CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1586 DE 04 DE OUTUBRO DE 2021

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Ano 7 | nº 1586 | 04 de outubro de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi gordo: preço caiu R$17,00/@ no acumulado de setembro

Na última sexta-feira (1/10), o mercado abriu com preços estáveis para as três categorias

Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, no acumulado de setembro, a cotação do boi gordo caiu R$17,00/@ em São Paulo

Para a vaca gorda o recuo foi de R$14,50/@ e para novilha gorda a queda foi de R$14,00/@. Na última sexta-feira (1/10), o mercado abriu com preços estáveis para as três categorias. Boa parte das indústrias estava fora das compras, já com escalas de abate prontas para atender à demanda doméstica com a virada de mês. Vale ressaltar que os frigoríficos exportadores seguem aguardando um posicionamento do nosso maior comprador, a China. Além disso, o gigante asiático está em feriado nacional, iniciado no dia 1/10, que se estenderá até 7/10, ou seja, até lá o mercado segue em expectativa.

SCOT CONSULTORIA

Boi: arroba segue em forte queda, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a arroba do boi gordo negociada no mercado brasileiro voltou a registrar preços mais baixos

O cenário permanece o mesmo dos últimos dias, ou seja, a falta de notícias em relação à retomada das exportações à China. O país asiático segue em feriado nacional até metade desta semana. Na B3, as cotações dos contratos futuros do boi gordo seguiram firmes na tendência de queda que iniciou em meados de setembro e ganhou mais força nos últimos dias. O ajuste do vencimento para outubro passou de R$ 285,25 para R$ 283,50, do novembro foi de R$ 289,05 para R$ 287,45 e do dezembro foi de R$ 297,15 para R$ 295,35 por arroba.

AGÊNCIA SAFRAS

EXPORTAÇÃO de carne bovina in natura em setembro tem recorde, com 187 mil toneladas, em meio a dúvidas se china aceita a carga

De acordo com o Analista de Mercado da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a carga deve chegar no País asiático dentro de alguns dias, mas ainda não se sabe se a China vai aceitar. “O mercado está apreensivo com esse lote que está a caminho da China, pois se não for aceita vai ter que ser escoada no mercado interno”, informou 

O volume exportado de carne bovina in natura atingiu 187 mil toneladas no mês de setembro. No ano passado, o volume foi de 142,3 mil toneladas. O volume é recorde mensal na série histórica, mas o total embarcado era de contratos firmados antes da divulgação dos casos atípicos da doença da vaca louca. Segundo a Secretária Comércio Exterior (Secex), a média diária exportada de carne bovina ficou em 8,9 mil toneladas em setembro/21. Isso representou uma alta de 31,38% frente a média do total exportado no mesmo período do ano passado, com 6,77 mil toneladas. O volume exportado foi 3,0% acima do mês anterior e 31,4% superior na comparação anual. Os preços médios em setembro foram de US$ 5.790 mil por tonelada, alta de 41,37% frente a setembro de 2020, com valor médio de US$ 4.095 mil por tonelada. A média diária da receita ficou em US$ 51,5 milhões crescimento de 85,73%, frente setembro do ano passado, com US$ 27,7 milhões.

AGÊNCIA SAFRAS

Arroba do boi no MS despenca de R$315 para R$275

China adquire 34% da carne bovina exportada pelo estado e, sem demanda, frigoríficos estão em férias coletivas ou trabalhando parcialmente

A cotação da arroba bovina recuou e passou de R$ 315,00/@ no início de setembro para R$ 275,00/@ no estado. De acordo com o Diretor da Famasul, Frederico Stella, a queda no preço é reflexo do embargo da China pela carne bovina. “O nosso maior comprador está fora das compras e isso está refletindo no mercado e aqui no estado um terço das exportações vai para a China”, comentou.  O consumo interno de carne bovina teve uma queda de 12% de janeiro a agosto de 2021, frente ao mesmo período do ano passado. “Foi uma queda expressiva e atribuímos essa queda a população descapitalizada e os preços elevados da carne, mas tivemos um aumento de 6% nas exportações. Isso estava deixando o mercado equilibrado e agora bagunçou o mercado com a saída da China”, afirmou. As grandes indústrias estão trabalhando com a média das escalas de abate em torno de 10 dias úteis, enquanto as pequenas indústrias estão com programações para uma semana. “Eles reduziram o volume de animais abatidos e alongaram as escalas de abate, mas o jeito é esperar a retomada das exportações para a China”, informou.

Famasul

ECONOMIA

Dólar caiu na 6ª, mas engatou a mais longa série de altas semanais em um ano

O dólar sofreu na sexta-feira a maior queda em três semanas e voltou a ficar abaixo de 5,40 reais, com operadores aproveitando a fraqueza da moeda no exterior para realizar lucros depois de a cotação cravar na véspera sete pregões de alta e fechar no pico em cinco meses

O dólar à vista caiu 1,47% na sexta-feira, a 5,3696 reais, maior desvalorização percentual diária desde 9 de setembro (-1,80%). Em 2021, o dólar sobe 3,43%. O retorno do apetite por ativos de risco –que patrocinou ganhos também nos mercados de ações em Wall Street– se deu com ajustes de posições para o começo do quarto trimestre, caça a pechinchas depois da liquidação dos últimos pregões e otimismo sobre o estado da economia, a luta contra a Covid-19 e uma resolução para o impasse orçamentário nos EUA. Mas de forma geral o dólar vem em tendência ascendente e, conforme analistas, as sinalizações são de mais ganhos. “Uma vez que esperamos que as taxas de juros e as políticas monetárias divergentes continuem a ser o principal motor do câmbio pelo restante do ano, na medida em que a desaceleração global e as preocupações em torno da variante Delta persistem, a ampla apreciação do dólar norte-americano é um risco material”, disseram estrategistas do Bank of America em relatório. No Brasil, o câmbio deve seguir intimidado, entre outros fatores, pela percepção extensa de risco fiscal e por dúvidas sobre a capacidade do Banco Central de vencer a inflação. A oferta inesperada de swap cambial tradicional pelo BC na véspera ajudou a tirar os comprados de uma posição mais confortável, mas ainda pairam incertezas sobre a avaliação do Bacen acerca de níveis considerados injustificáveis para a taxa de câmbio. Mesmo prevendo juro mais alto para 2022, o Bradesco elevou a estimativa para o dólar ao fim do próximo ano, passando a ver taxa de 5,60 reais, de 5,50 reais na estimativa divulgada em setembro, depois de a moeda fechar este ano em 5,15 reais (acima dos 5,00 reais esperados antes). Ainda que a normalização monetária no Brasil venha contendo os fluxos de saída de dólares, a queda dos termos de troca decorrente da desaceleração da China tende a levar o câmbio para um nível mais depreciado”, explicou o Bradesco em relatório, acrescentando que a acomodação da economia mundial e o início da retirada dos estímulos monetários nos países desenvolvidos também sugerem um real mais fraco.

REUTERS

Alívio nos juros futuros e remédio contra Covid-19 permitem respiro do Ibovespa

O principal índice da bolsa brasileira abriu o último trimestre de 2021 esboçando recuperação, apoiado no otimismo de agentes do mercado com a sinalização de autoridades monetárias de Brasil e de Estados Unidos que amenizaram temores de uma escalada maior dos juros para conter a inflação. No setor, a JBS caiu 1,97%. Pela manhã, chegou a subir após ter anunciado que o BNDESPar cancelou o processo de venda das ações da companhia 

Além disso, o anúncio de resultados promissores de um remédio contra a Covid-19 também alimentou otimismo nas bolsas, empurrando o Ibovespa, que fechou o dia em alta de 1,73%, aos 112.899,64 pontos. Na semana, porém, o índice caiu 0,34%. Na véspera, cravou o terceiro mês seguido de perda. O giro financeiro da sessão somou 30,2 bilhões de reais. Nos Estados Unidos, outro membro do Federal Reserve, a presidente da autoridade em Cleveland, Loretta Mester, reforçou a visão de que o Fed só deve subir juro no fim de 2022. No Brasil, o Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a curva de juros está mais inclinada do que o normal por conta de incertezas fiscais, o que foi lido como sinal de que, levando em conta somente o cenário econômico, há um prêmio na curva e espaço para uma correção, afirmou Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora. Com isso, ações de empresas de alto crescimento e das ligadas a consumo e construção, que sofrem mais num ambiente de juros em elevação, se recuperaram. Em outra frente, a Merck afirmou que uma droga experimental contra Covid-19 reduziu à metade a chance de hospitalização ou morte de pacientes de desenvolver doenças graves.

REUTERS 

Confiança empresarial cai 2,5 pontos em setembro, diz FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) apresentou queda de 2,5 pontos em setembro, passando para 99,9 pontos. O resultado interrompeu a sequência de altas que começou em abril deste ano

Para o Superintendente de Estatísticas do instituto, Aloisio Campelo Junior, apesar de ser a primeira queda desde março de 2021, a evolução da confiança empresarial em setembro preocupa por causa da piora das expectativas, que deixam de ser otimistas e passam a neutras. “O quadro de crescimento econômico moderado se mantém neste final de terceiro trimestre, mas surgem, no radar empresarial, os riscos de uma crise energética, uma possível desaceleração da economia chinesa e o impacto da alta gradual dos juros no consumo interno”, avaliou Campelo. Para o instituto, a piora da avaliação sobre a situação corrente e das expectativas para os próximos meses, foram os motivos que levaram à queda da confiança dos empresários. O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 1,2 ponto, e ficou em 99,3 pontos e o Índice de Expectativas (IE-E) caiu 3,8 pontos, para 99,9 pontos. O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores avaliados pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE, que são indústria, serviços, comércio e construção. Dentre os setores, apenas a confiança da construção, que teve alta de 0,1 ponto, não apresentou queda em setembro. O maior recuo foi da confiança do comércio (-6,8 pontos), seguido por serviços (-2 pontos) e indústria (-0,6 ponto). Segundo os pesquisadores, em todos os segmentos, os movimentos da confiança foram determinados principalmente pela piora das expectativas em relação aos próximos meses.

AGÊNCIA BRASIL

EMPRESAS 

Marfrig aprova a contração de R$ 700 milhões em CDCA

Papéis vencem em 2027; Banco do Brasil será o emissor

O conselho de administração da Marfrig aprovou na sexta a contratação de R$ 700 milhões em Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), com vencimento em 20 de setembro de 2027. O emissor será o Banco do Brasil. A ata enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) não especificou como utilizará os recursos.

VALOR ECONÔMICO

Ações de frigoríficos em alta

Embargo da China à carne bovina brasileira passou despercebido pelas ações de JBS, Marfrig e Minerva

O embargo da China à carne bovina brasileira passou despercebido pelas ações de JBS, Marfrig e Minerva, os principais frigoríficos brasileiros com foco no produto. Diversificado e com operações em outros países, o trio viu seus papéis subirem na B3 desde a suspensão das exportações, em 4 de setembro, também em consequência da baixa disponibilidade de gado no Brasil. No período de incerteza, o papel que mais sentiu foi o da Minerva. Entre os dias 30 de agosto e 3 de setembro, as ações caíram 7,7%, para R$ 7,79. As da JBS, líder global em proteínas animais, que obtém a maior parte de sua receita nos EUA — onde o mercado está favorável aos resultados —, recuaram 0,3%, para R$ 31,10, e as da Marfrig, a segunda maior companhia de carnes, também forte nos Estados Unidos, até subiram: 1,76%, a R$ 20,04. A confirmação dos casos atípicos saiu no dia 4, um sábado. Depois, o Brasil suspendeu voluntariamente suas vendas à China, como prevê o protocolo sanitário bilateral firmado com o país asiático, que vinha absorvendo 60% dos embarques brasileiros de carne bovina. Mas a notícia não abalou os grandes frigoríficos, embora tenha prejudicado os negócios de empresas de menor porte do segmento. Na sexta, as ações das três companhias fecharam em patamares mais elevados que em 3 de setembro. Para acalmar os investidores, a Minerva anunciou logo no dia 6 mudanças logísticas para se adequar à situação. A empresa informou que manteria o fornecimento aos chineses por meio de três plantas de sua subsidiária Athena Foods localizadas no Uruguai e na Argentina. Com isso, entre os dias 3 e 30 de setembro, os papéis da empresa acumularam alta de 34,1%, para R$ 10,45. No caso da Marfrig — que também viu investidores elevarem a aposta em uma fusão com a BRF, da qual a empresa de Marcos Molina comprou fatia de quase 32% —, a valorização no mesmo período foi de 28%, a R$ 25,66. E, se quase não sentiu os tremores da “vaca louca” atípica, a JBS foi a que menos subiu desde o dia 3, ainda que o aumento (de 19,2%, para R$ 37,07) tenha sido expressivo.

VALOR ECONÔMICO

JBS diz que BNDESPar cancelou processo de venda de ações

A JBS informou na sexta-feira (01) que seu acionista BNDES Participações (BNDESPar) cancelou o processo de venda de ações da processadora de carnes

O BNDESPar planejava potencial oferta pública de distribuição secundária das ações que detém da JBS. O BNDESPar é dono de 561,66 milhões de ações da JBS, equivalentes a uma participação de 23,16% na composição acionária da companhia, segundo informações no site da JBS atualizadas em 13 de setembro. As ações da JBS fecharam em queda de 1,97% na bolsa de São Paulo B3 na sexta-feira, a R$ 36,34.

CARNETEC

FRANGOS & SUÍNOS

Exportação de carne de frango em setembro/21 supera em 55% o faturamento de setembro/20

De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de carne de aves in natura até ao final de setembro tiveram desempenho acima de agosto deste ano e setembro do ano passado devido à competitividade da proteína

Para o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o desempenho das exportações de carne de frango pode ser considerado “espetacular”, já que além de o país ter vários parceiros comerciais no setor, a proteína brasileira é a mais competitiva entre os demais players. A receita obtida em setembro, US$ 671,3 milhões, superou em 54,7% o montante obtido em setembro de 2020, com US$ 434 milhões. No volume embarcado, 388.950 toneladas, ele é 21,7% superior ao total exportado em setembro do ano passado, com 319.519 toneladas. Comparando o resultado de setembro com os números de agosto, o faturamento de US$ 671,3 milhões é 8,5% maior que US$ 618,2 milhões registrados em agosto. No volume houve aumento de 10,7% em relação ao total de agosto. A receita por média diária nos 21 dias úteis de setembro, US$ 31.969, foi 54,68% maior do que setembro do ano passado. Em comparação à semana anterior, houve baixa de 13%. Em toneladas por média diária, 18.521 toneladas, houve alta de 21,73% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. No preço pago por tonelada, US$ 1.726, ele foi 27,07% superior ao praticado em setembro do ano passado. Em relação ao valor registrado na semana anterior, houve leve alta de 0,4%.

AGÊNCIA SAFRAS 

Exportação de carne suína do BR fecha setembro com mais de 101 mil toneladas

China tem comprado mais volumes do Brasil do que de outros grandes players, como Estados Unidos ou países da União Europeia

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, as exportações de carne suína in natura em setembro fecharam com volume e faturamento acima da movimentação de agosto deste ano e de setembro de 2021. Para o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o volume de mais de 101 mil toneladas “é o melhor resultado, que eu me lembre”.  Iglesias explicou que a China tem adquirido bons volumes do Brasil, ao contrário de outros grandes players, como Estados Unidos e países da União Europeia. A receita com as exportações, US$ 242,3 milhões, superou em 37,7% o valor de setembro de 2020, US$ 176 milhões. No volume embarcado, as 101.896 toneladas, ele é 34% superior ao total exportado em setembro do ano passado, com 76.053 toneladas. Comparando o resultado com os números obtidos em agosto, o faturamento é 23,5% maior. No volume embarcado houve aumentou de 25% em relação a agosto. A receita por média diária foi de US$ 11.538 valor 37,64% maior do que o de setembro de 2020. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 12,6%. Em toneladas por média diária, 4.852, avanço de 33,98% no comparativo com o mesmo mês de 2020. No preço pago por tonelada, US$ 2.378 ele é 2,73% superior ao praticado em setembro passado.

AGÊNCIA SAFRAS

Criadores britânicos de porcos pedem ajuda diante de iminência de abate

Criadores de porcos do Reino Unido alertaram na sexta-feira para uma crise de carne suína a menos que o governo amenize com urgência uma falta aguda de funcionários de matadouros que deixa mais de 150 mil animais retidos nas fazendas e cria a perspectiva de um abate custoso

Um êxodo repentino de trabalhadores da União Europeia, ocorrido depois que os lockdowns da Covid-19 diminuíram, ameaça a sobrevivência de muitas fazendas de criação de porcos, e na sexta-feira elas pediram aos varejistas que não recorram à carne suína mais barata da UE. A Associação Nacional de Criadores de Porcos disse que o setor está elevando salários e tentando intensificar o treinamento e a automação desde que a pandemia, combinada às novas regras imigratórias pós-Brexit, passou a afetar um setor que sempre teve dificuldade para empregar. No meio-tempo, os criadores enfrentam uma grande escassez de açougueiros e carniceiros, o que significa que até 150 mil porcos que já deveriam ter sido abatidos continuam nas fazendas. A associação, que pediu ao governo que relaxe as regras imigratórias durante seis a nove meses para aliviar o setor, disse que as conversas com o governo chegaram a um impasse. “Estou recebendo ligações, entra dia, sai dia, de criadores de todo o país que estão em uma situação perigosa por estarem com porcos demais nas fazendas”, disse Rob Mutimer, Presidente da associação e criador de Norfolk, à Reuters. Ele disse que o setor sempre soube que perderia trabalhadores europeus depois que o Reino Unido decidiu se desfiliar da UE, mas que a suspensão das regras de viagem da Covid no início deste ano levou muitos, que não voltavam para casa há 18 meses, a partirem em massa. “O setor de alimentos inteiro não consegue arcar com uma perda de mão de obra tão enorme no curto prazo”, disse.

REUTERS

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