CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 774 DE 18 DE JUNHO DE 2018

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Ano 4 | nº 774 | 18 de junho de 2018

NOTÍCIAS

Carne bovina no varejo: menor margem do ano

Mercado de carne bovina com preços estáveis em São Paulo e no Paraná na última semana. Em Minas Gerais houve alta de 0,2% e no Rio de Janeiro de 0,7%

Para conseguir “normalizar” os estoques os varejistas acabam gerando pressão de compra no atacado, o que faz com que as indústrias elevem os preços, embora os açougues e supermercados em alguns estados não tenham conseguido repasse para o consumidor. A diferença entre o preço pago à indústria e o de venda está em 64,5%, a menor de 2018 e segunda queda consecutiva de margem. Para conseguir “normalizar” os estoques os varejistas acabam gerando pressão de compra no atacado, o que faz com que as indústrias elevem os preços, embora os açougues e supermercados em alguns estados não tenham conseguido repasse para o consumidor.

SCOT CONSULTORIA

Cade diz que tabelamento do preço do frete configura formação de cartel

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) enviará hoje ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer em que afirma que o tabelamento do frete rodoviário, feito após um acordo feito pelo governo federal para encerrar a greve dos caminhoneiros, cria uma espécie de cartel, tem graves efeitos ao consumidor, prejudica o mercado e representa uma afronta à livre concorrência

No documento, ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso, o Cade faz duras críticas à criação da tabela de preços mínimos pela Medida Provisória 832. A manifestação do Cade foi feita a pedido do Ministro do STF Luiz Fux, relator de ações que questionam a constitucionalidade da medida. Na quarta-feira, Fux enviou questionamento à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), ao Ministério da Fazenda, à Advocacia-Geral da União (AGU) e ao Cade, e fixou prazo de 48 horas para o governo se manifestar sobre o preço mínimo dos fretes. A decisão do Ministro sobre a MP pode ter um forte impacto para o País. Os caminhoneiros têm dito que, sem o tabelamento do frete, podem até voltar a paralisar as atividades.

Estadão
Como a Copa do Mundo pode afetar o mercado do boi?

Se 10% da população brasileira fizer dois churrascos a mais durante a copa, haja carne! A cadeia produtiva de carne bovina vive a expectativa de alta nos preços para o restante de 2018. Para reverter o cenário baixista atual, o setor espera se apoiar em fatores sazonais que costumam elevar o consumo interno no segundo semestre

Tomando por base a população de 208 milhões de pessoas e supondo que 10% dessas pessoas comam dois churrascos a mais no período do torneio, à média de 300g de carne bovina por pessoa, teríamos 16.200 toneladas de carne ou, na conversão por carcaça, 60.100 cabeças (18@). Caso essa produção ocorra dentro de um mês, com 22 dias de operação, o impacto será de 2.700 animais abatidos a mais por dia. A proporção pode ser ainda maior se a projeção levar em conta apenas os cortes do traseiro, que normalmente são os mais utilizados para preparo na grelha e representam 49% da carcaça bovina. Caso esse ajuste seja feito, o incremento nos abates diários será de 5.700 cabeças. A analista de mercado da Agrifatto, Lygia Pimentel, explica que também o pleito eleitoral promove uma injeção de capital na economia por meio dos financiamentos de campanha, o que é potencializado pelo período em que ele acontece. Neste ano, o consumo de carne bovina no segundo semestre também pode ser impulsionado pela melhora na competitividade da carne bovina no varejo em função da disparada de preços das outras proteínas, causada pela greve dos caminhoneiros. Segundo levantamento da Scot Consultoria no fim de maio, era possível comprar 1,93 kg de carne de frango com o preço de 1 kg de carne bovina. No mesmo período do ano passado essa relação de troca era de 2,63. De acordo com projeções da Agrifatto, a expectativa é que em outubro a arroba alcance a cotação entre R$ 153 e R$ 157 no mercado físico em São Paulo.

Portal DBO

Demanda e oferta equilibradas no mercado do boi gordo

A oferta de boiadas diminuiu na última sexta-feira (15/6)

Para preencher as escalas de abate, os frigoríficos negociaram preços acima das referências em quatro praças pecuárias. Por outro lado, em regiões onde a oferta não caiu, e isso aconteceu em quatro praças, a cotação recuou. Foi assim na praça pecuária de Marabá–PA que na comparação diária a queda foi de 0,8%. Na região, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$122,00, à vista, livre de Funrural. Em São Paulo, os negócios estão devagar e a cotação estável. Nesta praça pecuária, apesar do fluxo de ofertas estar inconstantes, a dificuldade de escoamento da carne limita as negociações. A escala de abate atende de 5 a 6 dias.

SCOT CONSULTORIA

Ministério da Agricultura sai da fiscalização de produtos artesanais

A lei 13.680/18 que tira do Ministério da Agricultura a fiscalização de produtos artesanais de origem animal, como queijos, salames e linguiças foi publicada hoje no Diário Oficial da União, após a sanção ontem do Presidente Michel Temer

A mudança na fiscalização, aprovada em maio pelo Senado, vale somente para as vendas entre Estados. Assim, pela proposta, a fiscalização caberá aos órgãos estaduais. “É permitida a comercialização interestadual de produtos alimentícios produzidos de forma artesanal, com características e métodos tradicionais ou regionais próprios, empregadas boas práticas agropecuárias e de fabricação, desde que submetidos à fiscalização de órgãos de saúde pública dos Estados e do Distrito Federal”, diz o artigo 10º da lei. A legislação anterior previa que os produtos artesanais de origem animal poderiam ser vendidos só com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura. O texto sancionado prevê a substituição do SIF pelo selo Arte, de artesanal.

VALOR ECONÔMICO

Sebo: demanda está boa, mas preço segue sem alteração

Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o sebo bovino está cotado, em média, em R$2,10/kg, livre de imposto

Já no Rio Grande do Sul, o produto tem sido negociado, em média, por R$2,25/kg, nas mesmas condições. O preço do óleo de soja firme no mercado interno mantém a boa demanda pelo sebo, uma vez que concorrem na produção de biodiesel. Para o curto prazo a expectativa é de que a oferta regulada à demanda mantenha os preços andando de lado.

SCOT CONSULTORIA

Confinamento incerto diminui a procura por boi magro

O cenário no mercado de reposição é de lentidão

O mercado do boi gordo pressionado não estimula a compra de animais de reposição. O início do mês trouxe a expectativa de firmeza no mercado do boi gordo apoiado pela melhoria no consumo somada a recomposição dos estoques de carne depois da greve dos caminhoneiros. Somente a corrida para normalizar os estoques é que ocorreu. Com isso, recriadores e invernistas se afastaram dos negócios com reposição. No balanço geral, na média de todas as categorias e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações fecharam com queda de 0,1% frente ao levantamento da última semana. Destaque no boi magro, que registrou maior desvalorização semanal, 0,4%Sazonalmente, neste período do ano os negócios com esta categoria aumentam. Porém, as incertezas quanto ao resultado do confinamento afastaram os compradores. Vale ressaltar que o imbróglio causado pelo tabelamento dos fretes travou o escoamento de grãos, tornando ainda mais incerto o cenário para os custos da boiada de cocho. Enquanto o cenário não for favorável para o confinamento, as categorias mais eradas tendem a ser menos procuradas e as cotações devem sofrer pressão de baixa. 

SCOT CONSULTORIA

ECONOMIA

Dólar cai mais de 2% após BC reforçar atuação e volta a R$3,73

O dólar caiu mais de 2% e terminou no patamar de 3,72 reais nesta sexta-feira, acumulando pequena alta semanal após a injeção de pouco mais de 20 bilhões de dólares pelo Banco Central no mercado cambial e a promessa de continuará atuando na próxima semana, mas em volume menor

O dólar recuou 2,15%, a 3,7300 reais na venda, acumulando, na semana, alta de 0,63 por cento. Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,7159 reais. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 2 por cento. “As intervenções do BC têm ajudado a conter pressões de alta no curtíssimo prazo, verdade seja dita. Mas as incertezas quanto ao próximo governo continuarão a ser um fator negativo para os mercados locais. Hoje, soma-se um exterior menos favorável para os ativos de risco”, comentou a corretora Guide em relatório. O BC informou que fará de 18 a 22 de junho oferta adicional de 10 bilhões de dólares em contratos de swap cambial, equivalentes à venda da moeda no mercado futuro, e que não descarta ultrapassar consideravelmente os limites do que a autoridade monetária já fez no passado.  “Podemos dizer que o Banco Central foi bem-sucedido. O dólar teve uma alta tímida mesmo numa semana em que as decisões do Fed e do BCE foram no sentido do fortalecimento do dólar”, comentou o operador da corretora H.Commcor, Cleber Alessie Machado, ao lembrar que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, indicou quatro altas de juros neste ano, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) só pretende subir as taxas em meados de 2019, além de manter o programa de compra de títulos até o final do ano.

Redação Reuters

Ibovespa cai e acumula maior série de perdas semanais desde 2014 com incertezas locais e exterior

O Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou em queda na sexta-feira, acumulando a quinta semana seguida de quedas, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014, em meio a contínuas preocupações com o cenário político-eleitoral e o quadro macroeconômico no Brasil

Nesta sessão, o Ibovespa encerrou em baixa de 0,93 por cento, a 70.757 pontos, também afetado pelo cenário externo negativo para mercados emergentes. Na mínima, alcançou 69.582 pontos, queda de 2,57 por cento e menor patamar intradia desde 22 de agosto do ano passado. O volume financeiro neste pregão somou 16,494 bilhões de reais. Na semana, o índice acumulou queda de 3 por cento. Foi a quinta queda semanal seguida, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014. Em 2018, o declínio já soma 7,4 por cento. Profissionais da área de renda variável citaram que a bolsa permanece sem catalisadores para melhoras, mas principalmente sem defesa para movimentos que refletem a piora da percepção de risco em relação ao Brasil, dado o cenário político-eleitoral nebuloso e as incertezas sobre o quadro macroeconômico. A saída de estrangeiros também segue enfraquecendo a B3. No último dia 13, o saldo ficou novamente negativo, em 431,3 milhões de reais. No ano, as saídas líquidas já superam 8 bilhões de reais, sendo mais de 4 bilhões de reais apenas no mês de junho. O chamado ‘vencimento quádruplo’ em Nova York também contaminou as operações domésticas, de acordo com o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez, em razão de arbitragens decorrentes dos vencimentos de opções nos ETFs (fundos de índice) de Brasil e dos futuros do MSCI, disse. Na Bovespa, a segunda-feira reserva vencimento dos contratos de opções sobre ações.

Redação Reuters

Intenção de investimento da indústria do Brasil cai no 2º tri, ainda sem efeito da greve, diz FGV

A intenção de investimentos da indústria brasileira diminuiu no segundo trimestre deste ano em meio ao aumento da incerteza tanto interna quanto externa, cenário que pode ficar ainda mais sombrio devido aos efeitos provocados pela greve dos caminhoneiros

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou 7,6 pontos no segundo trimestre na comparação com os três meses anteriores, chegando a 116,1 pontos, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas. A FGV explicou, entretanto, que o resultado foi pouco influenciado greve dos caminhoneiros, uma vez que quando ela começou no final de maio, 95 por cento dos questionários já haviam sido respondidos. “Isso não é uma boa notícia”, afirmou, em nota, o Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Jr. “O resultado da pesquisa, portanto, mostra que o aumento da incerteza (interna e externa) e o ritmo lento da economia já haviam motivado revisões nos programas de investimento das empresas antes mesmo da paralisação. O investimento deve continuar crescendo, mas a taxas menores do que antes”, acrescentou. A pesquisa mostrou que a proporção das empresas que preveem investir mais caiu para 28,9 por cento neste trimestre, sobre 34,7 por cento no período anterior. Já o número das que projetam investir menos subiu a 12,8 por cento, contra 11 por cento. Ainda assim, como o indicador se mantém acima dos 100 pontos, continua indicando que a proporção de empresas prevendo aumentar o volume de investimentos nos 12 meses seguintes é superior à das que projetam reduzi-los.

Redação Reuters

Sob peso de alimentos, IGP-10 acelera alta a 1,86% em junho, diz FGV

Os preços dos alimentos tanto no atacado quanto no varejo subiram em junho e o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou a alta a 1,86 por cento em junho, ante 1,11 por cento no mês anterior, em um reflexo ainda do desabastecimento provocado pela greve dos caminhoneiros

O resultado informado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta sexta-feira ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters com economistas de alta de 1,76 por cento no mês. O Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral, subiu 2,50 por cento no período, contra 1,55 por cento em maio. Os dados do IPA mostraram que os preços dos Bens Finais passaram a subir no período 1,80 por cento, de 0,04 por cento no mês anterior, pressionado principalmente pelo aumento de 3,50 por cento nos preços dos alimentos in natura. Já o Índice de Preços ao Consumidor-10 (IPC-10), que responde por 30 por cento do índice geral, registrou maior pressão ao subir 0,74 por cento em maio, depois de alta de 0,26 por cento em abril. O destaque para o resultado ficou para o avanço de 0,98 por cento do grupo Alimentação, sobre 0,10 por cento em maio, com avanço de 11,74 por cento em hortaliças e legumes. O Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) avançou 0,36 por cento em junho, de 0,34 por cento em maio antes. O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Redação Reuters

EMPRESAS

Gestora BlackRock reduz participação na BRF para 4,99%

A gestora de investimentos americana Blackrock diminuiu a participação no capital social da BRF para 4,99% das ações ordinárias. Anteriormente, a gestora tinha participação de 5,05%

Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na sexta-feira, a gestora informou que, em 14 de junho, suas participações alcançaram 37.508.775 ações ordinárias e 3.069.935 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de ações, totalizando 40.578.710 papéis, e 745.834 instrumentos financeiros derivativos referenciados em papéis ordinários com liquidação financeira. O anúncio ocorreu um dia após de o conselho de administração da BRF ter aprovado a indicação de Pedro Parente para o cargo de CEO. Parente assumirá no momento em que a BRF enfrenta sua maior crise. Alvo de investigações da Polícia Federal, a empresa sofre com embargos internacionais, problemas operacionais e alta das cotações dos grãos. Nesse cenário, analistas de grandes bancos avaliam que a BRF dificilmente reverterá a trajetória ascendente de seu endividamento sem recorrer a operações extraordinárias, como a emissão de ações ou a atração de um novo sócio. Caberá a Parente fazer esse diagnóstico.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

FRANGO/CEPEA: China coloca em vigor nova taxa e deixa setor receoso

Agentes da cadeia de avicultura de corte consultados pelo Cepea estão receosos com as incertezas relacionadas às transações no mercado

Agentes da cadeia de avicultura de corte consultados pelo Cepea estão receosos com as incertezas relacionadas às transações no mercado internacional. Recentemente, a China, o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, colocou em vigor sobretaxas provisórias sobre a proteína de frango brasileira, que podem variar de 18,8% a 38,4%. Sob a alegação de que produtores/indústrias chinesas estariam sendo prejudicados por importações realizadas a preços abaixo do mercado, o anúncio do país asiático, em sobretaxar a carne de frango procedente do Brasil, impactou significativamente as expectativas de agentes nacionais, que aspiravam uma retomada de fôlego. A maior preocupação está atrelada ao fato de o mercado doméstico não conseguir absorver todo o volume de carne de frango produzida. Dentre todas as proteínas brasileiras, a de frango é a que apresenta maior dependência das exportações para enxugar a oferta excedente. Em relação aos preços do frango inteiro, seguiram em alta na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, especialmente nas do Sul do País.

CEPEA/ESALQ 

INTERNACIONAL

Austrália exporta maior número de gado vivo desde novembro de 2016

As exportações de gado vivo da Austrália em maio totalizaram pouco mais de 91.500 cabeças, o que representa o maior embarque mensal desde novembro de 2016. No entanto, para os 12 meses terminados em maio, as exportações de gado caíram 1% ano a ano, para 941.500 cabeças

As exportações de gado para engorda e abate para a Indonésia em maio foram 39.400 cabeças, um aumento modesto com relação ao mês anterior. No entanto, para os 12 meses terminados em maio, os embarques para a Indonésia caíram em 11%, com 495.995 cabeças, já que a presença de carne de búfalo indiano continua a desafiar o mercado. As exportações de gado para o Vietnã em maio totalizaram 22.200 cabeças, a maioria das quais eram gado para abate (20.000 cabeças), as exportações restantes representavam gado para engorda. Para os 12 meses terminados em maio, as exportações para o Vietnã aumentaram 10% em relação ao ano anterior, para 171.700 cabeças. O mercado do Vietnã continua ativo, com demanda constante por gado australiano. A redução dos preços de exportação nos últimos meses também apoiou as exportações de gado vivo para a região. Outros mercados (exportações de bovinos – 12 meses até maio):

China, alta de 27%, para 93 mil cabeças

Malásia, alta de 44%, para 30.600 cabeças

Israel, queda de 20%, para 39.800 cabeças

Turquia, queda de 22%, para 40.000 cabeças

Meat and Livestock Australia (MLA)

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