CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2111 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023

clipping

Ano 9 | nº 2111 |23 de novembro de 2023

NOTÍCIAS

Em São Paulo, estabilidade nos preços no mercado do boi

Apesar dos negócios acima da referência, as cotações do boi gordo permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia

Na região Sudeste de Rondônia, as cotações subiram. Para o boi gordo, aumento de R$3,00/@, para a vaca R$6,00/@ e para a novilha R$5,00/@. Na Bahia, no Sul e Oeste baiano, a cotação da arroba da novilha subiu R$10,00 na comparação feita dia a dia. Na região de Goiânia em Goiás, a cotação do boi gordo subiu R$5,00/@.

SCOT CONSULTORIA

Mercado físico do boi gordo registrou algumas negociações acima das referências médias

O mais provável é que animais terminados a pasto estejam aptos ao abate apenas no primeiro trimestre de 2024, fazendo com que haja dependência da oferta de confinados para atender a demanda de final de ano

“Essa situação aumenta a propensão a reajustes ao longo da cadeia produtiva”, disse o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Cotações: São Paulo: R$ 239. Goiânia: R$ 237. Uberaba (MG): R$ 235. Dourados (MS): R$ 231. Cuiabá: R$ 206. O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina. O viés ainda é de alta dos preços no curto prazo, em linha com o auge do consumo no mercado doméstico. A entrada do décimo terceiro salário, demais bonificações, criação dos postos temporários de emprego e confraternizações de final de ano devem puxar a demanda. Os cortes de maior valor agregado são os mais demandados nessa época do ano, comentou Iglesias. O quarto traseiro segue cotado a R$ 19,10 por quilo. O quarto dianteiro permaneceu no patamar de R$ 12,90 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,00 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo: oferta diminui e preço reage no mercado físico em algumas regiões, diz Agrifatto

Escalas de abate também reduziram e a média nacional está em oito dias úteis. O clima mais quente e seco em parte do país ainda prejudica pastagens

O preço do boi gordo reagiu em parte das praças de negociação, informou na quarta-feira (22/11), a consultoria Agrifatto. O clima mais quente e seco em parte do país ainda prejudica pastagens. Ainda assim, a oferta de animais prontos para abata diminuiu, sustentando as cotações. Em Goiás, o ajuste foi de 0,4% na terça-feira (21/11), com a arroba valendo R$ 228,40, informa a consultoria. Na média nacional calculada pelos analistas, alta de 0,5%, com a arroba cotada a R$ 220,50. “As escalas de abate também reduziram em grande parte do país e a média nacional está em oito dias úteis”, informou a Agrifatto. Na B3, o contrato para novembro, que liquida no próximo dia 30, se mantém na casa dos R$ 239 a arroba. Os vencimentos posteriores seguem com a cotação acima dos R$ 240. Baseado em São Paulo, o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) acumula queda de 0,78% na parcial do mês até a terça-feira (21/11), quando fechou a R$ 235,60 a arroba. Levantamento da Scot Consultoria aponta negócios a valores menores nas praças paulistas, com a arroba valendo R$ 232,50. O cenário, no entanto, segue de estabilidade na maior parte das regiões, de acordo com a empresa. Alta na Bahia, com a arroba entre R$ 213 e R$ 218, e baixa em Redenção (PA), com a cotação em R$ 203.

GLOBO RURAL

IMEA: Intenção de confinamento cai 21,17% em mato grosso, entre pecuaristas entrevistados

Segundo relatório do Imea, os 75,65% pecuaristas da amostra que adotam o confinamento pretendem engordar no cocho este ano um total de 555,18 mil cabeças de gado, quantidade 21,17% menor em relação ao que foi confinado em igual período de 2022. É também um volume 10,22% em relação à intenção de confinamento apurada em julho

O levantamento do Imea contou com a participação de 115, de um total de 153 informantes da amostra. Mesmo com o custo de produção mais baixo, em torno de R$ 14,48 por cabeça/dia, ou R$ 1,57 menos ante igual período de 2022, a queda no preço do boi gordo desestimulou a atividade em Mato Grosso, diz o Imea. Entre os entrevistados que participaram da pesquisa, a queda no valor da arroba foi apontada por 51,28% deles em outubro. “Isso aconteceu por causa do efeito da oferta de fêmeas nos preços do boi gordo, que vem caindo desde o último ano, afetando a lucratividade da atividade, uma vez que os indicadores financeiros estão entre as maiores preocupações dos pecuaristas”, informa o Imea. “Em julho/23, 15,38% dos entrevistados informaram que não iriam confinar, ao passo que no levantamento de outubro/23, o porcentual passou para 22,61%”, descreve o Imea. “Em julho/23, 78,85% dos pecuaristas iriam confinar, e em outubro/23 o porcentual foi de 75,65%. Ademais, 1,74% dos produtores relataram indecisão neste último levantamento”, relata. Já em relação ao abate dos animais confinados, os informantes disseram que os abates vão se concentrar no segundo semestre, com 79,93% do total dos bovinos entre julho e dezembro, com destaque para outubro, com 15,76% do total, e dezembro, com 13,51% do total previsto. A ociosidade dos frigoríficos de bovinos em Mato Grosso caiu significativamente este ano em relação a 2022, informou, em boletim, o Imea. Em outubro, os frigoríficos instalados no Estado abateram 533,32 mil cabeças de bovinos, representando aumento de 1,48% ante setembro e recorde para um mês de outubro. “Considerando os abates realizados de segunda a sexta-feira, a média diária em outubro de 2023 foi de 25.397 cabeças”, acrescenta o instituto. “Com isso, a média diária de abates em 2023 até outubro é de 23.617 cabeças, ao passo que a média até outubro de 2022 foi de 19.193 cabeças”, informa. “Desse modo, a utilização da capacidade frigorífica total do Estado está em um dos maiores patamares da história, e em outubro/23, o indicador ficou na média de 68,03%, 18,20 p.p. acima da média de outubro de 2022, que era 49,83%.”

O ESTADO DE SÃO PAULO

Banco prevê oferta alta de carne em 2024

O Rabobank prevê que a oferta de carne bovina no Brasil deve se manter elevada em 2024, impactando o setor

O abate aumentado de fêmeas em 2023, aliado ao acréscimo no estoque de machos, resultou em uma oferta que ultrapassou a demanda, depreciando o valor do boi gordo. Para 2024, espera-se que o abate de fêmeas continue alto na primeira metade do ano, pressionando o equilíbrio entre oferta e demanda. O banco também alerta para os efeitos do El Niño no início de 2024, com expectativa de chuvas acima da média no Sul do Brasil. A produção de carne bovina pode crescer de 1 a 2% em 2024, impulsionada pelo mercado internacional, aumento nas importações chinesas e retomada do consumo interno. As importações chinesas devem crescer cerca de 5% em relação a 2023, criando oportunidades para as exportações brasileiras. Contudo, enfrentaremos maior concorrência, principalmente da Nova Zelândia e Austrália. Internamente, a expectativa de manutenção de preços baixos para a ração pode reduzir os custos de confinamento na segunda metade do ano, mas intensificará a competição com carnes de frango e suína.

PECUARIA.COM.BR

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em leve alta e se alinha ao exterior

Na leitura de operadores, os fundamentos têm dado suporte para resiliência da divisa brasileira, assim como diferencial de juros ainda elevado

O dólar à vista fechou com leve valorização frente ao real, em uma dinâmica semelhante à observada no exterior, já que a moeda americana apresentou apreciação global. Ainda assim, o real foi uma das moedas que menos sofreu, de uma relação de 33 divisas. Na leitura de operadores, os fundamentos têm dado suporte para resiliência da divisa brasileira, assim como diferencial de juros ainda elevado. apesar do ciclo de corte da Selic em andamento. Terminadas as negociações, o dólar comercial fechou em alta de 0,07%, a R$ 4,9016, depois de ter atingido a mínima de R$ 4,8776 e tocado a máxima de R$ 4,9186. Perto das 17h05, o contrato futuro da moeda americana para dezembro exibia apreciação de 0,06%, a R$ 4,9050. O índice DXY avançava 0,34%, a 103,915 pontos.

VALOR ECONÔMICO

Ibovespa fecha com alta discreta; Cemig desaba

O Ibovespa fechou com um acréscimo discreto nesta quarta-feira e distante da máxima do dia, quando se aproximou de 127 mil pontos, sendo pressionado pelo declínio das ações da Vale e da Cemig, que desabou com preocupações sobre uma eventual federalização da empresa

Mesmo titubeando, no final prevaleceu na bolsa paulista o viés positivo que tem marcado as últimas semanas, apoiado principalmente na perspectiva de que o Federal Reserve não subirá mais a taxa de juros nos Estados Unidos. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,14 %, a 125.799,49 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 126.875,11 pontos (+0,99%), maior nível intradia desde 16 de julho de 2021. Na mínima, marcou 125.439,03 pontos, em queda de 0,15%. O volume financeiro somava 24 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

REUTERS

Governo vê piora na projeção de déficit fiscal de 2023 e amplia bloqueio orçamentário

Os ministérios do Planejamento e da Fazenda projetaram na quarta-feira que o governo central fechará 2023 com déficit primário de 177,4 bilhões de reais, equivalente a 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB), resultado pior do que o previsto em setembro, de déficit de 141,4 bilhões de reais (1,3% do PIB), conforme relatório bimestral de receitas e despesas

O documento aponta ainda que, quando usada a metodologia de cálculo “abaixo da linha”, usada pelo Banco Central e que leva em consideração mudanças no estoque da dívida pública, a previsão de déficit em 2023 salta para 203,4 bilhões de reais, ou 1,9% do PIB. O relatório também mostra que o governo precisará ampliar em cerca de 1,1 bilhão de reais o bloqueio de verbas de ministérios neste ano para respeitar regras fiscais. Segundo o relatório, o Orçamento deste ano tem um excesso de despesas de 5 bilhões de reais em relação ao limite do teto de gastos, que segue com regra de despesa válida em 2023 mesmo após a aprovação do novo arcabouço fiscal. O valor é mais alto que os cerca de 3,8 bilhões de reais apontados em setembro. Os dados mostram que o aumento na expectativa para o déficit foi impulsionado por uma queda de 14 bilhões de reais na previsão de receita líquida, já descontadas as transferências a governos regionais, a 1,901 trilhão de reais. A previsão para a despesa total, por sua vez, cresceu 21,9 bilhões de reais na comparação com a estimativa feita há dois meses, alcançando 2,078 trilhões de reais. Para este ano, o Orçamento estima um déficit fiscal de 228,1 bilhões de reais, rombo que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia prometido diminuir para patamar próximo a um déficit de 100 bilhões de reais.

REUTERS

Total de desempregados há mais de 2 anos cai 28,2% no 3º tri, menor nível no período desde 2015

Contingente recuou de 2,575 milhões no terceiro trimestre de 2022 para 1,849 milhão no terceiro trimestre de 2023, o que representa uma diminuição de 726 mil pessoas

O número de desempregados há mais de dois anos no país caiu 28,2% no terceiro trimestre de 2023, em relação a igual período de 2022, e atingiu o menor patamar para o período desde 2015, mostram os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada na quarta (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O contingente recuou de 2,575 milhões no terceiro trimestre de 2022 para 1,849 milhão no terceiro trimestre de 2023, o que representa uma diminuição de 726 mil pessoas. O número é o menor desde o terceiro trimestre de 2015, quando era de 1,6 milhão. O IBGE classifica como desempregado quem não está trabalhando e busca trabalho, ou seja, toma alguma providência para encontrar uma ocupação. No caso daqueles que procuram emprego há mais de dois anos, é usado o conceito de desemprego de longo prazo. Quanto mais longa é a busca por emprego, mais difícil é a reinserção dessas pessoas no mercado de trabalho. A pesquisa indica ainda que a parcela de quem procura trabalho há mais de dois anos, em relação ao total dos desempregados, caiu de 27,2% no terceiro trimestre de 2022 para 22,2% no terceiro trimestre de 2023. Ao explicar os indicadores, a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, lembrou o cenário do mercado de trabalho adverso durante a pandemia, o que elevou o desemprego de longo prazo, que agora vem reduzindo gradativamente, com a retomada da atividade econômica. “À medida que as atividades econômicas retornam, elas contribuem para aqueles que buscam trabalho, seja para quem procura há menos ou há mais tempo, como o desemprego de longo prazo”, disse a coordenadora. Apesar da redução do número de desempregados há mais de dois anos em 2023, o contingente ainda é 26,8% superior ao do terceiro trimestre de 2012, que é o primeiro ano da pesquisa, quando era de 1,458 milhão.

VALOR ECONÔMICO

EMPRESAS

Bofa vê risco versus retorno mais favorável e eleva Marfrig para “compra”

O Bank of America elevou a recomendação das ações da Marfrig para “compra” ante “neutra” e o preço-alvo para 13 reais de 8,50 antes, conforme relatório a clientes, avaliando que a relação risco versus retorno se tornou mais favorável

A analista Isabella Simonato citou que as ações da companhia nos últimos três meses mostram um desempenho 26% abaixo da performance dos papéis da BRF, empresa na qual detém uma participação de 45%. “Além disso, em nossa opinião, as ações não refletem a venda de aproximadamente 40% das operações de carne bovina da Marfrig na América do Sul para a Minerva, o que deveria liberar valor significativo”, acrescentou. No mesmo relatório, enviado nesta quarta-feira, Simonato manteve a recomendação “neutra” para Minerva, enquanto o preço-alvo passou de 12 para 9,30 reais; e “underperform” para BRF, com o preço-alvo mudando de 11 para 11,60 reais. Em Minerva, ela citou riscos associados ao negócio, apesar do desempenho pior das ações em relação às rivais desde agosto. Para BRF, disse não ver potencial de valorização das ações. JBS tem recomendação “neutra”, com preço de 26 reais. Na bolsa paulista, nesta quarta-feira, por volta de 12:30, Marfrig ON avançava 6,76%, a 9 reais, melhor desempenho do Ibovespa, que subia 0,63%. Minerva ON valorizava-se 2,44%, a 7,13 reais; BRF ON tinha elevação de 1,84%, a 14,42 reais; e JBS ON mostrava acréscimo de 4,18%, a 22,2 reais.

REUTERS

GOVERNO

Agricultura elabora texto para decreto de pastagens degradadas

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar o documento até segunda-feira. Ministério da Agricultura quer levantar US$ 120 bilhões para apoiar a conversão de pastagens pelo país

O Ministério da Agricultura concluiu a elaboração do texto do decreto que vai criar o programa nacional de conversão de pastagens degradadas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar o documento até segunda-feira (27/11), antes de embarcar para o Oriente Médio, onde participará da COP 28 e quer apresentar o programa. Mas a expectativa é que a assinatura ocorra ainda na sexta-feira (24/11). A ideia inicial era que a iniciativa fosse lançada nesta quarta-feira (22/11) em cerimônia no Palácio do Planalto, mas houve mudança na agenda. O decreto é uma formalidade para a criação do programa, que está em discussão e elaboração desde a campanha eleitoral pelo assessor especial Carlos Ernesto Augustin. Ao longo do ano, a equipe do Ministério da Agricultura já apresentou as diretrizes para potenciais investidores ao redor do mundo. O texto servirá de “guarda-chuva” para a elaboração dos detalhes do programa pelo comitê gestor, que também será criado pelo decreto e terá a participação de sete ministérios, Banco Central, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e sociedade civil. O objetivo é ideia é que o comitê possibilite e favoreça uma visão completa do programa, desde o campo até os investidores, que poderão ser brasileiros ou estrangeiros, do mercado financeiro ou de capitais. Uma estimativa do Ministério da Agricultura divulgada durante o ano era conseguir levantar US$ 120 bilhões para apoiar a conversão de pastagens pelo país. No Pasta, a expectativa é que a assinatura do decreto e a divulgação do programa feita diretamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ajudem a acelerar a implementação das linhas de crédito na prática, principal instrumento que vai fomentar a conversão das pastagens degradadas em lavouras. “Esse Norte que o decreto dará será fundamental para orientar principalmente a mente dos investidores. É um projeto estruturante, que mexe em larga escala com o sistema produtivo. Para acontecer, é indissociável a presença de investimentos”, disse um interlocutor a par do programa. O decreto vai explicitar o potencial mapeado de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas com aptidão para transformação em lavouras, mas não vai fixar metas rígidas de tamanho de áreas para conversão em determinados períodos de tempo. O texto deverá ter balizadores gerais do programa, que será transversal e vai conversar com outras iniciativas do governo complementares e sinérgicas, como o Plano ABC+ (Plano de Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária) e o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa. A ação também vai se harmonizar com as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) brasileira do Acordo de Paris, disseram fontes do governo. O decreto também deve abordar os pontos do programa que interagem com o Plano Safra, como a criação ou regulamentação de linhas de crédito que convergem com os objetivos da nova iniciativa. Mas o objetivo principal será estimular o mercado de crédito privado dos investidores domésticos e externos a apoiar a recuperação dessas áreas degradadas para impulsionar a produção de alimentos sem a abertura de novas áreas.

GLOBO RURAL

FRANGOS & SUÍNOS

Suíno vivo sobe 1,05% em São Paulo

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 128,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 10,10/kg, em média

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (21), o preço ficou estável apenas no Rio Grande do Sul, custando R$ 6,29/kg. Houve alta de 0,14% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,97/kg, aumento de 0,31% no Paraná, atingindo R$ 6,46/kg, incremento de 0,16% em Santa Catarina, alcançando R$ 6,28/kg, e de 1,05% em São Paulo, fechando em R$ 6,71/kg.

Cepea/Esalq

Oferta de carne suína no mercado interno deve subir até 4% em 2024, diz Rabobank

A oferta de carne suína no mercado doméstico brasileiro deve ficar entre 3% e 4% maior em 2024, em relação a 2023, impulsionada pelo aumento no consumo per capita e nas exportações, segundo estimativa do Rabobank divulgada em relatório em novembro

O volume de exportações de carne suína brasileira deve subir de 3% a 5% em 2024, em parte impactadas pelo crescimento das importações totais chinesas, que devem aumentar entre 8% e 10% no ano que vem. “Com as expectativas de preços ainda competitivos no mercado externo e aumento na demanda chinesa, um dos principais desafios deve se manter no mercado doméstico”, disse o Rabobank. A demanda local de carne suína tem registrado ligeira melhora no consumo este ano, guiada pelo aumento na demanda por produtos processados e embutidos, e pelos menores preços na segunda metade do ano, segundo o banco. “Porém, no próximo ano a oferta ainda sustentada em patamares elevados da carne bovina deve continuar desafiando competitividade da carne suína, não somente pela menor diferença de preços, mas também pelo forte apelo cultural por este tipo de carne para uma boa parcela da população local.”

CARNETEC

Alta para o frango no atacado em São Paulo

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,20/kg, enquanto o frango no atacado subiu 1,43%, valendo R$ 7,10/kg

Na cotação do animal vivo, no Paraná, o preço não mudou, valendo R$ 4,55/kg, assim como em Santa Catarina, com valor de R$ 4,24/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à terça-feira (21), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado subiram R$ 0,27%, custando, respectivamente, R$ 7,39/kg e R$ 7,36/kg.

Cepea/Esalq

Alemanha relata surto de gripe aviária no norte do país

A Alemanha relatou um surto do vírus altamente patogênico da gripe aviária H5N1 em uma granja no norte do país, informou a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, na sigla em inglês) nesta quarta-feira, aumentando a onda de casos na Europa

O surto matou cinco aves de um rebanho de 24 mil animais em uma fazenda no estado de Mecklenburg-Vorpommern, a leste de Hamburgo, informou a WOAH, com sede em Paris, em um relatório, citando autoridades alemãs. A gripe aviária, que levou ao abate de centenas de milhões de aves nos últimos anos, ataca geralmente a Europa durante o Outono e o Inverno. Foi recentemente detectada em explorações agrícolas de vários países, incluindo Países Baixos, Itália, Croácia e Hungria.

REUTERS

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