CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 796 DE 18 DE JULHO DE 2018

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Ano 4 | nº 796 | 18 de julho de 2018

NOTÍCIAS

Oferta restrita impõe alta no mercado do boi, mas demanda em baixa limita valorizações

Mesmo com o escoamento lento da carne bovina, o que se observa é um mercado firme, com compradores pontualmente ofertando preços acima da referência, sem espaço para testar o mercado

Em São Paulo há quem pague até R$143,00/@, à vista, livre de Funrural. Não há necessidade de alongar as escalas, acelerar as compras, já que o escoamento é lento. Mas, completar quatro ou cinco dias úteis de programação, como normalmente os frigoríficos trabalham, não tem sido tarefa fácil. Esse cenário impede redução nas cotações, mas “amarram” as valorizações. Apesar da recuperação nos preços do boi casado na primeira quinzena de julho, a cotação atual da carcaça é 1,0% menor que o registrado em maio, no começo da desova da safra, quando a oferta de matéria-prima era maior.

SCOT CONSULTORIA

Alta do dólar impulsiona margem dos frigoríficos de carne bovina

Depois de sofrerem com a concorrência acirrada na compra de bois para abate no primeiro trimestre, os frigoríficos de carne bovina do país foram ajudados no segundo trimestre pela valorização do dólar. Como resultado disso, a margem das indústrias — sobretudo as exportadoras — teve expressiva melhora

As empresas de médio porte, que dependem mais do mercado doméstico e chegaram a trabalhar no vermelho em alguns momentos do ano, também contaram com um inesperado e positivo efeito da paralisação dos caminhoneiros que elevou os preços no mercado interno, com reflexo positivo na rentabilidade. Além disso, o preço do boi gordo ficou menor em decorrência da greve, o que fez os frigoríficos ganharem nessas duas pontas. “Compraram [o gado] mais barato e venderam a carne muito mais cara”, disse o analista da consultoria MB Agro, César Castro Alves. Conforme o levantamento da consultoria MB Agro, o ‘spread’ — indicador de margem bruta que mede a diferença entre a carne vendida no atacado e o preço do boi gordo — atingiu em junho o melhor nível em praticamente um ano. No último mês, essa diferença ficou em 1,03%. A média da série histórica, que começou em 2010, é de 0,96%. Em geral, esse indicador é baixo (muitas vezes negativo) porque não contempla a venda subprodutos como couro. Na exportação, que contou com a ajuda do dólar apreciado, a melhora é ainda mais substancial, segundo a MB Agro. No primeiro trimestre, a diferença de preço entre a carne bovina exportada e a cotação do boi gordo no país ficou em 4%, de acordo com Alves. Em abril, esse indicador alcançou 9% e em maio, 24%.  Na avaliação de Paulo Bellincanta, do Frigol, o dólar favorável às exportações tem reflexos positivos no mercado interno, sobretudo para os frigoríficos de médio porte. “Os três grandes se voltaram para as exportações com muita força, o que dá um respiro no mercado interno”, disse, em alusão a JBS, Marfrig e Minerva.

VALOR ECONÔMICO

Melhora na relação de troca para o invernista em Mato Grosso do Sul

Gradativamente a especulação vai ganhando força no mercado de reposição em Mato Grosso do Sul

Os fatores que elevam a movimentação envolvem o período de entressafra, no qual as cotações do boi gordo ganham firmeza e, devido à menor capacidade de suporte das pastagens, a ponta vendedora de animais de reposição está menos resistente aos negócios. Segundo dados do Centro de Monitoramento de Tempo, de Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul (Cemtec) em algumas regiões não chove há mais de trinta dias. Portanto, para o produtor que pensa em girar o estoque da fazenda, a relação de troca desde o início do mês passado (junho/18) está em patamares melhores para categorias mais eradas. Nos últimos 30 dias o preço do boi gordo subiu 1% e dos animais mais jovens 0,6% (média de bezerros desmamados 6@ e de ano 7,5@). Já a referência para bovinos mais erados (garrotes 9,5@ e boi magro 12@) caiu, em média. 0,2%. Com isso, o poder de compra do recriador e invernista na troca com animais de reposição mais próximos do abate melhorou. Fator que favorece a atratividade no segundo giro de confinamento.

SCOT CONSULTORIA

Desempenho externo das carnes na 2ª semana de julho

A receita da segunda semana do mês (8 a 14, cinco dias úteis) superou em mais de 6% o resultado registrado na primeira semana (1 a 7, também cinco dias úteis). Com isso, a receita dos 10 primeiros dias úteis de julho (de um total de 22 dias úteis no mês) também aumentou, chegando – pela média diária – ao valor recorde de US$88,418 milhões

Esse resultado vai deixando para trás o recorde de US$71,748 milhões, imbatível desde outubro de 2014. É também, 43% superior ao que foi registrado há um ano, em julho de 2017 (US$61,724 milhões), além de se colocar quase 150% acima do que foi alcançado há apenas um mês (US$35,573 milhões em junho passado). As três carnes vêm contribuindo para o resultado obtido. A carne bovina vem tendo um comportamento melhor (pela média diária, volume 46% maior que há um ano), as carnes suína e de frango seguem muito próximas, já que registram aumento de, respectivamente, 35% e 34% sobre julho de 2017. O incremento em relação a junho passado, mês em que os embarques foram extremamente prejudicados pelo movimento dos caminhoneiros, pela média diária, foi de 115% para a carne de frango, perto de 120% para a carne suína e mais de 180% para a carne bovina. A partir desses resultados e feita uma projeção quanto às perspectivas de embarques totais no mês (22 dias úteis) chega-se a quase 70 mil toneladas de carne suína, mais de 160 mil toneladas de carne bovina e, praticamente, 500 mil toneladas de carne de frango – resultados que, diga-se de passagem, não foram alcançados nem mesmo nos melhores momentos das exportações de carnes.

AGROLINK

Exportações de carne em ritmo acelerado em julho

Média diária até a segunda semana do mês foi 46,1% maior do que no mesmo período no ano passado

As exportações de carne bovina in natura referentes aos embarques realizados até a 2º semana de julho contabilizaram um volume total de 73.150 toneladas. A média diária registrada foi de 7.320 toneladas, avanço de 182,32% em relação à junho e ampliação de 46% em relação à média diária referente as duas primeiras semanas de julho de 2017. Por enquanto o volume total projetado para o mês é de 153.720 toneladas e, caso se confirme, será 46,1% superior à exportação do mesmo período do ano passado, que registrou 105.210 toneladas. Caso a projeção de julho se confirme, os primeiros sete meses do ano fecharão com alta de 9,4% para os embarques do produto. Além disso, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) reconheceu que o sistema de levantamento das exportações está em transição, e que pode, eventualmente, levar a ajustes dos dados.

Portal DBO

Confinamento com resultados ainda incertos em 2018

Piora na rentabilidade pode frustrar perspectiva de 12% de crescimento da Assocon

Apesar da queda no preço dos grãos, o confinamento pode não apresentar crescimento no ano de 2018. De acordo com a Associação Nacional de Pecuária Intensiva (Assocon), era esperado uma alta de 12% no número de cabeças confinadas por seus associados em relação ao ano anterior. No entanto, cerca de 19% dos animais necessários para essa perspectiva ainda não estão garantidos pelos produtores. Segundo o Gerente Executivo da Assocon, Bruno Andrade, tomando como exemplo um confinamento em SP, as margens sobre a receita bruta estão negativas desde fevereiro. “A margem bruta é o resultado da receita bruta com a venda do animal menos a despesa parcial do confinamento (aquisição do boi magro + despesas com a dieta no período de engorda). A margem bruta não representa lucro, mas sim o que sobra para pagar as demais despesas de uma fazenda. Nas simulações feitas pela Assocon, não há sobra. Portanto, os confinamentos nas condições calculadas estariam no prejuízo”, explica Andrade. Para conseguir alcançar uma margem positiva no atual cenário, Bruno Andrade afirma que o ideal seria fechar contratos futuros de no mínimo R$ 165/@. No fechamento da tarde da segunda-feira, 16 de julho, a cotação com entrega para outubro na Brasil Bolsa Balcão (B3) foi de R$ 147,50. “Mesmo com as premiações de rastreabilidade, cota Hilton e acabamento, que podem somar de R$ 3 a R$ 5 por animal, o valor ainda seria insuficiente para garantir rentabilidade ao produtor”.

Portal DBO

Oferta de carne bovina deve crescer até 5% em 2018 garantida pelo mercado externo, enquanto interno segue cauteloso, diz Rabobank

Duas primeiras semanas de julho superaram embarques de junho todo e segundo semestre segue expansão sazonal. Eleições devem ajudar mercado interno, mesmo assim o cenário é conservador, embora 1,5% de alta do PIB pode resultar em igual consumo de carne

Segundo Adolfo Fontes, analista do Rabobank, a respeito das perspectivas sobre o cenário para o mercado do boi, espera-se um crescimento da oferta de carne bovina de 4% a 5%, em linha com o relatório do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que diz que houve um aumento do abate e da carne bovina no primeiro semestre. Este fator se deve, principalmente, à inversão do ciclo da pecuária, que teve início em 2017 após dois anos em queda. Agora, o primeiro giro também pode sofrer uma redução em relação ao ano passado por conta das incertezas políticas, econômicas e no mercado do milho, um dos principais insumos do setor. Há, ainda, incertezas em torno da demanda. Contudo, as exportações tiveram aumento de 5% no primeiro semestre em relação ao ano passado e os primeiros dez dias úteis de julho já superaram toda a exportação de junho. O objetivo é que o crescimento das exportações seja de até 10% em 2018. O consumo interno depende, portanto, de uma expectativa de crescimento da economia. Caso o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 1,5%, há um aumento da renda disponível, mas o consumo de carne pode permanecer igual.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

ECONOMIA

Governo eleva previsão de valor da produção agropecuária para R$562,4 bi

O Ministério da Agricultura elevou na terça-feira sua estimativa do valor bruto da produção agropecuária (VBP) do Brasil para 562,4 bilhões de reais neste ano, ante 552 bilhões de reais na projeção divulgada em junho, impulsionada por culturas como algodão e soja. A pecuária, participa com 179,1 bilhões de reais

O aumento no VBP da soja ocorreu após o governo ter elevado novamente na semana passada a previsão de safra deste ano, para um recorde de quase 119 milhões de toneladas. O VBP da soja foi agora estimado em aproximadamente 137 bilhões de reais, ante 134,1 bilhões na previsão do mês passado. Já o valor da produção de algodão foi visto em 31,8 bilhões de reais, aumento de cerca de 2 bilhões ante junho. No caso do café, a expectativa é de um VBP de 24,3 bilhões de reais, enquanto no trigo, de 4,4 bilhões de reais. Apesar da revisão para cima, o VBP total do país ainda está 1,9 por cento abaixo do montante de 2017. “Os preços agrícolas, que neste ano estão menores do que no ano passado, juntamente com o decréscimo de produção para alguns, são as causas ligadas a esse desempenho”, afirmou em nota o Coordenador-Geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques. “Produtos como cana-de-açúcar, milho e mandioca, que representam 22 por cento do VBP, têm registrado menor contribuição em relação ao ano passado”, acrescentou. No VBP de 2018, as lavouras deverão participar com 383,3 bilhões de reais e a pecuária, com 179,1 bilhões de reais.

O GLOBO

ANTT afirma que não vai publicar referência para tabela de frete até sexta-feira

Enquanto isso, produtores rurais de Mato Grosso ignoram valor mínimo e negociam fretes com preço de mercado

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) afirmou que não vai publicar a nova tabela de preço mínimo do frete no Brasil, prevista para ser entregue até sexta-feira, dia 20. A regra foi estabelecida na última semana, após a aprovação da Medida Provisória 832 no Congresso. A tabela elaborada e publicada pela ANTT deve valer e ser renovada de seis em seis meses. Já em Mato Grosso, transportadoras têm ignorado a tabela de preço mínimo e negociado fretes com preço de mercado. Em alguns casos, o valor fica abaixo do estabelecido na regra. Em outros, o custo sai ainda mais alto do que o previsto na MP.

CANAL RURAL

Dólar cai abaixo de R$3,85 com alívio sobre juros nos EUA

O dólar fechou em queda e abaixo do patamar de 3,85 reais nesta terça-feira após os investidores respirarem aliviados com as indicações de que os juros nos Estados Unidos não vão subir mais rápido do que o esperado neste ano e, assim, afetar mais o fluxo global de capital

O dólar recuou 0,49 por cento, a 3,8460 reais na venda. O dólar futuro era negociado com baixa de cerca de 0,40 por cento no final da tarde. “A confirmação de aumento gradual de juros (nos EUA) ajuda”, afirmou o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos, José Faria Júnior. “Isso significa menos medo do Fed”, acrescentou, referindo-se ao Federal Reserve, banco central norte-americano. Nesta manhã, o chairman do Fed, Jerome Powell afirmou em depoimento no Comitê Bancário do Senado dos Estados Unidos que o caminho para continuar com aumentos graduais nas taxas de juros era o melhor. E acrescentou que o país está à beira de “vários anos” de mercado de trabalho forte e inflação ao redor da meta de 2 por cento do Fed. O Fed já elevou os juros duas vezes neste ano e indicou que fará novamente mais duas altas até o fim de 2018, mas os mercados globais temem alguma surpresa, sobretudo após a intensificação da guerra comercial entre os Estados Unidos e seus parceiros, em especial a China.

Redação Reuters

Ibovespa fecha em alta de 2% e atinge máxima em cerca de seis semanas

O Ibovespa engatou o quarto pregão seguido no azul e fechou em alta de 2 por cento nesta terça-feira, na máxima em cerca de seis semanas, ajudado por comentários do chairman do banco central dos Estados Unidos que reforçaram o cenário de alta gradual dos juros norte-americanos.

O principal índice de ações da B3 subiu 1,93 por cento, a 78.130,30 pontos, maior patamar de fechamento desde 4 de junho. Na máxima, tocou 78.522,17 pontos. O volume financeiro somou 10,32 bilhões de reais. Em depoimento preparado para um comitê do Senado dos EUA, o chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que neste momento a autoridade monetária acredita que o melhor caminho é manter aumentos graduais nos juros. “O destaque ficou por conta da fala do Presidente do Fed”, avaliou o analista Régis Chinchila, da Terra Investimentos. “A análise é de que a economia norte-americana está vivendo um período de crescimento sustentado, apesar do risco crescente do lado comercial com nações aliadas e rivais. A sinalização de que a taxa-alvo de juros será elevada gradualmente ‘por enquanto’ é vista como sinal de que o ciclo de aperto monetário pode estar perto do fim”, afirmou. Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta, também ajudado pelos comentários de Powell, favorecendo o viés benigno no pregão brasileiro. Após forte correção negativa nos dois meses anteriores, em que perdeu 15,5 por cento, o Ibovespa já acumula em julho ganho de mais de 7,38 por cento, retomando o terreno positivo no ano, com ganho de 2,26 por cento. Dados de capital externo na Bovespa ajudam a explicar o movimento, uma vez que mostram entradas líquidas de 2,35 bilhões de reais neste mês até o dia 13, após fortes saídas em maio e junho. No ano, porém, o saldo continua negativo.

Redação Reuters

IPC-Fipe desacelera alta a 0,37% na 2ª quadrissemana de julho

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo avançou 0,37 por cento na segunda quadrissemana de julho depois de subir 0,63 por cento na primeira prévia do mês, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na quarta-feira. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

Redação Reuters

FRANGOS & SUÍNOS

Suíno Vivo: mercado segue estável nas principais praças

Na terça-feira (17), as cotações do suíno vivo se mantiveram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor negociado no Rio Grande do Sul, a R$3,26/kg

O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq, referente a ontem (16), trouxe cenários mistos, com a maior variação em Santa Catarina, onde houve queda de -1,01%, a R$2,93/kg. As exportações de carne suína nas duas primeiras semanas de julho já alcançaram o resultado de todo o mês anterior, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Foram US$58,4 milhões exportados em valor e 31,1 mil toneladas em volume, superando em mil toneladas o resultado de junho.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

Frango Vivo: estabilidade segue nas principais praças

Na terça-feira (17), as cotações de frango vivo se mantiveram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor negociado em São Paulo, a R$3,00/kg

O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,00/kg, enquanto o frango no atacado teve queda de -0,52%, a R$3,83/kg. A Scot salientou que o início da segunda quinzena do mês poderá deixar os preços mais vulneráveis por conta de uma desaceleração das vendas. As ofertas vêm atendendo a demanda com tranquilidade, o que ajudou a manter os preços.

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

INTERNACIONAL

ONG acusa fornecedor de suínos da JBS nos EUA de maus-tratos a animais

A organização não-governamental americana Mercy for Animais, ONG dedicada à defesa do bem-estar animal, denunciou ontem um fornecedor de suínos da JBS nos Estados Unidos de maus-tratos aos animais

A ONG gravou um vídeo reportando maus tratos em uma granja que pertence à Tosh Farms, uma das maiores produtoras de suínos do Estado do Tennessee. De acordo com a Mercy for Animals, a Tosh produz cerca de 725 mil suínos por ano. No vídeo, um funcionário da granja chuta animais. Também há imagens de funcionários arrancando os testículos dos suínos sem qualquer tipo de anestesia. Em nota, a Mercy for Animals pede que a JBS obrigue os fornecedores a abandonarem as práticas. “A JBS tem o poder e a responsabilidade de garantir que seus fornecedores em todo o mundo eliminem as piores práticas da indústria animal”, informou a ONG. As imagens feitas pela ONG foram filmadas entre dezembro de 2017 e março de 2018. Procurada, a JBS informou ter suspendido o contrato com a unidade da Tosh Farms. A empresa também disse não compactuar com abusos envolvendo animais. “As imagens apresentadas no vídeo estão em total desacordo com os padrões e exigências da companhia que, tão logo tomou conhecimento desse material, suspendeu o contrato com essa planta e iniciou uma investigação para apurar responsabilidades e, assim, tomar as medidas cabíveis”, afirmou a JBS, em nota.

VALOR ECONÔMICO

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