CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2735 DE 18 DE JUNHO DE 2026

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Ano 11 | nº 2735 | 18 de junho de 2026

 

NOTÍCIAS

A cotação do boi gordo perdeu força em São Paulo

Demanda mais fraca levou frigoríficos a desacelerarem as compras e tentarem negociar abaixo das referências.

Os preços do boi gordo sem padrão-exportação e do “boi-China” recuaram R$ 2/@ na praça de São Paulo, para R$ 348/@ e R$ 353/@, respectivamente (valores brutos, no prazo), segundo apuração da quarta-feira (17/6) da Scot Consultoria, que acompanha diariamente os negócios em mais de 30 regiões brasileiras. A cotação do boi gordo e a do “boi China” caíram R$2,00/@. A cotação das fêmeas não mudou. Não houve pressão significativa de oferta de bovinos, mas a demanda enfraqueceu. Frigoríficos de maior porte desaceleraram as compras e tentaram negociar abaixo das referências, movimento também observado entre unidades de menor porte. Essa postura refletiu as incertezas do mercado em relação à demanda externa por carne bovina e ao aumento dos excedentes no mercado interno, diante da proximidade do cumprimento da cota da exportação para a China. As escalas de abate estiveram, em média, para oito dias. Na Bahia, a cotação não mudou. A oferta de bovinos esteve escalonada, enquanto a demanda esteve morna, o que manteve o mercado equilibrado. As escalas de abate atenderam, em média, entre 10 e 13 dias. Na região Noroeste do Paraná, o mercado iniciou o dia ofertando R$3,00/@ a menos para o boi gordo e para o “boi China”. Para as demais categorias, houve estabilidade. A oferta de bovinos atendeu à demanda sem aperto, enquanto os compradores demonstraram menor apetite nas aquisições. As escalas de abate atenderam, em média, a 11 dias.

SCOT CONSULTORIA

Boi gordo: mesmo com escalas de abate encurtadas, preço da arroba cai

Indústria deve readequar a quantidade de animais abatidos por conta do esgotamento da cota de exportação de carne para a China 

O mercado físico do boi gordo voltou a enfrentar pressão de baixa nos preços nesta quarta-feira (17). Mesmo com dificuldades na composição das escalas de abate, os frigoríficos seguem testando níveis mais baixos de preço. “O grande fator que justifica esse comportamento segue no esgotamento precoce da cota chinesa, que deve terminar entre os meses de junho e julho, fazendo com que o Brasil conte com a ausência parcial e temporária do principal mercado para a carne bovina brasileira”, pontua o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, diante desse cenário mais desafiador a indústria tende a readequar a quantidade de animais abatidos diariamente, com aumento da capacidade ociosa, além de reduzir turnos de abate. Média da arroba do boi gordo: São Paulo: R$ 348,67 — ontem: R$ 351,75. Goiás: R$ 326,25 — ontem: R$ 328,39. Minas Gerais: R$ 326,18 — ontem: R$ 326,47. Mato Grosso do Sul: R$ 342,27 — ontem: R$ 342,61. Mato Grosso: R$ 346,69 — ontem: R$ 348,04. O mercado atacadista se deparou com preços acomodados ao longo desta quarta-feira, ainda com expectativa de recuperação dos preços nos próximos dias. “A expectativa de consumo em junho permanece favorável em especial às vésperas dos jogos da seleção brasileira. A carne bovina ainda perde em competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial em relação à carne de frango”, diz Iglesias. Quarto traseiro: R$ 27,00 por quilo. Quarto dianteiro: R$ 21,50 por quilo. Ponta de agulha: R$ 20,00 por quilo.

SAFRAS NEWS

ECONOMIA

BC corta a Selic pela terceira vez e juros vão a 14,25%ao ano

Com a queda, a taxa iguala o menor nível registrado desde maio de 2025. Decisão foi unânime

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, na quarta-feira (17), cortar a taxa básica de juros para 14,25% ao ano. Foi a terceira reunião seguida em que o colegiado do Banco Central (BC) reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual. Com a queda, a taxa iguala o menor nível registrado desde maio de 2025. A decisão foi unânime. O Comitê disse, em comunicado, que o grau de restrição acumulado na política monetária “permite diferentes trajetórias de taxas de juros compatíveis com a convergência da inflação para a meta”. “O Comitê avalia que trajetórias alternativas garantindo a convergência da inflação à meta no primeiro trimestre de 2028, o horizonte relevante a partir de sua próxima decisão, são compatíveis com a suavização na variação dos agregados macroeconômicos”, diz o documento, que detalha a decisão de baixar os juros de 14,5% ao ano para 14,25% ao ano. Para o comitê, nas simulações atuais, a trajetória de política monetária necessária para assegurar a convergência da inflação à meta, no atual horizonte relevante, implicaria que as taxas de inflação projetadas a partir do horizonte relevante vigente na próxima reunião estariam situadas abaixo da meta. “Os modelos de projeção, utilizando essas trajetórias da taxa básica entre seus condicionantes, estão sujeitos a incertezas acima das usuais na conjuntura atual”, afirma o comunicado. “Essas incertezas se somam ao cenário de choques de oferta, o que fundamenta a graduação, ao menos parcial, de seus efeitos sobre a dinâmica futura de preços.” O Copom disse que julgou “apropriado, nesse momento, dar sequência ao ciclo de calibração da política monetária”, reduzindo a taxa básica de juros para 14,25%. “No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária.” O colegiado informou que o ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio e as consequências dos efeitos já materializados desses conflitos até o momento. “Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities”, afirmou. Um acordo provisório entre os Estados Unidos e o Irã para liberação do Estreito de Ormuz deve ser assinado nesta semana. A Agência Internacional de Energia (AIE) informou, porém, que o choque na oferta de petróleo no Golfo deve arrastar a demanda global pela commodity fortemente para baixo antes que os fluxos se normalizem gradualmente.

VALOR ECONÔMICO

Dólar fecha em alta no Brasil após Fed indicar possível alta de juros em 2026

O dólar fechou a quarta-feira em alta ante o real, acompanhando o fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais divisas no exterior, após o Federal Reserve não alterar sua taxa de juros, mas indicar que um aumento pode ocorrer ainda em 2026.

O dólar à vista fechou o dia com alta de 0,41%, aos R$5,1104. No acumulado do ano, a divisa passou a acumular queda de 6,90% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,36% na B3, aos R$5,1245. Até a decisão do Fed, anunciada às 15h00, o dólar exibiu perdas ante o real e outras divisas da América Latina, como o peso chileno, o sol peruano e o peso mexicano. O ambiente mudou após o Fed manter a taxa de referência na faixa de 3,50% a 3,75%, como era largamente esperado, mas indicar que espera por um aumento ainda este ano. A perspectiva de juros mais altos nos EUA deu força aos rendimentos dos Treasuries e ao dólar ante todas as demais divisas, incluindo o real. “Na primeira reunião sob a gestão de Kevin Warsh, o Fed não trouxe surpresas: manteve os juros inalterados, em um patamar que ainda pressiona a atividade econômica, mas reflete a cautela do novo presidente diante das incertezas geradas pelo conflito no Oriente Médio”, destacou Edson Mendes, sócio fundador da Private Investimentos, em referência ao fato de esta decisão ser a primeira com Warsh como chair do Fed. “No curto prazo, a decisão tende a reforçar o dólar frente às moedas emergentes e pode continuar reduzindo o fluxo de capitais para esses mercados”, acrescentou.

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Ibovespa fecha em queda após Fed sinalizar alta de juros neste ano

O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, perdendo fôlego após projeções de autoridades do banco central norte-americano apontarem uma alta na taxa de juros da maior economia do mundo ainda neste ano.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,7%, a 168.453,93 pontos, renovando mínima de fechamento desde janeiro. Durante a sessão, chegou a 167.915,71 pontos na mínima, após avançar a 171.878,23 pontos na máxima. O volume financeiro somou R$68,79 bilhões, em pregão também marcado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do contrato futuro do índice. O Federal Reserve manteve os juros na faixa de 3,5% a 3,75%, mas a linguagem que vinha sendo usada para sinalizar a probabilidade de redução neste ano foi removida do comunicado que acompanhou a decisão e novas projeções trimestrais mostraram que nove de 19 autoridades do Fed acreditam agora que será necessário aumentar até o fim de 2026. Pouco antes do anúncio da decisão, bem como da divulgação das previsões, o Ibovespa subia cerca de 1%. Na visão do sócio da Nexgen Capital Felipe Izac, o Fed adotou um tom mais “hawkish”. Ele pontuou que, embora a chance de o BC dos EUA não reduzir mais os juros ou mesmo elevar a taxa neste ano já estivesse no radar, o posicionamento dos nove membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) “trouxe um ar de preocupação”. Em Nova York, o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, fechou em baixa de 1,21%.

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Brasil tem fluxo cambial positivo de US$4,130 bilhões em junho até dia 12, diz BC

O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$4,130 bilhões em junho até dia 12, conforme dados divulgados na quarta-feira pelo Banco Central.

Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$865 milhões em junho até dia 12. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, que contabiliza exportações e importações, o saldo de junho até dia 12 foi positivo em US$4,995 bilhões. Os dados mais recentes do BC são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Na semana passada, de 8 a 12 de junho, entraram no país US$1,542 bilhão.

No acumulado do ano, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de US$18,004 bilhões.

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Índice de atividade econômica do BC tem alta de 0,5% em abril

A economia brasileira retomou o ritmo de crescimento em abril, mas iniciou o segundo trimestre com desempenho abaixo do esperado, em meio a uma esperada desaceleração depois de ter começado o ano com força, mostraram dados do Banco Central na quarta-feira.

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou crescimento de 0,5% em abril na comparação com março, quando houve recuo de 0,2%, de acordo com dados dessazonalizados. A leitura de abril ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de ganho de 0,6%. O BC revisou o dado de março depois de ter divulgado inicialmente queda de 0,7% no mês. “A economia não está parando, mas está perdendo velocidade. A indústria e os serviços seguem carregando o piano, enquanto o aperto monetário e o desequilíbrio fiscal começam a impor um crescimento mais moderado nos próximos meses”, disse Pablo Spyer, conselheiro da Ancord (associação de corretoras e distribuidoras de valores). A economia do Brasil acelerou no primeiro trimestre deste ano com expansão de 1,1% frente aos três últimos meses de 2025, segundo dados do IBGE, mas a expectativa é de desaceleração da atividade à frente com uma esperada perda de força do consumo. Os dados do BC mostram que em abril indústria e serviços tiveram desempenhos positivos, com ganhos de 0,4% e 0,3% sobre março respectivamente. Já a agropecuária ficou estagnada. “Os dados de atividade de abril reforçam nossa leitura de que a economia segue resiliente neste início de segundo trimestre. O desempenho continua sustentado pelo avanço da renda das famílias, pelo mercado de trabalho aquecido e pelas medidas de estímulo implementadas pelo governo nos últimos meses”, avaliou Rafael Perez, economista da Suno Research, ressaltando, no entanto, que os efeitos defasados da política monetária restritiva devem ser sentidos com mais intensidade ao longo do segundo semestre. Dados anteriores do IBGE mostraram que, no mês, o setor de varejo foi o único com resultado negativo, com as vendas recuando 1,5% na comparação com março, queda mais intensa em quase quatro anos. Por outro lado, a produção industrial registrou avanço de 0,7% em abril, quarto mês consecutivo de alta, enquanto o volume de serviços teve no mês a maior alta desde o final de 2024, de 1,2%, segundo o IBGE. Na comparação com abril do ano anterior, o IBC-Br teve alta de 0,9%, enquanto no acumulado em 12 meses passou a um avanço de 1,6%, segundo números não dessazonalizados.

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Receitas da agropecuária caem em 2026, após sete anos em alta

Com a retração dos preços, Valor Bruto de Produção diminui para R$ 1,42 trilhão. Lavouras, com previsão de queda de 6%, terão redução maior do que a da pecuária

O VBP (Valor Bruto da Produção) agropecuária brasileira, depois de sete anos em alta, terá a primeira queda nesta safra 2025/26. Apesar do recorde que será atingido em volume, os preços médios de negociação perderam força neste ano, conforme estimativas da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O Ministério da Agricultura estima um VBP de R$ 1,42 trilhão para este ano, 4,6% a menos do que em 2025. Até mesmo a soja, que teve uma safra recorde de 180 milhões de toneladas, perde 1% nas receitas obtidas dentro da porteira. A queda de receita ocorre tanto na lavoura como na pecuária. Na agricultura, o valor de produção cai para R$ 909 bilhões, 6% a menos do que no período anterior; na pecuária, recua para R$ 510 bilhões, 2,2% a menos. O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), entidade ligada à Esalq, e que acompanha os preços no campo, aponta as principais quedas no setor. Importante nessa conta, o arroz, apesar de uma safra menor neste ano, voltou a ter uma tendência de queda nos preços. Essa queda é ajudada pelo varejo, que diminui as compras, uma vez que encontra dificuldades na venda do cereal. O VBP do arroz retrocede para R$ 15,1 bilhões neste ano, 30% a menos do que o de 2025. O café, em vista da maior oferta mundial e das perspectivas de safra recorde no Brasil, tem forte queda de preços, e o VBP do setor recua para R$ 110 bilhões, 8% a menos. As recentes chuvas em parte das áreas da produção nacional colocam em dúvidas o volume a ser produzido, o que pode mudar os preços médios. A cana-de-açúcar, terceiro principal produto em receitas, também rende menos neste ano. A maior oferta internacional de açúcar derruba os preços internacionais, afetando o mercado interno. As receitas com a cana devem ficar em R$ 111 bilhões, 9% a menos. O milho vem com preços baixos desde o ano passado, e a previsão de uma boa safrinha, que já está sendo colhida, segura ainda mais os valores de negociações do cereal. Nos cálculos do Ministério da Agricultura, o VBP do milho retrocede para R$ 162 bilhões, 6% a menos. Na pecuária, o ritmo de produção continua acelerado neste ano, mas a forte demanda pelo mercado externo dá suporte aos preços. A produção de carne bovina atingiu o maior patamar em um primeiro trimestre neste ano, o mesmo ocorrendo com as de frango e de suínos. O mercado externo, no entanto, dá suporte aos preços. As receitas previstas para a pecuária bovina são de R$ 249 bilhões neste ano, 9% acima das de 2025. Já os segmentos de frango e de carne suína terão recuos de 10% e 20%, respectivamente. A exportação de carne bovina aumentou 15% de janeiro a maio; a de frango, 8,7%, e a suína, 5%. O VBP acompanha 17 produtos na área agrícola e cinco na de pecuária. As estimativas de receitas são com base no volume de produção e perspectivas de preços obtidos pelos produtores dentro da porteira.

FOLHA DE SP

SUÍNOS & FRANGOS

Poder de compra do suinocultor recua e atinge menor nível em mais de dois anos

Queda mais intensa no preço do suíno vivo frente aos insumos pressiona margens em maio.

O poder de compra do suinocultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja voltou a cair em maio, refletindo principalmente a desvalorização mais intensa do suíno vivo em relação aos principais insumos da atividade. No caso do milho, o recuo já ocorre há oito meses consecutivos, levando o indicador ao menor patamar desde fevereiro de 2023. As informações foram retiradas do Boletim do Suíno, de maio de 2026, divulgado pelo Cepea neste mês de junho. Mesmo com a retração nos preços do cereal e do farelo de soja, a queda mais acentuada no valor do animal comprometeu a capacidade de aquisição do produtor. Na região de Campinas (SP), o suinocultor conseguiu comprar, em média, 3,15 quilos de farelo de soja e 4,94 quilos de milho para cada quilo de suíno vivo comercializado, reduções de 6% e 4,9%, respectivamente, em relação a abril. Na comparação com maio do ano passado, as perdas são ainda mais expressivas: o poder de compra caiu 34% frente ao farelo de soja e 29,5% em relação ao milho. De acordo com dados da Equipe Grãos/Cepea, os preços do farelo de soja recuaram pelo terceiro mês consecutivo. Em maio, o produto foi negociado no mercado de lotes de Campinas (SP) a R$ 1.716,59 por tonelada, queda de 1,6% frente ao mês anterior. No mercado de milho, a demanda enfraquecida e as estimativas de produção acima do esperado pressionaram as cotações. A saca de 60 quilos registrou média de R$ 65,60 em maio, recuo de 3,1% e segundo mês seguido de baixa. O indicador de poder de compra frente ao milho atingiu o menor nível desde fevereiro de 2023, quando um quilo de suíno vivo permitia a aquisição de 5,39 quilos do cereal. Naquele período, o preço do milho era de R$ 91,78, em valores reais corrigidos pelo IGP-DI de abril de 2026. Segundo o Cepea, o suíno vivo negociado na praça SP-5, que engloba Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba, apresentou queda de 7,9% em maio, com média de R$ 5,46 por quilo. O movimento reforça o cenário de pressão sobre as margens da suinocultura paulista, que segue enfrentando desafios diante da relação desfavorável entre preços do animal e custos de produção.

CEPEA

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