
Ano 9 | nº 2077 |03 de outubro de 2023
NOTÍCIAS
Sobe a cotação do “boi China” em São Paulo
Nas praças paulistas as cotações seguem firmes. A semana iniciou com alta de R$5,00/@ na cotação do “boi China”. Já as cotações das demais categorias de bovinos destinados ao abate permanecem estáveis
O boi comum está sendo negociado em R$230,00/@, a vaca em R$200,00/@ e a novilha em R$220,00/@, preços brutos e a prazo. O “boi China” está sendo negociado em R$240,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$10,00/@. No mercado atacadista de carne com osso em São Paulo, a menor oferta de bovinos e a proximidade do pagamento dos salários no início de outubro refletiram em aumento nos preços de todos os cortes. As cotações da vaca e da novilha casada subiram 4,2% e 6,2%, precificadas em R$15,00/kg e R$15,40/kg, respectivamente. Para os machos, o preço da carcaça casada de bovinos castrados subiu 6,2%, negociada em R$15,94/kg. Para a carcaça de bovinos inteiros, aumento de 6,0%, precificada em R$15,56/kg. No vencimento do contrato futuro do boi gordo de setembro/23 na B3 na sexta-feira (29/9/2023), último dia útil de setembro, ocorreu a liquidação do contrato futuro do mercado do boi gordo, cujo código é BGIU23. A cotação da @ nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$226,26/@. O indicador do boi gordo da Scot Consultoria, calculado de acordo com o método adotado pela B3, com fechamento em 29/9, ficou em R$222,09/@. A média da cotação da arroba do boi gordo destinado ao mercado interno, nos últimos cinco dias úteis de setembro, foi de R$216,00/@, à vista e livre de impostos. Para o “boi China”, a média de preço no período foi de R$227,50/@
SCOT CONSULTORIA
Exportação de carne bovina in natura em setembro tem queda de 3,86% no volume e de 24,4% na receita
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne bovina in natura finalizaram o mês de setembro/23 com 195 mil toneladas exportadas
Houve de 3,86% frente ao volume total embarcado em setembro do ano anterior, que ficou em 202,9 mil toneladas em 21 dias úteis. No comparativo mensal, o volume exportado de carne bovina registrou um avanço de 5,27%, sendo que em agosto/23 o total embarcado ficou em 185,3 mil toneladas. A média diária embarcada foi de 9,7 mil toneladas, avanço de 0,9%, frente ao observado no mês de setembro do ano anterior, que ficou em 9,6 mil toneladas. O preço médio foi de US$ 4.536 por tonelada, queda de 24,4% frente a setembro de 2022, com preços médios de US$ 6.000 mil por tonelada. O valor negociado para o produto em setembro/23 ficou em US $ 885,022 milhões contra US$ 1, 218 bilhão em 2022. A média diária ficou em US$ 44,2 milhões, queda de 23,07%, frente a setembro do ano passado, US$ 58 milhões.
AGÊNCIA SAFRAS
Boi gordo: preços seguem firmes no Brasil
O cenário de negócios indica a possibilidade de aumento nos preços do boi gordo, devido à situação apertada das escalas de abate
O mercado físico do boi gordo permanece estável, com preços consistentes. Algumas transações continuam sendo feitas acima das médias de referência. O cenário de negócios indica a possibilidade de aumento nos preços, devido à situação apertada das escalas de abate, afirmou Fernando Henrique Iglesias, consultor da Safras & Mercado. Segundo Iglesias, a recuperação dos preços da carne bovina no atacado abre espaço para potenciais elevações no preço do boi gordo, embora possam ser menos intensas. Além disso, há expectativa de entrada de animais confinados ao longo de outubro, o que pode aliviar a pressão sobre as escalas de abate dos frigoríficos, destacou o analista. São Paulo, Capital: R$ 238. Goiânia, Goiás: R$ 227 Uberaba (MG): R$ 230. Dourados (MS): R$ 233. Cuiabá: R$ 194. O mercado atacadista registrou uma estabilização nos preços. De acordo com Iglesias, a tendência é de um novo aumento nos preços durante a primeira quinzena deste mês, devido a uma maior demanda no período. Quarto Traseiro: mantém-se em torno de R$ 17,80 por quilo. Ponta de Agulha: permanece no patamar de R$ 14,00 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Preço do boi gordo subiu mais de 18% em São Paulo, em setembro
Arroba custava R$ 236,15 na sexta-feira
O preço do boi gordo encerrou o mês de setembro em alta. O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com base em São Paulo, acumulou valorização de 18,19%, com a arroba fechando a R$ 236,15 na sexta-feira (29/9). Segundo a consultoria Agrifatto, a situação foi semelhante na maioria das praças de negociação. Em Minas Gerais, por exemplo, o animal já terminado foi cotado a R$ 219,50 por arroba, alta de 3,3% só no acumulado da semana. “O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com altas nas cotações, consolidando a recuperação”, ressalta a consultoria, em boletim. “Com os pecuaristas segurando a oferta, a indústria frigorífica teve que pagar mais para preencher as escalas”, acrescenta. Ainda de acordo com a Agrifatto, a escala de abate é a mais curta desde março deste ano. A média nacional chegou a seis dias na semana passada, um a menos que na anterior.
VALOR ECONÔMICO
ECONOMIA
Dólar sobe ante real em dia de alta global generalizada
O dólar à vista fechou a segunda-feira em alta firme no Brasil, com as cotações acompanhando o avanço generalizado da moeda no exterior após a divulgação de dados positivos da indústria norte-americana e com os Treasuries precificando juros elevados por mais tempo nos EUA
O dólar à vista fechou o dia cotado a 5,0675 reais na venda, em alta de 0,80%. Na B3, às 17:28 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,45%, a 5,0785 reais. A moeda norte-americana demonstrou força ante outras divisas globais desde cedo, o que também favoreceu o viés positivo no Brasil. O movimento ocorria em um ambiente de alta dos rendimentos dos Treasuries, após o Congresso dos EUA alcançar no sábado um acordo para financiamento do governo até 17 de novembro, evitando assim a paralisação parcial de serviços. Números que saíram na manhã da segunda-feira nos EUA alimentaram o viés de alta para os rendimentos dos títulos norte-americanos. O Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) informou que seu Índice de Gerente de Compras (PMI) industrial aumentou para 49,0 no mês passado, a leitura mais alta desde novembro de 2022, de 47,6 em agosto. Economistas consultados pela Reuters previam que o índice subiria para 47,7. Já o indicador de emprego nas fábricas da pesquisa subiu para 51,2 no mês passado, de 48,5 em agosto. Os dados reforçaram a leitura de que, com a economia norte-americana mais forte, o Federal Reserve tende a manter os juros em patamares mais altos por mais tempo — o que tem favorecido a alta do dólar ante as demais divisas em sessões recentes. No Brasil, o avanço fez o dólar à vista marcar a cotação máxima de 5,0812 reais (+1,07%) às 13h04. Depois disso, a cotação se acomodou, com alguns agentes do mercado aproveitando os preços mais elevados para vender moeda. Ainda assim, a divisa dos EUA terminou a sessão com alta firme ante o real.
REUTERS
Ibovespa fecha em queda sem alívio em receios sobre juros nos EUA
O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, pressionada pelas ações da Vale e da Petrobras, enquanto a alta nas taxas dos contratos de DI, acompanhando o movimento dos Treasuries, minou papéis de setores sensíveis à economia brasileira
Investidores continuam preocupados com a possibilidade de manutenção de juros restritivos pelos principais bancos centrais, em particular o Federal Reserve, por mais tempo do que se esperava. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,25%, a 115.110,5 pontos., de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 116.672,3 pontos. Na mínima, a 114.761,1 pontos. O volume financeiro somava 14 bilhões de reais antes dos ajustes finais.
REUTERS
Brasil tem resultado bem acima do esperado e abre 220.844 empregos formais em agosto, mostra Caged
O Brasil abriu 220.844 vagas formais de trabalho em agosto, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência, em um resultado bem acima do esperado
O resultado do mês passado superou a expectativa em pesquisa da Reuters de criação líquida de 178.000 empregos, e foi fruto de 2,099 milhões de admissões e 1,878 milhão de desligamentos, representando ainda melhora ante a criação líquida de 143.004 vagas em julho. Desta forma, a leitura de agosto puxou para cima o saldo de empregos acumulado nos seis primeiros meses do ano para 1,388 milhão de vagas, segundo a série com ajustes. No mesmo período de 2022, no entanto, o superávit era maior, de 1,901 milhão de postos de trabalho. Segundo o relatório, houve saldo positivo de vagas em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas no mês. Os serviços, que sempre costumam liderar a criação de empregos, registraram superávit de 114.439 postos, seguidos pelo comércio (41.843), pela indústria (31.086), pela construção (28.359) e pela agropecuária (5.126). Os dados também mostraram superávit de empregos criados em todas as cinco regiões do país. O Sudeste abriu o maior número de vagas, com leitura de 100.006, seguido por Nordeste (+63.774), Sul (+22.831), Centro-Oeste (+17.877) e Norte (+17.852). Com relação ao salário médio real de contratação, houve alta em agosto para 2.037,90 reais, de 2.036,63 reais no mês anterior, de acordo com a série sem ajustes.
REUTERS
Balança comercial brasileira tem superávit de US$8,904 bi em setembro, diz ministério
A balança comercial brasileira registrou superávit de 8,904 bilhões de dólares em setembro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na segunda-feira, com exportações de 28,431 bilhões de dólares e importações de 19,527 bilhões de dólares
A Secex, que está ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), também revisou sua projeção para o saldo da balança comercial em 2023, de superávit de 84,7 bilhões de dólares para superávit de 93 bilhões de dólares. A secretaria projeta exportações de 334,2 bilhões de dólares no ano e importações de 241,1 bilhões de dólares. Os dados da Secex mostraram ainda que o saldo comercial acumulado no ano até setembro foi de 71,309 bilhões de dólares. O desempenho foi resultado de exportações de 253,009 bilhões de dólares, contra importações de 181,700 bilhões de dólares.
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Superávit comercial de setembro é o maior para o mês em toda a série histórica, diz Brandão
Diretor de Planejamento e Inteligência Comercial da Secex destacou ainda que as exportações tiveram como destaque no mês passado os volumes embarcados de agropecuária, como soja, milho e café, e indústria extrativa
O diretor de Planejamento e Inteligência Comercial da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Herlon Brandão, afirmou que o superávit comercial registrado pelo Brasil em setembro, de US$ 8,9 bilhões, foi o maior para o mês em toda a série histórica. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (02) em entrevista coletiva concedida para comentar os dados da balança comercial de setembro, divulgados mais cedo pela Secex, que faz parte do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A série histórica tem início em 1989. Segundo Brandão, as exportações tiveram como destaque no mês passado os volumes embarcados de agropecuária e indústria extrativa. No primeiro caso, o movimento foi influenciado positivamente pelas vendas de soja, milho e café. No segundo caso, um dos destaques foi o minério de ferro, em função de uma desaceleração na queda do preço desses produtos. Em relação às importações, o diretor da Secex disse que a redução dos valores foi disseminada entre todas as regiões das quais o Brasil compra. Também afirmou que os preços das importações mantiveram na média a trajetória de queda observada em meses anteriores. Sobre o superávit de US$ 71,8 bilhões acumulado entre janeiro e setembro deste ano, Brandão destacou que pela primeira vez na série o resultado foi maior do que US$ 70 bilhões. O número é o maior da série histórica para o período e também supera o recorde anual, de US$ 62,3 bilhões, registrado em 2022.
VALOR ECONÔMICO
Economistas ajustam marginalmente inflação de 2024 para cima em pesquisa Focus sem grandes alterações
Economistas revisaram marginalmente para cima a projeção de inflação para 2024, mostrou a pesquisa semanal Focus publicada na segunda-feira pelo Banco Central, que não trouxe grandes alterações nas estimativas
O prognóstico de inflação do mercado para o ano que vem teve alta de 0,01 ponto percentual em relação à semana anterior, a 3,87%. No entanto, a estimativa de inflação de 2023 ficou inalterada em 4,86%, enquanto a inflação de 2025 e 2026 continuou sendo calculada em 3,50%. O centro da meta oficial para a inflação em 2023 é de 3,25% e para 2024, 2025 e 2026 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. As apostas para o patamar de juros ao final deste ano e do próximo também seguiram inalteradas, com o mercado ainda vendo a Selic em 11,75% e 9,00% na conclusão de cada período. Ao mesmo tempo, a mediana das previsões na pesquisa continuou sendo de que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 2,92% em 2023 e 1,50% em 2024. As expectativas do mercado em torno do desempenho econômico do país têm melhorado ao longo dos últimos meses, depois de leituras surpreendentemente resilientes do PIB nos dois primeiros trimestres.
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EMPRESAS
Marfrig ganha lugar à mesa na ceia da BRF
Portfólio de comemorativos da dona da Sadia terá um produto de carne bovina entre as 31 opções
A Marfrig ganhou um lugar à mesa na ceia da BRF. Pela primeira vez em anos, o portfólio de comemorativos da dona da Sadia e da Perdigão terá um produto de carne bovina entre as 31 opções: um cupim pré-assado produzido pela sua controladora. Pesquisas encomendadas pela BRF mostraram que, apesar de o frango e o suíno ganharem mais espaço durante as festividades de Natal e Ano Novo, existe uma demanda por carne bovina, especialmente para churrasco. “Era um mercado do qual estamos ausentes”, disse Marcel Sacco, vice-presidente de marketing e novos negócios. “Agora, oferecemos um portfólio mais completo, com as três proteínas”. O lançamento ocorre enquanto a Marfrig aumenta sua participação nas ações da BRF. Na semana passada, a empresa de Marcos Molina comprou mais uma fatia de dona da Sadia e subiu sua posição para cerca de 40%. Sacco destacou que as empresas continuam sendo independentes, mas, como são “da mesma família”, estão aproveitando suas sinergias para ganhar mercado. A BRF alcançou 58% de market share em comemorativos no ano passado e projeta ganhar mais um ou dois pontos percentuais em 2023. No entanto, quem manda nas decisões do portfólio é a demanda, garante o executivo da BRF. Segundo ele, caso a empresa identifique que há oportunidades, novos produtos de carne bovina podem ser lançados em parceria com a Marfrig. O portfólio de comemorativos é bem importante para a receita anual da BRF, além de ter margens maiores, diz Marcel Sacco, sem detalhar os números. Este ano, o faturamento dessa linha deve aumentar entre 5% e 6%, com preços estáveis para o consumidor final. O vice-presidente de novos negócios afirma que a projeção é “otimista, mas cautelosa”, apoiada principalmente na percepção de que a inflação está sob controle e o desemprego, em queda. “Isso aumenta a renda disponível e, junto com a [demanda] da época de final de ano, traz boas perspectivas de consumo”, afirmou. De acordo com o vice-presidente de Novos Negócios, este deve ser o melhor Natal em termos de receita desde o início da pandemia da covid-19, que impactou a economia mundial e a dinâmica das famílias durante as festividades de fim de ano. Segundo o Valor Data, a BRF está avaliada em R$ 17,1 bilhões na B3 e a Marfrig, R$ 4,7 bilhões, considerando os fechamentos de sexta-feira (29/9).
VALOR ECONÔMICO
Marfrig recompra US$ 81,1 milhões em senior notes
A companhia destaca que a recompra e cancelamento dos bonds reforçam seu compromisso com a disciplina financeira, e fazem parte da estratégia de melhor alocação de capital, de redução do endividamento e do custo financeiro
A Marfrig informou na segunda-feira (2/9) que recomprou e cancelou US$ 81,1 milhões de senior notes (bonds) em circulação com vencimento em 2026, 2029 e 2031. A operação inclui US$ 41,614 milhões de senior notes em circulação com remuneração de 7% ao ano e vencimento em 2026, emitidas pela NBM US Holdings; uma parcela de US$ 11,041 milhões de notas com remuneração de 6,625% ao ano e vencimento em 2029, também emitidas pela NBM; e US$ 28,457 milhões de notas com remuneração de 3,950% ao ano e vencimento em 2031, emitidas pela MARB BondCo PLC. A Marfrig destaca que a recompra e cancelamento dos bonds reforçam seu compromisso com a disciplina financeira, e fazem parte da estratégia de melhor alocação de capital, de redução do endividamento e do custo financeiro. Senior notes servem para gerar capital de negócios, incentivando investidores a subsidiarem empresas com empréstimos mais seguros, com remunerações de curto prazo, classificados como sênior, que têm maior prioridade de reembolso caso o negócio se tornar extinto.
VALOR ECONÔMICO
EVENTOS
ABPA & ApexBrasil levam dezenas de agroindústrias para a maior feira de alimentos do mundo
A ação contará com estande próprio na Anuga, feira que acontecerá entre os dias 07 e 11 de outubro, na Alemanha
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará agroindústrias da avicultura e da suinocultura do Brasil para a Anuga, maior feira de alimentos do mundo, que acontecerá entre os dias 07 e 11 de outubro na cidade de Colônia, Alemanha. Principal ação de promoção de imagem e negócios no mercado europeu em 2023, a participação na feira de Anuga contará com um espaço exclusivo para a avicultura e a suinocultura do Brasil no evento. São mais de 400 metros quadrados dedicados ao setor, com infraestrutura completa, incluindo salas de reuniões, espaços dedicados para o atendimento comercial das empresas e área de degustação dos produtos brasileiros. A cozinha será comandada pelo chef gaúcho Marcelo Bortolon, com o preparo de pratos à base de proteína animal – uma degustação que já se tornou tradicional no evento. São diversas as opções no cardápio, como frango com polenta, omeletes, porções de pururuca, pratos com carne de pato, entre outros. Ao todo, 22 empresas confirmaram presença na ação da ABPA & ApexBrasil: Alibem, Avenorte, Bello Alimentos, C.Vale, Coasul, Copacol, Dália Alimentos, Ecofrigo, Frangos Pioneiro, Friato, Frigoestrela, Frimesa, Jaguafrangos, GTFoods, Lar Agroindustrial, Netto Alimentos, Rudolph, Somave, SSA, Vibra, Villa Germânia, Zanchetta Alimentos. Outras associadas da ABPA estarão com espaço próprio no evento, como BRF, Aurora Alimentos, Seara Alimentos, Pamplona Alimentos e Vossko.
ABPA
FRANGOS & SUÍNOS
Mercado de suínos tem cotações estáveis
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 125,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 9,40/kg, em média
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (29), os valores ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 6,47/kg), Paraná (R$ 6,27/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,17/kg), Santa Catarina (R$ 6,26/kg), e São Paulo (R$ 6,66/kg). 6,93/kg.
Cepea/Esalq
Exportações de carne suína em setembro crescem 4,43%
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura nos 20 dias úteis de setembro tiveram aumento no volume embarcado
A receita, US$ 228,5 milhões, representa 98,9% do total arrecadado em todo o mês de setembro de 2022, que foi de US$ 231.068,528. No volume embarcado, as 98.461 toneladas representam crescimento de 4,43% em relação a setembro do ano passado, com 94.276 toneladas. Na comparação com agosto deste ano, a receita de US$ 228.5 milhões de setembro deste ano representa recuo de 3,9%. Em relação ao volume embarcado, 98.461 toneladas, ele é 1,54% inferior às 100.003,76 toneladas exportadas em agosto. No faturamento por média diária, US$ 11,4 milhões, ele é 3,8% maior do que o de setembro de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve diminuição de 11,35%. Em toneladas por média diária, 4.923 toneladas, houve incremento de 9,7% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, queda de 10,84%. No preço pago por tonelada, US$ 2.321, ele é 5,3% inferior ao praticado em setembro passado. Frente ao valor da semana anterior, baixa de 0,57% em relação aos US$ 2.334 anteriores.
AGÊNCIA SAFRAS
Frango: alta de 1,02% para a ave no atacado paulista
De acordo com o Cepea, a parcial do mês de setembro registrava aumento de 1,4% para o frango vivo comercializado em algumas regiões de São Paulo, movimento atrelado à redução de oferta no mercado interno
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,00/kg, enquanto o frango no atacado teve alta de 1,02%, valendo R$ 6,90/kg. Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. No Paraná, o preço não mudou, valendo R$ 4,47/kg, enquanto em Santa Catarina, houve leve queda de 0,23%, chegando a R$ 4,27/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (29), tanto a ave congelada quanto a resfriada não mudaram de preço, custando, respectivamente, R$ 6,91/kg e R$ 6,93/kg.
Cepea/Esalq
Exportação de carne de frango em setembro cai 12,11% na receita em relação a agosto e volume cede 10,34%
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura nos 20 dias úteis de setembro cederam em faturamento e volume quando comparadas com agosto
A receita, US$ 662,8 milhões, representou 87,95% do total de setembro de 2022, com US$ 753,6 milhões. No volume embarcado, as 373.310 toneladas são 2,5% maiores que o total registrado em setembro do ano passado, com 364.184 toneladas. Em comparação com agosto deste ano, a receita representa recuo de 12,11%. Em relação ao volume embarcado, as 373.310,58 toneladas deste mês são 10,34% inferiores a agosto. Na receita por média diária, US$ 33.1 milhões, ela é 7,6% menor do que a registrada em setembro de 2022. No comparativo com a semana anterior, baixa de 12,24%. Em toneladas por média diária, 18.665 toneladas, houve aumento de 7,6% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, queda de 11,95%. No preço pago por tonelada, US$ 1.775, ele é 14,2% inferior ao praticado em setembro do ano passado. Frente ao valor atingido na semana anterior, retração de 0,32%.
AGÊNCIA SAFRAS
Brasil atinge 114 casos de gripe aviária, com casos em SP, RJ e SC
O Brasil conta com 114 casos de gripe aviária, desde a atualização deste final de semana do painel de dados para consulta online disponibilizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ao todo, são 111 ocorrências em aves silvestres e três em aves de subsistência
Um dos casos foi em um Trinta-réis-de-bando em Seropédica, no Rio de Janeiro, um Trinta-réis-real em Mongaguá, em São Paulo, e um Trinta-réis-de-bando em Penha, Santa Catarina. Segundo as informações do MAPA, há nove casos em investigações em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo. Total de casos de gripe aviária no Brasil: Espírito Santo: 30 (sendo 29 em aves silvestres e 01 em ave de subsistência). Rio de Janeiro: 19 (aves silvestres). Rio Grande do Sul: 01 (ave silvestre). São Paulo: 34 (aves silvestres). Bahia: 04 (aves silvestres). Paraná: 12 (aves silvestres). Santa Catarina: 13 (12 em ave silvestre e 01 em ave de subsistência). Mato Grosso do Sul: 01 em ave de subsistência.
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