
Ano 3 | nº 550| 06 de julho de 2017
NOTÍCIAS
Boi: Ritmo de negócios segue lento e preços caem por mais uma semana
Os preços do boi gordo seguem em queda neste início de julho
Nos três dias úteis deste mês, a arroba do boi gordo cedeu 1,7%. Segundo pesquisadores do Cepea, as escalas alongadas de muitas unidades de abate seguem pressionando as cotações. Nesse cenário, o ritmo de negócios continue lento, com compradores e vendedores negociando apenas quando há maior urgência. Entre 28 de junho e 5 de junho, o Indicador ESALQ/BM&F do boi gordo recuou 3%, fechando a R$ 124,40 nessa quarta-feira, 5.
Cepea
Rabobank: Brasil está sendo testado por turbulências
Embora ainda seja prematuro julgar os impactos a médio prazo dos recentes escândalos da indústria de carne e os possíveis efeitos prejudiciais para as exportações brasileiras e o consumo local, se a demanda desapontar, a pressão de baixa sobre os preços do gado pode ser sustentada, levando-os a alcançar níveis ainda mais baixos, de acordo com o último relatório sobre o mercado de carnes do Rabobank.
Este ano não foi silencioso para a indústria brasileira de carne bovina. Em março de 2017, a Polícia Federal brasileira revelou que estava conduzindo uma investigação sobre irregularidades nas inspeções de carne. Agora, um dos maiores processadores de carne do país se encontra envolvido em uma situação política complexa. Esses eventos estão reduzindo a confiança dos consumidores e dos produtores de gado, fazendo com que os preços do gado caiam. Com alguns prazos de pagamento de 30 dias, os pecuaristas estão se voltando aos processadores que oferecem pagamentos regulares e de curto prazo. Como resultado, os processadores que podem pagar imediatamente receberam mais gado do que o habitual, o que pressionou os preços dos bovinos vivos para baixo. Em maio, os preços do gado diminuíram quase 5%, a maior queda para esse mês em 20 anos. Os impactos dos escândalos da indústria também estão afetando as exportações. As exportações brasileiras de carne bovina caíram em 10% nos primeiros cinco meses de 2017, em comparação com o mesmo período do ano passado. As restrições comerciais impostas às exportações brasileiras de carne em março refletiram-se nos números de exportação de abril e, embora os volumes de exportação de carne bovina em maio tenham sido 28% acima dos de abril, mostrando a recuperação do acesso à maioria dos mercados, ainda estavam 10% abaixo dos volumes de maio de 2016, mostrando que a recuperação total nos volumes de exportação provavelmente será gradual. A mudança atual no ciclo do gado pecuário resultará em um aumento na oferta doméstica de carne bovina. Por outro lado, o número de gado em confinamentos poderia ser reduzido pelos preços baixos no mercado de futuros, tendo em vista toda a instabilidade existente.
Rabobank
Mapa apresenta programa nacional de febre aftosa
De olho no mercado externo e nas potencialidades que podem ser abrir ao Brasil, o Ministério da Agricultura dará início, neste segundo semestre, à fase de execução de seu plano de retirada da vacinação contra febre aftosa do rebanho nacional. O projeto foi detalhado nesta terça-feira (4/7), em reunião no Ministério da Agricultura
Segundo o Coordenador do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (PNEFA) do Mapa, Plínio Lopes, a meta é suspender a imunização integralmente até 2021 e ter o status de livre de vacinação reconhecido pela OIE em 2023. Para isso, a execução do projeto começa já no segundo semestre deste ano com a regionalização das ações. Em agosto, o Mapa irá retirar a cepa C da vacina contra febre aftosa usada no país, o que, na prática, quer dizer que, na campanha de maio de 2018, as doses aplicadas no rebanho já serão bivalentes. Outra mudança em curso é a redução de volume das doses para 2 ml com o objetivo de evitar inflamações e reduzir perdas. As operações começarão com a organização do território nacional em cinco blocos de acordo com peculiaridades geográficas e efetivo técnico. Os primeiros estados a retirarem a vacinação serão Acre e Rondônia, com previsão para o primeiro semestre de 2019. Em junho de 2020, será a vez de Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. Em 2021, o trabalho se completa com o fim da imunização na Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Rio Grande do Sul. O coordenador do programa ainda acrescentou que todo o trabalho será coordenado por um grupo nacional composto de representantes do setor e que terá respaldo em fóruns regionais de debate. Lopes garantiu que se esse colegiado julgar que o país não está em condições de “dar esse passo” ele será soberano e a vacina não será retirada. Questionado sobre a metodologia de composição desses grupos, Lopes disse que ainda não há definição. Clique aqui e acesse o plano na íntegra.
Sindilat
Guilherme Marques defende serviço de inspeção brasileiro
Diretor do Mapa rebate críticas e afirma que fiscalização de produtos de origem animal do Brasil é reconhecida como excelente pela OIE
A suspensão das importações de carne bovina do Brasil pelos EUA na última semana reacendeu o debate sobre a retirada da vacina contra a febre aftosa e a qualidade dos produtos utilizados na composição do medicamento. De acordo com o Diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, a vacina brasileira é exemplo para o exterior e o baixo índice de reação aos componentes comprova a sua qualidade. “Vacinamos mais de 400 milhões de cabeças e temos um número baixíssimo de reações. A vacina não é boa, ela é ótima”, destacou. Além dos questionamentos em relação ao manejo e elementos da vacina, a barreira americana colocou em xeque também a qualidade do serviço de inspeção de produtos de origem animal do Brasil. “Esse serviço é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como excelente. Não há motivos para questionar a sua qualidade simplesmente por causa desse desentendimento com os EUA. Foi esse serviço que permitiu que o País se tornasse referência na produção mundial”, afirmou Marques, informando que a OIE realizou duas auditorias no serviço de inspeção brasileiro (2007 e 2014) a pedido dele e que classificou o serviço como acima de satisfatório. O executivo também destacou que mesmo com o vírus controlado no País, é possível o surgimento de algum eventual foco da doença. “Tenho certeza de que o vírus não circula mais no País, mas ele pode ser trazido do exterior”, informou Marques, citando o exemplo do Japão, que mesmo sendo uma ilha e tendo erradicado a doença há mais de 100 anos, registrou um foco da doença e teve que sacrificar mais de 2 milhões de cabeças. “O fato de os japoneses nunca terem visto um animal com aftosa dificultou o diagnóstico e quando a doença foi identificada já era tarde demais”. As declarações foram dadas na manhã desta quarta-feira, durante a apresentação do Plano Nacional de Febre Aftosa (PNEFA), na sede da Sociedade Rural Brasileira (SRB), em São Paulo, SP. O plano requer uma série de metas e, quando concluído, ajudará o país a economizar mais de US$ 1 bilhão gastos com vacinação anualmente. “Vale ressaltar que o objetivo é a erradicação da doença e não somente a retirada da vacinação. A retirada da vacinação é apenas uma etapa do projeto. Com isso, conseguiremos acessar outros mercados externos que não vacinam contra aftosa e olham com desconfiança quando veem que nós vacinamos, mesmo com a doença controlada”, explicou Plínio Lopes, auditor fiscal federal do Mapa. Lopes tranquilizou os pecuaristas em relação ao recente foco de febre aftosa identificado na Colômbia, na região da fronteira com a Venezuela. “Esse caso ocorreu há mais de 600 km de distância da área da floresta Amazônica. As chances dela chegar ao Brasil são bem remotas, mas, mesmo assim, aumentamos as nossas fiscalizações de fronteira”, concluiu Lopes. O PNEFA dividiu o país em cinco blocos de acordo com o seu atual status sanitário e interesses econômicos. A área 1, formada por Acre e Rondônia, será a primeira a deixar de vacinar contra febre aftosa, no primeiro semestre de 2019. A última área a deixar de imunizar é a 5, que engloba o Rio Grande do Sul e Santa Catarina (SC já é considerada área livre sem vacinação), no segundo semestre de 2021. A meta do Mapa é ter todo o território livre de aftosa sem vacinação em 2023.
Portal DBO
FEIRAS & EVENTOS
Circuito Pecuário 2017: especialista traça desafios e perspectivas da pecuária de corte nacional
Município de Coxim, localizado a 215 quilômetros de Campo Grande, recebe neste sábado (8) o primeiro Circuito Pecuário – Sistema Famasul de 2017
O município de Coxim, localizado a 215 quilômetros de Campo Grande, recebe neste sábado (8) o primeiro Circuito Pecuário – Sistema Famasul de 2017. O evento, que é realizado em parceria com o Sindicato Rural de Coxim e recebe o apoio do Sebrae, tem como proposta difundir conhecimentos técnicos, gerenciais e mercadológicos aos produtores que atuam na bovinocultura de corte de Mato Grosso do Sul. A primeira edição do ano traz como palestrante o Diretor-Fundador da Scot Consultoria, Alcides de Moura Torres, especialista em consultoria das principais cadeias produtivas nacionais e presidente da Associação dos Profissionais para a Pecuária Sustentável. Em Coxim, na região norte de Mato Grosso do Sul, Torres discutirá com os participantes o tema ‘Desafios e Perspectivas para a Pecuária de Corte em meio às instabilidades de 2017’. “Nosso objetivo é apresentar um histórico recente dos preços de boi e bezerros, avaliar o comportamento e impactos registrados neste período e demonstrar como o produtor pode realizar uma análise comparativa de custos e receitas na atividade”, argumenta. O Presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, pontua que o Circuito Pecuário já passou por Camapuã, Paranaíba, Nova Andradina, Corumbá e Campo Grande. A 6ª edição em Coxim reforça a proposta do projeto que é potencializar a informação nas principais regiões produtoras de pecuária do Estado. Serviço – O 1º Circuito Pecuário – Sistema Famasul 2017 acontece no dia 8 de julho, das 9h às 11h30, no Sindicato Rural de Coxim, que fica no Parque de Exposições Carlos Simão Introvini, em Coxim.
EMPRESAS
Prefeitura do interior de Goiás pede R$ 1 bilhão de indenização à JBS
A prefeitura da cidade de São Miguel do Araguaia, a 475 Km de Goiânia, entrou na Justiça contra a JBS pedindo R$ 1 bilhão em indenização por danos morais
Os advogados da prefeitura alegam que empresa comprou um frigorífico na cidade, em 2013, por R$ 20 milhões. Logo em seguida, de acordo com a administração municipal, a empresa fechou a unidade, impondo aos criadores uma única opção de venda num raio de 400 Km: outro frigorífico da própria JBS. A administração do município classifica a ação da JBS como “manobra” e diz que o fechamento do frigorífico acabou com mais de 1,5 mil postos de trabalho em São Miguel do Araguaia, tendo como resultado ainda um rombo na arrecadação da prefeitura. Na ação, a prefeitura argumenta que a operação da empresa não foi uma apenas uma transação de compra e venda, mas uma “ação arquitetada” para colocar o setor pecuário “refém” de um único grupo empresarial. Com uma população de 23 mil habitantes, a principal fonte de renda do município é a atividade agropecuária. E o frigorífico instalado, comprado pela JBS, foi apoiado pela prefeitura na época, que doou o terreno com a expectativa de gerar emprego e arrecadação. A prefeitura diz que, como o frigorífico está fechado, empregados foram demitidos e isso resultou num “efeito cascata” no município. Por isso, a prefeitura de São Miguel do Araguaia decidiu entrar na Justiça para “resguardar a liberdade econômica e os interesses da sociedade”. Além de pedir a indenização, na ação, a prefeitura pede que a Justiça determine a reabertura da unidade em um prazo de 60 dias, ou então que o grupo se desfaça do frigorífico dentro do mesmo período. Segundo a prefeitura, a região tem mais de 1 milhão de cabeças de gado. Ao concentrar os abates, o município argumenta que a JBS controla os preços e prejudica os pecuaristas do local. A prefeitura chegou ao valor de R$ 1 bilhão levando em consideração o tempo que o frigorífico está fechado, “danos morais e patrimoniais” com a operação da JBS e o lucro da empresa na região, além de pedir uma multa. A JBS informou que não recebeu notificação e, por essa razão, não irá se manifestar.
O Globo
TCU vai usar delação de Joesley para investigar aportes do BNDES na JBS
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu em sessão plenária na quarta-feira (05) que o empresário Joesley Batista poderá ser responsabilizado por prejuízos ao erário público causados por suposta irregularidade em aportes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na JBS, segundo informações de veículos da imprensa brasileira
O acordo de delação premiada assinado por Joesley Batista com o Ministério Público, no qual ele revela o pagamento de propinas a políticos brasileiros, tem uma cláusula que impede que o conteúdo da delação seja utilizado em processos cíveis e administrativos que possam prejudicá-lo, segundo informações do site do jornal O Globo. No entanto, o TCU entendeu que essa cláusula não se aplica ao Tribunal. O TCU investiga as operações financeiras entre o BNDES e a JBS que possibilitaram a compra da empresa norte-americana Swift pela processadora de carnes brasileira em 2007. Segundo análise do TCU divulgada em abril, o braço de investimentos do BNDES, BNDESPar, adquiriu ações da JBS para viabilizar o negócio com aporte além do necessário, sem análise aprofundada de viabilidade econômica e sem acompanhamento posterior adequado da operação. Para o Tribunal, a transação teve risco de investimento para o BNDES e custo zero para a JBS. O TCU avalia que os aportes do BNDES na JBS tenham causado um dano no valor de R$ 69,7 milhões ao erário público. Na sessão da quarta-feira (05), o TCU decidiu que Joesley Batista e outros citados no processo têm prazo de 15 dias para apresentarem defesa ou depositarem esse valor nos cofres do BNDES, segundo reportagem do portal G1. Outros citados no processo foram o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho. O acórdão do TCU com os detalhes sobre a decisão tomada na sessão ainda não tinha sido publicado pelo Tribunal até o fim da tarde de quarta-feira. A J&F Investimentos, controladora da JBS, disse por meio de nota que “a decisão do TCU viola as cláusulas protetivas do acordo de colaboração celebrado com a Procuradoria Geral da República”. “Utilizar contra os colaboradores as provas que foram entregues pelos mesmos é um lamentável ataque ao mecanismo de colaboração. As partes envolvidas irão recorrer da decisão.” TCU vai usar delação de Joesley para investigar aportes do BNDES na JBS Facebook Tweet LinkedIn Email ShareThis Comentar Contatar Editores Imprimir Por Editores de CarneTec em 06/07/2017 O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu em sessão plenária na quarta-feira (05) que o empresário Joesley Batista poderá ser responsabilizado por prejuízos ao erário público causados por suposta irregularidade em aportes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na JBS, segundo informações de veículos da imprensa brasileira. O acordo de delação premiada assinado por Joesley Batista com o Ministério Público, no qual ele revela o pagamento de propinas a políticos brasileiros, tem uma cláusula que impede que o conteúdo da delação seja utilizado em processos cíveis e administrativos que possam prejudicá-lo, segundo informações do site do jornal O Globo. No entanto, o TCU entendeu que essa cláusula não se aplica ao Tribunal. O TCU investiga as operações financeiras entre o BNDES e a JBS que possibilitaram a compra da empresa norte-americana Swift pela processadora de carnes brasileira em 2007. Segundo análise do TCU divulgada em abril, o braço de investimentos do BNDES, BNDESPar, adquiriu ações da JBS para viabilizar o negócio com aporte além do necessário, sem análise aprofundada de viabilidade econômica e sem acompanhamento posterior adequado da operação. Para o Tribunal, a transação teve risco de investimento para o BNDES e custo zero para a JBS. O TCU avalia que os aportes do BNDES na JBS tenham causado um dano no valor de R$ 69,7 milhões ao erário público. Na sessão da quarta-feira (05), o TCU decidiu que Joesley Batista e outros citados no processo têm prazo de 15 dias para apresentarem defesa ou depositarem esse valor nos cofres do BNDES, segundo reportagem do portal G1. Outros citados no processo foram o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho. O acórdão do TCU com os detalhes sobre a decisão tomada na sessão ainda não tinha sido publicado pelo Tribunal até o fim da tarde de quarta-feira. A J&F Investimentos, controladora da JBS, disse por meio de nota que “a decisão do TCU viola as cláusulas protetivas do acordo de colaboração celebrado com a Procuradoria Geral da República”. “Utilizar contra os colaboradores as provas que foram entregues pelos mesmos é um lamentável ataque ao mecanismo de colaboração. As partes envolvidas irão recorrer da decisão.”
CARNETEC
INTERNACIONAL
Foco de aftosa na Colômbia não preocupa
Presidente do Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa diz que fronteira brasileira está bem reforçada
A Colômbia registrou seu primeiro foco de febre aftosa desde 2009, quando a nação foi declarada livre da doença que afeta bovinos. O caso pode causar impactos nas exportações de carne daquele país, mas não no Brasil, afirma Sebastião Costa Guedes, Vice-Presidente de Relações Internacionais do Conselho Nacional de Pecuária de Corte (CNPC) e Presidente do Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa (Giefa). A informação do foco de aftosa em território sul-americano, no Departamento de Arauca, na fronteira com a Venezuela, foi confirmada pelo Instituto Colombiano Agropecuário (ICA). A estatal notificou o caso à Organização Mundial de Saúde (OMS), por meio de nota, no último dia 24 de junho. Também presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária (Abramvet), Guedes, que é médico veterinário, ressalta que “o foco na Colômbia, na região fronteiriça com Venezuela, não nos surpreende”. “A Venezuela está em situação crítica e existem profundas divergências entre governo e setor privado”, ressalta ele. De acordo com o executivo, “felizmente, o foco na Colômbia está distante da fronteira brasileira. Nossa divisa com Venezuela está com defesa reforçada pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)”, afirma Guedes, destacando que o problema foi identificado em uma região distante 700 quilômetros do Brasil. Apesar do atual cenário, o Vice-Presidente de Relações Internacionais do Conselho Nacional de Pecuária de Corte reafirma que o Brasil deve prosseguir com o plano de retirar a vacinação contra a febre aftosa. “O CNPC e outras entidades desejam iniciar a retirada em 2019 e concluí-la em 2021. Temos, no Brasil, 118 milhões de cabeças em Estados com mais de 20 anos sem focos. Possuímos 45 milhões em Estados com, pelo menos, 15 anos sem focos. A epidemiologia mostra um quadro sem transmissão viral. Por isso, somos favoráveis à retirada da vacina”, reforça Guedes.
SNA/RJ/DBO
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