CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2112 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2023

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Ano 9 |  2112 |24 de novembro de 2023

 

NOTÍCIAS

BOI: Sobem as cotações em São Paulo

Após longo período de estabilidade, a cotação subiu nas praças pecuárias paulistas. A alta foi de R$5,00/@ do “boi China”, R$2,00/@ do boi comum e R$3,00/@ da novilha. A cotação da vaca permaneceu estável. A oferta está mais enxuta e as escalas de abate diminuíram

A arroba do “boi comum” está sendo negociada por R$237,00, a da vaca em R$215,00 e a da novilha em R$228,00, preços brutos e a prazo. O “boi China” está sendo negociado em R$245,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$8,00/@. Na região Oeste do Maranhão, com as escalas de abate bem-posicionadas, as cotações ficaram estáveis na comparação diária. O boi gordo está sendo negociado em R$215,00/@, e a vaca e a novilha em R$200,00/@, preços brutos e a prazo. Na região de Marabá no Pará, com a oferta atendendo a demanda, a cotação da arroba do boi gordo está estável na comparação feita dia a dia. O boi está sendo negociado por R$215,00/@, a vaca por R$195,00/@ e a novilha por R$200,00/@, preços brutos e a prazo. O “boi China” está sendo negociado por R$215,00/@, preço bruto e a prazo. Não há ágio. Na região de Paragominas no Pará, na comparação feita dia a dia os preços não mudaram. O boi gordo está sendo negociado em R$225,00/@, e a vaca e a novilha em R$212,00/@, preços brutos e a prazo. O “boi China” está sendo negociado em R$225,00/@. Sem ágio.

Scot Consultoria

Boi: preços firmes com aumento no consumo de carne

O mercado físico do boi gordo mantém-se com preços firmes, destacando-se algumas negociações acima das referências médias

O mercado físico do boi gordo mantém-se com preços firmes, destacando-se algumas negociações acima das referências médias, conforme analisado por Fernando Henrique Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado. Os frigoríficos, buscando manter escalas confortáveis, enfrentam o desafio da alta demanda por carne bovina no último bimestre do ano, impulsionada, em parte, pela entrada do décimo terceiro salário na economia. Neste cenário, a oferta continua sendo uma preocupação, com as pastagens severamente desgastadas no Centro-Norte do país, o que leva a indústria a depender da oferta residual de animais terminados em regime intensivo para atender às suas escalas, observa Iglesias. Preços do boi: São Paulo: Referência média para a arroba do boi atingiu R$ 239. Goiânia, Goiás: R$ 237 por arroba. Uberaba (MG): R$ 235 por arroba. Dourados (MS): R$ 231 por arroba. Cuiabá: R$ 206 por arroba. No mercado atacadista, apesar da acomodação nos preços, a demanda é impulsionada pelos benefícios do período. Iglesias destaca que, nesta época do ano, os cortes de maior valor agregado são os mais demandados. O quarto traseiro permanece com preço de R$ 19,10 por quilo, o quarto dianteiro mantém-se em R$ 12,90 por quilo, e a ponta de agulha é precificada a R$ 13,00 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi/Cepea: Venda externa de carne in natura pode somar mais de 200 mil toneladas em nov/23

As exportações brasileiras de carne bovina in natura (a todos os destinos) somavam 119,27 mil toneladas até a terceira semana de novembro, se aproximando do volume total escoado em novembro do ano passado (148,83 mil toneladas), de acordo com dados da Secex

A média diária de embarques está em 10,82 mil toneladas neste mês, 45,41% acima da registrada há um ano. Pesquisadores do Cepea destacam que, caso o atual desempenho das vendas externas seja mantido até o encerramento de novembro, as exportações brasileiras de carne bovina in natura podem somar mais de 200 mil toneladas.

Cepea

Boi gordo: oferta restrita sustenta preços no mercado físico a curto prazo

Pecuaristas tentam segurar os bovinos nas fazendas à espera de preços melhores. Tendência é do preço do boi gordo se manter sustentado no curto prazo

O preço do boi gordo voltou a encontrar sustentação na oferta restrita de animais para abate nos últimos dias. Analistas de mercado comentam que o cenário ainda é de estabilidade na maior parte das regiões, mas a tendência é de alta no curto prazo. Em vídeo divulgado via internet, Marina Mioto, analista da Scot Consultoria, afirma que os pecuaristas tentam segurar os bovinos nas fazendas à espera de preços melhores. Em São Paulo, a arroba do animal pronto voltado ao mercado interno é cotada a R$ 235, e a do boi China, R$ 240. Para a consultoria Agrifatto, o mercado sinaliza que a recente pressão de baixa do boi gordo ficou para trás. A oferta, que estava maior, ficou mais acomodada e as escalas de abate na indústria voltaram a cair. A média nacional calculada pela empresa, com base em valores praticados em oito estados foi de R$ 221,80 a arroba na quarta-feira (22/11), 1,5% a mais que o registrado uma semana atrás e 0,6% superior ao praticado no dia anterior. Em média, as escalas de abate estão em 8,5 dias. Em relatório mensal divulgado nesta semana, o Itaú BBA também avalia que a tendência é do preço do boi gordo se manter sustentado no curto prazo. A oferta de gado terminado tende a ser mais contida em novembro e dezembro por causa de condições menos favoráveis de confinamento em agosto e setembro. Os analistas destacam que a recuperação da arroba do boi deixou novamente positivas as margens para quem pretende terminar o gado no cocho. No entanto, os animais que foram confinados em outubro só devem estar alojados em janeiro, quando a demanda deve ser menor. “Importante considerar que, o atraso das chuvas neste ano postergará a recuperação das pastagens e consequentemente a safra”, diz o Itaú BBA.

GLOBO RURAL

ECONOMIA

Dólar fica perto da estabilidade em dia de baixa liquidez com feriado nos EUA

Numa sessão marcada pela baixa liquidez em função de feriado nos Estados Unidos, o dólar à vista fechou esta quinta-feira perto da estabilidade no Brasil, após oscilar em margens estreitas sem que o noticiário do dia pudesse alterar de forma decisiva as cotações

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9073 reais na venda, em alta de 0,11%. Em novembro, a moeda acumula baixa de 2,64%. Na B3, às 17:09 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,04%, a 4,9110 reais. Com o mercado norte-americano fechado em função do Dia de Ação de Graças, a liquidez diminuiu nos mercados de moedas ao redor do mundo, incluindo no Brasil. O dólar à vista chegou a marcar uma cotação mínima de 4,8869 reais (-0,31%) às 9h30 e novamente às 12h18, mas a divisa tinha pouco fôlego para movimentos mais intensos. Nada no noticiário do dia fez preço diretamente, conforme operador ouvido pela Reuters, e as cotações obedeciam a negócios de ocasião. Durante a tarde, o dólar à vista marcou a máxima de 4,9100 reais (+0,16%). Da mínima para a máxima, a oscilação foi de apenas +0,47% — uma margem estreita, em claro sinal de que as negociações seguiram travadas. No exterior, o dólar oscilava em leve baixa ante as divisas fortes e tinha sinais mistos ante as demais moedas, com as cotações também se mantendo perto da estabilidade. Pela manhã, o BC vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de janeiro. À tarde, o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de 3,188 bilhões de dólares em novembro até o dia 17. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de 2,202 bilhões de dólares no período e, pela via comercial, saídas de 986 milhões de dólares.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta com Bradesco em destaque em pregão sem Wall St

O Ibovespa fechou em alta na quinta-feira, com as ações do Bradesco entre os destaques positivos após anúncio de novo presidente, mas o volume foi reduzido em razão de feriado nos Estados Unidos

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,47%, a 126.626,47 pontos, renovando máxima de fechamento desde meados de 2021, segundo dados preliminares. Na máxima, chegou a 126.759,88 pontos. Na mínima, a 125.763,78 pontos. O volume financeiro somava apenas 13,7 bilhões de reais antes dos ajustes finais, de uma média diária de 28,2 bilhões de reais em novembro e de 25,2 bilhões de reais em 2023.

REUTERS

Agroindústria brasileira tem novo mês de desempenho positivo

Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) calculado pelo FGV Agro subiu 2,5% em setembro. Agroindústria brasileira tem novo mês de desempenho positivo

O Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) subiu 2,5% em setembro deste ano em relação ao mesmo mês de 2022. O avanço de 5,8% do grupo de alimentos e bebidas puxou o aumento do indicador geral do mês, quando o segmento de não-alimentícios recuou 1,3%, de acordo com o relatório. Com o resultado positivo em setembro, a produção agroindustrial, que acumulava queda de 0,4% neste ano, agora tem retração de 0,1% em 2023. “Caso, no próximo mês, a produção agroindustrial cresça mais de 0,71% na relação interanual, o setor já conseguirá sair do campo negativo”, afirma o FGV Agro no estudo. A contração do indicador neste ano persiste em decorrência do fraco desempenho do segmento de produtos não-alimentícios, que acumula, até setembro, uma queda de 4%. No entanto, esse subgrupo vem reduzindo as suas perdas ao longo do ano, destacam os pesquisadores do FGV Agro. Em agosto, a retração acumulada era de 4,4%. “Não vai dar tempo de esse segmento operar no campo positivo no acumulado do ano”, afirmou o economista Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro. Segundo ele, a maioria dos produtos não-alimentícios enfrentou problemas neste ano, quando apenas os biocombustíveis tiveram desempenho positivo. Já o segmento de produtos alimentícios e bebidas tem expansão acumulada de 3,1% neste ano, refletindo também uma melhora no quadro com o passar dos meses. Nesse grupo, destacam-se os alimentos, com alta de 3,9%. A indústria de bebidas, por outro lado, já recuou 0,9%. Na nova edição do relatório, o centro de estudos atualizou suas projeções dos meses anteriores para acompanhar os ajustes recentes que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fez nos dados que servem de base para o relatório do FGV Agro.

VALOR ECONÔMICO

Fluxo cambial total no ano até 17 de novembro é positivo em US$ 20,980 bi, mostra BC

No comércio exterior, o saldo em 2023 até 17 de novembro é positivo em US$ 45,925 bilhões, informou o Banco Central

O Brasil registrou fluxo cambial positivo de US$ 20,980 bilhões neste ano, até 17 de novembro, informou o Banco Central na quinta-feira (23). No acumulado de 2023 até a semana passada, o canal financeiro apresentou saídas líquidas de US$ 24,945 bilhões. Isso é o resultado de aportes no valor de US$ 513,489 bilhões e retiradas no total de US$ 538,434 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. No comércio exterior, o saldo em 2023 até 17 de novembro é positivo em US$ 45,925 bilhões, com importações de US$ 203,427 bilhões e exportações de US$ 249,352 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 28,574 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 57,959 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 162,819 bilhões em outras entradas. De acordo com o BC, o Brasil registrou fluxo cambial negativo de US$ 3,188 bilhões em novembro, até o dia 17. Com a entrada em vigor da nova lei cambial, operações menores têm até o dia 5 do mês subsequente para serem informadas ao BC e, por isso, a estatística mensal final do fluxo cambial é publicada na terceira semana do mês seguinte. Em novembro, até o dia 17, o canal financeiro apresentou saída líquida de US$ 2,202 bilhões. Isso é o resultado de compras no valor de US$ 23,879 bilhões e vendas no total de US$ 26,080 bilhões. No comércio exterior, o saldo até o dia 17 do mês foi negativo em US$ 986 milhões, com importações de US$ 10,795 bilhões e exportações de US$ 9,809 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 1,225 bilhão em ACC, US$ 2,337 bilhões em Pagamento Antecipado e US$ 6,247 bilhões em outras entradas. Conforme o BC, o Brasil registrou fluxo cambial negativo de US$ 1,708 bilhão na semana passada. Entre os dias 13 e 17 de novembro, o canal financeiro apresentou saídas líquidas de US$ 1,008 bilhão. Isso é o resultado de compras no valor de US$ 10,363 bilhões e vendas no total de US$ 11,371 bilhões. No comércio exterior, o saldo da semana passada foi negativo em US$ 699 milhões, com importações de US$ 4,487 bilhões e exportações de US$ 3,788 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 495 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio, US$ 866 milhões em PA e US$ 2,427 bilhões em outras entradas.

INFOMONEY

EMPRESAS

FriGgol começa a exportar para Indonésia e Cingapura

Primeiras cargas de carne bovina in natura foram produzidas na planta da empresa em Água Azul do Norte (PA)

A FriGol, quarto maior frigorífico de carne bovina do país, realizou neste mês os primeiros embarques de carne in natura para Indonésia e Cingapura. As cargas foram produzidas na planta da empresa localizada em Água Azul do Norte, no Pará, que foi habilitada para exportar aos países asiáticos no início deste ano. A unidade da companhia em São Félix do Xingu, também no Pará, tem habilitação para vender à Cingapura. A FriGol lembra que os dois países fazem parte da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), que reúnem uma população total de cerca de 700 milhões de pessoas. Filipinas e Malásia também estão nesse bloco, e a empresa também buscará habilitações para exportar a esses mercados. Em geral, as vendas no exterior representam mais da metade da receita líquida da companhia, que alcançou R$ 781 no terceiro trimestre deste ano. A China é o principal destino dos embarques.

INFOMONEY

GOVERNO

Ministério quer reserva bilionária para enfrentar efeitos do clima na produção agropecuária em 2024

Objetivo é garantir a alocação de R$ 3,5 bilhões no orçamento do ano que vem para custear possíveis ações de socorro aos produtores rurais. Problemas climáticos ligaram alerta para crise generalizada de liquidez dos produtores em 2024

De olho nos impactos que o El Niño deverá causar na produção agropecuária brasileira na safra 2023/24, o Ministério da Agricultura busca apoio em Brasília para garantir a alocação de R$ 3,5 bilhões no orçamento do ano que vem para custear possíveis ações de socorro aos produtores rurais afetados pelas adversidades climáticas. O valor serviria como uma espécie de “reserva” financeira para o governo ter condições de criar medidas de apoio ao campo de forma mais ágil. A ideia foi apresenta para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta semana por Carlos Augustin, assessor especial do Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Ele buscou apoio para emendas no projeto de Lei Orçamentária Anual de 2024 (PLOA), que está em análise no Congresso Nacional. “Vai ser um ano muito difícil, estamos antevendo isso para tentar minorar os problemas lá na frente”, disse Augustin. A intenção é ter o recurso garantido no orçamento para agilizar a tomada de decisões em 2024, caso sejam necessárias, e fazer com que a ajuda possa chegar mais rapidamente aos produtores, como alongamento de dívidas, criação de crédito emergencial e seguro rural. A avaliação do ministério é que as condições climáticas vão gerar quebras de safras e pedidos de prorrogações de financiamentos, o que demanda a aplicação de recursos nas linhas controladas do Plano Safra, por exemplo. O cenário de atraso no plantio da soja e de possível redução da área cultivada com milho no Centro-Oeste e de excesso de chuvas no Sul ligou o alerta da Pasta para um problema generalizado de liquidez dos produtores em 2024. Precisamos deixar uma reserva para atacar o problema no ano que vem”, alertou Augustin. Na quarta-feira (22/11), a consultoria Agroconsult estimou a safra de soja em 161,6 milhões de toneladas, cerca de 7,5 milhões de toneladas a menos que a projeção inicial. Agora, a Datagro reduziu a sua expectativa de colheita da oleaginosa para 156,5 milhões de toneladas nesta temporada, por conta do clima irregular para o plantio. Com isso, a empresa prevê redução de 7% da área plantada de milho na segunda safra em relação ao ciclo anterior. Augustin considera que poderá haver problemas de rentabilidade no campo, já que as margens estavam curtas e foram pressionadas pelos efeitos do clima.

GLOBO RURAL

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: estabilidade nas cotações

De acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 128,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 10,10/kg, em média

O Indicador do Suíno Vivo, referente a última quarta-feira (22), o preço ficou estável no Rio Grande do Sul, custando R$ 6,29/kg. Já na região de Santa Catarina, o animal também seguiu estável e cotado em R$ 6,28/kg, enquanto em São Paulo o valor ficou próximo de R$ 6,71/kg, também com estabilidade. Em Minas Gerais, o valor do suíno permaneceu estável em R$ 6,97/kg. No Paraná, o valor teve ganho de 0,31% e está cotado em R$ 6,48/kg.

Cepea/Esalq

Suinocultura independente: preços dos suínos seguem estáveis em SP, MG e SC. Alta no PR

Mercado registrou uma melhora no atacadista e varejista nesta semana

As Bolsas de Suínos que comercializam os animais no mercado independente sinalizaram preços em estabilidade na quinta-feira (23). Em São Paulo seguiu estável em R$ 7,04/kg vivo, com acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). No mercado mineiro, o valor do animal seguiu estável em R$ 7,00/kg vivo nesta semana, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal seguiu estável em R$ 6,34/kg vivo na semana. No Paraná, considerando a média semanal (entre os dias 16/11/2023 a 22/11/2023), o indicador do preço do quilo vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve alta de 2,91%, fechando a semana em R$ 6,14/kg vivo. “Espera-se que na próxima semana o preço do suíno vivo apresente nova alta, podendo ser cotado a R$6,31”, informa o Lapesui.

AGROLINK

Suínos/Cepea: Demanda sustenta preços da carne

Os preços da carne suína vêm registrando valorizações desde a segunda semana de novembro

Segundo pesquisadores do Cepea, os reajustes positivos estão atrelados ao aumento da procura por parte de atacadistas, que visam formar estoques para atender a demanda de fim de ano. Apesar disso, o valor médio mensal (até o dia 21 de novembro) da carcaça especial está 0,8% abaixo do verificado em outubro, o que, por sua vez, se deve às vendas estagnadas verificadas no início deste mês. Assim, no atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína é negociada, em média, a R$ 9,76/kg na parcial de novembro.

Cepea

Frango: Preço no atacado paulista subiu 0,42% na 5ª feira

Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,20/kg, enquanto o frango no atacado subiu 0,42%, valendo R$ 7,13/kg

No Paraná, a cotação do animal vivo seguiu com estabilidade e valendo R$ 4,55/kg. Já em Santa Catarina, o valor do frango vivo apresentou queda de 0,94% e está precificado em R$ 4,20/kg. Conforme informações divulgadas pelo Cepea/Esalq nesta quarta-feira (22), o preço do frango vivo congelado registrou queda de 0,14% e está cotada em R$ 7,38/kg. No caso do frango resfriado, o preço teve alta de 1,49% e está sendo comercializado em R$ 7,47/kg.

Cepea/Esalq

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