CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1034 DE 15 DE JULHO DE 2019

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Ano 5 | nº 1034| 15 de julho de 2019

NOTÍCIAS

Arroba do boi gordo completa três dias seguidos em queda

Clima mais frio e pior oferta de capim têm pressionado os abates nos últimos dias

O indicador do boi gordo Esalq/B3/Cepea, que estava R$ 153,55/@ caiu para R$ 151,90/@ no fechamento de sexta, segundo informa a Agrifatto. Foi o terceiro recuo consecutivo do indicador do boi gordo. “A pressão imposta pelo clima mais frio e pior oferta de capim têm pressionado pecuaristas a adiantarem o abate dos últimos animais deste sistema, facilitando as compras por parte dos frigoríficos”, relata a consultoria. Na média das praças levantadas pela Agrifatto, as escalas de abate atendem a 7,5 dias. Em São Paulo e Mato Grosso do Sul, estão em 11,1 e 9,4 dias, respectivamente. No entanto, afirma a Agrifatto, a oferta de animais de confinamento ainda é tímida e pode dar novo fôlego para a arroba nas próximas semanas, iniciando o movimento altista típico da entressafra de capim. “Neste momento, o mercado futuro prevê alta em todos os meses de 2019 para o boi gordo”, informa a consultoria. Na B3, as cotações do boi gordo recuaram ontem, reduzindo os ganhos registrados na quarta-feira. O vencimento julho caiu 0,68% e fechou em R$ 154,35/@. Já o contrato para outubro recuou 0,49% e encerrou o dia em R$ 161,65/@.

PORTAL DBO

Demanda interna fraca deixa o mercado da carne com osso pressionado

Apesar da pressão ao longo da segunda semana de julho, o mercado foi comprador em São Paulo na última sexta-feira (12/7)

Normalmente os frigoríficos “tiram” o último dia da semana para sair dos negócios ou diminuir o ritmo de compra, contudo, esse comportamento não ocorreu neste dia. No estado o boi ficou cotado em R$155,50/@, a prazo, livre do Funrural, com ofertas de compra abaixo e acima desta referência. Destaque para a demanda por novilhas. Como a engorda em confinamento desta categoria animal é menos difundida, a oferta restrita tem mantido o mercado firme. A expectativa é de preços firmes e em alta. Do lado da demanda, o consumo interno fragilizado está dificultando o escoamento da carne bovina com osso e travando o mercado. O boi casado de animais castrados fechou a semana cotado em R$10,03/kg, queda de 1,6% na comparação semanal, puxada principalmente pela desvalorização do traseiro.

SCOT CONSULTORIA

Analista confirma fortes geadas em regiões pecuárias

Escalas da indústria se alongam refletindo a maior disponibilidade de boi gordo nas áreas afetadas

As indústrias frigoríficas seguem com uma escala de abate confortável, atendendo em média sete dias úteis no caso do Estado de São Paulo, o que contribui para pressionar o preço de referência da arroba, explica o analista Guilherme Guimarães, da INTLFCStone, de Campinas, SP. De acordo com Guimarães, o aumento na disponibilidade de animais é oriundo da conjunção entre animais de primeiro giro de confinamento, boiada ofertada graças ao impacto da geada e presença de animais de parceiros, fatores que garantem uma certa tranquilidade dos frigoríficos nas ordens de compras. “A gente já ouve relatos de oferta de animais até o final do mês vigente, o que faz com que a programação de abate esteja bastante confortável”, afirma Guimarães ao Portal DBO. Segundo o analista, a geada continua afetando grande parte das regiões pecuárias, reduzindo a disponibilidade de animais para abate. No entanto, em alguns Estados, como Goiás, Bahia e em regiões ao norte do país, a disponibilidade de animais apresenta-se mais retraída, fato que corrobora para com que os preços se movimentem em direção oposta ao que se vem apresentando em outras praças, informa a INTLFCStone. Em Goiás, por exemplo, a programação de abate mostra-se apertada, ocorrendo pagamentos ao redor entre R$ 143/@ a R$ 144/@. Já em outras localidades, segundo a consultoria, os contratos estão sendo efetivados na casa de R$ 143/@ no MS, enquanto no MT os negócios giram na faixa de R$ 139/@ a R$ 143/@, dependendo da região. Em MG a arroba está negociada ao redor R$ 153/@, enquanto para SP o balcão gira a R$ 154/@.

PORTAL DBO

Negócios no mercado de reposição voltam a ganhar liquidez

Necessidade de compra de boiada para o 2º giro do confinamento eleva preço de bezerro e novilhas

As negociações no mercado de reposição voltaram a ganhar intensidade, impulsionado pela maior procura por parte dos pecuaristas, relata boletim semanal da Informa Economics FNP. O mercado de reposição está movimentado, impulsionado pela necessidade de aquisição de animais para o segundo giro de confinamento, além do bom ritmo das exportações de animais vivos e a recente recuperação dos preços da arroba do boi gordo.  A procura ainda é mais direcionada aos machos, tanto bezerros quanto os animais mais erados (acima de 15 meses) para entrada no tratamento em sistemas intensivos de engorda. Na região Centro-Oeste, a forte demanda gerou ajustes positivos nos preços dos bovinos para reposição. Os criadores chegam a pedir valores entre R$ 1.300 por cabeça e R$1.350 por cabeça para fechar negociações de bezerros, apesar das cotações referenciais ainda não terem atingido esses patamares em ambos os Estados, segundo a FNP. Já no Sudeste e Sul, os preços são mais firmes para o boi magro com a manutenção da existência de negociações realizadas acima de R$ 2.000 a cabeça. Apesar das oscilações nos preços da arroba entre as praças da região Centro Sul do Brasil, a relação de troca entre o gado gordo e para reposição segue favorável e deve manter ativa os negócios entre as praças, visto que a liquidez dos leilões continua elevadas. “Importante salientar que em todas essas regiões a oferta de gado magro é curta, resultado do alto volume de abates de fêmeas nos últimos anos”, observa a FNP.

PORTAL DBO

ECONOMIA

Governo corta projeção para PIB em 2019 pela metade, a +0,81%

O governo cortou na sexta-feira sua projeção para o crescimento da economia este ano a 0,81%, sobre 1,6% anteriormente, chamando atenção para a lentidão da economia em função de choques e com os investimentos em compasso de espera conforme nova grade de parâmetros macroeconômicos divulgada pelo Ministério da Economia

No curto prazo, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia assinalou ainda que prevê uma elevação de 0,3% no segundo trimestre sobre o trimestre anterior, com ajuste sazonal, num reflexo da frustração das estimativas em relação aos dados mensais efetivamente divulgados. “A confiança de empresários e consumidores tem se reduzido em relação ao início do ano, dada a demora na retomada. A produção industrial apresentou ritmo próximo de zero em abril e maio, com recuo da indústria extrativa e menor ritmo dos ramos de transformação”, disse a SPE, salientando que a tragédia de Brumadinho respondeu, nas suas contas, por cerca de um terço da queda da indústria até o momento. “Os serviços mostram recuperação lenta devido a dificuldades de empresas e de famílias. Quanto à agropecuária, nota-se alguma recuperação da safra de grãos”, acrescentou a pasta. Para 2020, o governo também diminuiu sua expectativa para o PIB a um crescimento de 2,2%, sobre patamar de 2,6% divulgado no último relatório de receitas e despesas, de maio. Já para 2021 e 2022 a expansão esperada manteve-se em 2,5%. “A redução do crescimento da atividade em 2020 se deve substancialmente ao efeito base, ou seja, o menor patamar do PIB neste ano afetará o desempenho do PIB em 2020, mesmo crescendo a taxa de 2,5% anualizada em média no próximo ano”, disse a SPE. O Secretário Especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, já adiantou no início desta semana que, com um PIB mais modesto, as receitas estimadas para o ano devem cair, pressionando o governo a adotar um novo contingenciamento nos gastos para seguir cumprindo a meta de déficit primário de 139 bilhões de reais.

REUTERS

Cautela do mercado pesa e IBOVESPA recua

A bolsa paulista teve uma sessão de cautela na sexta-feira, com agentes financeiros acompanhando a votação dos destaques da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados diante da chance de que a votação em segundo turno aconteça apenas em agosto

O Ibovespa caiu 1,18%, a 103.905,99 pontos. O volume financeiro somou 16,45 bilhões de reais. Na semana, o Ibovespa cedeu 0,18%. O Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que não adianta querer correr com a reforma da Previdência colocando em risco sua aprovação em segundo turno e que vai avaliar com os partidos as perspectivas de quórum tanto de sábado como da próxima semana, indicando que a conclusão da tramitação na Casa pode ficar para agosto.  “O mercado está bem mais cauteloso, se antecipando bem com a questão da reforma”, afirmou Eduardo Prado, head de renda variável da RJ Investimentos, completando que acredita que mesmo com o adiamento, a reforma não deve mais ter grande influência nos preços a curto prazo. Em Wall Street, O S&P 500 e o Dow Jones alcançaram máximas recordes, diante das elevadas expectativas de um corte de juros ainda neste mês.

REUTERS

Dólar fecha em queda ante real

O dólar fechou em queda ante o real na sexta-feira, no menor nível em cinco meses. O dólar recuou 0,33%, a 3,7393 reais na venda, menor fechamento desde 27 de fevereiro deste ano

Na mínima do pregão, a cotação chegou a 3,7304 reais. Na máxima, tocou nível de 3,7643 reais. Na semana, o dólar acumulou queda de 2,11% frente à divisa brasileira. O dólar futuro cedia por volta de 0,5% neste pregão. Os mercados reagiram às notícias de que a conclusão da votação em segundo turno pode ficar para agosto, o que levou o dólar reduzir levemente perdas, mas o noticiário não foi suficiente para alterar o sentimento otimista, disseram agentes financeiros. O dólar permaneceu pressionado frente ao real pela percepção de que a reforma será aprovada e, mais importante, com um valor de economia satisfatório, o que permite a agentes financeiros relevarem eventuais atrasos. Ao longo dos últimos dias, o mercado já foi incorporando a probabilidade de uma economia mais elevada com a reforma, o que permitiu que o dólar cedesse até os patamares atuais. O dólar também foi pressionado no câmbio local pelas declarações recentes do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, que ajudaram a elevar as expectativas por um corte de juros nos Estados Unidos ainda no fim deste mês.

REUTERS

Vendas externas do agro caem 8,9% em junho somam US$ 8,34 bi

Volume financeiro representa 46,3% da balança comercial do país; resultado reflete queda dos preços de produtos exportados pelo Brasil

As exportações do agronegócio em junho foram puxadas pelos embarques das carnes (bovina, suína e de frango) e milho. De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), as vendas representaram US$ 8,34 bilhões, recuo de 8,9% nas divisas em relação a junho de 2018, em função da queda de 9,5% no índice de preço dos produtos agropecuários exportados pelo Brasil. As exportações de carne tiveram forte elevação em junho de 2019 na comparação com o mesmo mês de 2018. Foram exportadas US$ 1,32 bilhão em carnes (+84,8%). Grande parte dessa expansão ocorreu em função do aumento da quantidade de carne exportada (+72,2%) embora o preço médio de exportação das carnes também tenha subido (+7,3%). A principal carne exportada foi a carne de frango, com US$ 629,95 milhões (+76,7%). As vendas externas de carne bovina subiram 93%, atingindo US$ 514,41 milhões (+93%). A carne suína teve o maior incremento dentre as carnes, subindo 112,1% e atingindo US$ 136,30 milhões. O milho, com elevação de 932% nas vendas, alcançou US$ 272 milhões, com embarques de 1,4 milhão de toneladas do grão. Os principais países compradores foram Vietnã (US$ 85,1milhões), Irã (US$ 78,2 milhões) e Japão (US$ 24,4 milhões). No semestre, as exportações do agronegócio somaram US$ 47,69 bilhões, 3,6% inferior ao que foi registrado de janeiro a junho de 2018, de US$ 49,48 bilhões. As vendas para o exterior de carnes (bovina, suína e de frango) e milho tiveram relevância no primeiro semestre do ano (janeiro a junho) com aumento do valor e da quantidade exportada.

MAPA

CNA projeta ligeira alta do VBP em 2019

Faturamento da agropecuária deve ser de R$ 609,2 bilhões, crescimento de 0,2% em relação a 2018, com previsão de aumento de receita na pecuária e de queda na agricultura

O Valor Bruto da Produção (VBP), que mede o faturamento do setor dentro da porteira, deve ter uma ligeira alta de 0,2% em 2019 na comparação com o ano passado, totalizando R$ 609,2 bilhões, segundo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). De acordo com a entidade, dados disponíveis até junho mostram cenários distintos para a pecuária e a agricultura. Para a produção animal, a projeção é de alta de 7,7% na receita neste ano em relação a 2018, com um VBP de R$ 231,7 bilhões, puxada pela previsão de elevação do faturamento dos suínos (16,4%), frango (14,3%) e leite (10%). “Dados do 1º semestre de 2019 apontam alta principalmente dos preços, mas também – ainda que mais modestamente – da produção das atividades pecuárias”, explica a CNA. O segmento de carne bovina deve crescer 2,9% e o VBP da produção de ovos deve subir 8,4%. Por outo lado, a receita agrícola deve cair 4% na comparação com 2018, somando R$ 377,5 bilhões. Esta previsão de queda é reflexo das quedas de produção e de preço do café arábica, café robusta, arroz, cana-de-açúcar e soja. No caso da oleaginosa, o faturamento estimado é de R$ 142,6 bilhões, 14,1% a menos (R$ 23,4 bilhões em valores) do que no ano passado, em razão do recuo de 10,9% nos preços e de 3,6% na produção.

AVICULTURA INDUSTRIAL 

FRANGOS & SUÍNOS

China reduz compras de frangos, mas embarques totais do Brasil ainda sobem

Especificamente para a China, os embarques brasileiros totalizaram 49,6 mil toneladas

Entre maio e junho, os embarques brasileiros de carne de frango tiveram leve aumento, mas a alta poderia ter sido mais expressiva caso a China, líder das importações, não tivesse diminuído em 10% o volume comprado da proteína brasileira no período. Segundo dados da Secex, as exportações de carne de frango in natura, salgada e industrializada subiram apenas 1,3% de maio para junho, somando 386,2 mil toneladas. Especificamente para a China, os embarques brasileiros totalizaram 49,6 mil toneladas. Em receita, considerando-se todos os destinos, as vendas externas renderam US$ 639,6 milhões, o equivalente a R$ 2,5 bilhões. De maio para junho, a receita em dólar teve queda de 3% e, em Reais, de 6%.

CEPEA/ESALQ

INTERNACIONAL

Exportações de bovinos vivos do Uruguai caíram 42% no ano de 2018/19

O exercício 2018/19 culminou com 260 mil animais exportados a pé pelo Uruguai, um decréscimo de 42% em relação aos volumes enviados no ano passado, onde somaram cerca de 450 mil cabeças de gado, informou Rafael Tardáguila, Diretor Rural da Tardáguila Agromercados

O analista de mercados de carne considera que a redução “tem sido considerável”, no entanto entende que a colocação de 260 mil animais vivos “não deixa de ser níveis destacados”. A redução, perto de 190.000 bovinos em relação ao ano passado, deve-se a vários eventos, incluindo a “desvalorização da lira turca em relação ao dólar americano” e a “decisão política da Turquia de não autorizar novos certificados de importação”. explicou Tardáguila.

El País Digital

China promete combater fraude envolvendo porcos em meio a epidemia de febre suína

Gangues criminosas na China estão fingindo surtos de febre suína africana em fazendas livres da doença e forçando os agricultores a venderem seus porcos saudáveis a preços mais baixos, disse o Ministério da Agricultura na sexta-feira

Criminosos estão se aproveitando de uma doença altamente contagiosa que se espalhou por grande parte do país e interrompeu o maior mercado de carne suína do mundo. A fraude envolve o posicionamento de porcos mortos em fazendas e a disseminação de rumores de que essas fazendas estão infectadas com a peste suína africana, que é frequentemente fatal para porcos, mas inofensiva para humanos. As gangues pressionam os fazendeiros a vender seus porcos a preços mais baixos, violando os direitos dos agricultores e afetando a produção normal de suínos, informou o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais em um comunicado. O ministério não deu mais detalhes, mas exigiu que todos que testemunharem tais atividades alertem as autoridades. “Todas as localidades devem estar vigilantes e se proteger ativamente contra isso”, afirmou. Até metade dos porcos reprodutores da China morreram de peste suína africana ou foram abatidos devido à disseminação da doença, o dobro do oficialmente reconhecido, informou a Reuters no mês passado.

REUTERS

Peste suína: FAO eleva para 4,168 milhões, número de animais abatidos

Os dados foram contabilizados até 11 de julho. Segundo a FAO, o balanço da entidade compila informações extraídas dos órgãos federais dos países

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que 4.168.579 suínos já foram eliminados em países asiáticos por causa da contaminação com a peste suína africana. O número representa um incremento de 1.829 animais em relação ao levantamento anterior da organização, de 4 de julho. Os dados da organização foram contabilizados até 11 de julho. Segundo a FAO, o balanço da entidade compila informações extraídas dos órgãos federais dos países. A FAO informou também que sete novos focos da doença foram identificados no continente asiático. Dos novos casos detectados, três foram identificados no Camboja, dois na China, um no Vietnã e um no Laos. Com a atualização, a FAO estima 228 focos da doença, espalhados pela Ásia, ante 221 do levantamento anterior da organização. A situação mais crítica, em termos de extensão, permanece sendo a da China, com 147 focos em 32 províncias, incluindo a região administrativa de Hong Kong. No levantamento anterior, o total de focos no país era de 145. Quanto ao volume de animais descartados em virtude da infecção com o vírus, a pior condição é a do Vietnã, com 3 milhões de suínos. No país, segundo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural local, a epidemia atingiu mais uma província, totalizando 62 regiões afetadas pela doença desde 19 de fevereiro. A Coreia do Norte permanece com um foco da doença identificado, desde 23 de maio, afetando uma província e levando à eliminação de 77 animais. Quanto à Mongólia, desde o primeiro caso detectado em 15 de janeiro, 11 surtos foram notificados em seis províncias e em uma cidade, levando à eliminação de 3,1 mil animais. Nesses países, os números se mantiveram em relação ao balanço anterior.

Estadão Conteúdo

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