
Ano 5 | nº 1002 | 28 de maio de 2019
NOTÍCIAS
Boi gordo: mercado frio
O primeiro dia da semana associado ao final de mês afastou a ponta compradora das negociações em São Paulo
No estado, os frigoríficos estão bem posicionados em relação às escalas de abate. Com as programações desta semana bem encaminhadas, os compradores não abriram ofertas de compra no período da manhã da última segunda-feira (27/5). Diante deste quadro, a venda de boiadas na última segunda-feira (27/5) foi ruim. E como o mercado em São Paulo está com baixa liquidez a expectativa é de que os negócios voltem a ocorrer somente no dia 28/5.
Além da praça paulista, alguns frigoríficos de Mato Grosso do Sul, nas regiões de Campo Grande e Três Lagoas, também não abriram compras, em função do alongamento das escalas. Em Goiás o cenário é semelhante, mas o mercado já tem trabalhado pressionado há algum tempo e o boi gordo acumula desvalorização de 1,4% em uma semana.
SCOT CONSULTORIA
Embarques de carnes pelo Porto de Santos sobem 231,5% em abril
Os embarques de carnes brasileiras pelo Porto de Santos aumentaram 231,5% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, para 122 mil toneladas, o maior crescimento entre os produtos embarcados no porto no mês passado, segundo informações da Autoridade Portuária de Santos divulgadas na semana passada
As exportações de carne bovina saindo do porto somaram 82,54 mil toneladas (+303,9%), as de carne de aves ficaram em 38,76 mil t (+138,9%). Outras carnes somaram 713 toneladas (+418,7%). No primeiro quadrimestre do ano, os embarques de carnes do Porto de Santos somaram 459,7 mil toneladas, alta de 168,4% ano a ano. Foram embarcadas 326,74 mil t de carne bovina (+257,7%), 130,44 mil t de carne de aves (+64,4%) e 2,5 mil t de outras proteínas (+328,5%). O forte crescimento nos embarques de carnes ocorre num momento em que as exportações brasileiras totais de proteína animal seguem aumentando, em parte já influenciadas pela alta da demanda relacionada aos surtos de peste suína africana na China.
CARNETEC
Tereza Cristina anuncia que criará Câmara Setorial de Carnes
Informação foi divulgada na quarta-feira, 23, pelo Twitter do Ministério da Agricultura
A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou a representantes do setor de proteína animal que criará a Câmara Setorial de Carnes. A informação foi divulgada na quarta-feira, 23, pelo Twitter do ministério, logo após a realização de uma reunião previamente agendada entre Tereza Cristina e o Presidente da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Salazar. Segundo a postagem na rede social, temas como melhora no diálogo e transparência foram abordados e, disse a Ministra, “para isso eu vou fazer a Câmara Setorial de Carnes, vai ser uma câmara só e vocês nos ajudem a dizer o que o setor precisa”. Até o momento, as câmaras setoriais são geridas separadamente, como a da Cadeia Produtiva da Carne Bovina, e a de Aves e Suínos. No entanto, o objetivo da Ministra é criar uma única câmara, mais fortalecida e que contemple diversos tipos de proteína animal. Ainda de acordo com o tuíte, Tereza Cristina falou sobre a adoção de medidas de autocontrole entre os frigoríficos. “O processo inicial é de vocês; vocês é que têm que cuidar, é que são responsáveis. Se a gente chegar numa auditoria e comprovar que tem coisa errada as punições serão mais fortes, caneta pesada”, afirma a publicação no Twitter da pasta. Ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, a assessoria de imprensa da ministra acrescentou que Tereza pretende enviar uma regulamentação ao Congresso Nacional ainda neste semestre sobre a questão do autocontrole no setor de proteína animal, mas não começará pelas carnes. Possivelmente, o tema começará a ser abordado pelo segmento leiteiro.
ESTADÃO CONTEÚDO
Forte valorização nos preços dos animais de reposição
Os preços dos animais de reposição seguem em alta e a tendência é de que este cenário se mantenha em médio prazo
Mas analisando o mercado dos bezerros desmamados, um equilíbrio nas cotações pode acontecer em curto prazo já que a oferta, sazonalmente, tende a aumentar neste período do ano. Muitos pecuaristas aproveitaram o manejo de vacinação do gado para realizar a desmama. Com isso, a tendência é que a compra desta categoria se torne mais fácil no curto prazo. No fechamento da última semana, na média de todos os estados e todos os machos anelorados pesquisados os preços subiram 0,7%. Em um cenário geral, a pressão altista nas cotações da reposição decorre da oferta limitada e da procura aquecida. Este é o comportamento da maioria das praças pecuárias, mas o destaque fica por conta, principalmente, de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O bezerro desmamado paulista de 6@, por exemplo, nos últimos trinta dias, saiu de R$1320,00 para R$1380,00, o que representa um aumento de quase 5,0% em um mês. Com isso, muitos pecuaristas, antevendo mais altas para reposição, estão se prevenindo e optando por repor o plantel da fazenda com certa antecedência. Já em Rondônia, Tocantins, Goiás e Minas Gerais o mercado, apesar de firme, não tem apresentado altas consecutivas. Em Goiás e em Minas Gerais o cenário mais fraco no mercado do boi gordo tem afastado os pecuaristas das negociações e enquanto suas pastagens não forem liberadas, a reposição fica andando de lado. Nos estados de Rondônia e Tocantins, as pastagens começaram a piorar, quadro que pode tirar um pouco a firmeza do mercado.
SCOT CONSULTORIA
Carne bovina: preços andando de lado no varejo
Apesar das vendas mais fracas, o varejo reduziu seu nível de estocagem e, trabalhando com volumes menores de mercadoria, os varejistas conseguiram segurar o preço da carne na semana passada
Na média de todos os cortes de carne bovina vendidos pelos supermercados e açougues, os preços em São Paulo não mudaram (+0,02%), na comparação semanal. No Paraná a alta foi de 0,1% e em Minas Gerais de 0,3%. Neste último as vendas estiveram aquecidas e o bom escoamento dos cortes do traseiro puxaram a alta. O único estado a registrar queda foi o Rio de Janeiro (-0,1%). Para esta semana, a última do mês, a população menos capitalizada tende a diminuir o consumo de carne bovina, o que pode gerar desvalorizações.
SCOT CONSULTORIA
ECONOMIA
Mercado faz nova redução e passa a ver crescimento de 1,23% do PIB este ano
Os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central fizeram ligeiros ajustes em suas expectativas nesta semana, com nova redução na estimativa para o crescimento da economia neste ano
O levantamento divulgado na segunda-feira pelo Banco Central mostrou que a estimativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) agora é de 1,23%, ante 1,24% na semana anterior. Para 2020 não houve alteração na projeção de uma expansão de 2,50. O mercado também manteve as contas de uma alta do IPCA de 4,07% neste ano e de 4,00% no próximo. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, para 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. O IPCA-15 subiu em maio 0,35%, acumulando em 12 meses alta de 4,93%, de acordo com os dados divulgados na sexta-feira pelo IBGE. A pesquisa semanal Focus com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve terminar 2019 a 6,5% e 2020 a 7,25%, sem alterações. Já o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, segue vendo a Selic respectivamente a 6,5% e 7,0%.
REUTERS
Apoiado no exterior, dólar se ajusta para cima
O dólar subiu ante o real na segunda-feira, num dia de tom misto para moedas emergentes e com renovadas discussões sobre chances de queda de juros no Brasil prejudicando a atratividade da moeda doméstica
O dólar à vista BRBY avançou 0,48%, a 4,0352 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro mais negociado DOLc1 tinha alta de 0,30%, a 4,0380 reais. No exterior, o dólar subia contra o peso mexicano MXN= e o rand sul-africano ZAR=, mas perdia terreno frente à lira turca TRY=. Contra uma cesta de moedas.DXY, a divisa ganhava 0,14%. Pela 13ª semana consecutiva, analistas revisaram para baixo as expectativas para o crescimento econômico em 2019. Isso dá respaldo a cenários favoráveis a queda da Selic, que a 6,50% ao ano já é responsável pelo diferencial de juros nas mínimas históricas. Com a menor “vantagem” em termos de retorno, diminuem os estímulos a ingressos de recursos para renda fixa, o que prejudica a oferta de dólares no país. O DI janeiro 2021 DIJF21, que captura expectativas para o rumo da política monetária até o fim de 2020, bateu uma mínima histórica nesta sessão. A questão política segue como um fator de volatilidade e pressão ao câmbio. Persistem incertezas sobre a capacidade do governo de se articular com o Congresso em busca de votos para o projeto da reforma da Previdência, visto pelo mercado como essencial. Com a esticada do dólar nas últimas semanas, o Goldman Sachs decidiu elevar a estimativa para a moeda norte-americana ao fim dos próximos três meses de 3,80 reais para 4,00 reais. “Claramente, os riscos políticos têm aumentado. E se os desdobramentos políticos e macro continuarem a se deteriorar, nossa visão de longo prazo para o real, que hoje é mais positiva, também será alterada”, disse o banco em nota a clientes, assinada pelo estrategista Zach Pandl.
REUTERS
Ibovespa sobe 1,32% em dia de giro fraco sem referência de Wall St
O principal índice da bolsa paulista subiu na segunda-feira, em dia de poucos negócios diante da falta de referência de Wall Street devido a feriado nos Estados Unidos
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa 1,32%, a 94.864,25 pontos. O giro financeiro somava 8,6 bilhões de reais. Para profissionais do mercado financeiro, a leitura majoritária entre os agentes é que os protestos podem ajudar a pressionar o Congresso a aprovar a reforma da Previdência. “Com o exterior mais morno, o cenário doméstico ganhou foco e o mercado está precificando que a reforma da Previdência ganhe força por conta das manifestações”, afirmou o Filipe Villegas, analista da Corretora Genial. No domingo, Bolsonaro reconheceu que precisa conversar mais com as lideranças do Congresso, afirmando ter parte da culpa pela falta de diálogo, e disse que vai propor nesta semana um pacto aos presidentes do Legislativo e do Judiciário para colocar o Brasil no destino que a população quer. O volume de negócios foi reduzido nas principais praças no exterior, com os mercados do Reino Unido e dos Estados Unidos fechados por feriados. As atenções nas outras regiões se voltaram para as eleições do Parlamento europeu, com a maioria das bolsas subindo após o pleito mostrar forte apoio a partidos pró-União Europeia.
REUTERS
EMPRESAS
Marfrig participa de evento sobre sustentabilidade da carne bovina nos EUA
A Marfrig Global Foods esteve presente na Cúpula dos Comunicadores de Sustentabilidade (Sustainability Communicators Summit), evento realizado na semana passada na nova sede mundial do McDonald’s, no centro de Chicago, Estados Unidos
A agenda contou com cientistas, produtores de carne bovina e especialistas em comunicação da Austrália, Brasil, Canadá, Europa, EUA, Zimbábue, entre outros, que exploraram temas que pautam o desenvolvimento de uma narrativa global para a sustentabilidade da carne bovina. O evento discutiu pontos como as novas perspectivas sobre a comunicação de sustentabilidade do século 21. Para o Diretor de Sustentabilidade da Marfrig, Paulo Pianez, a participação no evento foi de grande importância, pois hoje em dia é fundamental investir em pecuária sustentável. A Mesa-Redonda Global para a Carne Sustentável (GRSB, na sigla em inglês) reuniu comunicadores de todo o mundo na semana passada para a segunda edição da Cúpula dos Comunicadores de Sustentabilidade. A GRSB é uma iniciativa global desenvolvida para promover a melhoria contínua da sustentabilidade da cadeia global de valor da carne bovina por meio da liderança, ciência, engajamento e colaboração de múltiplas partes interessadas. A cúpula está aberta a membros da GRSB, comunicadores de sustentabilidade e interessados que os capacitam (com orçamentos, recursos e liderança), cientistas sociais e ambientais e outros líderes ativistas pela sustentabilidade. Uma edição regional do evento será realizada em julho, em Barueri, na Grande São Paulo. Mais informações: https://grsbeef.org/page-1861946
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Peste suína: FAO estima 2,6 milhões de suínos sacrificados
Situação mais crítica permanece sendo a da China, onde foram detectados 133 focos da doença em 32 províncias
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que 2.634.515 suínos já foram eliminados em países asiáticos por causa da contaminação com a peste suína africana (ASF, na sigla em inglês). Os dados da organização foram contabilizados até 23 de maio. Segundo a FAO, o balanço da entidade compila informações extraídas dos órgãos federais dos países. A situação mais crítica permanece sendo a da China, onde foram detectados 133 focos da doença em 32 províncias, incluindo a região de Hong Kong. Desde a identificação do surto, em agosto do ano passado, 1,129 animais foram eliminados. No Vietnã, a epidemia atingiu mais oito províncias, totalizando 38 regiões afetadas pela doença desde 19 de fevereiro. Segundo o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do país, 1,5 milhão de suínos foram eliminados em virtude da infecção com o vírus. Quanto à Mongólia, desde o primeiro caso detectado em 15 de janeiro, 11 surtos foram notificados em seis províncias e em uma cidade, levando à eliminação de 3,1 mil animais. No Camboja, 2,4 mil animais foram descartados, com um foco detectado em uma província, em 2 de abril.
ESTADÃO CONTEÚDO
Assembleia da OIE vai destacar estratégias contra peste suína
Evento que começou no último domingo, 26, deve reunir 182 países membros até sexta-feira
A 87ª Sessão Geral da Assembleia Mundial de Delegados Nacionais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) começou no domingo, 26, e vai até sexta-feira, 31, em Paris, na França. O evento deve reunir 182 países membros, informa o Ministério da Agricultura, em comunicado. A Sessão Geral deve destacar as estratégias e trabalhos para conter a propagação da peste suína africana (PSA, na sigla em inglês) em território asiático e europeu; o uso prudente de antimicrobianos e o uso de dados para monitorar o desempenho das intervenções na saúde animal e análise da situação atual em todo o mundo. Segundo o ministério, a presença das delegações dos países membros têm oferecido ao Brasil nos últimos anos a oportunidade de realização de reuniões bilaterais com países importadores de produtos de origem animal para discussão de protocolos sanitários e esclarecimentos e adequações de certificação sanitária. Eventualmente, são estabelecidos acordos envolvendo parcerias em capacitação e prevenção das doenças dos animais.
ESTADÃO CONTEÚDO
INTERNACIONAL
Oferta de gado confinado nos EUA é a maior desde 1996, diz USDA
O número de bovinos e bezerros em confinamento para abate nos Estados Unidos chegou a 11,8 milhões de cabeças em 1º de maio, de acordo com boletim divulgado nesta sexta-feira, 24, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume é 2% maior do que no ano passado, e o maior para 1º de maio desde que o relatório começou a ser publicado, em 1996.
Dow Jones Newswires
Equipe de especialistas analisa prós e contras de interromper a vacinação contra febre aftosa no Uruguai
Para o Presidente da Câmara da Indústria da Carne (CIF), Daniel Belerati, a decisão de parar de vacinação contra a doença deve ser estudada cientificamente e com uma medição estrita das capacidades econômicas e técnicas que o Uruguai tem para responder a um insucesso sanitário
“Estamos cientes de que o Rio Grande do Sul e o Paraná vão parar de vacinar contra a febre aftosa a curto prazo, que a situação de saúde na Venezuela que afetou a Colômbia e está afetando o Equador não é das melhores. Isso significa que qualquer decisão tomada deve ser muito bem ponderada “, reconheceu. Quanto aos mercados, parar de vacinar permite a venda de carne com osso e miúdos em todo o mundo e o que é mais importante: nos mercados que pagam melhor. Por sua vez, do ponto de vista operacional, também há vantagens para os frigoríficos, pois a maturação de 24 horas das carcaças é evitada e a acidez máxima seria de 6; além disso, seria possível a desossa a quente. Belerati lembrou que a epidemia de 2001 “quase deixa a indústria frigorífica fora da competição por toda a vida”. Custou mais de US $ 300 milhões em perdas e a paralisia do setor por quatro meses. O Secretário Técnico da Academia de Medicina Veterinária, Dr. Luis Eduardo Dias, epidemiologista que participou na primeira linha, pelo Ministério da Pecuária, Agricultura e Pescas das duas epidemias de febre aftosa que o Uruguai sofreu, parar de vacinar “é um desafio” e para dar esse passo “você tem que ter uma estrutura social que lhe ajudará a saber que você não terá a ferramenta de vacinação, exceto em situações de emergência”. Dias esclarece que toda essa estrutura social que aponta é composta por agricultores, veterinários de exercício livre e oficial, faculdades de ciências, setor político e todas as instituições ligadas à agricultura e à economia, direta e indiretamente. Para isso, devemos adicionar o contexto internacional, onde existem algumas ameaças na América do Sul (para a Venezuela). “Internamente, não vejo essa estrutura como sólida. Parar de vacinar é um passo muito importante e é para sempre “, disse o epidemiologista. Para o epidemiologista Francisco Muzio, que por 12 anos foi diretor do Servicios Ganaderos, “é muito arriscado”, se uma decisão não for tomada para iniciar o caminho de parar a vacinação, “você não pode descansar pensando que a vacina está protegendo. Isso faz com que as pessoas não comuniquem a existência de doenças confundidas com a febre aftosa.” No Uruguai, os serviços de pecuária recebem cerca de 12 suspeitas anuais de doenças confundidas com febre aftosa, com um rebanho de 12 milhões de cabeças de bovinos. É um número muito baixo. Para Muzio, justifica-se dar mais um passo e avançar para uma mudança de estatuto por razões de economia de mercado e saúde. A febre aftosa ainda continua ausente na região do Cone Sul. “As tensões que tivemos hoje não estão presentes. Mostramos no Uruguai com o vírus C, quando dissemos que eles não seriam mais usados nas vacinas, houve uma grande pressão da Argentina e dos laboratórios no Brasil para nos seguir. Passaram todos esses anos e não reapareceram “, lembrou Muzio. Quanto aos sorotipos A e O, que são os clássicos da região: “temos um mínimo de 6 ou 7 anos com ausência do vírus O no Paraguai, nove com ausência do vírus A e treze para o vírus C”. Por sua vez, o Dr. Jorge Bonino, que há várias décadas é o representante da Associação Rural do Uruguai na Organização Mundial de Saúde Animal, disse que não há tempo definido para o Uruguai parar de vacinar contra a febre aftosa e entrar na etapa final da erradicação.
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