
Ano 5 | nº 963 | 01 de abril de 2019
NOTÍCIAS
Arroba do boi alcança R$ 160,00
Cotações da arroba em toada de alta em plena sexta-feira
No fechamento do mercado do boi gordo de sexta, sem descontar os impostos, a arroba cruzou a linha dos R$160,00 em São Paulo, para pagamentos a prazo. Descontando o Funrural e o Senar a arroba do boi gordo paulista ficou cotada em R$157,50 a prazo. Lembrando que o recolhimento do Funrural pode ser feito pela folha de pagamentos, mas a cobrança do Senar (0,2%) é feita sobre o valor da comercialização. Com a oferta baixa, não está fácil para o frigorífico conseguir preencher suas programações de abate. As escalas levantadas pela Scot Consultoria atendem entre dois e três dias. Isso por si só já motiva pagamentos acima da referência, mas tendo em conta a uniformidade do calendário de escalas entre as indústrias, é possível que a concorrência acirrada por matéria-prima também seja um fator de valorização para arroba. Ao mesmo tempo que as altas para o boi acontecem, o mercado da carne perde força por causa do consumo. O boi casado de animais castrados caiu 2,1% desde a última sexta-feira (22/3). Mas para a próxima semana, com o início do reabastecimento do varejo é provável que o preço da carcaça suba. É nisso que o frigorífico tem apostado.
Scot Consultoria
Carne bovina: sem espaço para altas de preços no varejo
As vendas estão fracas e impossibilitando reações no preço da carne bovina
Em São Paulo, por exemplo, na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações caíram 0,3% na semana passada. Em Minas Gerais as referências ficaram estáveis, na mesma comparação. Neste mesmo intervalo, no Paraná os preços subiram 0,5% e no Rio de Janeiro 0,4%. Em ambos os estados os açougues e supermercados têm trabalhado com estoques mais justos. No mercado paulista, como as últimas duas semanas foram marcadas por queda nos preços, a margem de comercialização encurtou e está em 63%. Três pontos percentuais abaixo do que no início deste mês. O recebimento dos salários deve surtir efeito somente na segunda semana de abril, portanto, para os próximos dias não são esperadas grandes movimentações no varejo da carne bovina.
Scot Consultoria
ECONOMIA
Desemprego segue alto
A taxa de desemprego no país ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) – Contínua, divulgada dia 29 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro
O percentual é maior que o do trimestre anterior (encerrado em novembro de 2018), que havia sido de 11,6%, mas menor que o resultado do trimestre encerrado em fevereiro do ano passado (12,6%). 13,1 milhões de pessoas – A população desocupada no país era de 13,1 milhões em fevereiro, um crescimento de 7,3% na comparação com novembro. Ou seja, o número de desempregados teve aumento de 892 mil pessoas. O total de ocupados ficou em 92,1 milhões em fevereiro, uma queda de 1,1% (menos 1,06 milhão de pessoas) em relação a novembro, mas uma alta de 1,1% na comparação com fevereiro do ano passado. O número de empregados com carteira assinada (sem contar trabalhadores domésticos) foi de 33 milhões de pessoas em fevereiro, ficando estável em ambas as comparações. Já o número de empregados sem carteira assinada (11,1 milhões) caiu 4,8% na comparação com novembro (menos 561 mil pessoas) e subiu 3,4% (mais 367 mil pessoas) comparado a fevereiro. A população fora da força de trabalho, ou seja, que não está nem trabalhando nem procurando emprego, chegou a 65,7 milhões, um recorde na série histórica. O número é 0,9% maior (mais 595 mil pessoas) do que novembro e 1,2% superior (mais 754 mil pessoas) do que fevereiro daquele ano. A população subutilizada (ou seja, que está desempregada, que trabalha menos do que poderia, que não procurou emprego, mas estava disponível para trabalhar ou que procurou emprego, mas não estava disponível para a vaga) chegou a 27,9 milhões de pessoas em fevereiro deste ano. O número também é recorde na série histórica, 3,3% maior (mais 901 mil pessoas) em relação a novembro e 2,9% maior (mais 795 mil pessoas) do que em fevereiro de 2018. O total de pessoas desalentadas (ou seja, aquelas que desistiram de procurar emprego) chegou a 4,9 milhões, outro recorde da série histórica. O percentual de desalentados chegou a 4,4%.
Agência Brasil
Dólar fecha quase estável ante real nesta 6ª, mas tem maior mensal desde agosto de 2018
O dólar fechou na sexta-feira perto da estabilidade ante o real, com investidores preferindo recompor posições na moeda norte-americana na ausência de novas notícias, indicando alívio nas tensões políticas em torno da reforma da Previdência
O dólar à vista terminou com variação negativa de 0,05 por cento, a 3,9154 reais na venda. Na semana, a cotação subiu 0,34 por cento. Em março, porém, a divisa saltou 4,32 por cento, maior alta mensal desde agosto de 2018 (8,46 por cento). Na B3, a referência do dólar futuro caía 0,13 por cento, a 3,8965 reais.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta com exterior, mas termina março no zero a zero
O Ibovespa fechou em alta na sexta-feira, beneficiado pela visão de clima político mais ameno no país e viés benigno no exterior, mas se afastou das máximas do dia e terminou o volátil março no zero a zero
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,09 por cento, a 95.414,55 pontos. Na máxima, bateu 95.862,75 pontos. O giro financeiro somou 15,25 bilhões de reais. Na semana, o Ibovespa teve valorização de 1,79 por cento, mas encerrou março com variação negativa de 0,18 por cento. No ano, o Ibovespa ainda contabiliza um ganho de 8,57 por cento. Na penúltima semana do mês, o Ibovespa chegou a superar os 100 mil pontos pela primeira vez na história, mas ruídos políticos geraram desconfiança sobre o andamento da agenda econômica do país, notadamente a reforma da Previdência. Agentes financeiros, contudo, viram nas últimas declarações e ações de membros do governo e alguns parlamentares sinais de que Executivo e o Legislativo querem deixar para trás a tensão e começar a avançar na agenda de reformas. “Os próximos dias dirão se os conflitos entre ambos de fato são página virada”, afirmou a equipe da corretora Brasil Plural em nota a clientes, ressalvando que por enquanto o clima de incerteza permanece. No exterior, as bolsas encontraram suporte em sinalização positiva da rodada mais recente de negociações comerciais entre Estados Unidos e China, em meio a temores com a desaceleração da economia global. O norte-americano S&P 500 subiu 0,67 por cento.
REUTERS
EMPRESAS
MARFRIG ASSUME VÁRZEA GRANDE
A Marfrig Global Foods, uma das líderes mundiais do setor de carne bovina, assume inteiramente as operações de sua unidade de abates de bovinos e da fábrica de processados em Várzea Grande, no Mato Grosso. O Complexo Industrial de Várzea Grande inclui uma fábrica com capacidade de abate de duas mil cabeças de gado por dia e outra fábrica com capacidade de produção de 69 mil toneladas de hambúrgueres ao ano, além de almôndegas e quibes
“Uma unidade de abate e uma fábrica de hambúrgueres em um mesmo local faz com que a Marfrig economize recursos, ganhe escala e eficiência operacional”, diz Miguel Gularte, CEO da operação América do Sul da companhia.
No complexo são empregados cerca de dois mil colaboradores e produzidos hambúrgueres que abastecem as principais redes de fast food no Brasil.
MARFRIG
JBS diz que espera entregar resultados mais fortes em 2019
Executivos JBS esperam entregar resultados melhores em 2019 com a forte demanda por carne bovina nos Estados Unidos e na Austrália e a crescente demanda chinesa por várias proteínas
Ainda assim, os resultados do primeiro trimestre refletirão a menor disponibilidade de gado nos EUA devido às chuvas e a um inverno rigoroso, que afetou frigoríficos de carne bovina e suína da empresa, disseram. Em uma teleconferência com analistas e investidores na sexta-feira, eles afirmaram que a febre suína na China é outro fator de crescimento, embora a demanda em geral já estivesse forte na região asiática devido ao fortalecimento das economias locais. “Antes de falar sobre o aumento da demanda devido à febre suína, um aumento da renda local já havia estimulado a perspectiva de vendas de carne na região, especialmente carne bovina”, disse o Presidente-Executivo da JBS, Gilberto Tomazoni. A JBS tem frigoríficos certificados para vender carne para a China em quatro estados brasileiros e agora está desenvolvendo relações diretas com distribuidores no país asiático para contornar os intermediários, afirmaram executivos. A companhia disse que também pode redirecionar parte da produção de carne suína dos EUA para a China, se a demanda exigir. Depois de vender ativos e pagar bilhões de dólares em dívidas, a JBS disse estar bem posicionada para crescer organicamente, citando a possibilidade de reabrir os frigoríficos ociosos. A empresa também espera concluir uma investigação interna sobre corrupção no primeiro semestre do ano, que, em teoria, abre caminho para uma listagem de ações nos EUA. A JBS divulgou lucros do quarto trimestre que ficaram abaixo das estimativas dos analistas, refletindo os desafios em seus negócios de frango e de suínos nos EUA, parcialmente compensados pela força de seus negócios de carne bovina no Brasil e nos Estados Unidos.
REUTERS
IPO nos Estados Unidos não é urgente, diz CEO da JBS
A tão esperada abertura do capital da JBS nos Estados Unidos pode demorar um pouco mais, indicou na sexta-feira o CEO global da companhia, Gilberto Tomazoni, em teleconferência com analistas
Embora a oferta na bolsa de Nova York seja um dos grandes objetivos da companhia, não é “não é uma questão de urgência”, argumentou o executivo. “Nós temos um nível de alavancagem muito confortável. A questão é estratégica. É uma questão de qual é a estrutura de capital que pode trazer maior valor para o acionista”, afirmou. Em 2018, a JBS reduziu a dívida bruta em cerca de US$ 2 bilhões. No fim do segundo trimestre de 2017, a dívida bruta da JBS somava US$ 18,6 bilhões. No fim de 2018, totalizava US$ 14,5 bilhões. A dívida líquida da companhia caiu de US$ 13,7 bilhões para US$ 12,2 bilhões, com relação entre dívida líquida e Ebitda — alavancagem — em 3,01 vezes. Ao fim de 2017, a alavancagem estava em 3,26 vezes. “O IPO é uma das prioridades do Guilherme [Cavalcanti, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores], mas não temos uma urgência para fazer isso”, disse Tomazoni, ressaltando que está buscando a melhor “arquitetura” que destrave valor aos acionistas. A avaliação da JBS é que, com as ações listadas nos EUA, as operações da companhia estariam melhor representadas. Atualmente, mais de 75% do faturamento é gerado pelas operações fora do Brasil. Uma abertura de capital na bolsa de Nova York também daria a empresa maior acesso à liquidez. Além disso, a listagem das ações nos EUA pode, na visão de analistas, aumentar o valor de mercado da companhia. Hoje, as ações da JBS são negociadas por um múltiplo (relação entre o preço da ação e o Ebitda projetado para 2019) da ordem de 5,5 vezes. Rivais listadas nos EUA, como Tyson Foods e Hormel Foods, são negociadas a um múltiplo superior a 8 vezes.
VALOR ECONÔMICO
FRANGOS & SUÍNOS
Frango Vivo: queda de -9,23% no PR e de -1,24% em SC
Na sexta-feira (29), a cotação do frango vivo teve queda de -9,23% no Paraná, a R$2,95/kg e de -1,24% em Santa Catarina, a R$2,39/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,40/kg e alta de 0,23% para o frango no atacado, a R$4,33/kg. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, a carne de frango foi a segunda que mais teve elevação nos preços no correr deste mês. Isso se deve a um maior ritmo das vendas ao exterior. Contudo, a carne conseguiu se tornar mais competitiva do que as demais.
Scot Consultoria
Ministério vai lançar programa de erradicação da peste suína clássica
Grupo de trabalho é criado para criar plano estratégico para eliminar a doença em parte do Nordeste e Norte
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai lançar até junho um programa que visa a erradicação da peste suína clássica. Hoje, parte do Nordeste e da Região Norte são considerados área não livre da doença. Foi publicada terça-feira (26) no Diário Oficial da União a Portaria n° 40, que constituiu um grupo de trabalho com o objetivo de elaborar a proposta do Plano Estratégico para a Erradicação da Peste Suína Clássica (PSC) dos estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima. O Secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, explicou que as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e alguns estados nordestinos como a Bahia e Sergipe já são considerados áreas livres de PSC. Hoje, barreiras de fiscalização são montadas nas divisas dos estados para impedir o trânsito de animais da área não livre da doença. “O grupo de trabalho terá de apresentar até junho um documento final contendo as diretrizes do plano a ser executado nos 11 estados, pois pretendemos erradicar esta enfermidade do território nacional. Será um programa de vários anos, assim como o de febre aftosa”, disse o Secretário. A coordenação do grupo de trabalho ficará a cargo do auditor fiscal federal agropecuário Abel Neto e contará com o assessoramento epidemiológico do professor Vitor Salvador Gonçalves, da Universidade de Brasília (UnB). Os demais componentes são da Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), do Sindicato das Indústrias de Suínos do Rio Grande do Sul (Sipsrs), da Associação Brasileira de Veterinários Especialista em Suínos do Ceará (Abraves/CE) e do Departamento de Saúde Animal (DSA), do Mapa.
MAPA
Melhora o poder de compra do avicultor frente ao milho
A oferta ajustada nas granjas fez com que os preços do frango vivo subissem na semana passada estando cotado, em média, em R$3,40 por quilo, valorização de 1,5% em sete dias
Somado a isso, o milho, principal insumo que compõe a dieta das aves, vem sofrendo sucessivas quedas nos preços em março. Desde o início do mês a desvalorização do insumo foi de 7,1%. Com isso, a relação de troca para o avicultor melhorou 21,8% em igual comparação. Atualmente é possível comprar 5,10 quilos de milho com um quilo de frango. Já no atacado, a demanda enfraquecida de final de mês deu espaço para mais uma semana de queda nas cotações e a carcaça ficou cotada em R$4,32 por quilo, recuo de R$0,08 nos últimos sete dias. Porém, para o curto prazo valorizações não são descartadas já que as indústrias precisam se reabastecer para o mês que se inicia.
Scot Consultoria
MEIO AMBIENTE
Qualidade das pastagens deve piorar com mudança climática, indica pesquisa
A temperatura média pode subir 2ºC nas próximas décadas e isso pode diminuir o teor de proteína do pasto; pecuarista vai sentir no bolso os reflexos
O aumento das temperaturas médias esperado para as próximas décadas, de no mínimo 2ºC, pode ter um impacto inesperado no bolso dos pecuaristas, alertam pesquisadores. Estudos sugerem que um dos efeitos da mudança no clima será a redução na qualidade da pastagem, que se tornará menos proteica, mais fibrosa e, portanto, de digestão mais demorada. Como consequência, o gado precisará consumir mais alimento para alcançar o peso de abate e passará a produzir mais metano, um potente gás causador do efeito estufa. As conclusões têm como base experimentos feitos pela equipe de Carlos Alberto Martinez y Huaman, professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), da Universidade de São Paulo (USP). Participaram do estudo pesquisadores do Instituto de Botânica de São Paulo, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal e do Instituto Federal Goiano, campus Rio Verde. A espécie empregada foi o capim-mombaça (Panicum maximum), uma forrageira tropical de origem africana. Amplamente usado no Brasil como pasto, por sua alta qualidade nutricional. O experimento foi realizado em novembro de 2016, período de grande calor. A temperatura ambiente estava em 38ºC e, nos canteiros, chegou a 40ºC. Ao longo do experimento, os pesquisadores aferiram as condições de trocas gasosas das plantas com a atmosfera, as condições da fotossíntese, a fluorescência da clorofila, a produção de folhagem (biomassa) e a qualidade nutricional do pasto. Os pesquisadores estimam que, nas condições futuras de temperatura, o aumento na quantidade de fibras resultará em uma digestão mais difícil e demorada para o gado. A consequência direta será a produção de maior quantidade de metano pelos animais. “O gado precisará consumir mais pasto até atingir o peso de abate. Para manter o mesmo nível de produção, os pecuaristas precisarão complementar a alimentação do plantel e regar as pastagens, com impacto significativo nos custos de produção”, alerta Martinez.
Canal Rural
INTERNACIONAL
Produção de carne suína deve passar a de carne bovina até 2028: USDA
A produção de carne suína está projetada para superar a produção de carne bovina em pouco mais de 13,6 bilhões de quilos até 2028, disse o USDA em um novo Relatório de Projeções de Longo Prazo
A produção de carnes vermelhas e de aves aumentarão cada vez mais no período, de acordo com o relatório interinstitucional, que cobre projeções de commodities agrícolas, comércio e indicadores como tendências macroeconômicas e renda agrícola na próxima década. Espera-se que os preços crescentes do milho e os preços mais baixos da carne suína na primeira metade da década diminuam a razão entre o preço da carne suína e o preço do milho, criando incentivos para diminuir os partos. Mas o aumento dos pesos de abate e a continuação da comercialização da indústria sustentam a tendência ascendente na produção de carne suína.
Espera-se que o número de bovinos caia durante a segunda metade do período previsto, mas os pesos mais altos de abate também apoiam os ganhos na produção de carne bovina. No geral, os níveis de produção de carne bovina devem subir menos de 1% ao ano, aumentando de quase 12,7 bilhões de quilos em 2019 para quase 13,6 bilhões em 2028. Enquanto a produção de suínos é vista na esteira da produção de carne bovina durante a maior parte da década, espera-se que ultrapasse a produção de carne bovina até 2028. Espera-se que o abate de frangos de corte caia na próxima década, mas o crescimento contínuo nos pesos de abate deve levar à expansão da produção de frangos de corte. Estima-se que os preços nominais para bovinos de corte e frangos de corte caiam durante a maior parte da próxima década, uma vez que a produção supera a demanda, enquanto os preços de suínos e perus devem permanecer estáveis ou aumentar lentamente após uma queda inicial. Menores preços de gado, suínos e frangos devem contribuir para a queda nas receitas na primeira metade da década.
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