CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 938 DE 20 DE FEVEREIRO DE 2019

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Ano 5 | nº 938 | 20 de fevereiro de 2019

 NOTÍCIAS

Queda no preço da arroba em São Paulo

Nas regiões onde a oferta de boiadas não tem sido suficiente para atender à necessidade das indústrias, os preços foram pressionados para cima no fechamento desta terça-feira (19/2)

No Maranhão, por exemplo, a arroba subiu 0,7%, o que significa alta de R$1,00/@ na comparação diária e as escalas de abate da região atendem, em média, três dias. Em contrapartida, em São Paulo, a oferta de boiadas tem sido suficiente para atender a demanda, e abriu espaço para os frigoríficos ofertarem preços abaixo das referências. Na comparação dia a dia, a cotação da arroba do boi gordo caiu 0,7% no estado, e fechou em R$152,50 a prazo, livre de Funrural. As programações de abates dos frigoríficos paulistas atendem, em média, seis dias. No Rio Grande do Sul, a oferta de animais está curta, porém há indústrias que estão abastecendo seus estoques com carne vinda do Centro-Norte, diminuindo dessa forma o apetite de compras. Nesses casos as ofertas de preços para a arroba do boi abaixo das referências são comuns. Por outro lado, as indústrias mais dependentes da oferta local sentem dificuldade em alongar as escalas de abate e ofertam preços acima das referências para a arroba.

SCOT CONSULTORIA

Mercado de reposição: menor procura por negócios impacta as cotações

Com a chegada de fevereiro, havia uma expectativa de maior firmeza para as cotações no mercado do boi gordo, entretanto, esse cenário não foi concretizado na maioria das regiões

Isso fica evidente quando analisamos o fechamento do mercado de animais terminados da primeira metade de fevereiro. Na média das 32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria, a arroba do boi gordo cedeu 0,2%. Nas praças onde houve esse cenário de queda, os negócios no mercado de reposição esfriaram e chegaram, em alguns casos, até a pressionar para baixo as cotações. Em Mato Grosso do Sul e Goiás, por exemplo, no fechamento semanal a cotação do bezerro de desmama anelorado (6@) cedeu 0,8% e 1,6%, respectivamente. Por outro lado, nas regiões onde o início de fevereiro foi melhor para o mercado do boi gordo, a procura por negócios com a reposição aumentou e as cotações ganharam firmeza. Caso do Pará. Por lá, as cotações do bezerro de desmama subiram 2,6% desde o início do mês. Além do mercado do boi gordo positivo o clima também tem ajudado na melhor condição das pastagens, fato que favorece a procura. De maneira geral, para o curto prazo, vale a pena acompanhar as condições climáticas e a recuperação dos pastos. As chuvas voltaram em algumas regiões que sofreram com o veranico em dezembro e janeiro, isso tende a melhorar as condições das pastagens daqui para frente e pode gerar maior estímulo para os negócios no mercado de reposição. No entanto, o consumo de carne tende a ser menor na segunda metade do mês o que pode pressionar as cotações da arroba do boi gordo para baixo. Fato que diminui o apetite de compra dos recriadores e invernistas. O equilíbrio entre essas duas variáveis definirá o rumo das cotações. 

SCOT CONSULTORIA

Em Dubai, importadores de carnes ignoram mudança de embaixada

A possível transferência da embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém passou ao largo das rodas das conversas e negociações de bastidores entre importadores e representantes dos frigoríficos brasileiros na principal feira de alimentos do Oriente Médio

A ausência da discussão foi um alívio para os exportadores de carnes bovina e de frango que participam da Gulfood, evento anual que em 2019 ocorre em Dubai entre 16 e 21 de fevereiro. Apesar da sinalização positiva, nem tudo são flores. A avaliação de um empresário brasileiro que conversa frequentemente com os sauditas é que a retórica negativa de representantes do governo Bolsonaro em relação ao mundo muçulmano atrapalha as tratativas. “Eles têm uma desculpa”, acrescentou. Na semana passada, uma comitiva de brasileiros esteve na Arábia Saudita para conversas sobre as restrições que o país árabe fez em janeiro, quando proibiu dezenas de frigoríficos brasileiros de carne de frango de exportar. De acordo com uma fonte, diferentemente de outras ocasiões, o clima da reunião foi “frio”. Embora seja consensual que a restrição saudita aos abatedouros de frango tenha motivação estratégia, e não política — os sauditas querem reduzir a dependência as importações de frango e produzir 60% de seu consumo localmente até 2030 —, a avaliação é que o diálogo com os brasileiros poderia ser melhor. Não à toa, a única esperança entre os exportadores brasileiros é que as autoridades sanitárias da Arábia Saudita permitam que os carregamentos de carne de frango que estão no mar a caminho do país possam entrar. Os lotes foram despachados pelos frigoríficos brasileiros antes das restrições serem anunciadas. Além disso, a reabertura das unidades recentemente desabilitadas pela Arábia Saudita parece um sonho distante. “Só vão abrir se precisarem da carne”, disse uma fonte.

VALOR ECONÔMICO

ECONOMIA

Arrecadação federal soma R$160,426 bi em janeiro, terceira queda consecutiva

A arrecadação do governo federal teve queda real de 0,66 por cento em janeiro na comparação com igual mês de 2018, a 160,426 bilhões de reais, recuando pelo terceiro mês consecutivo, informou a Receita Federal na terça-feira

Antes disso, o dado veio no vermelho em dezembro (-1,03 por cento) e em novembro (-0,27 por cento). Questionado sobre a sequência de resultados negativos, o Chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros, Claudemir Malaquias, afirmou que “não há preocupação nesse sentido até porque os ganhos serão marginais a partir de agora”. Malaquias explicou que a base de comparação já embute uma retomada econômica concretizada no passado. Por essa razão, “a tendência é que as bases comecem a se aproximar”. A avaliação se dá a despeito de o governo projetar uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5 por cento em 2019, ante 1,4 por cento calculado para 2018, conforme último relatório bimestral de receitas e despesas do ano passado. O resultado geral de janeiro só não foi pior porque o governo registrou alta real de 27,51 por cento com receitas administradas por outros órgãos, que são sensibilizadas sobretudo por royalties do petróleo. Olhando apenas para as receitas administradas pela Receita Federal, a retração foi de 2,12 por cento em janeiro sobre um ano antes. Em apresentação, a Receita também justificou que houve redução das alíquotas de PIS/Cofins e CIDE sobre o óleo diesel, razão pela qual a arrecadação com esses tributos sobre combustíveis caiu 943 milhões de reais sobre janeiro de 2018.

REUTERS

Ibovespa fecha em alta com perspectiva favorável para reforma da Previdência

O Ibovespa fechou em alta na terça-feira com alívio no ruído político, apostas favoráveis para a proposta da reforma da Previdência e o viés positivo em Wall Street

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,19 por cento, a 97.659,15 pontos. O volume financeiro da sessão somou 15,3 bilhões de reais. O governo demitiu na véspera o Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, a fim de aplacar o imbróglio envolvendo um dos principais nomes da equipe do Presidente Jair Bolsonaro. Na visão de alguns profissionais do mercado, o evento envolvendo Bebianno fez seu preço no curto prazo e aparentemente está encerrado, embora tenha tido um efeito negativo na agenda do governo, adiando a chance de algo de concreto em breve. Para Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital, os últimos eventos corroboram apostas de que a reforma da Previdência agora deve andar incluindo investidores estrangeiros. Em Wall Street, os pregões fecharam com modestos ganhos, apoiados em resultados positivos do Walmart e expectativas para nova rodada de negociações entre Estados Unidos e China.

REUTERS

Dólar cai frente ao real

O dólar caiu ante o real em pregão de leve volatilidade na terça-feira tendo de pano de fundo alguma cautela no exterior com o desfecho nas negociações comerciais entre EUA e China

O dólar recuou 0,45 por cento, a 3,7156 reais na venda. Na máxima da sessão, chegou a 3,7458 reais e, na mínima, tocou 3,7042 reais. O dólar futuro caía 0,47 por cento. Na quarta-feira, a reforma da Previdência será oficialmente apresentada ao Congresso e há expectativa, segundo o porta-voz da Presidência, de que o próprio Presidente Jair Bolsonaro leve a proposta à Casa. Segundo o Vice-Presidente Hamilton Mourão, o governo terá de trabalhar para garantir entre 60 e 70 votos para aprovar a reforma, calculando que a oposição tenha 150 votos e o governo possua 250. A agenda de proposições ocorre em meio à tentativa do Planalto de se desvencilhar da crise política que culminou na demissão do Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, até então aliado forte do Presidente, que esteve no centro de um suposto esquema de candidaturas-laranja dentro do PSL. A demora em dar cabo à crise gerou impaciência entre participantes do mercado, que observavam nesta terça-feira possível impacto da crise às negociações sobre Previdência no Congresso. No exterior, investidores monitoram com cautela as negociações entre EUA e China, à medida que se aproxima o prazo de 1º de março, data em que vence uma trégua comercial e que poderá resultar em aumentos de tarifas. Trump voltou a sinalizar na terça-feira que poderá prorrogar o prazo, afirmando que as negociações com chineses estão indo bem.

REUTERS

Preços no atacado voltam a subir e IGP-M sobe 0,55% na 2ª prévia de fevereiro, diz FGV

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve alta de 0,55 por cento na segunda prévia de fevereiro, depois de registrar variação negativa de 0,01 por cento no mesmo período do mês anterior, com maior pressão sobre os preços no atacado

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou na terça-feira que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, avançou 0,73 por cento na segunda prévia de fevereiro, contra queda de 0,26 por cento no mesmo período do mês anterior. Os dados do IPA mostraram que a pressão sobre os preços das Matérias-Primas Brutas aumentou com força, levando o índice do grupo a subir 1,89 por cento, ante recuo de 0,24 por cento. O destaque partiu do movimento dos itens minério de ferro, leite in natura e cana-de-açúcar. Mas o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, desacelerou a alta a 0,17 por cento no período, de alta de 0,49 por cento na segunda leitura de janeiro. O comportamento do grupo Educação, Leitura e Recreação deu a maior contribuição, ao recuar 0,43 por cento, depois de avançar 1,45 por cento antes. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, registrou alta de 0,29 por cento, de um acréscimo de 0,38 por cento antes.

REUTERS

EMPRESAS

Friboi diz que comercialização de cortes nobres cresceu 45% em 2018

A Friboi, marca do grupo JBS, registrou aumento de 45% na comercialização de cortes nobres de carnes em 2018, incluindo as linhas 1953 e Swift Black, informou a companhia em comunicado na segunda-feira (18)

A linha 1953, lançada em janeiro de 2018, fornece produtos no varejo e para o setor de food service, inclusive para o mercado externo. Já a Swift Black é vendida apenas em butiques de carnes e no segmento de restaurantes. A 1953 registrou crescimento médio mensal de 20% no número de pontos de vendas no ano passado. A linha, composta por cerca de 50 tipos de cortes oriundos de uma mistura de raças europeias, está presente em 5,4 mil pontos de venda de 15 estados brasileiros. “Apesar do crescimento mês a mês da 1953, estamos mantendo o mesmo patamar de entregas de outras marcas da companhia que atuam no segmento, o que comprova que ainda há muito espaço e oportunidades no nicho de carne bovina premium”, disse o presidente da Friboi, Renato Costa. Ele atribui o crescimento das linhas ao aumento da demanda por carnes de alta qualidade por consumidores exigentes.

CARNETEC

FEIRAS & EVENTOS

Ministério promove, em Brasília, seminário sobre autocontrole na produção agropecuária

Pelo mecanismo, o empresário é o responsável pela qualidade do seu produto e o Estado fiscaliza. O evento terá abertura da Ministra Tereza Cristina

O Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa) promoverá na próxima quinta-feira, dia 21, em Brasília, o seminário Boas Práticas de Fabricação e Autocontrole, que discutirá ações e iniciativas voltadas para o fortalecimento no uso de ferramentas de autocontrole e de boas práticas de fabricação nas atividades reguladas pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA). O evento será aberto pela ministra Tereza Cristina, que já anunciou a decisão de ampliar o autocontrole nas indústrias fiscalizadas pelo Mapa. Vão participar do evento, no auditório do Tribunal de Contas da União (TCU), auditores fiscais federais agropecuários, representantes da cadeia produtiva do agronegócio, gestores do ministério, pesquisadores, consultores, sindicatos e associações do setor e parlamentares. No sistema de autocontrole, o empresário fica responsável pela qualidade do produto que fabrica e comercializa, e o Estado fiscaliza. De acordo com o Secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, o objetivo do seminário é buscar uma harmonização de conceitos, o compartilhamento de experiências, a avaliação de riscos e oportunidades, além do fortalecimento no emprego de ferramentas de autocontrole e de boas práticas no setor produtivo. Alguns setores do agronegócio brasileiro já têm excelentes sistemas de autocontrole em funcionamento, e a ideia é ampliar o uso dessas ferramentas. Os participantes poderão acompanhar os painéis de discussões e interagir com os mediadores. O seminário será transmitido ao vivo pela página do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Facebook. O evento começa às 9h, no auditório do Instituto Serzedello Corrêa, do TCU, no setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3, Lote 3, em Brasília (próximo ao CCBNB).

MAPA

FRANGOS& SUÍNOS

Suíno Vivo: altas em SP e em SC na terça (19)

Na terça-feira (19), a cotação do suíno vivo teve alta de 6,58% em São Paulo, a R$4,21/kg e de 3,72% em Santa Catarina, a R$3,62/kg

O indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (18), trouxe alta para todas as praças, sendo a variação mais expressiva a de 2,05% em Minas Gerais, a R$3,98/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq/USP destacou que, após um baixo desempenho na primeira semana de fevereiro, as negociações envolvendo o suíno vivo voltaram a se aquecer na segunda semana deste mês. O número de animais para abate está menor, o que, associado à maior procura pela proteína suína, tem resultado em recuperação nos preços.

Cepea/Esalq

Demanda aumenta e preço da carne de frango sobe em fevereiro

Os preços do frango e da carne de frango subiram em quase todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) na primeira metade de fevereiro, refletindo aumento na demanda, informou o Cepea em nota na terça-feira (19)

O preço do frango congelado subiu 4,8% entre 31 de janeiro e 15 de fevereiro, para R$ 4,33, enquanto o preço do frango resfriado teve alta de 7%, para R$ 4,37 no atacado da Grande São Paulo. A alta na procura na primeira metade de fevereiro é normal para esse período do mês, disse o Cepea. Os preços tinham caído fortemente em janeiro, impactados por menor demanda pelo produto nos mercados doméstico e internacional. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Cepea, o Japão e a Arábia Saudita foram os países que mais reduziram as compras de carne de frango brasileira em janeiro na comparação com dezembro. O Japão importou 27,3 mil toneladas do produto, queda de 28% ante dezembro, e a Arábia Saudita reduziu as compras em 27%, para 38,8 mil toneladas. A China comprou 9% a menos e os Emirados Árabes Unidos cortaram as compras em 5%. O poder de compra de criadores de frango em São Paulo em relação ao preço do milho caiu ainda mais na primeira metade de fevereiro – uma tendência que já é observada há quatro meses diante das quedas no preço do frango e alta no preço do milho. Já o preço do farelo de milho, também usado na nutrição de aves, está em queda em fevereiro. O preço médio do frango vivo ficou em R$ 2,79 por quilo na Grande São Paulo entre 1º e 15 de fevereiro, queda de 2,1% em relação à primeira metade de janeiro, e alta de 25,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando considerados valores nominais.

CARNETEC

Frango Vivo: cotações estáveis nesta terça (19)

Na terça-feira (19), as cotações do frango vivo permaneceram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$3,00/kg.

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg e queda de -1,16% para o frango no atacado, a R$4,25/kg. Contudo, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP ressalta que o mês de fevereiro vem se consolidando como mais um mês de queda no poder de compra de avicultores do estado de São Paulo frente ao milho. De acordo com levantamentos do Cepea, este é o quarto mês consecutivo em que o cenário está desfavorável aos produtores paulistas.

Scot Consultoria

INTERNACIONAL

Apesar dos detratores, a demanda por carne bovina cresceu em ritmo acelerado

Enquanto as manchetes continuam a deixar os consumidores dos EUA longe da carne e da carne bovina em particular, a Grand View Research prevê um crescimento estável até 2025 para o mercado global de carne bovina

Em um novo relatório, a empresa de pesquisa previu que o valor do mercado global de carne bovina atingiria US $ 383,5 bilhões até 2025, exibindo uma taxa de crescimento anual composta de 3,1%. A crescente conscientização sobre a carne bovina como uma importante fonte de proteína deve impulsionar o mercado”, afirmou o relatório, citando esses achados principais: – O segmento de “outros cortes” dominou o mercado global com uma participação de receita de 54,7% em 2017, principalmente devido à crescente demanda por costelas, round, chuck, late e flanco. – O corte de lombo deverá ser o segmento de mais rápido crescimento, com uma taxa de crescimento anual prevista de 3,5% de 2017 a 2025. – Em termos de volume, o método de abate halal deverá expandir a uma taxa anual de 2,7 por cento ao longo do período de previsão – Em termos de volume, a América do Norte deverá testemunhar uma taxa de crescimento constante de 2,5% ao longo do período de previsão, com a conscientização associada à carne bovina produzida a pasto, que deve contribuir para o crescimento do mercado. Carne produzida a pasto e halal são vistas como áreas de crescimento. O relatório observou um aumento nos últimos seis anos nas importações norte-americanas de carne bovina resfriada produzida a pasto. A demanda de cadeias de restaurantes como a Burger King e a McDonald’s também deve contribuir para o crescimento do mercado dos EUA. Espera-se também que uma crescente população islâmica acione a demanda por carne bovina halal durante o período de previsão. A empresa de pesquisa alertou, no entanto, que “os riscos à saúde associados ao consumo de carne e aos preços mais altos da carne, em comparação com outras formas de carne, podem impactar criticamente o crescimento do mercado”.

MeatingPlace.com

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