
Ano 10 | nº 2283 |08 de agosto de 2024
NOTÍCIAS
Aumento na cotação do “boi China” em São Paulo
O viés de alta que rondava o mercado desde o começo de agosto se concretizou essa semana. Após a alta registrada na última terça-feira para a novilha, ontem, a cotação do “boi China” subiu R$2,00/@.
Apesar do aparente bom volume de contratos a termo, a alta está pautada, em especial, pelo bom desempenho do volume de carne bovina in natura exportada. Com isso, o bovino abatido mais jovem (com até 30 meses de idade) registrou alta diária de R$ 2/@, atingindo R$ 232/@ em São Paulo (preço bruto e a prazo), com ágio de R$ 5/@ sobre o animal destinado ao mercado doméstico. Para as demais categorias terminadas, apurou a Scot, os preços não mudaram. Desse modo, a arroba do boi gordo “comum” está cotada em R$ 227/@, enquanto a vaca e a novilhas gordas seguem valendo R$ 205/@ e R$ 217/@, respectivamente. No Pará, na comparação diária, na região de Marabá, alta de R$1,00/@ no preço do boi e da vaca. Para a novilha, o preço se manteve estável. Na região de Redenção, o aumento foi de R$5,00/@ no preço do boi, da vaca e da novilha. Na região de Paragominas, aumento de R$2,00/@ na cotação da vaca. Os preços das demais categorias, permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia. A cotação do “boi China” ficou inalterado em todas as regiões. Em julho, o volume de carne bovina in natura exportado foi de 237,2 mil toneladas – média diária de 10,3 mil toneladas – superando o desempenho médio diário do mesmo período de 2023 em 47,6%. O preço médio da tonelada ficou em US$4,4 mil/t. Na comparação anual, devido ao aumento do volume embarcado, o faturamento ficou 37,2% maior.
Scot Consultoria
Arroba do boi gordo mantém preço firme pelo país
Expectativa de consumo aquecido pelo Dia dos Pais impulsiona valores no mercado físico e atacadista
O mercado físico do boi gordo seguiu com preços firmes na quarta-feira (7), impulsionado pela ótima demanda de carne bovina prevista para a primeira quinzena de agosto. Esse período é marcado pela entrada dos salários na economia e pelo aumento do consumo causado pelo Dia dos Pais. A tendência ainda é positiva para o preço do boi, conforme afirmou o analista da Consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Preços da arroba de boi gordo: em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 230,85, na modalidade a prazo.
Em Goiás, a indicação média foi de R$ 224,57. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 221,88. Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 231,25. Já em Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 209,14. No mercado atacadista, os preços também permanecem firmes, com uma perspectiva de alta no curto prazo devido à boa demanda durante a primeira quinzena do mês. O quarto traseiro segue precificado a R$ 17 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 12,50 por quilo, enquanto o quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 13 por quilo.
Agência Safras
ECONOMIA
Dólar cai no Brasil em novo dia de busca por ativos de risco
O dólar emplacou na quarta-feira a segunda sessão consecutiva de queda no Brasil, se reaproximando dos 5,60 reais, em sintonia com a baixa da moeda norte-americana ante outras divisas emergentes no exterior, em uma sessão marcada pela busca global por ativos de risco
O dólar à vista fechou o dia em queda de 0,62%, cotado a 5,6236 reais. Em dois dias a moeda norte-americana à vista acumulou baixa de 2,05%. Às 17h12, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,57%, a 5,6405 reais na venda. Na terça-feira investidores retomaram a busca por ativos mais arriscados, como ações e moedas de países emergentes, em movimento que teve continuidade na quarta-feira. “O exterior está definindo a queda do dólar ante o real. Os investidores esqueceram um pouco a história de possível recessão nos Estados Unidos e foram em busca do risco”, comentou durante a tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. Outro fator que contribuía para o movimento era a queda do iene, após uma autoridade do Banco do Japão minimizar as chances de nova alta de juros no curto prazo. Nas últimas semanas, o avanço da moeda japonesa vinha provocando uma desmontagem de posições de carry trade em todo o mundo — inclusive de operações realizadas com o real. A queda do dólar ante o real estava em sintonia com os recuos da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes, como o peso mexicano, o rand sul-africano, a lira turca e o peso chileno. Por outro lado, em meio à baixa firme do iene, o dólar sustentava ganhos ante uma cesta de divisas fortes. Pela manhã o Banco Central vendeu todos os 12.000 contratos de swap cambial tradicional em leilão para fins de rolagem do vencimento de 1º de outubro de 2024. À tarde o BC informou que o Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 1,743 bilhão de dólares em julho, com saídas líquidas de 3,302 bilhões de dólares pelo canal financeiro e entradas de 5,046 bilhões de dólares pela via comercial.
Reuters
Ibovespa fecha em alta com alívio na curva de juros e balanços no radar
O Ibovespa fechou em alta na quarta-feira, em meio ao alívio na curva futura de juros, enquanto GPA disparou 9,5% após o balanço do segundo trimestre mostrar prejuízo menor, queda no endividamento e avanço operacional
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,87%, a 127.369,39 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo marcado 127.485,47 na máxima e 126.267,7 na mínima do dia. O volume financeiro movimentado no pregão somava 19,1 bilhões de reais antes dos ajustes finais.
Reuters
IGP-DI acelera mais do que o esperado em julho sob peso de commodities, diz FGV
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou sua alta mais do que o esperado em julho devido principalmente ao avanço nos preços de commodities agrícolas e minerais para os produtores, além de preços mais altos aos consumidores, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na quarta-feira
O IGP-DI subiu 0,83% em julho, depois de avanço de 0,50% no mês anterior, acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,69%. O resultado levou o índice a subir 4,16% em 12 meses. “A taxa do índice ao produtor acelerou impulsionada pelo aumento dos preços de commodities agrícolas e minerais, além da alta no preço da gasolina. A taxa não foi ainda mais expressiva devido à retração dos preços de alimentos in natura”, disse André Braz, coordenador dos índices de preços. No período, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do indicador geral, subiu 0,93%, de alta de 0,55% no mês anterior. No IPA, a alta no estágio de Matérias-Primas Brutas se fortaleceu a 1,54% em julho, ante 0,80% no mês anterior, sendo que as principais contribuições para esse movimento foram dos subgrupos de minério de ferro, que registrou no mês uma alta de 1,34%, e de bovinos, com avanço de 1,89%. Braz ainda destacou a aceleração no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — como um fator para o resultado do índice geral. O IPC teve alta de 0,54% em julho, de 0,22% em junho. Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Educação, Leitura e Recreação (-0,75% para 3,48%), Transportes (0,19% para 1,09%), Habitação (0,13% para 0,61%), Despesas Diversas (0,44% para 1,84%) e Comunicação (-0,08% para 0,11%). O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), por sua vez, ficou próximo a estabilidade, com alta de 0,72% em julho, de 0,71% antes. O IGP-DI calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre o 1º e o último dia do mês de referência.
Reuters
EMPRESAS
Lucro da Minerva caiu 21% no segundo trimestre com impacto do câmbio
Ganho líquido foi de R$ 95,4 milhões no período. Apesar da queda no lucro líquido, a Minerva conseguiu expandir seus resultados operacionais ao longo dos 12 meses encerrados em junho
A Minerva, a maior exportadora de carne bovina da América do Sul, fechou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 95,4 milhões, o que representou uma queda de 21% em relação ao mesmo período do ano passado. Os impactos da variação cambial sobre o endividamento da companhia pesaram sobre o resultado. Segundo o diretor financeiro da companhia, Edison Ticle, houve uma despesa não caixa de mais de R$ 1 bilhão decorrente do aumento da cotação do dólar, mas a Minerva conseguiu minimizar esse impacto com a adoção de ferramentas de proteção. “A política de ‘hedge’ quase anulou a desvalorização cambial, e conseguimos manter o lucro positivo”, disse ele ao Valor. No segundo trimestre do ano passado, a Minerva ainda não havia fechado a compra de 16 plantas da Marfrig. Embora o acordo ainda não tenha recebido aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), ele já teve impacto sobre a dívida bruta da Minerva, que “gera uma despesa financeira muito maior neste ano”, pontuou Ticle. Questionado sobre a expectativa para a aprovação do Cade, Fernando Galletti de Queiroz, o principal executivo da Minerva, disse apenas que o processo está seguindo o prazo legal, que vai até o último trimestre do ano. Ainda que o lucro líquido tenha diminuído, a empresa conseguiu aumentar seus resultados operacionais. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu 4,7% em comparação com o segundo trimestre de 2023, para R$ 744,6 milhões. A receita líquida, por sua vez, aumentou 5,4%, para R$ 7,66 bilhões. Galletti de Queiroz destacou que o ciclo de baixa oferta de gado nos Estados Unidos segue complicado para os americanos. Segundo ele, esse quadro permite que a carne da América do Sul ocupe mais espaço no mercado internacional como um todo. “Um exemplo é o Paraguai, que foi habilitado recentemente para exportar aos EUA e que, assim como Brasil, Argentina e Uruguai, está se beneficiando desse cenário”, afirmou ele. No segundo trimestre, os Estados Unidos representaram 13% da receita bruta da Minerva, uma fatia que a empresa considera expressiva. Ao todo, as vendas ao mercado externo foram responsáveis por R$ 5 bilhões da receita bruta no segundo trimestre. Com a queda dos preços médios, o faturamento caiu 1,9% no comparativo anual. Ásia e Oriente Médio também seguem relevantes para as exportações da companhia, respondendo, nessa ordem, por 21% e 8% da receita bruta no trimestre. A comercialização em mercados domésticos, que respondeu por R$ 3,15 bilhões da receita bruta, cresceu 18,9%. “Eles têm sido muito importantes”, disse Queiroz sobre os mercados em que a empresa faz vendas locais. No Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Colômbia, a Minerva tem plantas de produção de carne bovina, e na Austrália, dedicada a ovinos. Entre esses países, o mercado interno mais forte é o brasileiro. O volume de abates da empresa subiu 7,7%, para 1,099 milhão de cabeças de gado, e o de vendas aumentou 15,5%, para 362,7 mil toneladas. “Estamos abatendo mais animais pesados, por isso os volumes cresceram”, disse Queiroz. Para o executivo, a alimentação animal — composta por insumos como farelo de soja e milho — segue em patamares competitivos para a pecuária, o que é positivo também para a indústria.
Valor Econômico
MEIO AMBIENTE
Desmatamento na Amazônia sobe 33,2% em julho, mas cai 45,7% em um ano
No Cerrado, porém, a alta foi de 9%, levando-se em conta os meses entre agosto de 2023 e julho de 2024
O desmatamento na Amazônia aumentou 33,2%, para 666 quilômetros quadrados em julho em comparação ao mesmo mês do ano passado. O desmatamento na Amazônia aumentou 33,2%, para 666 quilômetros quadrados em julho em comparação ao mesmo mês do ano passado, informou na quarta-feira (7/8) o Ministério do Meio Ambiente (MMA) com base em dados do sistema Deter do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Entretanto, se considerados os dados anuais, a tendência é inversa. Entre agosto de 2023 e julho de 2024, a queda foi de 45,7% em relação ao período anterior, chegando a 4.315 quilômetros quadrados, ante 7.952 quilômetros quadrados registrados no período anterior. Entre agosto de 2022 e julho de 2023, a queda havia sido de 7,4%. No cerrado, porém, a alta foi de 9%, levando-se em conta os meses entre agosto de 2023 e julho de 2024. Com 7.015 quilômetros quadrados, o bioma bateu um recorde negativo de alertas de desmatamento. Secretário-executivo da pasta, João Paulo Capobianco listou vários fatores sazonais e circunstanciais, como a seca intensa, a greve dos servidores do Ibama e o ano eleitoral, para explicar a alta do desmate amazônico no mês de julho. “São vários fatores que explicam isso. Em todos os anos, o mês de julho é um período de aceleração do desmatamento. Segundo que neste ano temos questões atípicas. Temos uma seca muito intensa na Amazônia. Temos um período eleitoral, que geralmente criam algumas dificuldades nos processos de controle do desmatamento, por estímulo à ocupação em muitas áreas”, afirmou. “E, temos também a greve do Ibama, que tem algumas consequências. Mas, realmente, na série anual a redução é extremamente importante.” Capobianco afirmou que a expressiva queda do desmatamento em julho do ano passado explica o índice ruim registrado no mesmo período deste ano. Ele exemplificou dizendo que, mesmo com a alta de 33,2% em relação a 2023, o desmatamento foi 55,2% menor do que o registrado em julho de 2022. Os dados do Cerrado, como houve aumento, é generalizado. Capobianco afirmou ainda uma preocupação especial com os Estados do chamado Matopiba, que concentraram 75% das áreas sob alerta de desmatamento do bioma entre agosto de 2023 e julho de 2024. Desses, três registraram aumentos expressivos no desmate: Maranhão (30,9%), Tocantins (58,6%) e Piauí (14,7%). Na Bahia, houve uma queda de 52% no período. Ao todo, apenas 53 municípios somam metade dos alertas de desmatamento do Cerrado. Eles representam 4% dos municípios do bioma.
Valor Econômico
FRANGOS & SUÍNOS
Mercado dos suínos seguiu com preços estáveis na 4ª feira
Segundo informações divulgadas pela Scot Consultoria, a carcaça suína especial seguiu estável e está cotada em R$ 12,00/kg, enquanto o preço médio da arroba do suíno CIF também seguiu sem alteração e está próximo de R$ 153,00/@.
De acordo com o levantamento realizado pelo Cepea na última terça-feira (06), o Indicador do Suíno Vivo em Minas Gerais seguiu sem alteração e está cotado em R$ 7,97/kg. No Paraná, o preço do animal teve alta de 1,05% e está precificado em R$ 7,71/kg. Já na região do Rio Grande do Sul, o animal não teve ganho 0,42% e está precificado em R$ 7,20/kg. Em São Paulo, o valor ficou próximo de R$ 8,02 /kg e seguiu estável. Em Santa Catarina, o valor do suíno registrou ganho de 1,21% e está cotado em R$ 7,53/kg. Segundo as informações do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG), a carne suína registrou uma média de R$8,00/kg, sem variações em relação à semana passada. Durante o evento Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, destacou que o setor vive um momento de margens boas e com custos mais baixos de produção. “O setor está trabalhando com margens interessantíssimas de rentabilidade e custos mais baixos de produção. Com as exportações em ritmo aquecido, devemos ter essa consolidação da rentabilidade em 2025, somada à menor oferta de carne bovina, que favorece a demanda por suínos”, explicou. De acordo com o presidente da APCS, Valdomiro Ferreira, o mercado de suínos na praça paulista vem se recuperando de um cenário desafiador dos últimos anos. “Nós estamos iniciando uma recuperação e os preços praticados já trazem uma rentabilidade ao produtor, sendo que atualmente os preços estão em R$ 150,00 a R$ 152,00 por arroba”, destacou. Com relação aos custos de produção, a liderança paulista destacou que está próximo de R$ 142,00 por arroba, isso considerando os preços do milho de R$ 60,00 por saca e o farelo de soja em torno de R$ 2.200 a tonelada.
Cepea/Esalq
Firmeza nos preços do mercado do frango
No fechamento da quarta-feira (07), a referência para o animal no Paraná ficou próxima de R$ 4,56/kg e seguiu estável. A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgou que o frango vivo seguiu com estabilidade e sendo negociado em R$ 4,38/kg
A Scot Consultoria reportou que os preços do frango na granja paulista ficaram estáveis e cotado em R$ 5,30/kg, enquanto os valores para o frango no atacado paulista registraram valorização de 1,30% no comparativo diário e está sendo negociado em R$ 6,42/kg. Com base no levantamento realizado pelo Cepea na última terça-feira (06), o preço do frango congelado registrou alta de 0,42% e cotado em R$ 7,09/kg. Já a referência para o frango resfriado também teve ganho de 0,41% e está sendo comercializado em torno de R$ 7,32/kg.
Cepea/Esalq
China reduz embargo a exportação de carne de frango apenas para o Rio Grande do Sul
A Câmara de Comércio da China, CFNA, afirmou na quarta-feira que, a partir de 2 de agosto, as restrições às vendas de carnes de aves do Brasil só se aplicam aos produtos do estado do Rio Grande do Sul, que teve um surto isolado da doença de Newcastle no mês passado
Falando nos bastidores de uma conferência sobre alimentos em São Paulo, a vice-presidente da CFNA, Madame Yu Lu, citou uma declaração da autoridade alfandegária chinesa e do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais na quarta-feira. De acordo com um autoembargo brasileiro, o Brasil suspendeu a emissão de certificados sanitários de fornecedores para exportar produtos avícolas para a China a partir de 19 de julho, disse ela. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) afirmou que não havia recebido nenhuma informação oficial das autoridades brasileiras sobre a redução do embargo apenas para o Rio Grande do Sul. Em uma declaração enviada por e-mail, o Ministério da Agricultura do Brasil não comentou a posição mais recente das autoridades alfandegárias chinesas. O ministério disse que as restrições nacionais às exportações brasileiras de aves permanecem para a China, México e Argentina.
Reuters
México retoma compra de frango do Brasil, com exceção do Rio Grande do Sul
Os embarques estavam suspensos desde o dia 18 de julho, por causa da identificação de um foco de doença de Newcastle em uma granja, em Ata Gorda (RS)
Com a liberação do México, apenas China e Argentina mantém os embargos ao frango de todo o território brasileiro. O governo do México informou o Brasil que autorizou a retomada das exportações de carnes de aves brasileiras para lá. Os mexicanos, no entanto, ainda mantiveram a suspensão para os produtos do Rio Grande do Sul. O comunicado foi feito na noite de terça-feira (6/8). Na mesma data, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Roberto Perosa, havia comentado a expectativa de evoluir nessas negociações.
Globo Rural
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