeira operação desse tipo foi realizada em novembro de 2023, com captação de 2 bilhões de dólares e remuneração dos papéis ficando em 6,50% ao ano. O lançamento foi considerado um sucesso pelo governo, que também busca balizar operações desse tipo pelo setor privado. Desde então, membros do Ministério da Fazenda vinham afirmando que uma nova emissão poderia ser feita neste ano, a depender da abertura de uma janela adequada de mercado. Os parâmetros para a segunda emissão de títulos sustentáveis foram apresentados em maio. Ficou definido que 50% a 60% dos recursos captados serão associados a despesas ambientais e o restante, a despesas sociais. Entre as ações selecionadas para direcionamento dos recursos obtidos com a emissão, segundo o relatório de maio, estão iniciativas relacionadas a energia renovável, transporte limpo, adaptação a mudanças climáticas, combate à pobreza e acesso à infraestrutura básica. O prazo médio da dívida externa do Brasil está atualmente em 7,07 anos, segundo dados de abril do Tesouro, acima dos 6,78 anos observados no fim de 2023.

Reuters

GOVERNO

Plano Safra deve superar R$ 500 bilhões para agricultura familiar e empresarial

Governo sinalizou que valor pode ficar próximo dos R$ 570 bilhões pedidos pelas entidades do agronegócio; iniciativas serão lançadas na próxima semana

O Plano Safra 2024/25 deve superar R$ 500 bilhões em recursos disponíveis para financiamentos da agricultura familiar e empresarial, segundo pessoas a par das negociações. O montante já havia sido antecipado pelo Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e agora está sendo fechado pelo Ministério da Fazenda. “Está bem encaminhado algo em torno e acima de R$ 500 bilhões”, relatou uma pessoa que acompanha as tratativas. O volume, se confirmado, será maior que os R$ 435,8 bilhões disponibilizados para todos os produtores (pequenos, médios e grandes) na safra atual 2023/24. Ao setor produtivo, o Executivo sinalizou que o Plano Safra pode ficar próximo dos R$ 570 bilhões, pedidos pelas entidades do agronegócio. Os acenos foram feitos a parlamentares e representantes do setor produtivo em reunião com os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Carlos Fávaro e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), nesta semana com a participação das equipes técnicas. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sugeriu ao governo oferta de R$ 470 bilhões para médios e grandes produtores e de R$ 100 bilhões para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). As demandas dos ministérios envolvidos para os financiamentos superam R$ 532 bilhões. O pedido do Ministério da Agricultura é por R$ 452,3 bilhões para crédito para médios e grandes produtores na safra 2024/25, enquanto o pleito do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) é de R$ 80 bilhões para agricultura familiar e pequenos produtores. O lançamento do Plano Safra para agricultura familiar será na próxima terça-feira, 25, no Palácio do Planalto, enquanto o anúncio para a agricultura empresarial está previsto para a próxima quarta-feira, 26, em Rondonópolis (MT). Já a subvenção, contudo, deve ficar em volume abaixo dos R$ 21,5 bilhões estimados pelo setor produtivo. Os cálculos do custo de equalização por linhas de financiamento, para agricultura empresarial e familiar, ainda estão sendo fechados pelo Tesouro. Somente para a agricultura empresarial, estima-se necessidade de R$ 10 bilhões em subvenção das taxas de juros. Em relação aos juros do Plano Safra 2024/25, a equipe econômica não detalhou ao setor as taxas a serem aplicados, mas assegurou que haverá redução do nível geral dos juros em comparação com o adotado no Plano Safra 2023/24. De acordo com interlocutores, a ideia, ainda em estudo, é que os juros do Plano Safra 2024/25 voltem, de forma geral, abaixo de dois dígitos ou, no limite, até 10,5% ao ano, como a taxa básica de juros, a Selic. No Pronaf, onde as taxas de juros já são comumente mais baixas, a redução deve ser em menor proporção que a em estudo para a agricultura empresarial, segundo as fontes que acompanham as tratativas. O setor produtivo pediu ao governo uma redução que acompanhasse a queda da Selic, que saiu de 13,75% ao ano para 10,5% ao ano, em 12 meses, mas já há o entendimento que o pleito não será atendido em sua totalidade por elevar o custo da equalização. “Os juros devem cair em média de dois pontos porcentuais em relação ao ano passado sobretudo para linhas de investimento, como Moderfrota (principal linha para aquisição de máquinas agrícolas) e Programa de Ampliação e Construção de Armazéns (PCA) que devem cair de 10,5% ao ano para entre 8,5% ao ano e 9% ao ano”, comentou um interlocutor. Em consenso, os interlocutores ouvidos relatam que o “martelo” quanto às cifras, subvenção e juros ainda não está batido pelo Executivo e depende do aval final do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que deve ocorrer, no máximo, até segunda-feira, 24.

O Estado de São Paulo

FRANGOS & SUÍNOS

Cotações dos suínos seguiram com estabilidade na 5ª feira

As referências para os suínos apresentaram estabilidade na quinta-feira (20). De acordo com as informações divulgadas pela Scot Consultoria, a carcaça suína especial seguiu estável e está cotada em R$ 10,70/kg, enquanto o preço médio da arroba do suíno CIF também seguiu sem alteração e está próximo de R$ 136,00/@.

Segundo levantamento realizado pelo Cepea na última quarta-feira (19), o Indicador do Suíno Vivo em Minas Gerais seguiu sem alteração e está cotado em R$ 7,27/kg. No Paraná, o preço do animal seguiu com estabilidade e está precificado em R$ 6,78/kg. Já na região do Rio Grande do Sul, o animal não teve alteração e está precificado em R$ 6,38/kg. Em São Paulo, o valor ficou próximo de R$ 7,10/kg e apresentou ganho de 0,71%. Em Santa Catarina, o valor do suíno registrou incremento de 0,16% e está cotado em R$ 6,45/kg. O levantamento feito pelo Cepea mostra que os preços médios das carnes suína e de frango têm subido em junho, em relação ao mês anterior, com avanços mais intensos para a proteína suinícola. A carne bovina, por sua vez, vem se desvalorizando, também conforme pesquisas do Cepea. Ainda de acordo com o Cepea, a competitividade da carne suína caiu frente às concorrentes, com a diferença entre o preço da carcaça especial suína e o da carcaça casada bovina sendo a menor desde novembro/20. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização da carne de frango está relacionada sobretudo ao aumento do poder de compra da população na primeira quinzena do mês, devido ao recebimento de salários.

Cepea/Esalq

Suínos/Cepea: Diferença entre preços das carnes suína e bovina é a menor desde nov/20

Levantamento do Cepea mostra que os preços médios das carnes suína e de frango têm subido em junho, em relação ao mês anterior, com avanços mais intensos para a proteína suinícola

A carne bovina, por sua vez, vem se desvalorizando, também conforme pesquisas do Cepea. Como resultado, a competitividade da carne suína caiu frente às concorrentes, com a diferença entre o preço da carcaça especial suína e o da carcaça casada bovina sendo a menor desde novembro/20. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização da carne de frango está relacionada sobretudo ao aumento do poder de compra da população na primeira quinzena do mês, devido ao recebimento de salários.

Cepea

Suinocultura independente: alta nas regiões de São Paulo e Santa Catarina

As bolsas de suínos que comercializam os animais no mercado independente registraram valorização dos preços na quinta-feira (20). Com a entrada da segunda quinzena do mês, a expectativa é que a comercialização fique mais lenta

Em São Paulo, os preços dos suínos apresentaram valorização de R$ 0,05/kg frente à semana anterior, em que passou de 7,31/kg e está precificado em R$ 7,36/kg por vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, o valor do animal seguiu com estabilidade nesta semana e está sendo negociado próximo de R$7,30/kg vivo, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal apresentou ganho de 1,20% nesta a semana frente a anterior, em que passou de R$ 6,67/kg para R$ 6,75/kg vivo.

Agrolink

Frango: Preço no atacado paulista registrou baixa de 0,32% na 5ª feira

Na quinta-feira (20), a referência para o frango no atacado paulista registrou queda de 0,32% e ele está sendo negociado em R$ 6,28/kg, conforme reportou a Scot Consultoria. Já a cotação do frango na granja paulista não registrou alteração e está cotada em R$ 5,00/kg

As cotações permaneceram estáveis para o frango vivo, na qual a referência em Santa Catarina seguiu próxima de R$ 4,38/kg, conforme foi divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Já no estado do Paraná, o frango vivo também seguiu com estabilidade e sendo negociado em R$ 4,32/kg. Com base no levantamento realizado pelo Cepea na última quarta-feira (19), o preço do frango congelado seguiu estável e cotado em R$ 7,15/kg. Já a referência para o frango resfriado não houve alteração e está sendo comercializado em torno de R$ 7,38/kg.

Cepea/Esalq

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