CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 807 DE 02 DE AGOSTO DE 2018

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Ano 4 | nº 807 | 02 de agosto de 2018

 ABRAFRIGO

A ABRAFRIGO obteve ontem a autorização (foto) para que os seus associados passem a utilizar a marca criada pelo Ministério da Agricultura “O Melhor do Agro Brasileiro” para seus produtos, dentro de regras criadas pelo MAPA. A supervisão do uso será da própria entidade.

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Na foto, da esquerda para direita, Péricles Pessoa Salazar, Presidente Executivo da ABRAFRIGO, Odilson Luiz Ribeiro e Silva – Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio – SRI e Paulo Mustefaga, ABRAFRIGO

NOTÍCIAS

Mercado se preparando para consumo de começo de mês

Melhora no consumo é esperada pelo mercado

Com a proximidade do Dia dos Pais e do quinto dia útil, quando o poder de compra do consumidor aumenta e a demanda por carne também, frigoríficos ofertam preços acima da referência para o boi gordo, a fim de garantir produção.  Em contrapartida, indústrias que estão com escalas confortáveis aproveitam o momento para testar o mercado e ofertar menores preços, sem efetividade no fechamento de negócios. Em São Paulo, na comparação mensal, a arroba do boi gordo teve alta de 2,8% frente ao início de julho e as escalas de abate giram em torno de seis dias.

SCOT CONSULTORIA

Exportações de carnes avançam em volume no mês de julho

Mês passado marcou a retomada do ritmo das vendas externas depois do fim da greve dos caminhoneiros. Exportação de carne bovina in natura somou 130,9 mil toneladas

O Brasil exportou mais carnes in natura em julho em relação a junho deste ano. Passado o efeito da greve dos caminhoneiros, que paralisou o escoamento no fim de maio e afetou o desempenho dos embarques no sexto mês do ano, o mercado registrou em julho uma retomada no ritmo das exportações. Além disso, como tradicionalmente acontece no segundo semestre, a demanda externa também se mostrou aquecida. E, de acordo com analistas ouvidos pelo Grupo Estado, parte dos resultados foi positiva por causa da mudança na mensuração das informações feita pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (1/8), considera 22 dias úteis. A exportação de carne bovina in natura somou 130,9 mil toneladas, volume 140,6% superior ao total de 54,4 mil toneladas embarcadas em junho. Na variação anual, o avanço foi de 24,4% ante as 105,2 mil toneladas vendidas ao exterior em julho de 2017. A receita com as vendas da proteína animal atingiu US$ 636,7 milhões no mês passado, aumento de 128,3% comparado ao mês anterior, quando o faturamento bateu em US$ 278,9 milhões. O montante é 42,7% maior que os US$ 446,2 milhões obtidos em igual mês do ano passado. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o desempenho da carne bovina in natura ainda é positivo. Os embarques somam 664,9 mil toneladas, 5,65% maiores do que as 629,3 mil toneladas embarcadas de janeiro a julho de 2017. A receita cresceu 13,1%, de US$ 2,538 bilhões para US$ 2,872 bilhões.

ESTADÃO CONTEÚDO

Abates aumentam e frigoríficos em Mato Grosso atingem maior nível de utilização

Os frigoríficos mato-grossenses tiveram o uso de sua capacidade total saltar 16,09 pontos percentuais e atingir o maior nível de utilização de 2018, estabelecendo-se em 57,07% em julho

Esta melhora é resultado do aumento mensal de 37,46% no abate de bovinos, em conjunto com a diminuição na capacidade frigorífica do Estado. Em maio houve o pior desempenho do ano, avalia o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária. Segundo o relatório do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento duas plantas frigoríficas localizadas em Mato Grosso perderam a certificação SIF no último mês, uma localizada em Cuiabá e outra em Vila Rica. “Com isso, a capacidade total de abate de bovinos no Estado reduziu 4,92%, sendo capaz de abater 30,97 mil bovinos/dia. Ainda que apresente redução na capacidade, o nível de ociosidade nas plantas frigoríficas mato-grossenses é elevado (média histórica maior que 50%) e isso preocupa o setor”, aponta o

Só Notícias

Preço do boi gordo apresenta valorização expressiva em julho em MS

As cotações do boi gordo registram, em Mato Grosso do Sul, uma valorização média de 3% no acumulado do mês de julho (2 a 27). As informações foram divulgadas no Boletim Casa Rural de Bovinocultura de Corte, elaborado pela Unidade Técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS

No período analisado, a arroba do boi gordo (à vista e livre de Funrural) passou de R$ 129,71 para R$ 132,84. A média de julho, de R$ 131,77, é 13% superior ao mesmo período de 2017, quando o boi gordo estava cotado a R$ 116,37 a arroba. “O principal fundamento para esse quadro está ancorado na redução da oferta de boi gordo para abate”, explica a analista técnica do Sistema Famasul, Eliamar Oliveira. Com esse cenário, a analista acrescenta que a ponta compradora (frigoríficos) vem apresentando disponibilidade para pagar mais pela arroba. Esse movimento de valorização terá sustentação e será mais intenso, a depender do comportamento da demanda. A proximidade do início de mês gera expectativa de aumento de demanda, o que por sua vez pode contribuir para melhora nos preços do setor”.

Famasul

ECONOMIA

BC mantém Selic em 6,5% e indica não mexer tão cedo nos juros com impacto da greve sobre a economia

O Banco Central manteve na quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente

Esta foi a terceira decisão igual do Copom, após ter cortado a Selic em 7,75 pontos percentuais desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro de 2016. “Nossa leitura é que continua com 6,5 por cento até o fim do ano e acho que ainda vira o ano. Não porque vai ter reformas, mas porque economia está de quatro”, avaliou o Economista-Chefe do banco Fator, José Francisco de Lima. O BC voltou a dizer que seus próximos passos vão continuar dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação. Nesse sentido, afirmou que apesar de o Copom considerar que os efeitos dos choques recentes sobre a inflação estão se revelando temporários, “é importante acompanhar ao longo do tempo o cenário básico e seus riscos e avaliar o possível impacto mais perene de choques sobre a inflação”. Nos 12 meses até julho, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acumulou alta de 4,53 por cento, voltando a ficar acima do centro da meta, de 4,5 por cento pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, pela primeira vez desde março de 2017. Mas mesmo após o choque temporário derivado da greve dos caminhoneiros e de tarifas de energia elétrica mais salgadas devido à bandeira vermelha 2 que vem impactando as contas de energia desde junho, o BC seguiu calculando alta do IPCA em 4,2 por cento em 2018 pelo cenário de mercado. A manutenção da Selic também teve como pano de fundo a queda de 3,16 por cento do dólar frente ao real em julho, movimento que barateia as importações e diminui a pressão sobre a inflação.

REUTERS

Ibovespa fecha em leve alta com bancos após sessão com pauta corporativa mais leve

A bolsa paulista fechou o primeiro pregão de agosto com o Ibovespa ligeiramente no azul, apoiado na recuperação de bancos, no fim da sessão sem viés definido desta quarta-feira, diante de uma agenda doméstica mais fraca de resultados corporativos e sem novidades relevantes no panorama eleitoral do país

O principal índice de ações da B3 subiu 0,10 por cento, a 79.301,65 pontos, após oscilar da mínima de 78.768,87 pontos à máxima de 79.730,63 pontos. O volume financeiro do pregão somou 9,5 bilhões de reais. Estratégias de ações para o mês compiladas pela Reuters mostraram expectativa de volatilidade no mercado acionário em agosto, com desdobramentos do cenário eleitoral centralizando as atenções, embora a temporada de balanços eventos externos continuem no radar. Em Wall Street, os principais índices acionários fecharam sem uma direção única, com o resultado da Apple ajudando ações de tecnologia, em sessão com reunião do Federal Reserve, na qual o banco central norte-americano manteve os juros dos EUA, mas sinalizou que deve elevar as taxas em setembro. O Fed manteve a taxa de juros no intervalo entre 1,75 e 2 por cento, mas caracterizou a economia como forte, mantendo o Fed no caminho para elevar custos em setembro.

REUTERS

Dólar tem leve alta ante o real após Fed não mexer nos juros

O dólar fechou com leve alta ante o real nesta quarta-feira após o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, não surpreender e manter sua taxa básica de juros, continuando a indicar que futuras e esperadas altas serão feitas de maneira gradual

O dólar avançou 0,11 por cento, a 3,7589 reais na venda, depois de ir a 3,7707 reais na máxima do dia e, 3,7318 reais na mínima. O dólar futuro tinha leve alta de cerca de 0,10 por cento. Em sua decisão divulgada ontem a tarde, o Fed manteve a taxa de juros no intervalo entre 1,75 e 2 por cento, mas classificou a economia como forte, mantendo-o no caminho para aumentar os custos dos empréstimos em setembro. Os investidores estão de olho sobre os possíveis impactos da guerra comercial dos EUA contra outros países e na política monetária do Fed. Ameaças de Trump de que elevaria de 10 por cento para 25 por cento as tarifas sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses trouxeram alguma cautela aos negócios no começo e no final do dia. A China já prometeu que vai revidar se houver mais medidas. No exterior, o dólar operava com pequena alta ante uma cesta de moedas e subia sobre boa parte das divisas de países emergentes, como o peso chileno, lira turca e rublo. O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 240 milhões de dólares do total que vence em setembro. Esse foi o primeiro leilão para essa rolagem. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá rolado o total que vence de 5,255 bilhões de dólares.

REUTERS

Brasil registra superávit comercial de US$4,227 bi em julho, abaixo do esperado

O Brasil registrou superávit comercial de 4,227 bilhões de dólares em julho, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta quarta-feira, queda de 32,7 por cento sobre igual mês do ano passado. O resultado também veio abaixo do superávit de 5,714 bilhões de dólares esperado por analistas em pesquisa da Reuters. As exportações somaram 22,870 bilhões de dólares no mês, enquanto as importações alcançaram 18,643 bilhões de dólares

Redação Reuters

EMPRESAS

Frigorífico Redentor teve prejuízo de R$ 13 milhões em 2017

O frigorífico Redentor, que produz carne bovina no Estado de Mato Grosso, informou ontem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que teve prejuízo líquido de R$ 13,2 milhões no ano passado. Em 2016, o Redentor havia reportado lucro de R$ 18,8 milhões

O resultado do frigorífico foi afetado pelo aumento das despesas com vendas e das despesas financeiras. Em 2017, as despesas com vendas somaram R$ 62,7 milhões, aumento de 58% na comparação com os R$ 39,7 milhões do ano anterior. Na mesma base de comparação, as despesas financeiras aumentaram 87%, para R$ 18,9 milhões em 2017. Por outro lado, o Retentor registrou forte crescimento das vendas, impulsionado pelo arrendamento de um abatedouro de bovinos em Barra do Bugres (MT). No ano passado, a receita líquida do Redentor atingiu R$ 1 bilhão, crescimento de 48% na comparação com os R$ 676 milhões registrados em 2016. Atualmente, o Redentor conta com duas unidades no Estado Mato Grosso: em Barra do Bugres e Guarantã do Norte. Juntos, os dois frigoríficos têm capacidade para abater cerca de 1,8 mil cabeças de bovinos por dia. O balanço financeiro do Redentor, auditado pela BDO, trouxe ênfases relacionadas a transações da empresa com partes relacionadas e dívidas com o Funrural (contribuição previdenciária). De acordo com a BDO, não é possível conhecer o valor exato das dívidas com o Funrural em razão de discussões judiciais. No caso das transações com partes relacionadas, o auditor destacou que os contratos do Redentor não foram firmados em “condições usuais de mercado”.

Valor Econômico.

BRF lança frango ‘bio’ para elevar lucratividade com linha de maior valor agregado

A BRF está lançando uma linha de produtos de frango voltada para consumidores no Brasil preocupados com a origem da comida que consomem, disse o Diretor de Marketing da empresa, Rodrigo Lacerda, em um momento em que a maior processadora de aves do país enfrenta sobreoferta após uma série de suspensões de exportação

O executivo disse que a iniciativa, a primeira desde que o Presidente-Executivo Pedro Parente se juntou à companhia, é uma maneira de vender produtos com maior valor agregado. Os novos cortes de frangos da chamada “Sadia Bio” serão livres de antibióticos e feitos com animais alimentados com ração 100 por cento vegetal. Os consumidores que optarem por ela terão ferramentas para rastrear a origem do produto até a granja. Lacerda disse que os novos produtos deverão chegar aos supermercados na próxima semana, quando a empresa espera ter concluído as negociações com varejistas para a comercialização dos primeiros lotes. O Diretor, que está com a empresa há oito meses, se recusou a dizer quanto a empresa cobrará a mais pelo produto. Com o lançamento, a BRF se alinha a outros produtores globais de aves que tentam explorar a preferência dos consumidores por produtos vistos como mais naturais e saudáveis. Ainda que produzido em condições especiais, este frango não pode ser considerado orgânico, pois o animal precisa ser alimentado com grãos de origem orgânica, o que não é o caso, disse a BRF. Lacerda disse que apenas frangos livres de antibióticos de granjas selecionadas no Estado do Mato Grosso serão abatidos para a linha. “Há muito mais cuidado nesta linha do que na regular”, disse. A nova linha só será vendida no mercado doméstico, inicialmente na região Sudeste do país, afirmou Lacerda.

REUTERS

Lucro da Pilgrim’s Pride, da JBS, caiu 54% no 2º trimestre Pressionada pela sobreoferta de frango nos EUA, a americana Pilgrim’s Pride, empresa de carne de frango controlada pela JBS, reportou hoje uma piora expressiva no segundo trimestre.

No período, o lucro líquido da Pilgrim’s atingiu US$ 106,5 milhões, diminuição de 54% ante os US$ 233,6 milhões reportados no mesmo período de último ano. No segundo trimestre, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado da Pilgrim’s atingiu US$ 282,5 milhões, queda de 37,1% na comparação com os US$ 448,9 milhões registrados no mesmo intervalo de 2017. Na mesma base de comparação, a receita líquida da Pilgrim’s aumentou 3,1%, atingindo para US$ 2,836 bilhões. Desde o ano passado, a Pilgrim’s controla a produtora de carne de frango irlandesa Moy Park. Com isso, a Pilgrim’s responde por mais de 20% das vendas totais da JBS. O resultado global da JBS será divulgado ao mercado no dia 15 de agosto. Em nota, o Presidente da Pilgrim’s, Bill Lovette, reconheceu o desempenho mais fraco da empresa no negócio de commodities nos EUA. No entanto, o executivo afirmou que as categorias com menos “commoditizadas”, como frango embalado (“case ready” e aves menores, ajudaram a compensar parcialmente o resultado do negócio de commodities. Lovette também comemorou o desempenho da Pilgrim’s no México. No segundo trimestre, a margem Ebitda das operações no país atingiu 16,6%. “O México mais uma vez entregou fortes resultados durante o trimestre, uma vez que tivemos um forte desempenho operacional e uma demanda muito boa por frango”, afirmou o Presidente da companhia.

VALOR ECONÔMICO

FRANGOS & SUÍNOS

Exportação de carne de frango é recorde em julho; suína in natura sobe 17%

As exportações brasileiras de carne de frango (in natura e processada) subiram 20,6% em julho, na comparação com mesmo mês do ano passado, para 463,1 mil toneladas, o maior volume já registrado pelo setor, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

“O número de exportações em patamar recorde é consequência direta do restabelecimento dos níveis dos embarques nos portos após o fim dos bloqueios nas estradas, bem como da normalização do fluxo de dados no novo sistema de coleta de informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic)”, disse o Presidente da ABPA, Francisco Turra, em nota. A receita com as vendas externas de carne de frango em julho somou US$ 711,6 milhões, alta de 15,7% ano-a-ano. De janeiro a julho, as exportações somam 2,3 milhões de toneladas, 8,2% abaixo do registrado nos primeiros sete meses de 2017. Em receita, as vendas externas de janeiro a julho caíram 12,4%, para US$ 3,675 bilhões. As exportações de carne suína in natura também aumentaram em julho, em 17,1%, para 57 mil toneladas. A receita somou US$ 105,8 milhões, queda de 13,8% na comparação anual. No acumulado do ano até julho, as exportações somam 293,7 mil toneladas (-14,2%) e US$ 619,3 milhões (-28,2%). “O comportamento visto nas exportações de carne suína é influenciado pelos mesmos fatores registrados da carne de frango. Ao mesmo tempo, perduram as fortes compras de produtos pelos chineses, reduzindo os impactos do embargo russo ao setor brasileiro”, disse o Diretor Executivo da ABPA, Ricardo Santin.

CARNETEC

INTERNACIONAL

EUA deve impor tarifas de 25% sobre US$ 200 bi em importações chinesas

Aumentar o nível proposto para 25 por cento pode agravar a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo

O governo Trump pretende impor tarifas de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos importados da China depois de inicialmente taxá-los em 10 por cento, em uma tentativa de pressionar Pequim a fazer concessões comerciais, disse uma fonte familiarizada com o assunto na véspera. O governo do Presidente Donald Trump disse em 10 de julho que vai impor tarifas de 10 por cento sobre milhares de importações chinesas. Elas incluem produtos alimentícios, produtos químicos, aço, alumínio e bens de consumo que vão desde alimentos para cães, móveis e tapetes, até pneus de carros, bicicletas, luvas de beisebol e produtos de beleza. Enquanto as tarifas não são impostas até um período de comentários públicos, aumentar o nível proposto para 25 por cento pode agravar a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo. A fonte disse que o governo Trump pode anunciar a proposta mais dura já nesta quarta-feira. O plano para mais que dobrar a tarifa foi divulgado pela primeira vez pela Bloomberg News. Não houve reação imediata do governo chinês. Em julho, a China acusou os Estados Unidos de intimidação e avisou que iria contra-atacar. Os investidores temem que uma escalada da guerra comercial entre Washington e Pequim possa atingir o crescimento global, e proeminentes grupos empresariais dos EUA condenaram as tarifas agressivas de Trump.

REUTERS

INAC analisa as mudanças nas exportações de animais vivos no Uruguai

A exportação de gado vivo ainda está no centro da controvérsia no Uruguai. O Instituto Nacional de Carnes (INAC) deu a cada um dos membros do conselho de administração um “resumo conceitual” dos relatórios apresentados pelos vários sindicatos sobre a exportação de gado vivo, mais as considerações de cada um dos representantes do Poder Executivo, confirmou o Presidente do órgão, Federico Stanham

Com este documento, que “é interno, mas não secreto ou clandestino, procura-se cumprir uma obrigação, que envolve os diferentes atores da cadeia da carne, de analisar uma política bem-sucedida, que todos valorizam e ninguém diz que deve mudar, mas estruturalmente apresenta algumas mudanças em comparação com as esperadas”, disse Stanham. Ele explicou que esses movimentos estruturais estão associados ao aumento significativo no número de animais jovens negociados em pé, com o impacto na composição do rebanho e no fornecimento de gado para abate. Por essa razão, Stanham considerou que “é nossa obrigação analisá-lo, considerá-lo e ver como ele afeta o que devemos administrar. Queremos esclarecer a questão e assumir que estamos diante de um novo cenário”. A política de exportação de gado vivo “é definida pelo governo, sob a responsabilidade do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca, e o Ministro Enzo Benech foi muito claro em suas declarações sobre o que ele acha dessa ferramenta de negócios.” Ele considerou que “temos a responsabilidade de analisar o negócio de carnes e a comercialização de animais em pé é uma variável que o torna necessário”, disse Stanham. Segundo dados do Departamento de Comércio Exterior do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca, no ano pecuário de 2017/18 o Uruguai exportou 450.970 bovinos, onde 84% eram bezerros inteiros destinados à Turquia. No primeiro semestre de 2018, 220.675 cabeças de bovinos surgiram, mas esse número ainda está longe das 332.320 cabeças que marcaram o recorde de embarques em 2017, onde esta alternativa produtiva era muito ativa.

El País

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