CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1866 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2022

clipping

Ano 8 | nº 1866 | 24 de novembro de 2022

 

Notícias

São Paulo segue com preços firmes

Para esta quarta-feira, os negócios ocorreram com preços firmes e a ponta compradora tem aumentado suas escalas de abate, que estão, em média, para 9 dias

Dessa maneira, em SP, as referências estão em R$ 275/@ de boi gordo, R$ 260/@ de vaca gorda e R$ 270/@ de novilha gorda (preços brutos e prazo), informa a Scot. O boi-China (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) está cotado em R$ 280/@ no mercado paulista (preço bruto e a prazo), acrescenta a Scot. Em Santa Catarina, no comparativo com o dia anterior (22/11), os preços dos bovinos mantiveram-se estáveis. Em MT – Sudeste, na comparação diária, o preço do boi gordo permaneceu estável, mas as fêmeas receberam um incremento nos preços, para vaca gorda R$2,00/@ e para novilha gorda R$3,00/@.

SCOT CONSULTORIA

Mercado físico do boi gordo com preços firmes na quarta-feira 

De acordo com o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, houve novamente registro de negócios saindo com preços acima das referências médias nos principais estados produtores

Os frigoríficos estão operando com escalas de abate encurtadas em grande parte do país, em média entre cinco e seis dias úteis. Até mesmo no Mato Grosso o movimento de alta voltou a acontecer. “A demanda aquecida de carne bovina é outro elemento a ser considerado, com o ápice do consumo no mercado doméstico no final do ano gerando efeitos positivos sobre os preços. Os frigoríficos exportadores também se mostram mais ativos no mercado, atuando de maneira mais incisiva neste momento”, disse Iglesias. Em São Paulo (SP), a referência para a arroba do boi ficou em R$ 281. Já em Dourados (MS), a cotação é de R$263. Em Cuiabá (MT), a arroba de boi gordo finalizou o dia cotada a R$ 246. Em Uberaba (MG), as cotações ficaram em R$ 275. Já em Goiânia (GO), a arroba teve cotação de R$ 275. Os preços da carne bovina também seguem firmes no mercado atacadista. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, considerando o ápice do consumo no decorrer do último bimestre. A criação de postos temporários de emprego, décimo terceiro salário, demais bonificações e a Copa de Mundo de futebol são motivadores importantes ao consumo de carne vermelha. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 16,20 por quilo.  Já a ponta de agulha teve preço de R$ 16,15. O quarto traseiro do boi ficou cotado em R$ 21,90 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

São Paulo atinge requisitos para suspender a vacinação contra aftosa

O estado de São Paulo poderá ficar livre da obrigatoriedade da vacinação contra a febre aftosa, conforme nota publicada pelo MAPA na quarta-feira (23). O estado obteve avanços no Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa) que são necessários para a retirada da vacinação.

A análise das condições do Estado ocorreu nos dias 10 e 11 de outubro, junto à Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) paulista. São Paulo conseguiu avançar a nota em sete itens do Programa de Avaliação e Aperfeiçoamento da Qualidade dos Serviços Veterinários Oficiais (Quali SV) avaliados no PNEFA. O presidente da FAESP citou algumas ações da entidade que contribuíram para a concretização do resultado obtido, destacando: a promoção das campanhas de vacinação; a realização de Fóruns de Sanidade Estadual; ciclo de palestras sobre a doença; assinatura de protocolo com a SAA-SP para capacitação de instrutores do SENAR-SP sobre doenças de notificação obrigatória; participação e gestão das equipes gestoras do PNEFA; além dos esforços para o reerguimento do Fundo Privado Estadual, o FUNDEPEC – Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo, em ação que contou com apoio da Sociedade Rural Brasileira (SRB). Para evoluir no status de “livre de febre aftosa com vacinação” para “livre de febre aftosa sem vacinação”, o MAPA elaborou o Plano Estratégico do PNEFA, que dividiu o país em blocos compostos por Estados com características semelhantes de trânsito e comércio de animais. A retirada da vacinação está prevista para ocorrer em blocos. São Paulo faz parte do bloco 4, junto com Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins. O bloco se encontra em processo de substituição da vacinação por outras medidas de vigilância contra a doença. Conforme programado previamente, o Estado seguirá vacinando os animais em 2023 e aguarda a próxima janela de avaliação do Departamento de Saúde Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária do MAPA. O Brasil não registra nenhum caso de febre aftosa desde 2006 e o estado de São Paulo desde 1996.

CANAL RURAL

ECONOMIA

Dólar acompanha exterior e recua após ata do Fed

O dólar fechou em queda frente ao real na quarta-feira, acompanhando o tombo da moeda norte-americana no exterior após a publicação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve

A moeda norte-americana à vista teve queda de 0,17%, a 5,3709 reais na venda, depois de trocar de sinal algumas vezes durante a sessão. A ata da última reunião de política monetária do banco central dos Estados Unidos mostrou que uma “maioria substancial” dos formuladores de política monetária concordou que “provavelmente seria apropriado em breve” desacelerar o ritmo das altas das taxas de juros. O índice que compara o dólar a uma cesta de seis pares fortes acelerou suas perdas na esteira da publicação da ata, e, por volta de 16h50 (de Brasília), despencava 0,9%. Uma moderação no ritmo de alta de juros pelo banco central provavelmente abriria espaço para a valorização de moedas consideradas mais arriscadas, dizem especialistas, já que tornaria o diferencial de juros entre os EUA e outras economias menos favorável à maior economia do mundo. Apesar da queda do dólar nesta quarta-feira, Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX, citou a permanência de “ambiente de incerteza e cautela dos investidores por conta da falta de consenso a respeito do texto da PEC da Transição”. O senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento de 2023, disse à Reuters na quarta avaliar que a PEC precisará contemplar despesas de pelo menos 100 bilhões de reais fora do teto, sob o risco de as contas se ficarem inexequíveis. Caso se consolide um cenário fiscal excessivamente agressivo em termos de gastos, “o câmbio, que é a variável que está relativamente calma neste momento, vai piorar bastante”, disse Gustavo Arruda, chefe de pesquisa para América Latina do banco francês BNP Paribas, em coletiva de imprensa na quarta-feira.

REUTERS

Ibovespa fecha em queda de 0,18%

Nos últimos minutos da sessão, índice eliminou parte dos recuos acumulados no dia, acompanhando parcialmente a melhora em Wall Street

Investidores globais analisaram a ata da última reunião de política monetária do Fed. Após ajustes, o referencial local registrou queda de 0,18%, aos 108.841 pontos. O volume financeiro negociado na sessão foi de R$ 18,74 bilhões no Ibovespa e R$ 23,66 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 avançou 0,59%, aos 4.027 pontos, Dow Jones registrou ganhos de 0,28%, aos 34.194 pontos e Nasdaq oscilou positivamente em 0,99%, aos 11.285 pontos. Em sessão com noticiário fraco, agentes financeiros seguiram adicionando prêmios de risco nos ativos locais em meio às indefinições relacionadas ao montante de gastos que deve ficar fora do teto nos próximos anos. O mercado precifica, cada vez mais, que o Banco Central pode precisar voltar a aumentar a Selic, o que impacta diretamente as ações mais ligadas à economia local e sensíveis às taxas de juros. Durante evento da BlackRock, o presidente do BC, Roberto Campos Neto afirmou que, “claramente”, o Brasil está em um ponto de inflexão no qual “fazer mais [política fiscal] pode significar ter um efeito menor ou contrário ao que se espera em termos de geração de emprego e de levar benefício para quem está na ponta”. Ele também deu ênfase à mudança na precificação da curva de juros brasileira, que deixou de precificar cortes na Selic e passou a indicar aumentos nos juros devido às incertezas fiscais.

VALOR ECONÔMICO

Deputados de Goiás aprovam taxação do agro no Estado

Assembleia aprova a criação do Fundeinfra, que será mantido com recursos vindos do setor

A Assembleia Legislativa de Goiás aprovou na quarta-feira, com 22 votos favoráveis e 14 contrários, a criação do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), que será mantido com recursos obtidos por meio de taxação do agro no Estado. O texto segue para sanção do governador Ronaldo Caiado, autor do projeto. O Executivo estadual espera arrecadar R$ 1 bilhão por ano ao tributar o setor produtivo em 1,65%. Caberá ao Fundeinfra implementar políticas e ações administrativas de infraestrutura agropecuária, dos modais de transporte e de recuperação, manutenção, conservação, pavimentação e implantação de rodovias. Na terça, produtores invadiram o Plenário da Alego, que teve sua sessão encerrada. Na quarta-feira, a votação ocorreu de forma híbrida — com alguns parlamentares participando pela internet.

VALOR ECONÔMICO

Clima econômico do Brasil cresce 30 pontos, revela FGV

O Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 30 pontos do terceiro para o quarto trimestre deste ano e chegou a 84,5 pontos, em uma escala de 0 a 200

Esse é o melhor resultado do indicador, calculado com base na avaliação de especialistas em economia, desde o terceiro trimestre de 2021 (118,5 pontos).O Índice da Situação Atual, que mede o presente, subiu 49,4 pontos no período e chegou a 92,3. Já o Índice de Expectativas, que apura a avaliação sobre os próximos meses, avançou 10,2 pontos e atingiu 76,9. Outras quatro nações tiveram altas além do Brasil: México (14 pontos), Paraguai (13,6), Peru (7,8) e Bolívia (3,8). Cinco países tiveram queda: Chile (-1,7 pontos), Argentina (-4), Colômbia (-4,1), Equador (-5,5) e Uruguai (-14,4). Com a alta, o ICE do Brasil tornou-se o terceiro maior da região, ficando atrás apenas do Paraguai (114,7 pontos) e Uruguai (108,2 pontos). Na América Latina, o ICE médio é de 66,5 pontos. Os principais problemas apontados pelos especialistas no país são a falta de inovação, infraestrutura inadequada, falta de competitividade internacional, aumento das desigualdades de renda e falta de mão de obra qualificada.

AGÊNCIA BRASIL

MEIO AMBIENTE

Minerva neutraliza emissões de gases do efeito estufa em seu e-commerce

Plataforma é a primeira do segmento de proteínas do país a ser considerada neutra em carbono

A Minerva Foods informou que neutralizou as emissões de gases causadores do efeito estufa gerada por seu e-commerce, o “Meu Minerva”. A plataforma é a primeira do segmento de proteínas a ser considerada carbono neutro no Brasil. O balanço de carbono da companhia de carnes é acompanhado pela MyCarbon, que intermedeia a compra de créditos para compensar as emissões que não podem ser evitadas. Os créditos vêm de projetos que ajudam a preservar a Floresta Amazônica. São consideradas no cálculo as emissões relacionadas ao funcionamento da plataforma (trabalhadores e equipamentos), além dos gases gerados nos centros de distribuição e transporte.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Altas para o suíno vivo no PR e SP, com demais cotações estáveis

O mercado de suínos finalizou a quarta-feira (23) com cotações mostrando leves altas para animal vivo no Paraná e São Paulo, ficando as demais cotações estáveis

De acordo com análise do Cepea/Esalq, as diferentes condições de oferta de suíno vivo pronto para o abate dentre as regiões acompanhadas pelo órgão têm resultado em variações distintas nos preços do animal. Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 130,00/R$ 135,00, assim como a carcaça especial, cotada em R$ 10,20 o quilo/R$ 10,60 o quilo. Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (22), houve leve alta de 0,70% em São Paulo, chegando a R$ 7,15/kg, e de 0,15% no Paraná, fechando em R$ 6,56/kg. Ficaram estáveis os preços em Minas Gerais (R$ 7,26/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,63/kg), e Santa Catarina (R$ 6,53/kg).

Cepea/Esalq

Frango congelado ou resfriado cai 0,12%

Mais um dia de mercado fraco para o frango, com leves quedas sendo registradas para a ave congelada ou resfriada, e demais cotações estáveis na quarta-feira (23).

De acordo com análise do Cepea/Esalq, o balanço da parcial de novembro (até o dia 16), as médias mensais ainda estão abaixo das registradas em outubro. Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, assim como o frango no atacado, custando R$ 7,20/kg. No caso do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou estável em R$ 4,19/kg, da mesma maneira que no Paraná, fixado em R$ 5,19/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (22), tanto a ave congelada quanto a resfriada baixaram 0,12%, cotadas, respectivamente, em R$ 7,99/kg e R$ 8,06/kg.

Cepea/Esalq

Indústria e governo aproveitam a Copa para promover o frango halal brasileiro no Catar

ABPA e ApexBrasil destacam o produto nas principais avenidas de Doha

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estão promovendo a carne de frango halal produzida no Brasil nas principais avenidas de Doha, capital do Catar, que sedia a Copa do Mundo de futebol. “Frango Halal do Brasil: trazendo sabor e sustentabilidade para mais de 150 países. Experimente no Catar”, dizem 30 painéis instalados na cidade, em inglês e em árabe. De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o evento esportivo é uma oportunidade única para fortalecer a imagem da avicultura nacional no mercado islâmico. O Brasil é o maior exportador de carne de frango halal do mundo e fornece 70% do total importado pelo Catar — cerca de 90,6 mil toneladas de janeiro a outubro deste ano, com receita de US$ 177,9 milhões.

VALOR ECONÔMICO

INTERNACIONAL

Uruguai registra ano recorde de pecuária: até 80% mais renda e mais produção de carne

Apesar de o clima não ter ajudado na primavera e no verão no Uruguai, com um déficit hídrico que afetou diferente regiões, no exercício pecuário de 2021/22 (julho a junho), o país produziu 4% mais carne bovina com receitas até 80% maiores em alguns casos

Em média, os pecuaristas tiveram uma renda de US$ 129 por hectare, segundo os resultados das pastas verdes do Instituto Plano Agrícola. O que aconteceu foi “o melhor ano de 21” que o instituto registrou, comentou seu diretor geral, Carlos Molina, durante a apresentação dos dados. “Mais produto, mais custos, mais receita, mais quilos produzidos, mais preço”, destacou Molina sobre as 150 empresas que participaram do Programa de Monitoramento do Plano Agrícola. Todas as empresas pecuárias analisadas (ciclo completo e criação) apresentaram crescimento de longo prazo, com altos e baixos de produtividade diretamente relacionados a eventos climáticos adversos, explicou Molina. Nas empresas de ciclo completo que se desenvolvem no norte do país, na zona de basalto, pela primeira vez os custos cresceram 21% de um ano para o outro, neste cenário e apesar de razão insumo-produto ter caído 9%, as receitas foram de US$ 134 por hectare, 46% a mais do que em 2020/21, quando foram de US$ 92 por hectare. A renda desses arrendatários cresceu 63%, ficando em US$ 101 por hectare, com uma renda de US$ 85. Em uma área de 1.600 hectares, o desempenho das empresas manteve-se estável em relação ao ano anterior, apesar de terem sofrido os efeitos do clima, por falta de água. A marcação bovina foi localizada em 84% e a marcação dos ovinos em 80%, com taxa de extração de 40%. No Norte, os produtores que completaram o ciclo em 2021/22 conseguiram produzir 97 quilos de carne bovina por hectare, mantendo a produtividade estável. Segundo Molina, “a manutenção da produtividade nesse cenário climático mostra, sem dúvida, a força das empresas”. Além do aumento da produtividade, os preços também subiram. O valor do gado aumentou 29% e ficou em US$ 2,22 em média por quilo, enquanto o de ovinos subiu 13%, com média de US$ 2,10 por quilo. Os US$ 129 por hectare é o valor mais alto da série de recordes que o Plano Agrícola tem desde 2001. Para alcançar esses resultados, foram repetidos aspectos-chave que permitiram aos produtores enfrentar cenários favoráveis por um lado (como melhor preço do gado) e de outro adverso (por causa do clima, aumento dos custos de produção, inflação e queda do dólar) destacou o diretor do instituto, Carlos Molina. “Não existe decisão mágica” para obter bons resultados, explicou, mas é uma sequência de decisões tomadas com informação e a tempo. “A chave é o manejo do pasto”, enfatizou. Os pecuaristas de ciclo completo que produziram no leste do país tiveram uma receita bruta de US$ 251 por hectare, 49% a mais que no ciclo passado, “a receita mais importante para essas empresas em toda a série”. A renda de capital cresceu 80% neste caso e atingiu US$ 133 por hectare, apesar de os custos de produção subirem 23%. Em termos relativos, foi nessas empresas que os custos mais cresceram, disse Molina. Embora o valor dos arrendamentos tenha aumentado e tenha ficado em US$ 83 por hectare, os produtores arrendatários tiveram um crescimento de 120%: de US$ 46 no ano anterior, eles passaram a gerar US$ 103 por hectare. Em uma área de 1.100 hectares que no ano anterior foi duramente atingida pela seca, após dois anos de queda por conta do clima, a produtividade aumentou 5%, atingindo assim uma média de US$ 107 quilos por hectare. Os resultados foram positivos, salientou Molina, mas a produtividade ainda está longe dos 115 quilos por hectare do exercício 2018/19, que foi “o melhor ano”. No total, entre bovinos e ovinos, a produtividade total cresceu 4%. O preço do gado subiu 24% naquela região e 60% o da ovelha, enquanto o valor da lã (Corriedale naquela parte do país) caiu 22%.

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