
Ano 9 | nº 2040 |10 de agosto de 2023
NOTÍCIAS
Queda na cotação do boi e da novilha em São Paulo
Após início de semana com estabilidade, as cotações do “boi China”, do boi destinado ao mercado interno e da novilha caíram R$5,00/@, nas praças pecuárias paulistas. As escalas de abate estão confortáveis e algumas indústrias frigoríficas estão fora de compras
O boi gordo está sendo negociado em R$225,00/@, a vaca gorda em R$205,00/@ e a novilha gorda em R$215,00/@, preços brutos e a prazo. Há ofertas abaixo da referência vigente, mas, até o momento, sem compras executadas. O boi destinado à exportação, o “boi China”, está sendo negociado em R$230,00/@, preço bruto e a prazo. O ágio segue em R$5,00/@. Na região do Triângulo Mineiro, todas as cotações de bovinos destinados ao abate caíram na região. As cotações do boi para o mercado interno, do “boi China” e da novilha gorda caíram R$5,00/@, enquanto a da vaca teve queda de R$3,00/@. O boi destinado ao mercado interno está sendo negociado em R$205,00/@, a vaca em R$200,00/@ e a novilha em R$205,00/@, preços brutos e a prazo. O “boi China” está sendo negociado em R$225,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de $20,00/@. No Rio de Janeiro, cotações estáveis na comparação feita dia a dia. Com isso, o boi está sendo negociado em R$215,00/@, a vaca em R$195,00/@ e a novilha em R$195,00/@. Não há referência para o “boi China” na região.
SCOT CONSULTORIA
Queda dos preços da arroba do boi gordo em São Paulo, com poucas transações ocorrendo em torno de R$ 230
O mercado físico do boi gordo experimentou uma retomada das operações com valores mais reduzidos durante a quarta-feira (9)
Apesar de algum ressurgimento nos preços da carne nos últimos dias, os frigoríficos estão novamente aplicando pressão sobre os valores das boiadas, conforme analisado por Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado. O ponto de destaque do dia foi a diminuição dos preços por arroba em São Paulo, com poucas transações ocorrendo em torno de R$ 230. É previsto que esse cenário de pressão se mantenha, ao menos a curto prazo, principalmente na região Centro-Norte, devido ao posicionamento mais favorável das escalas de abate, conforme observou Iglesias. Em São Paulo, na Capital, a referência para o valor da arroba do boi se estabeleceu em R$ 225,00. Em Goiânia, Goiás, foi indicado o preço de R$ 215,00 por arroba do boi gordo. Já em Uberaba (MG), a arroba foi negociada a R$ 225,00, enquanto em Dourados (MS), atingiu R$ 225,00 por arroba. Em Cuiabá, a arroba se situou na faixa de R$ 202,00 a R$ 203,00. No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis nesta quarta-feira. A tendência ainda aponta para um aumento moderado dos preços no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia e a demanda adicional relacionada ao Dia dos Pais. Entretanto, a carne de frango continua mantendo uma vantagem competitiva em relação às outras fontes de proteína animal. O corte do quarto traseiro foi avaliado a R$ 17,85 por quilo, enquanto o quarto dianteiro teve cotação de R$ 13,40 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 13,20 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Mapa conquista abertura de dois mercados na República Dominicana
Carnes bovinas e suínas brasileiras serão comercializadas para o país caribenho
Com um processo rigoroso que incluiu a revisão de certificados e auditorias in loco, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) conquistou mais dois mercados para a comercialização da proteína animal brasileira. Carnes bovinas e carnes suínas já podem ser exportadas para a República Dominicana. Segunda maior economia da América Central e Caribe, o país se apresenta como um destino promissor para as carnes brasileiras. O mercado é de cerca de 120 mil toneladas de importação anual. “Esta é uma das maiores aberturas de mercado para a carne suína brasileira da última década. Uma relação comercial importante para o Brasil porque gera mais oportunidades aos trabalhadores do nosso agro, da agroindústria e do comércio dos municípios produtores. É um ciclo virtuoso e é por isso que o presidente Lula e o Mapa vêm trabalhando com afinco no fortalecimento das relações internacionais”, explicou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Em março, o ministro se reuniu com a embaixadora da República Dominicana no Brasil, Patrícia Villegas de Jorge, para tratar sobre o tema e, desde então, as negociações avançaram até a conclusão do processo de abertura dos mercados nesta semana. Com a abertura dos mercados de carne suína e carne bovina para o país, pelo menos sete estabelecimentos brasileiros já estão habilitados a realizar as exportações dos produtos e outros ainda estão sob análise. Ao todo, desde o início de 2023, os produtos agropecuários brasileiros, com uma pauta de diversificação das exportações, já conquistaram a abertura de 29 mercados nas Américas, Ásia, África e Oceania.
MAPA
Carne bovina tem queda de preço, mas consumo ainda não se recupera
O preço da carne bovina, que sofreu altas nos últimos quatro anos, apresentou uma queda de quase 4% no primeiro semestre de 2023, conforme dados recentes
Esse declínio nos preços, resultante de dois anos consecutivos de aumento, ainda não levou a uma recuperação do consumo. Um levantamento da plataforma online Kantar, realizado com 3.800 pessoas, mostrou que no primeiro trimestre deste ano, o consumo de proteínas teve uma redução de 9%. Comerciantes e proprietários de açougues relatam um aumento nas vendas de carne em cerca de 30% nos últimos dias devido à redução no preço. No entanto, muitos consideram que esse crescimento ainda não é expressivo. Uma das principais razões para a queda do valor da carne bovina é a diminuição no custo de sua produção. O preço dos grãos, como milho e soja, utilizados na alimentação dos animais, também sofreu uma queda, influenciando o mercado. Embora os preços tenham diminuído recentemente, a expectativa é que eles não retornem aos níveis observados durante a pandemia. Nos últimos quatro anos, houve um aumento de quase 70% no preço da carne. O consumo de carne bovina, que representava 43,1% das refeições no início de 2021, agora representa 39%. Mesmo com a queda recente no valor, a projeção é que o consumo reduza ainda mais, podendo chegar a uma diminuição total de 5% até o fim de 2023.
BEEF POINT
ECONOMIA
Dólar à vista fecha em alta de 0,17%, a R$4,9065 na venda
O dólar à vista oscilou em margens estreitas na quarta-feira, entre altas e baixas, para encerrar o dia com leves ganhos ante o real, com investidores ponderando dados da economia da China pela manhã e aguardando a divulgação de novos números de inflação nos EUA na quinta-feira
O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9065 reais na venda, com alta de 0,17%. Na B3, às 17:06 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,04%, a 4,9250 reais. Antes da abertura dos negócios no Brasil, o Escritório Nacional de Estatísticas informou que o índice de preços ao consumidor da China caiu 0,3% em julho na comparação anual, ante previsão de queda de 0,4% em pesquisa da Reuters. Foi o primeiro recuo desde fevereiro de 2021.
REUTERS
Ibovespa fecha em queda e mantém sinal negativo em agosto após rali no 2º tri
O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, em que CVC Brasil capitaneou as perdas com um tombo de cerca de 8% após resultado trimestral fraco, em mais uma sessão marcada pela repercussão de uma bateria de balanços
A piora do desempenho das ações da Vale, fechando em baixa de quase 1%, consolidou a sétima sessão consecutiva de queda do Ibovespa, na maior série de perdas desde junho de 2022, quando caiu em oito sessões até o dia 14. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,67%, a 118.297,94 pontos, de acordo com dados preliminares. No mês, que não registrou nenhum fechamento positivo, já recua quase 3%. A correção ocorre após alta de 15,9% no segundo trimestre e acompanha também a saída de capital externo da bolsa no mês, com as vendas de estrangeiros superando as compras em 4,5 bilhões de reais até o dia 7, sem considerar o fluxo para ofertas de ações. O volume financeiro da sessão somava 21 bilhões de reais.
REUTERS
Brasil tem fluxo cambial positivo de US$2,449 bi em julho, diz BC
O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 2,449 bilhões de dólares em julho, em movimento puxado pela via comercial, informou na quarta-feira o Banco Central
Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de 2,177 bilhões de dólares em julho. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, o saldo de julho foi positivo em 4,626 bilhões de dólares. Na semana passada, de 31 de julho a 4 de agosto, o fluxo cambial total foi positivo em 1,923 bilhão de dólares. Em agosto até o dia 4, o fluxo está positivo em 1,6 bilhão de dólares. No acumulado do ano até 4 de agosto, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de 19,065 bilhões de dólares.
REUTERS
Volume de vendas do comércio fica estável em junho e fecha semestre com alta de 1,3%
O comércio varejista mostrou estabilidade e registrou 0,0% na passagem de maio para junho. A média móvel trimestral foi de -0,3% no segundo trimestre de 2023, o acumulado no primeiro semestre de 2023 é de alta de 1,3% com relação ao mesmo período de 2022
No índice acumulado dos últimos 12 meses, o setor marcou seu nono mês consecutivo no campo positivo, chegando a 0,9%. Na comparação de junho de 2022 com junho de 2023, o volume de vendas no comércio teve alta de 1,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada na quarta-feira (09/08) pelo IBGE. O gerente da pesquisa, Cristiano Santos, explica que o desempenho no semestre foi perdendo ritmo após janeiro. “O primeiro semestre fecha em alta muito por conta do crescimento concentrado em janeiro, quando foi de 4,1%. Depois de janeiro, os resultados são mais tímidos, com variações mais próximas a 0%” relembra. Quatro atividades fecharam o primeiro semestre em alta. Um dos principais responsáveis pelo crescimento nas vendas do comércio varejista foi o setor de combustíveis e lubrificantes. Nos primeiros seis meses de 2023, a atividade acumula 14,5% de ganho em relação ao mesmo período de 2022, com crescimento de 21,1% nos últimos 12 meses. “Este cenário de expansão é bem definido por conta da mudança da política de preços no ano passado, e continuou esse ano”, justifica Cristiano. Outra importante atividade que pressionou positivamente o resultado do comércio varejista no primeiro semestre é o de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. O setor acumula crescimento de 2,6% no ano em junho, com destaque para o resultado de abril, quando registrou alta de 3,6%. Para o pesquisador, entretanto, o cenário ainda é bastante contrário à perspectiva de consumo no varejo. “Sobretudo com relação ao crédito e a taxa de juros”, ressalta. Completam as atividades com alta no semestre o setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,2%) e o de Móveis e eletrodomésticos (1,0%). Já pelo lado das atividades com retração nas vendas até junho de 2023, o destaque é para o Outros: artigos de uso pessoal e doméstico, que acumula queda de 13,7%. O setor engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos, entre outros, área em que grandes cadeias passam por crises contábeis e que, por isso, têm fechado estabelecimentos. As demais atividades que fecharam o semestre em queda são Outros: artigos de uso pessoal e doméstico (-13,7%); tecidos, vestuário e calçados (-9,0%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,7%); e Equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-0,7%). Comércio varejista ampliado apresenta alta de 1,2% em junho e fecha semestre com crescimento de 4% – No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas apresentou alta de 1,2% frente a maio. Na comparação com junho de 2022, o crescimento foi de 8,3%, fechando o primeiro semestre com expansão de 4,0%. O acumulado nos últimos 12 meses é de 1,1%. Entre as atividades, Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo influenciou no crescimento do semestre e fechou com alta de 8,3%. Veículos e motos, partes e peças também teve alta, de 5,4%, enquanto o setor de Material de construção recuou 3,6% no acumulado do ano até junho. Na análise regional, o comércio varejista apresentou resultados positivos em 22 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Alagoas (2,7%), Acre (2,6%) e Paraíba (2,2%). Entre as quatro UFs que tiveram recuo, as principais foram Minas Gerais (-1,3%), Tocantins (-0,9%) e Pernambuco (-0,9%). No comércio varejista ampliado, houve alta em 25 das 27 UFs, com destaque para Maranhão (7,6%), Alagoas (6,7%) e Bahia (6,6%). As taxas negativas foram registradas em Tocantins (-1,1%) e Pernambuco (-1,8%),
Agência IBGE de Notícias
GOVERNO
Indonésia abre mercado para exportação de gado em pé e farinhas de alimentação animal
Assinatura dos protocolos sanitários foi realizada em Belém (PA), durante a Cúpula da Amazônia. Gado brasileiro contribuiria para o melhoramento genético do rebanho da Indonésia
A Indonésia abriu seu mercado para as exportações brasileiras de gado em pé e de farinhas usadas na alimentação animal. A assinatura dos protocolos sanitários foi realizada em Belém (PA), durante a Cúpula da Amazônia, e contou com a participação do secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, e de autoridades do país do Sudeste asiático. O Ministério informou que os protocolos firmados permitirão a exportação de gado, que contribuirá para o melhoramento genético do rebanho da Indonésia, e de subprodutos de animais para alimentação animal. “Ao longo destes sete meses estamos trabalhando com muito afinco na expansão dos nossos mercados, na pauta de exportações com valor agregado, que gera emprego tanto para o campo quanto para a cidade”, comentou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em nota. De janeiro a julho deste ano, as exportações de produtos brasileiros para a Indonésia somaram mais de U$ 1,98 bilhão. Farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais representam 51% dos produtos exportados para o país no período. No início deste ano, a Indonésia anunciou a abertura de mercado para a carne bovina brasileira. Já são 31 mercados abertos para os produtos da agropecuária brasileira em 2023.
GLOBO RURAL
EMPRESAS
Minerva Foods tem queda de 72% no lucro líquido do 2º tri
A Minerva Foods teve um lucro líquido de R$ 120,7 milhões no segundo trimestre, 71,6% abaixo do registrado no mesmo trimestre de 2022, com queda nas vendas para os mercados externos, segundo os resultados da companhia divulgados na quarta-feira (09)
A receita líquida da empresa somou R$ 7,3 bilhões, queda de 14,1% na comparação anual. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) caiu 8,6% para R$ 711,2 milhões. A Minerva abateu 1,021 milhão de cabeças de bovinos no segundo trimestre, 1,4% a menos que um ano antes e 22% a mais que no primeiro trimestre deste ano. O volume total de vendas da companhia no segundo trimestre caiu 2,4% em relação a um ano antes para 314,1 mil toneladas, sendo que uma alta de 5% nos volumes para o mercado interno não compensou uma redução de 6,2% nas vendas para o externo. A receita bruta de vendas para o mercado externo caiu 19,8% no período, para R$ 5,1 bilhões, impactada pela queda nos volumes e redução de 15,1% no preço médio dos produtos. Já a receita bruta do mercado interno somou R$ 2,65 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 2% ante o mesmo período do ano passado. O presidente da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, disse no comunicado de resultados da empresa que os produtores da América do Sul, em particular o Brasil, seguem se beneficiando com a retomada do ciclo bovino, um movimento que deve perdurar por dois a três anos e que amplia a oferta de animais na região. “Pela ótica da demanda, seguimos confiantes com a gradual recuperação do mercado chinês, o reaquecimento da economia, a gradativa redução de estoques e a sazonalidade da segunda metade do ano, que devem incentivar uma retomada mais agressiva nos próximos trimestres”, disse o executivo.
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: altas do animal vivo
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 120,00/R$ 122,00, assim como a carcaça especial, valendo R$ 9,30/kg/R$ 9,60/kg
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (8), houve alta de 2,78% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,65/kg, incremento de 1,81% no Paraná, alcançando R$ 6,18/kg, avanço de 0,51% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 5,94/kg, elevação de 1,70% em Santa Catarina, custando R$ 5,98/kg, e de 2,90% em São Paulo, fechando em R$ 6,39/kg.
Cepea/Esalq
ABPA comemora abertura do mercado da República Dominicana para Carne Suína
Mercado é um dos maiores importadores da proteína animal nas Américas
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a abertura do mercado da República Dominicana para a carne suína produzida no Brasil, conforme anunciado ontem pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. De acordo com o Ministério da Agricultura, três plantas brasileiras dos Estados do Acre, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram habilitadas imediatamente a embarcar produtos para o mercado dominicano. Espera-se que novos estabelecimentos gaúchos, catarinenses e também do Paraná sejam habilitados após a conclusão de trâmites pendentes. “A República Dominicana é um mercado com elevada demanda, que tem enfrentado desafios severos com registro de Peste Suína Africana em seu território, o que tem reduzido nos últimos anos a produção local. Neste sentido, graças ao trabalho realizado pelos Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores, posicionamos o Brasil como parceiro pela segurança alimentar da população dominicana. Esperamos ver os efeitos desta parceria em breve, com embarques de produtos brasileiros para este mercado”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. A República Dominicana é um dos mais relevantes mercados importadores de carne suína das Américas. Anualmente, o país produz 45 mil toneladas de carne suína, mas consome 165 mil toneladas, conforme dados de 2022 do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Em 2022, a República Dominicana importou 120 mil toneladas do produto, e a projeção para 2023 aponta para compras internacionais de até 130 mil toneladas, conforme projeções do USDA. Cerca de 85% deste volume é proveniente dos Estados Unidos, sendo completado pelo Reino Unido e Canadá. “É o quinto mercado aberto ou ampliado apenas este ano para a proteína suína, o que reforça cada vez mais a posição de destaque do Brasil no suprimento de carne suína em nível global, com o Brasil já sendo aproximadamente 12% de toda carne suína comercializada internacionalmente no mundo” destacou o diretor de mercados da entidade, Luís Rua.
ABPA
Altas pontuais para o mercado do frango
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,00/kg, enquanto o frango no atacado teve alta de 0,48%, valendo R$ 6,23/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou estável em R$ 4,19/kg, assim como no Paraná, valendo R$ 4,38/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (8), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado tiveram aumento de 1,15%, valendo, ambos, R$ 6,18/kg.
Cepea/Esalq
ABRAFRIGO
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