CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2018 DE 11 DE JULHO DE 2023

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Ano 9 | nº 2018 |11 de julho de 2023

 

NOTÍCIAS

Mercado do boi calmo em São Paulo

Como ocorre nas segundas-feiras, grande parte dos frigoríficos estiveram fora das compras, sentindo como foi a venda de carne, para definir os preços que serão ofertados

Com isso, as cotações para todas as categorias de bovinos para abate permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia. O boi gordo direcionado ao mercado interno continua valendo R$ 250/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 212/@ e R$ 235/@, respectivamente (preços brutos e a prazo). O preço pago pela arroba do “boi-China” está em cotado em R$ 255 no mercado paulista (preço bruto e a prazo) – portanto com ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”. Na última semana, em São Paulo, os preços dos cortes bovinos subiram em relação à semana anterior, informou a Scot. As cotações da vaca e da novilha casadas tiveram aumento semanal de 3,5% e 2,7%, precificadas em R$ 14,65/kg e R$ 15,19/kg, respectivamente. No mesmo período, a carcaça casada de bovinos castrados subiu 0,3%, negociada em R$ 16,31/kg. Para a carcaça de bovinos inteiros, houve um aumento de 3,6% na última semana, precificada em R$ 15,19/kg, informou a Scot. Na região Sul da Bahia, as cotações do boi, da vaca e da novilha estiveram estáveis na comparação diária. No mercado atacadista de carne com osso, em São Paulo, com a menor oferta de bovinos e vendas razoáveis, os preços melhoraram. Para as cotações da vaca e da novilha casadas, aumento de 3,5% e 2,7%, respectivamente, na comparação semana a semana. No mesmo período, a carcaça casada de bovinos castrados subiu 0,3%. Para a carcaça de bovinos inteiros, aumento de 3,6%.

SCOT CONSULTORIA

Semana começa com preços estáveis no mercado físico

Em São Paulo, o preço de referência para a arroba do boi ficou em R$ 254. Em Dourados (MS), a arroba foi cotada a R$ 246

Em algumas regiões, como São Paulo e Mato Grosso do Sul, os frigoríficos estão adotando uma postura mais cautelosa na compra de gado, pois as escalas de abate estão em uma posição confortável. No Centro-Norte, no entanto, há uma maior propensão a ajustes devido às escalas de abate menos favoráveis. Vale ressaltar que a oferta de animais confinados ao longo de julho será limitada, mas espera-se um aumento em agosto, conforme apontado pelo analista Fernando Henrique Iglesias. Em São Paulo (capital), o preço de referência para a arroba do boi ficou em R$ 254. Em Dourados (MS), a arroba foi cotada a R$ 246. Já em Cuiabá, o valor indicado foi de R$ 216 por arroba. Em Goiânia, a arroba do boi gordo foi negociada a R$ 240. Em Uberaba (MG), o preço da arroba ficou em R$ 250. No mercado atacadista, os preços permanecem estáveis no início da semana. Ainda há uma tendência de possíveis ajustes a curto prazo, devido à entrada dos salários na economia. No entanto, a carne de frango continua sendo um fator limitante, com preços em queda livre nos últimos dias. O quarto traseiro se mantém em torno de R$ 18,60 por quilo, enquanto o quarto dianteiro é cotado a R$ 14,40 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 14,25 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Exportações de carne bovina in natura caem no preço e no volume com 37,3 mil toneladas na primeira semana de julho

Com economia chinesa enfraquecida, analista alerta que embarques de proteínas animais podem ser impactados negativamente. Queda no preço e no volume

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a exportação de carne bovina in natura ficou em 37,3 mil toneladas nos primeiros cinco dias úteis de julho/23. A média diária exportada na primeira semana de julho/23 foi de 7,4 mil toneladas, recuo de 6,10%, frente ao mês de julho do ano anterior, com 7,9 mil toneladas. Para o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o desempenho das exportações na primeira semana do mês trouxe preocupações. “No comparativo anual podemos ver quedas acentuadas no volume, faturamento e preço pago. O governo Chinês está enfrentando dificuldade em aquecer a economia e tem sofrido um desgaste com a desvalorização da moeda chinesa e isso pode impactar negativamente nos embarques de carne bovina”, comentou. O preço médio do produto na primeira semana de julho ficou em US$ 4.862 por tonelada, queda de 25,8% frente aos dados divulgados em julho de 2022, com US$ 6.549 por tonelada. O valor negociado para o produto na primeira semana de julho/23 ficou em US $ 181,7 milhões. A média diária ficou em US $ 36,3 milhões, queda de 30,3%, frente a julho do ano passado, com US$ 52,1 milhões.

AGÊNCIA SAFRAS

Rio Grande do Sul tem menor índice de roubo de gado em mais de 10 anos

Uso de dados e equipes de polícia dedicadas aos crimes no campo foram essenciais para a redução das ocorrências de abigeato

O Rio Grande do Sul registrou 285 casos de roubo de gado (abigeato) em junho, o menor número para o mês em toda a série histórica, que começou em 2010. As ocorrências diminuíram 32,5% em relação ao mesmo período do ano passado. No total do primeiro semestre, os gaúchos tiveram 1,9 mil casos, uma redução no comparativo anual de quase 18%. De acordo com o governo do Estado, a redução dos crimes deve-se à atuação da Operação Agro-Hórus, da Brigada Militar, em 137 municípios e na faixa de fronteira com a Argentina e o Uruguai. Estudos e dados da Secretaria de Agricultura alimentaram o sistema de inteligência dos militares. “Conseguimos prender 263 foragidos e apreender 85 toneladas de carne sem identificação de procedência. Também recuperamos oito máquinas agrícolas e apreendemos 314 armas”, afirma o subcomandante-geral da Brigada Militar, coronel Douglas da Rosa Soares, em nota. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul também possui unidades criadas especialmente para lidar com crimes no campo e abigeato desde 2018. Segundo as autoridades, o foco é o abigeato, mas também são investigados outros crimes, como receptação e furto ou roubo de maquinário agrícola. “Os crimes rurais fazem parte de uma cadeia complexa, o que exige uma investigação qualificada por parte da Polícia Civil. Os abigeatos envolvem organizações criminosas, por isso, atuamos também para descapitalizar essas quadrilhas, combatendo a lavagem de dinheiro”, afirma o delegado Anderson Spier, diretor do Departamento de Polícia do Interior da Polícia Civil.

GLOBO RURAL

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em alta de 0,37%, a R$4,8828 na venda

Após forte queda na sessão anterior, o dólar à vista teve um dia de ajustes na segunda-feira e fechou em alta ante o real, com investidores repercutindo dados fracos sobre a economia chinesa e à espera da divulgação de números de inflação no Brasil e nos EUA durante a semana

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,8828 reais na venda, com alta de 0,37%. Na B3, às 17:03 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,19%, a 4,9040 reais. Na última sexta-feira, a moeda norte-americana à vista cedeu mais de 1% ante o real, na esteira do otimismo após a aprovação na Câmara do projeto de reforma tributária. Na manhã da segunda, a moeda oscilou brevemente no território negativo, mas à tarde o viés positivo se sobrepôs, ainda que as cotações pouco se afastassem da estabilidade. Os números fracos da inflação chinesa reforçaram preocupações em torno da recuperação econômica do gigante asiático, importante comprador de commodities do Brasil. Isso ajudou a manter o real em baixa, dando certo suporte ao dólar.

REUTERS

Ibovespa fecha em queda com varejo entre maiores perdas

O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, com varejistas entre as maiores quedas, entre elas Lojas Renner, que caiu mais de 6%, enquanto Ambev figurou entre os destaques positivos, embora tenha encerrado distante da máxima da sessão

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,81%, a 117.933,03 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava 16,1 bilhões de reais.

REUTERS

Mercado prevê inflação de 4,95% para este ano

O mercado financeiro reduziu a previsão da inflação para este ano pela oitava vez. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 4,95%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que a inflação este ano ficasse em 4,98%%. Há quatro semanas, a previsão era de 5,42%.

A projeção continua acima da meta de inflação para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), definida em 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, a meta será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. Para 2024, a projeção é de que o IPCA fique em 3,92%. A próxima reunião do Copom está marcada para o início do mês de agosto. Para o mercado financeiro, a expectativa é que haja uma diminuição na taxa. A projeção do Focus aponta que a Selic termine o ano em 12%. Já para 2024, a previsão é de que a taxa recue e termine o ano em 9,5%. Divulgado semanalmente, o Boletim Focus reúne a projeção de mais de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), o Focus manteve a previsão da semana passada de crescimento de 2,19% para este ano. Para 2024, o boletim estimou o crescimento de 1,28%, a mesma da semana passada. Para 2025, a projeção é de um crescimento de 1,80%. O mercado manteve pela terceira semana a previsão do câmbio, com o dólar fechando o ano em R$ 5. Há quatro semanas a previsão era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,10. Para 2024, a projeção é que o dólar fique em R$ 5,06, menor do que o projetado na semana anterior, quando a previsão era de R$ 5,08. Para 2025, a previsão é que o câmbio feche em R$ 5,15.

Agência Brasil

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: altas importantes nas cotações

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF teve aumento de 4,17%/4,10%, valendo R$ 125,00/R$ 127,00, enquanto a carcaça especial teve alta de 3,23%/2,08%, custando R$ 9,60/kg/R$ 9,80/kg

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (7), o preço ficou estável somente no Paraná (R$ 6,09/kg). Houve elevação de 1,47% em Minas Gerais, alcançando R$ 6,92/kg, incremento de 1,99% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 6,14/kg, avanço de 1,00% em Santa Catarina, custando R$ 6,06/kg, e de 0,62% em São Paulo, fechando em R$ 6,52/kg.

Cepea/Esalq

Exportação de carne suína começa julho mostrando números inferiores a julho/22

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura nos cinco dias úteis de julho mostraram números mais baixos em relação ao mesmo mês do ano passado e também na comparação com a última semana de junho

A receita, US$ 47,1 milhões, representa 22,53% do total de todo o mês de julho de 2022, com US$ 209,1 milhões. No volume embarcado, as 19.223 toneladas são 21,88% do total registrado em julho do ano passado, com 87.833 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 9,4 milhões, valor 5,4% menor do que julho de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 20,30%. Em toneladas por média diária, 3.844 toneladas, houve baixa de 8,1% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, diminuição de 16,88%. No preço pago por tonelada, US$ 2.451, ele é 3% superior ao praticado em julho passado. Frente ao valor da semana anterior, retração de 4,11%.

AGÊNCIA SAFRAS

Cotações estáveis para o mercado do frango no Paraná. Em SC, queda

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,50/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 5,25/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço caiu 10,63%, alcançando R$ 4,37/kg; já no Paraná, o preço ficou estável em R$ 4,46/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (7), a ave congelada teve leve aumento de 0,34%, chegando a R$ 5,84/kg, enquanto o frango resfriado cedeu 0,70%, fechando em R$ 5,66/kg.

Cepea/Esalq

Julho inicia com queda no preço na exportação de carne de frango

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a exportação de carne de aves in natura nos cinco dias úteis de julho mostrou baixa no preço pago pela tonelada na comparação com julho de 2022

A receita, US$ 191,5 milhões, representou 22,90% do total de todo o mês de julho de 2022, com US$ 836,3 milhões. No volume embarcado, as 98.913 toneladas são 26,29% do total registrado em julho do ano passado, com 376.211 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 38,3 milhões, valor 3,8% menor do que o registrado em julho de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve redução de 3,4%. Nas toneladas por média diária, 19.782 toneladas, houve incremento de 10,4% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, baixa de 0,91%. No preço pago por tonelada, US$ 1.936, ele é 12,9% inferior ao praticado em julho do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa retração de 2,53%.

AGÊNCIA SAFRAS

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