CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 893 DE 07 DE DEZEMBRO DE 2018

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Ano 4 | nº 893 | 07 de Dezembro de 2018

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Abrafrigo diz que passivo é injusto e apoia nova prorrogação do prazo de adesão ao refis do rural

Pelo impacto que está trazendo para os produtores rurais e pequenos e médios frigoríficos, a Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) divulgou nota ontem apoiando uma nova prorrogação do prazo de adesão ao Refis Rural, que acaba no dia 31 de dezembro de 2018

Em 2010, o STF considerou a cobrança do Funrural inconstitucional e, baseado nesta decisão, o setor produtivo deixou de efetuar o recolhimento do imposto. Em 2018, o STF mudou de opinião, e tornou constitucional a cobrança, criando um passivo de oito anos para o produtor que, no modo de ver da ABRAFRIGO, “é totalmente injusto”. Segundo a entidade, o Presidente eleito Jair Bolsonaro deu várias declarações contra essa cobrança, dizendo que essa conta não é do produtor rural e “então acreditamos que esta discussão precisa ser levada para o próximo governo”, disse o Presidente Executivo da entidade, Péricles Salazar.  “Os produtores não têm capacidade de pagamento deste passivo, algo próximo de R$ 2 bilhões, acumulado durante oito anos. Além disso, o prazo é muito curto”, explicou. A ABRAFRIGO também elogiou a aprovação pela Câmara dos Deputados na quarta-feira, dia 5, do requerimento de urgência do projeto de lei que acaba com as dívidas do Funrural, de autoria do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), que agora terá agora preferência para votação.

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NOTÍCIAS

Início de dezembro com maior firmeza nas cotações do boi gordo

No fechamento da última quinta-feira (6/12), a arroba do boi gordo subiu em treze praças pecuárias. Essa maior firmeza do mercado tem sido observada desde o início da semana

Naturalmente dezembro é um mês de aquecimento da demanda e a arroba do boi parece começar a sentir os efeitos dessa sazonalidade. Além disso, o confinamento, que era o principal originador de boiadas até aqui, já oferta bem menos animais e, como o volume de boiada de pasto ainda é tímido, os frigoríficos estão com dificuldade para comprar a matéria-prima. Entretanto, mesmo com as cotações reagindo, conforme o final do mês for se aproximando a tendência é de menor volume de negócios e menos força para altas. No mercado atacadista de carne bovina as valorizações do traseiro foram compensadas pelas quedas do dianteiro e não houve alteração nas referências para o boi casado de animais castrados, que ficou cotado em R$9,97/kg.

SCOT CONSULTORIA

Oferta suficiente para atender a demanda pressiona arroba do boi gordo em Santa Catarina

Mesmo com a entrada de dezembro e a expectativa de melhora da demanda, a oferta de boiadas terminadas tem sido suficiente para abastecer os estoques de carne, abrindo espaço para baixa de 1,0% da arroba na primeira semana deste mês no Oeste de Santa Catarina

Cenário diferente do registrado em novembro, onde a arroba valorizou 0,7% no mesmo intervalo. Na região, a arroba do boi gordo está cotada, em média, em R$148,00 a prazo, livre de Funrural. O diferencial de base em relação a Araçatuba-SP está em -1,0%. Para a arroba da vaca gorda, esse movimento de queda na primeira semana de dezembro não aconteceu. A menor oferta de fêmeas resultou em alta de 2,9% desde o início de novembro. Está cotada em R$140,00/@, a prazo, livre de Funrural. Para o curto prazo, com a proximidade das festas de final de ano a expectativa é que o escoamento de carne aumente.

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Ibovespa fecha em queda de 0,2% antes de dados de emprego dos EUA

O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, mas longe das mínimas da sessão, acompanhando a melhora de ativos de mercados emergentes e antes da divulgação de dados de emprego nos EUA, que podem determinar próximos movimentos de política monetária

O principal índice do mercado acionário brasileiro caiu 0,22 por cento, a 88.846,48 pontos, após recuar 2,26 por cento no pior momento, afetado pelo cenário externo com notícias desfavoráveis para a relação sino-americana e queda do petróleo. O volume financeiro no pregão somou 13,9 bilhões de reais. A criação de vagas nos EUA em novembro, da ADP, veio menor do que o esperado. Além disso, declarações do Presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic, de que os EUA estão a pequena distância do juro neutro corroboraram ajustes antes do relatório de emprego do governo. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed reúne-se em 17 e 18 de dezembro, quando se espera uma nova alta da taxa de juro norte-americana, para o intervalo de 2,25 a 2,50 por cento. Nos EUA, o ETF iShares MSCI de mercados emergentes caía 1,5 por cento no final da tarde, após ter recuado mais de 3 por cento no pior momento. A queda de mais de 2 por cento nos preços do petróleo endossou o viés negativo no pregão brasileiro, com as cotações da commodity pressionadas também pela sinalização da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de que pode concordar com um corte de produção menor do que o esperado. Dados da B3 mostraram entrada líquida de estrangeiros no segmento Bovespa nos dois primeiros pregões de dezembro, somando 1,9 bilhão de reais. O saldo no ano está negativo em 7,6 bilhões de reais.

REUTERS

Dólar tem 3ª alta seguida ante dólar com exterior

O dólar terminou em alta pela terceira sessão seguida, mas longe das máximas, quando encostou em 3,95 reais, em dia de renovada aversão ao risco global

O dólar avançou 0,18 por cento, a 3,8751 reais na venda, acumulando nestes três dias seguidos de valorização 0,85 por cento. Na máxima, a moeda foi a 3,9440 reais e, na mínima, a 3,8772 reais. O dólar futuro tinha avanço de cerca de 1,5 por cento. Em meio à tensão geopolítica e guerra comercial, o achatamento da curva de juros norte-americana no começo da semana também levantou preocupações sobre uma possível recessão na maior economia do planeta. No exterior, o dólar subia ante as divisas emergentes, como o peso chileno e o rublo. Mas passou a cair ante a cesta de moedas após dados mais fracos de abertura de vagas no mercado privado norte-americano, entre outros. O viés de baixa foi reforçado lá fora —e aliviou a alta doméstica— com a fala do Presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic, que disse que o banco central dos Estados Unidos está bem perto da taxa de juros neutra, o que o mercado entendeu como um sinal de menos apertos monetários à frente. Internamente, os investidores mantinham a cautela com o novo governo e as indefinições sobre reforma da Previdência e a cessão onerosa. “Acho que é cedo para sabermos como será a articulação do governo, vamos ter condição de avaliar em janeiro ou fevereiro. Mas o mercado está ansioso… é mais um ponto negativo a pressionar o câmbio”, disse a estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte. O BC vendeu nesta sessão 13,83 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares.

REUTERS

Índice de preços de alimentos da FAO desce ao menor nível do ano

O índice de preços globais de alimentos da FAO voltou a registrar queda em novembro

Segundo informou hoje o braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, a queda em relação a outubro, a terceira consecutiva, foi de 1,3%, para 160,8 pontos. O resultado foi determinado por baixas em quatro dos cinco grupos de produtos que compõem o indicador. A maior delas foi a dos óleos vegetais (5,7%, para 125,3 pontos), seguida pelas retrações dos lácteos (3,3%, para 175,8 pontos), dos cereais (1%, para 164 pontos) e das carnes (0,2%, para 160 pontos). Entre os grupos pesquisados, o do açúcar foi o único a subir — 4,4%, para 183,1 pontos. Com a nova queda, o índice geral testou uma nova mínima anual. O resultado (160,8 pontos) também é mais baixo que todas as médias anuais desde 2009.

VALOR ECONÔMICO

IGP-DI recua 1,14% em novembro e tem 1ª deflação em quase 1 ano e meio, diz FGV

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) recuou 1,14 por cento em novembro depois de subir 0,26 por cento no mês anterior, em sua primeira deflação em quase um ano e meio, diante da queda tanto dos preços no atacado quanto no varejo

O recuo do índice informado nesta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV) foi mais intenso que a expectativa em pesquisa da Reuters de queda de 0,60 por cento. Essa foi a primeira vez que o IGP-DI registrou deflação desde julho de 2017. Em novembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60 por cento do indicador todo, passou a recuar 1,70 por cento, depois de alta em outubro de 0,17 por cento, caindo pela primeira vez desde outubro do ano passado. O IPA mostrou que o grupo de Bens Intermediários passou a registrar queda de 2,44 por cento, depois de uma alta de 1,07 por cento, com destaque para o movimento do subgrupo materiais e componentes para a manufatura. No varejo, a pressão diminuiu depois que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), que responde por 30 por cento do IGP-DI, passou a cair 0,17 por cento no mês, primeiro recuo dos preços em 14 meses, após alta de 0,48 por cento no período anterior. A principal contribuição para esse resultado partiu do grupo de Transportes, que teve queda de 0,57 por cento no período, ante alta de 0,82 por cento. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), por sua vez, subiu em novembro 0,13 por cento, de 0,35 por cento em outubro.

REUTERS

LEGISLAÇÃO&TRIBUTOS

Liminar do STF impede multas para transportador que não seguir tabela de frete

O Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, concedeu nesta quinta-feira liminar impedindo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de multar transportadores que não seguirem os fretes rodoviários mínimos, em uma vitória de empresas que consideram inconstitucional a tabela do frete

A imposição de sanções derivadas do tabelamento de fretes “tem gerado grave impacto na economia nacional, o que se revela particularmente preocupante ante o cenário de crise econômica atravessado pelo país”, disse o Ministro. “Determino, por consequência, que a ANTT e outros órgãos federais se abstenham de aplicar penalidades aos embarcadores, até o exame do mérito da presente Ação Direta pelo Plenário”, afirmou Fux na decisão. A tabela de frete mínimo foi instituída pelo governo para atender reivindicações de caminhoneiros após a greve em maio que bloqueou estradas do país, em protesto contra os altos custos do diesel. Mas representantes das empresas e embarcadores consideram a tabela inconstitucional por ferir a livre concorrência no estabelecimento do valor do frete. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) ajuizaram ações de inconstitucionalidade no STF. Dentro do próprio governo, a lei do frete mínimo é questionada. Antes da imposição da tabela, a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec) previa embarques de cerca de 30 milhões de toneladas do cereal este ano pelo Brasil, um dos maiores exportadores globais. Recentemente, a entidade reduziu a previsão para 22 milhões de toneladas. Segundo a Anec, a tabela gera custos adicionais para o setor de pelo menos 5 bilhões de dólares ao ano.

REUTERS

EMPRESAS

Minerva Foods levantou R$ 964,7 milhões em aumento de capital privado

A brasileira Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, informou ontem que levantou R$ 964,7 milhões com o aumento de capital privado

O montante representa mais de 90% do total de R$ 1,059 bilhões pretendido pela Minerva. Ao todo, 150,2 milhões de novas ações ordinárias foram subscritas. O prazo de subscrição se encerrou em 30 de novembro, informo hoje a Minerva em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Cada nova ação da Minerva saiu por R$ 6,42. Com os recursos captados no aumento de capital, a Minerva pretende pagar dívidas.

VALOR ECONÔMICO

Minerva nega oferta por ativos da BRF na Argentina

A Minerva, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, divulgou comunicado ontem afirmando que “desconhece as informações” divulgadas em agência de notícias de que a empresa teria feito oferta por ativos da BRF na Argentina

Também em comunicado, a companhia reafirmou que está comprometida com o processo de desalavancagem financeira — relação entre dívida líquida e Ebitda. Em 31 de setembro, o índice de alavancagem da Minerva estava em cinco vezes. Inicialmente, a meta era chegar a 3 vezes até o fim de 2018. A Minerva reiterou, ainda, que manterá o mercado informado sobre assuntos de interesses a acionistas.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Frango: Exportações recuam, mas valores da carne sobem em novembro

Apesar do enfraquecimento dos embarques de carne de frango em novembro, os valores do produto no mercado doméstico se mantiveram firmes no mês, com altas expressivas especialmente no estado de São Paulo (dados do Cepea)

Em novembro, de acordo com informações da Secex, foram exportadas 305,2 mil toneladas de carne de frango (in natura, salgada e industrializada), queda de 11,8% em relação ao mês anterior. Considerando-se apenas a carne in natura, a retração nas vendas de outubro para novembro foi de 12,3%. Quanto ao mercado doméstico, segundo dados do Cepea, no atacado do estado de São Paulo, as elevações nos preços foram de 5,2% para o frango congelado e de 6% para a carne resfriada de um mês para o outro.

Cepea

Frango Vivo: cotações continuaram estáveis na quinta (06)

Na quinta-feira (06), as cotações do frango vivo seguem estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$3,00/kg

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg e alta de 1,20% para o frango no atacado, a R$4,20/kg. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, os valores do frango vivo têm registrado quedas em diversas praças. Dessa forma, o poder de compra do avicultor diminui frente ao milho. No mercado atacadista, os preços se elevam em função de uma menor oferta de animais para abate e maior ritmo de embarques da carne in natura.

Notícias Agrícolas

Suíno Vivo: demanda de final de ano não refletiu nos negócios em novembro

Na quinta-feira (06), as cotações do suíno vivo permaneceram estáveis nas principais praças do país. O maior valor de negociação é anotado em São Paulo, a R$4,16/kg.

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem 05), trouxe queda de -1,00% para Minas Gerais, a R$3,97/kg e de -0,63% para Santa Catarina, a R$3,24/kg. As demais cotações trabalharam em estabilidade. A procura pela carne suína aumenta no final de ano, como destaca o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Contudo, essa demanda ainda não refletiu nos negócios em novembro.

INTERNACIONAL

Mercosul e UE tentarão mais uma vez acordo em reunião na próxima semana

Em uma nova rodada técnica de negociações, Mercosul e União Europeia reúnem-se na próxima semana, em Montevidéu, para tentar destravar as negociações que, desde dezembro de 2017, praticamente não andaram, mas as possibilidades de sucesso são, até agora, pequenas.

“Chegou-se em um ponto que o que se exige de nós tem um custo político alto demais para os países, está muito complicado”, disse uma fonte, que acompanha de perto as negociações. Ao mesmo tempo, do outro lado a UE não tem chegado a oferecer o que o Mercosul espera em acesso a mercados, especialmente produtos agropecuários, que os países sul-americanos são competitivos. Depois de uma reunião de chanceleres em Brasília para tentar acertar os ponteiros, o Ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin Nóvoa, afirmou que existe uma assimetria entre o acesso a mercados que a Europa oferece e o que o Mercosul quer. Além dos já tradicionais problemas com os subsídios europeus a produtos agrícolas. “Teremos uma nova rodada de negociações semana que vem em Montevidéu e, se não fecharmos, temos uma nova janela nos primeiros meses de 2019”, disse Nóvoa a jornalistas após reunião no Itamaraty. O Parlamento Europeu tem uma nova eleição em maio do ano que vem, o que pode mudar a configuração política do bloco e fazer a negociação retroceder do ponto atual, o que aumenta a importância de se avançar nas negociações, afirmou o chanceler.

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EUA: Iniciativas avaliam a sustentabilidade da carne bovina

A transparência está impulsionando o crescimento na indústria de alimentos dos EUA. Nos EUA, segundo pesquisa realizada pelo consumidor no ano passado pela Nielson, 64% das famílias compram produtos sustentáveis

Em termos simples, os consumidores querem saber mais sobre seu alimento. Como foi produzido, com o que os animais foram alimentados, como foram tratados, o impacto no meio ambiente. “Mais consumidores estão perguntando sobre os atributos do produto, como bem-estar animal e sustentabilidade”, disse Glynn Tonsor, economista agrícola da Universidade Estadual do Kansas. “A geração dos millennials, em particular, está exigindo transparência no alimento que compram. É fundamental que a indústria de carne bovina participe de iniciativas de sustentabilidade, porque os millennials estão entrando em seus anos de alta renda”. A influência dos millennials nos produtos alimentícios e nas tendências da sociedade também é reconhecida pelos críticos da produção pecuária. Grupos ambientalistas e de bem-estar animal enxergam a sustentabilidade como um calcanhar de Aquiles, lançando esforços para manchar sua imagem. Até recentemente, os criadores de gado tinham pouco mais que sua reputação e herança familiar para refutar alegações exageradas e às vezes até falsas sobre carne bovina. Seu programa beef checkoff está trabalhando para mudar isso. “Precisamos de plantas e animais trabalhando juntos em um sistema alimentar sustentável”, disse Sara Place, Diretora Sênior de pesquisa de produção sustentável de carne bovina da National Cattlemen’s Beef Association (NCBA). Uma prévia dessa pesquisa e da avaliação do ciclo de vida (ACV) da carne foi fornecida à mídia no mês passado durante um workshop em Denver, onde um tema comum se desenvolveu após várias apresentações – a carne bovina tem uma ótima história e os pecuaristas não temem o movimento de sustentabilidade da indústria.

Drovers/BeefPoint.

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