CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1998 DE 13 DE JUNHO DE 2023

clipping

Ano 9 | nº 1998 |13 de junho de 2023

 

NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo sem mudança de preço na segunda-feira

Em São Paulo, o volume de compras de boiadas está baixo. As escalas de abate estão confortáveis e os compradores praticamente nada negociaram

Com isso, nas praças pecuárias paulistas, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia. Com isso, o boi “comum” (direcionado ao mercado interno) e do “boi-China” seguem valendo R$ 240/@ (portanto, sem ágio para animal padrão-exportação), enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 215/@ e R$ 230/@ (preços brutos e a prazo).  Na região de Cuiabá, em Mato Grosso, o frigorífico JBS, em Diamantino-MT, cerca de 185km da capital mato-grossense, foi consumido por um incêndio na noite de sábado (10/6). A capacidade de abate da unidade é de cerca de três mil cabeças por dia. A cotação caiu R$5,00/@ de boi na comparação diária. No mercado atacadista de carne com osso, após semanas consecutivas de quedas nas cotações de carne com osso, na última semana, os preços de alguns cortes subiram. As cotações das carcaças da vaca e da novilha casadas tiveram aumentos de 1,1% e 0,7%, respectivamente. Os preços das carcaças de bovinos castrados e inteiros caíram 0,1% nos últimos sete dias.

SCOT CONSULTORIA

Preços do boi estão estáveis com estoques abundantes

De acordo com a Safras & Mercado, ainda é cedo para acreditar na retomada do movimento de alta dos preços da arroba do boi gordo

O mercado físico do boi gordo manteve os preços estáveis na segunda-feira (12). De acordo com a Safras & Mercado, apesar de um mercado mais firme, ainda é cedo para acreditar na retomada do movimento de alta dos preços da arroba do boi gordo. A maioria das escalas de abate ainda apresenta uma posição confortável em todo o país, especialmente na Região Norte. O analista Fernando Henrique Iglesias afirma que é mais provável que a recuperação dos preços ocorra de forma mais significativa no próximo período de virada de mês. As exportações de carne bovina estão se recuperando em termos de volume, mas a receita ainda está baixa devido à queda dos preços da carne bovina no mercado internacional, uma tendência constante ao longo de 2023. Em São Paulo, capital, a arroba do boi foi cotada a R$ 245,00. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada a R$ 229,00. Em Cuiabá, a arroba foi cotada a R$ 207,00. Já em Goiânia, Goiás, a indicação foi de R$ 220,00 para a arroba do boi gordo. Em Uberaba (MG), o preço da arroba ficou em R$ 225,00. No mercado atacadista, os preços da carne bovina permaneceram estáveis. Segundo Iglesias, mesmo com a demanda do período de virada de mês, não foi suficiente para impulsionar a recuperação dos preços no atacado. O quarto traseiro continua sendo precificado a R$ 17,90 por quilo. A ponta de agulha segue no valor de R$ 12,90 por quilo. Já o quarto dianteiro teve o preço fixado em R$ 13,15 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Junho começa com queda no preço da carne bovina in natura exportada

Segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne bovina in natura nos seis dias úteis de junho registraram recuo no preço pago por tonelada

A receita, US$ 361,7 milhões, representa 34,76% do total de todo o mês de junho de 2022, que foi de US$ 1,040 bilhão. No volume, as 70.322 toneladas são 46,13% do total registrado em junho do ano passado, quantia de 152.434 toneladas. A receita por média diária até a esta semana de junho foi de US$ 60,2 milhões, valor 21,7% maior do que o registrado junho de 2022. No comparativo com a semana anterior, houve elevação de 54,38%. Em toneladas por média diária, 11.720 toneladas, houve ampliação de 61,5% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, queda de 35,98%. No preço pago por tonelada, US$ 5.144, ele é 24,6% inferior ao praticado em junho do ano passado. Frente ao valor da semana anterior, ligeira alta de 0,89%.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo busca estabilidade, mas recuperação ainda é incerta

Os frigoríficos ainda possuem escalas confortáveis e conseguem segurar as expectativas de alta nos preços do boi gordo

O mercado do boi gordo no Brasil tem enfrentado um período de instabilidade nos últimos meses, levantando dúvidas sobre a possibilidade de uma retomada do movimento de alta. Para esclarecer essa questão e outras relacionadas à pecuária, o Canal Rural conversou com Fernando Iglesias, analista da Safras& Mercado. De acordo com Iglesias, após um derretimento nos preços da arroba do boi gordo ao longo de abril e maio, o mercado parece estar desfrutando de um pouco mais de estabilidade neste início de junho. No entanto, isso não indica uma recuperação iminente dos preços. Os frigoríficos ainda possuem escalas confortáveis e conseguem segurar as expectativas de alta nos preços. Segundo Iglesias, para que o mercado do boi gordo retome de maneira consistente uma trajetória ascendente, será preciso aguardar os meses de junho e julho. Além disso, o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina também apresenta um quadro preocupante. Embora tenha havido um aumento no volume de embarques, a receita tem registrado queda em relação ao ano anterior. Esse cenário indica que o preço médio da carne bovina no mercado internacional continua em patamares mais baixos. Essa redução na receita exportadora impede que a indústria pague os mesmos preços pelo boi gordo que pagava no ano passado. Iglesias destaca que o mercado internacional desaquecido também dificulta a recuperação dos preços no Brasil. Outro fator que influencia a situação é a demanda interna. Embora esteja ocorrendo uma tímida recuperação, os valores repassados pelo varejo são mais lentos. Nesse momento, o varejo aproveita para ampliar suas margens, o que acaba não refletindo a queda no sistema produtivo. Diante desse panorama, o mercado do boi gordo ainda enfrenta desafios para retomar sua trajetória de alta. A estabilidade recente pode ser um indício positivo, mas será necessário acompanhar de perto os próximos meses para verificar se a recuperação será consistente.

CANAL RURAL

ECONOMIA

Dólar à vista fecha em baixa de 0,16%, a R$4,8681 na venda

O dólar à vista deu continuidade na segunda-feira ao movimento mais recente de queda ante o real, em meio a uma percepção positiva em relação ao cenário econômico doméstico e à expectativa no exterior pela decisão sobre juros do Federal Reserve nesta semana

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,8681 reais na venda, com baixa de 0,16%. Esta é a menor cotação de fechamento em cerca de um ano, desde 6 de junho de 2022, quando encerrou a 4,7959. Na B3, às 17:31 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,42%, a 4,8840 reais. Pela manhã, a moeda norte-americana oscilou em margens bastante estreitas no Brasil, entre altas e baixas, em meio a sinais mistos no exterior. Embora o dólar caísse ante algumas divisas de países emergentes e exportadores de commodities, ele subiu ante outras moedas. Com a moeda em patamares mais baixos, alguns exportadores entraram no mercado para adquirir divisas, o que deu certo viés de alta para o dólar em alguns momentos. Mas isso não se sustentou, porque a queda do dólar ante algumas divisas no exterior também influenciou as cotações, conforme um profissional ouvido pela Reuters.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta e renova máxima

O Ibovespa fechou em alta na segunda-feira, a sétima seguida, renovando máximas em sete meses, com Petrobras e Banco do Brasil entre os principais suportes, enquanto Vale freou um desempenho mais robusto em meio ao declínio do minério de ferro na Ásia

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,27%, a 117.336,34 pontos. O volume financeiro somou 28,9 bilhões de reais. Investidores da bolsa paulista começaram a semana com nova melhora nas expectativas para a inflação no país, conforme a pesquisa Focus, o que reforça as expectativas de que o Banco Central comece a cortar a Selic mais cedo do que o previsto. O Presidente do BC, Roberto Campos Neto, destacou nesta segunda que a curva futura de juros tem tido uma “queda relevante” no país e indicou, sem especificar o momento, que isso abre espaço para corte na taxa básica Selic à frente. Para o Goldman Sachs, a melhora das perspectivas de inflação para 2023 deve reduzir as forças inerciais para 2024, enquanto a melhora das expectativas para 2024 e o horizonte mais longo de 2025-26 deve ser observada e bem recebida pelo BC. “Isso e a recente dinâmica favorável do IPCA e da inflação no atacado (IGP)… e o fortalecimento do real devem permitir que o BC considere um pivô de política e cogite cortes de juros já na reunião do Copom de agosto”, afirmou em nota a clientes. Segundo a pesquisa Focus, a trajetória do afrouxamento monetário ainda mostrava uma redução de 0,5 ponto percentual da Selic nem setembro, 0,25 ponto em novembro e 0,50 ponto em dezembro. Perspectivas de um alívio monetário mais cedo que o esperado tem apoiado o rali recente do Ibovespa, que já acumula um ganho de mais de 8% apenas no mês de junho. No cenário externo, as atenções estão voltadas para decisão de política monetária do Federal Reserve na quarta-feira, em meio a expectativas majoritárias de que os juros de referência “overnight” permaneçam na faixa de 5,00% a 5,25%. Em Wall Street, o S&P 500 fechou com acréscimo de 0,93%, alcançando uma máxima desde abril de 2022.

REUTERS

Focus: Especialistas reduzem projeções para inflação de 2023 a 2026

Especialistas reduziram suas expectativas para a inflação de 2023 a 2026 na pesquisa Focus, na esteira de uma desaceleração mais forte do que o esperado no aumento dos preços ao consumidor em maio.

O levantamento divulgado na segunda-feira pelo Banco Central mostra que as projeções para a alta do IPCA são agora de 5,42% em 2023, 4,04% em 2024, 3,90% em 2025 e 3,88% em 2026. Na semana anterior, essas contas estavam respectivamente em 5,69%, 4,12%, 4,00% e 4,00%. O centro da meta oficial para a inflação em 2023 é de 3,25% e para 2024 e 2025 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. O objetivo para 2026 deverá ser definido em reunião do Conselho Monetário Nacional neste mês. A revisão se dá depois que o IPCA subiu 0,23% em maio, no resultado mais fraco desde setembro de 2022 (-0,29%) e bem abaixo da expectativa. Isso levou o índice a acumular em 12 meses taxa de 3,94%, o patamar mais baixo desde outubro de 2020, última vez que ficou abaixo da marca de 4%. O levantamento Focus, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos apontou, no entanto, que não houve mudanças na expectativa de manutenção da taxa básica de juros em 13,75% na reunião de junho do Comitê de Política Monetária (Copom). Os analistas também seguem vendo a Selic em 12,50% ao final deste ano, 10,00% no fim de 2024 e 9,00% em 2025, mas reduziram a perspectiva para o final de 2026 a 8,75%, de 9,0% antes. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda melhora da perspectiva de crescimento em 2023 a 1,84%, de 1,68% antes. Para 2024 a projeção foi ajustada em 0,01 ponto percentual para baixo, a 1,27%.

REUTERS

Balança comercial tem superávit de US$ 3,178 bilhões na 2ª semana de junho

O valor foi alcançado com exportações de US$ 6,762 bilhões e importações de US$ 3,583 bilhões

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 3,178 bilhões na segunda semana de junho (dias 5 a 11). De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 12, o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,762 bilhões e importações de US$ 3,583 bilhões. No mês, o superávit acumulado é de US$ 4,913 bilhões e no ano, de US$ 39,835 bilhões. O MDIC ainda não havia divulgado os dados da primeira semana de junho (1º a 4), quando a balança registrou superávit de US$ 1,735 bilhão, com US$ 3,514 bilhões em exportações e US$ 1,779 bilhão em importações. Até a segunda semana do mês, a média diária das exportações registrou aumento de 9,9% na comparação com a média diária do período em 2022, com crescimento de US$ 93,49 milhões (25,4%) em Agropecuária; aumento de US$ 15,55 milhões (4,4%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 43,57 milhões (5,2%) em produtos da Indústria de Transformação. Já as importações tiveram queda de 21,3% no período, também na comparação pela média diária, com queda de US$ 14,6 milhões (-54,6%) em Agropecuária; redução de US$ 54,3 milhões (-48,8%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 166,03 milhões (-16,8%) em produtos da Indústria de Transformação.

ESTADÃO CONTEÚDO

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: cotações estáveis no PR e SC

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 107,00/R$ 112,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 8,40/kg/R$ 8,80/kg

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do suíno Vivo, referentes à sexta-feira (9), houve alta somente no Rio Grande do Sul, na ordem de 0,88%, chegando a R$ 5,70/kg. Os preços ficaram estáveis no Paraná (R$ 5,31/kg) e em Santa Catarina (R$ 5,29/kg). As quedas ocorreram em Minas Gerais, cedendo 0,17%, atingindo R$ 5,95/kg, e em São Paulo, também baixando 0,17%, fechando em R$ 5,89/kg.

Cepea/Esalq

Exportação de carne suína em 6 dias úteis chega a 49,76% da receita de junho/22

Segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne suína in natura nos seis dias úteis de junho atingiram quase metade do valor de junho de 2022 inteiro

A receita, US$ 100 milhões, representou 49,76% do total de junho de 2022, com US$ 202,6 milhões. No volume embarcado, as 38.732 toneladas são 46,45% do total registrado em junho do ano passado, com 83.371 toneladas. A receita por média diária foi de US$ 16,8 milhões, valor 74,2% maior do que o de junho de 2022. No comparativo com a semana anterior, avanço de 56,76%. Em toneladas por média diária, 6.455 toneladas, alta de 62,6% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Em relação à semana anterior, alta de 55,79%. No preço pago por tonelada, US$ 2.603, ele é 7,1% superior ao praticado em junho passado. Frente ao valor atingido na semana anterior, representa leve alta de 0,62%.

AGÊNCIA SAFRAS

Suínos/Cepea: baixa liquidez e a oferta elevada resultaram em intensas quedas nos preços no final de maio

Mesmo com as fortes desvalorizações registradas para o suíno vivo no encerramento de maio, devido à demanda retraída, o valor médio mensal do animal ainda registrou leve avanço frente ao de abril nas regiões acompanhadas pelo Cepea no Sudeste. A sustentação da média de maio veio dos tímidos avanços nos preços verificados no começo do mês, o que, por sua vez, esteve atrelado ao bom ritmo de vendas de carne naquele período

Na comparação anual (de maio/22 para maio/23), as médias de preços subiram, em termos reais (deflacionado pelo IGP-DI de maio/23), em todas as praças acompanhadas pelo Cepea. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o suíno vivo posto na indústria foi comercializado à média de R$ 6,60/kg em maio, leve alta de 0,2% frente à do mês anterior e ainda 12,5% acima da de maio/22, em termos reais. Em Patos de Minas (MG), o animal foi comercializado à média de R$ 6,54/kg em maio, com elevações mensal de 1,2% e anual de 7,7%. Já no Sul do País, os preços caíram de abril para maio. No Norte do Paraná, o valor do suíno vivo posto recuou fortes 5,6%, com a média a R$ 6,39/kg no último mês, mas houve avanço anual de 20,9%, também em termos reais. Na praça catarinense de Braço do Norte, a média de maio foi de R$ 5,95/kg, queda de 4,5% frente à de abril/22, mas 19,8% acima da de maio/22. No Vale do Taquari (RS), a média de maio foi de R$ 6,48/kg, com recuo mensal de 4,1%, porém, alta anual de 27,2%. Apesar das boas vendas de carne suína no início do mês, a baixa liquidez e a oferta elevada resultaram em intensas quedas nos preços no encerramento de maio. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína recuou 0,8% de abril a maio, indo a R$ 9,66/kg no último mês – em um ano, contudo, verifica-se avanço de 4,4% na média em termos reais (deflacionado pelo IPCA de maio/23). No mercado do estado de São Paulo, o pernil com osso registrou a desvalorização mais expressiva dentre os cortes suinícolas monitorados pelo Cepea. O produto foi cotado à média de R$ 10,81/kg em maio, queda de 5,6% frente à de abril. Apesar da baixa mensal, a média ainda ficou 4,4% acima da observada em maio/22, em termos reais.

Cepea

Alta para a ave no atacado de SP

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,50/kg, enquanto o frango no atacado teve alta de 3,12%, valendo R$ 5,95/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço não mudou, valendo R$ 4,37/kg, da mesma maneira que o preço no Paraná, fixado em R$ 4,62/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (9), a ave congelada teve leve alta de 0,17%, alcançando R$ 6,06/kg, enquanto o frango resfriado caiu 1,17%, fechando em R$ 5,92/kg.

Cepea/Esalq

Preços da tonelada da carne de frango exportada caem em relação a junho do ano passado

Segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de carne de aves in natura nos seis dias úteis de junho tiveram bom desempenho em relação aos dados de junho de 2022 e à última semana de maio. A exceção foi a queda no preço da tonelada em relação a junho do ano passado

A receita, US$ 322,2 milhões, representou 36,78% do total arrecadado em todo o mês de junho de 2022, que foi de US$ 876 milhões. No volume embarcado, as 162.407 toneladas são 40,83% do total registrado em junho do ano passado, com 397.746 toneladas. A receita por média diária até a esta semana de junho foi de US$ 53,7 milhões, valor 28,7% maior do que o registrado em junho de 2022. No comparativo com a semana anterior, avanço de 50,13%. Em toneladas por média diária, 27.067 toneladas, alta de 42,9% no comparativo com o mesmo mês de 2022. Frente à semana anterior, alta de 47,85%. No preço pago por tonelada, US$ 1.984, ele é 9,9% inferior ao praticado em junho do ano passado. Frente ao valor da semana anterior, leve aumento de 1,5%.

AGÊNCIA SAFRAS

Ministério da Agricultura confirma mais um caso de gripe aviária no País; total sobe para 31

De acordo com o ministério, há outras oito investigações em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo

O Ministério da Agricultura informou na segunda-feira, 12, em atualização na plataforma oficial às 8h30 (de Brasília), que um novo foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP, vírus H5N1) em ave silvestre foi detectado no Brasil. No total, há 31 casos da doença em aves silvestres no País. De acordo com o ministério, há outras oito investigações em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo. As notificações em aves silvestres não comprometem o status do Brasil como país livre de IAAP e não trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros, conforme prevê a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

ESTADÃO CONTEÚDO

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