CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1757 DE 20 DE JUNHO DE 2022

clipping

Ano 8 | nº 1757 | 20 de junho de 2022

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Exportação total de carne bovina desacelera em maio, mas ainda é recorde

Mesmo desacelerando em relação ao pico de março, quando superou 203 mil toneladas e de abril, com 186 mil toneladas, as exportações totais de carne bovina (envolvendo o produto processado e in natura) foram recorde em maio, com movimentação de 181.193 toneladas

Este resultado significou um crescimento de 20% sobre as vendas ao exterior de maio de 2021, com suas 150.711 toneladas. Nas receitas, os resultados foram ainda mais significativos: em maio de 2021 elas alcançaram a R$ 725,9 milhões e, no mesmo mês, em 2022, foram a US$ 1,093 bilhão, com alta de 50%. Este desempenho manteve os bons números no acumulado do ano: nos cinco primeiros meses de 2021, as exportações somaram 714.362 toneladas. No mesmo período de 2022 foram a 913.618 toneladas, aumento de 28%. A receita, por sua vez, foi de US$ 3,247 bilhões para US$ 5,100 bilhões, elevação de 57%. Neste ano, além da boa performance chinesa nas aquisições, o Brasil está contando com a elevação das importações dos Estados Unidos, que elevou suas compras de 33.700 toneladas no ano passado para 90.738 toneladas neste ano (+ 169%); do Egito, que importou 17.596 toneladas até maio de 2021 e, neste ano, chegou a 66.813 toneladas (+ 342%). Até maio de 2022, a China elevou suas compras de 318.938 toneladas para 440.894 toneladas (+ 48,3%), o que mais do que compensou a redução das importações pela cidade estado de Hong Kong, que caíram 55%, passando de 99.200 toneladas em 2021 para 44.599 toneladas em 2022. No total, 109 países elevaram suas importações nos cinco primeiros meses do ano, enquanto que outros 38 reduziram sua movimentação.

Publicado em: Uol Economia/Estadão Conteúdo/Canal Rural/Carnetec/Diário do Grande ABC/Jornal do Oeste/Dinheiro Rural/Agroemdia/Isto É Dinheiro/O Tempo/Agora MS/Dourados News

NOTÍCIAS

Boi gordo: preços continuaram em alta na sexta-feira

O reajuste da taxa de juros deve tornar as exportações mais competitivas internacionalmente, intensificando movimento no mercado do curto prazo

O mercado físico de boi gordo registrou preços mais altos na sexta-feira (17). Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o fluxo de negociações no mercado do boi gordo ocorreu de maneira mais lenta do que o habitual, mesmo para uma sexta-feira, em função do feriado de quinta-feira (16). Os frigoríficos ainda operam com escalas de abate encurtadas, bem como em um ambiente pautado por restrição de oferta. “As condições delimitadas apontam para a intensificação do movimento de alta no curto prazo”, disse Iglesias. A atual política monetária que vem sendo adotada pelo Fed, que reajustou a taxa básica de juros em 0,75% na decisão da última quarta-feira, provoca um processo de desvalorização das moedas dos países emergentes, incluindo o real. “Basicamente as exportações brasileiras serão ainda mais competitivas internacionalmente. Além disso, os frigoríficos exportadores terão uma rentabilidade maior durante o processo de conversão. Ou seja, haverá maior capacidade financeira para pagar mais pela arroba do boi gordo, principalmente no que diz respeito a animais padrão China”, destacou Iglesias. Em São Paulo (SP) a referência para a arroba do boi ficou em R$ 316 na modalidade à prazo. Já em Dourados (MS), o preço foi indicado em R$ 299. Além disso, em Cuiabá (MT) a arroba do boi ficou em R$ 280. Para Uberaba (MG) preços a R$ 300 e, em Goiânia (GO), a R$ 305 a arroba do boi. O mercado atacadista voltou a apresentar preços firmes. A tendência de curto prazo aponta para menor espaço para reajustes. Uma vez que a reposição costuma fluir de maneira mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês. Além disso, o padrão de consumo permanece direcionado ao amplo consumo de proteínas que causem menor impacto na renda média, justamente o caso do frango e dos ovos. O quarto dianteiro do boi ainda é precificado a R$ 16,60 por quilo. Já o quarto traseiro permanece precificado a R$ 22,35 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 16,50 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

BOI: Melhora o volume negociado no pós-feriado em São Paulo

Com frigoríficos aumentando a procura, as cotações subiram em relação ao último fechamento (15/6). A cotação do boi gordo subiu R$3,00/@, a da vaca gorda R$1,00/@ e da novilha gorda R$2,00/@

Em Alagoas, o cenário de oferta ajustada à demanda contribuiu para estabilidade de preços na comparação feita em comparação ao último dia levantado.  Em Marabá – PA, com escalas de abate enxutas, a oferta de compra para o boi gordo subiu R$1,00/@ e para a novilha gorda R$2,00/@. Para a vaca gorda os preços estão estáveis.

SCOT CONSULTORIA

Com ‘empurrão’ do preço do boi, confinamento pode ter leve alta

Expectativas sobre o desempenho do segmento no país em 2022 vão de queda pequena até aumento modesto

As expectativas sobre o desempenho do segmento de confinamento de gado no país em 2022 vão de queda pequena até leve aumento, mas com chances de maior firmeza caso o mercado futuro sinalize preços firmes. Para quem aposta em redução, que geraria uma “lacuna” na oferta de animais prontos para o abate entre julho e agosto, as cotações do boi gordo em São Paulo poderão retornar ao patamar de R$ 350 por arroba ao longo do segundo semestre. No primeiro giro, os animais chegam ao confinamento de março a maio, e saem entre junho e setembro. Segundo Maurício Velloso, vice-presidente da Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), menos animais foram enviados para terminação em sistema intensivo. Ele projeta uma oferta “sensivelmente menor” nos próximos meses. Lygia Pimentel, diretora da Agrifatto, viajou pelo interior do país nas últimas semanas e viu muitos confinamentos vazios. “Em São Paulo, a lotação está grande porque, meses atrás, a diferença de preços em relação a alguns Estados, como Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, era tão grande que os pecuaristas trouxeram animais para terminar aqui”. A primeira projeção da holandesa DSM, que acompanha o desempenho dos confinamentos brasileiros há oito anos, vai na contramão e aponta para 6,8 milhões de cabeças terminadas em sistemas intensivos em 2022, avanço de 2% em relação ao ano passado. A estimativa parte de dados coletados em maio com 2,2 mil estabelecimentos espalhados pelo país. Hugo Cunha, gerente nacional de confinamento da DSM, diz que a alta será puxada pelos grandes estabelecimentos, com capacidade para mais de 10 mil animais ao mesmo tempo. “Os 100 maiores confinamentos do país receberão mais de 50% do rebanho este ano”, estima. “Se você for procurar vaga nos hotéis dos grandes frigoríficos não tem vaga nos próximos 30 dias”. De acordo com Cunha, apenas os pequenos confinamentos – com capacidade para até mil animais – pretendem investir menos neste ano, devido aos custos elevados. “Corrobora essa nossa perspectiva o fato de que o boi magro, que compõe 70% do custo, está muito mais atrativo para compra do que em 2021. E o custo alimentar, quando comparamos os meses de maio e junho deste ano com os do ano passado, segue estável”, afirma ele. Cunha salienta que o cenário pode mudar a depender de movimentos imprevisíveis, como o embargo da China no fim do ano passado. “Em termos de volume, 35% do confinamento acontece no primeiro giro e 65% no segundo, que começa em julho e vai até o fim do ano. Se tivermos uma arroba firme nos próximos 90 dias e um mercado futuro sinalizando algo bom, acredito que o número pode ser até maior”, diz. No fim de março, durante a divulgação dos resultados do levantamento da DSM em 2021, o pesquisador Thiago Carvalho, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), projetou alta no lucro do pecuarista em 2022, com base em custos e preços da época.

VALOR ECONÔMICO

Boi/Cepea: Preço pago pela carne exportada é recorde

As vendas externas de carne bovina in natura somaram 153,196 mil toneladas em maio, pequeno recuo de 2,74% frente ao mês anterior, mas expressiva alta de 20,83% em relação a maio/21, segundo dados da Secex

Já o preço pago pela carne brasileira renovou o recorde da série histórica da Secex, se aproximando de US$ 7 mil por tonelada. Em moeda nacional, com a taxa de câmbio elevada, o valor pago pela proteína também foi o máximo da série histórica, atingindo R$ 34,3 mil/tonelada. Pesquisadores do Cepea indicam que o bom desempenho das exportações em volume e os preços recordes pagos pela proteína evidenciam a importância do mercado externo para o setor pecuário nacional, sobretudo neste período de transição da safra para a entressafra, quando, ressalta-se, o mercado registra pequeno crescimento na oferta de animais para abate e demanda doméstica enfraquecida, devido aos fatores macroeconômicos e aos valores mais atrativos das carnes concorrentes.

Cepea

ECONOMIA

Ibovespa cai abaixo de 100 mil pontos com medo de recessão; Petrobras perde R$27 bi

O Ibovespa fechou em forte queda na sexta-feira, voltando aos níveis de novembro de 2020, com os temores de recessão global derrubando commodities, com Petrobras desabando, também refletindo risco político após anunciar reajuste nos preços de combustíveis

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,9%, a 99.824,94 pontos, menor patamar desde 4 de novembro de 2020. Com tal desempenho, o Ibovespa acumulou declínio de 5,36% na semana, pior performance semanal desde a semana encerrada em 22 outubro de 2021, quando contabilizou uma perda de 7,29%. O volume financeiro nesta sexta-feira somou 42,66 bilhões de reais, bem acima da média diária do ano, de 30,5 bilhões de reais, e do mês, de 29,27 bilhões de reais. A bolsa paulista refletiu ajustes às perdas em Wall St na quinta-feira, quando não houve negociação na B3 em razão do feriado de Corpus Christi, bem como o tombo em commodities como minério de ferro e petróleo. Na visão do diretor de investimentos da Reach Capital, Ricardo Campos, os mercados estão refletindo o medo de recessão, que pode ocorrer por causa do processo de aumento de juros, em um ambiente de inflação alta e sem sinais de trégua, diante de commodities elevadas e desemprego baixo. Economistas do Bank of America Securities veem cerca de 40% de chance de uma recessão nos Estados Unidos no ano que vem, com a inflação permanecendo persistentemente alta.

REUTERS

Dólar salta mais de 2% e engata 3° ganho semanal com temores sobre Fed

O dólar avançou mais de 2% frente ao real na sexta-feira, marcando uma terceira valorização semanal consecutiva com impulso da recente decisão do Federal Reserve de subir os juros dos Estados Unidos no ritmo mais intenso desde 1994, conduta que elevou temores de uma recessão na maior economia do mundo

A moeda norte-americana à vista saltou 2,35%, a 5,1460 reais, máxima para encerramento desde 9 de maio passado (5,1554 reais), o que configurou seu oitavo ganho diário em nove pregões. A valorização percentual desta sexta foi a mais intensa desde a alta de 2,46% registrada na segunda-feira, que, por sua vez, foi a maior desde 2 de maio (+2,58%). Na semana, encurtada pelo feriado de Corpus Christi na quinta-feira, o dólar avançou 3,14%, com os fortes ganhos de segunda e sexta mais que compensando a queda de 2,07% de quarta. Na B3, às 17:22 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 1,71% no dia, a 5,1650 reais. Nos EUA, o Federal Reserve elevou sua taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual na quarta-feira, aumento bem mais agressivo que o anteriormente esperado pelos mercados e que seguiu ajustes de 0,25 ponto em março e 0,50 ponto em maio. Temores de que um eventual ambiente monetário restritivo nos EUA se some a desafios exógenos –como a guerra na Ucrânia e medidas de combate à Covid-19 na China– e provoque uma recessão levaram a uma onda de mau humor nos mercados globais na véspera. Os juros nominais básicos brasileiros estão em 13,25% ao ano, depois que o Banco Central elevou a Selic, na última quarta-feira, em 0,50 ponto percentual, em linha com as expectativas do mercado. A autarquia sinalizou novo ajuste nos custos dos empréstimos, de igual ou menor magnitude, na reunião de política monetária de agosto.

REUTERS

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: leves altas para o animal vivo

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 120,00/R$ 125,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 9,50 o quilo/R$ 9,90 o quilo

Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (15) (lembrando que dia 16, quinta-feira, não houve comercialização devido ao feriado de Corpus Christi), os preços ficaram estáveis no Paraná e no Rio Grande do Sul, valendo, respectivamente, R$ 5,94/kg e R$ 5,68/kg. Houve aumento de 1,06% em São Paulo, chegando em R$ 6,65/kg, elevação de 0,51% em Santa Catarina, alcançando R$ 5,89/kg, e de 0,14% em Minas Gerais, fechando em R$ 7,26/kg.

Cepea/Esalq

Preço pago pelo quilo do suíno vivo é de R$6,46 no RS

A Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no RS apontou, na sexta-feira (17), o preço de R$ 6,46 para o quilo do suíno vivo pago ao produtor independente no estado, ou seja, aumento de 43 centavos se comparado a semana anterior

O custo médio da saca de 60 quilos de milho ficou em R$ 89,43. Já o preço da tonelada do farelo de soja é de R$ 2.530,00 e da casquinha de soja é de R$ 1.190,00, ambos para pagamento à vista, preço da indústria (FOB). O preço médio na integração apontado pela pesquisa é de R$ 4,98. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Aurora/Cooperalfa R$ 5,10 (base suíno gordo) e R$ 5,20 (leitão 6 a 23 quilos), vigentes desde 09/02; Cooperativa Languiru R$ 5,20, vigente desde 14/02; Cooperativa Majestade R$ 5,10, vigente desde 09/02; Dália Alimentos/Cosuel R$ 5,20, vigente desde 08/02; Alibem R$ 4,10 (base suíno creche e terminação) e R$ 5,20 (leitão), vigentes desde 10/02, respectivamente; BRF R$ 5,10, vigente desde 06/06; Estrela Alimentos R$ 4,10 (base creche e terminação), vigente desde 08/02, e R$ 5,15 (leitão), vigente desde 09/02; JBS R$ 5,10, vigente desde 23/05; e Pamplona R$ 5,10 (base terminação) e R$ 5,20 (base suíno leitão), vigentes desde 09/02.

ACSURS

Suínos/Cepea: Apesar do menor envio à China, aumento a outros destinos limita queda no total

As exportações brasileiras de carne suína (in natura e industrializada) à China, o maior destino da proteína nacional, recuaram 12,7% entre abril e maio

No acumulado do ano (de janeiro a maio), a queda nos envios ao país asiático já é de fortes 38,9% frente ao mesmo período de 2021, de acordo com a Secex. Esse cenário pressionou o total exportado pelo Brasil no último mês. A queda, porém, foi limitada pelo aumento dos embarques a outros destinos, como as Filipinas, que importaram 33,5% mais carne suína em maio frente a abril, tornando-se o segundo maior destino da proteína brasileira no último mês – atrás apenas da China. Assim, o Brasil exportou o total de 88,1 mil toneladas de carne suína em maio, de acordo com a Secex, leve queda de 0,4% frente a abril e 13% a menos que o embarcado em maio/21. É importante ressaltar que a China vem diminuindo a necessidade de comprar proteína no mercado internacional. Segundo pesquisadores do Cepea, esse movimento reflete a recuperação do rebanho de suínos no país após os picos de Peste Suína Africana (PSA), doença que acometeu milhões de animais. De acordo com dados do USDA, a produção chinesa de suínos já está próxima do patamar anterior à PSA, atingindo 655 milhões de cabeças em 2021, crescimento de 49% frente a 2019, o período mais crítico da doença no país asiático.

Cepea

Abertura do Canadá confirma qualidade da produção catarinense

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento comunicou, nesta semana, que as três primeiras plantas habilitadas para o mercado do Canadá são as unidades localizadas em Itapiranga e São Miguel do Oeste, da Seara Alimentos, e a de Chapecó, pertencente à Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop)

A abertura é muito oportuna porque ocorre em um momento em que os custos de produção estão elevados e o mercado doméstico está retraído por conta da inflação, da taxa de desemprego e de outros fatores. O Canadá é um grande produtor e exportador de carne suína. Em 2021 foi o terceiro maior exportador, embarcando 1,5 milhão de toneladas para vários mercados. Apesar disso, também importa, anualmente, em média 250 mil toneladas. As negociações entre exportadores e importadores dos dois países deve iniciar nos próximos dias.

O foco inicial das negociações deve incluir também barriga e costela, cortes muito apreciados por aquele país. A orientação é buscar uma conduta de complementariedade, atendendo lacunas eventualmente deixadas pelos produtores locais.

SINDICARNE-SC

Frango/Cepea: Procura externa firme eleva exportação; receita é recorde

Como já esperado por agentes do setor nacional, o volume de carne de frango exportado em maio aumentou

E no caso da receita, os resultados superaram as expectativas, visto que o montante gerado com as vendas externas atingiu recorde, conforme dados da Secex compilados por pesquisadores do Cepea desde 1997. Foram R$ 4,48 bilhões obtidos com os embarques de maio, valor 14,7% maior que o de abril/22 e 28,9% superior ao de maio/21. Quanto ao volume escoado, somou 429,7 mil toneladas, o segundo maior da história, atrás somente do de julho de 2018, quando foram exportadas 463,9 mil toneladas (Secex). Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento no volume embarcado está atrelado à guerra na Ucrânia – que já foi um dos maiores produtores e exportadores de carne de frango na Europa – e aos contínuos surtos de Influenza Aviária de alta patogenicidade (H5N1) no Hemisfério Norte, que têm direcionado a demanda global pela proteína ao Brasil. Quanto à receita, o resultado recorde refletiu o aumento no preço pago pelo produto exportado, que teve média de R$ 10,39/kg no último mês, o maior patamar da história, 11,7% superior à de abril e 24,3% acima da de maio/21.

Cepea

Mercado do frango estável

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave no atacado ficou estável em R$ 7,55/kg, assim como o frango na granja, valendo R$ 6,00/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço, em Santa Catarina, a ave não mudou de preço, valendo R$ 4,18/kg, e no Paraná foi registrada leve queda de 0,89%, custando R$ 5,56/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (15) (lembrando que dia 16, quinta-feira, não houve comercialização devido ao feriado de Corpus Christi), tanto a ave congelada quanto a resfriada ficaram estáveis, valendo, ambas, R$ 7,67/kg.

Cepea/Esalq

ABRAFRIGO

imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br

POWERED BY EDITORA ECOCIDADE LTDA

041 3289 7122

 

 

abrafrigo

Leave Comment