CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2265 DE 15 DE JULHO DE 2024

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Ano 10 | nº 2265 |15 de julho de 2024

 

NOTÍCIAS

Subiu o preço do boi gordo em São Paulo

O mercado abriu na última sexta-feira oferecendo R$2,00 a mais para a arroba do boi gordo. Para as demais categorias, os preços mantiveram-se estáveis na comparação diária

O mercado do boi gordo abriu a sexta-feira (12/7) oferecendo R$ 2/@ a mais pelo boi gordo “comum” (sem prêmio-exportação) negociado na praça de São Paulo, informou a Scot Consultoria. A arroba do animal macho terminado vale agora R$ 222, enquanto a vaca e a novilha gordas foram negociadas por R$ 197/@ e R$ 212/@ (preços brutos e a prazo). O “boi-China” (base SP) seguiu cotado em R$ 227/@, com ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”. No Mato Grosso, na região de Cuiabá, a cotação da novilha subiu R$5,00/@. Nas demais praças e categorias, os preços não mudaram. No Acre. alta de R$2,00 para a arroba do boi gordo, para vaca e novilha, os preços permanecem estáveis. No Rio de Janeiro, o mercado seguiu inalterado na sexta-feira.

Scot Consultoria

Mercado físico do boi gordo fechou a semana com preços firmes

Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 228,25. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 219,04. “O ambiente de negócios ainda sugere alguma elevação dos preços no curto prazo, em linha com a oferta restrita, dificultando as indústrias em alongar suas escalas de abate”, disse o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias

Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 228,25. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 219,04. Já em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 219. Em Mato Grosso do Sul, a arroba ficou indicada em R$ 218,73. Já em Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 207,77. O mercado atacadista fecha a semana com preços firmes para a carne bovina, mas a expectativa é de menor espaço para reajustes durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. “Importante mencionar que a primeira quinzena foi favorável em termos de recuperação dos preços, com boa reposição ao longo da cadeia produtiva”, assinala Iglesias. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 17,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 13 por quilo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 14 por quilo.

Agência Safras

Preço do boi gordo fecha semana em alta

Gado para exportação à China registrou avanços na cotação. Nesta semana, os preços da arroba subiram em São Paulo

O mercado físico do boi gordo terminou a semana mais aquecido, e os preços subiram em São Paulo. Nos últimos dias, também foram registrados avanços na cotação do “boi China”, gado com características específicas para produção da carne que será exportada aos chineses, em meio à demanda firme pela proteína. Em Barretos (SP) e Araçatuba (SP), municípios considerados referência pela Scot Consultoria para o Estado, o preço bruto do boi gordo aumentou R$ 2 por arroba, para R$ 222 por arroba a prazo. O “boi China” está cotado a R$ 227 por arroba em São Paulo, no valor bruto e a prazo, com prêmio de R$ 5 por arroba em relação ao animal convencional. Apesar de diversas regiões pecuária marcarem preços estáveis nesta sexta-feira (12/7), a Scot ressaltou que houve alta de R$ 2 por arroba no Acre, onde o gado gordo foi para R$ 175 por arroba a prazo. A alta nas cotações observada no mercado físico também tem a participação do aquecimento das vendas de carne no atacado nesta primeira quinzena do mês, de acordo com a consultoria Agrifatto. “No entanto, com o início da segunda quinzena de mês, espera-se uma redução do consumo”, estimou em nota. A carcaça casada do boi castrado, referência para o mercado atacadista de carne bovina, foi negociada na quinta-feira (11/7) a R$ 15,50 por quilo sem variações no comparativo diário, enquanto no comparativo com a semana anterior a valorização observada foi de 1,30%, conforme dados da Agrifatto.

Globo Rural

Virada no preço do boi em MT só vem em 2025, dizem criadores

Associação de produtores de gado Nelore em Mato Grosso acredita que a recuperação da arroba virá no início da estação de monta, período de reprodução dos animais. Expectativa é que o valor do gado gordo comece a melhorar em outubro, mas ainda com pouca relevância

O preço do boi deve melhorar a partir de outubro, mas a situação financeira do pecuarista em Mato Grosso tende a continuar em uma curva negativa até o final do ano. É o que avalia o presidente da Associação de Criadores de Gado Nelore do Estado, Alexandre Hage. Uma recuperação mais significativa para as cotações está prevista somente para 2025. Para Hage, os pecuaristas que se prepararam vão conseguir se “resguardar” de um mercado mais apertado para o produtor. A expectativa de recuperação das cotações está atrelada ao início da estação de monta daqui a três meses, período em que começa a reprodução dos animais. “A partir do momento que se iniciar a estação de monta, o grosso dessas fêmeas vai para reprodução e deixam de ir para o abate, aí você tem uma mudança no cenário de carne bovina e, portanto, uma retomada nos preços”, explicou. “O preço do bezerro tem sinalizado retomada devido ao abate de fêmeas, mas a gente sabe que o ciclo atual é difícil. Momento de apertar os cintos, de olhar para dentro da porteira para fazer um bom trabalho futuro”, recomendou o presidente, em especial para pequenos e médios produtores com até 500 cabeças de gado. O receio do dirigente é o abandono da atividade, já que muitos criadores não investiram em suas propriedades nos últimos anos. “Muitos não percebem que a cada ano suas fazendas estão com um potencial menor e aí vira um ciclo da miséria. O produtor vai investindo menos, vai tendo menor rentabilidade até o ponto de vender a propriedade”, ponderou. Segundo ele, a virada de chave só vem em 2025, quando os preços da arroba tendem a se consolidar positivamente. Entre os fundamentos técnicos para a potencial melhora, Hage cita a valorização dos bezerros por ser um ciclo de aumento da procura da indústria e diminuição da oferta, o que deixa o cenário “mais firme”. “Ano que vem, a pecuária mato-grossense passará a outro patamar, dando mais previsibilidade e controle ao pecuarista”, pontuou. Em outra ponta, as exportações permanecem aquecidas e beneficiadas pela valorização registrada recentemente do dólar.

Globo Rural

Estatística da pecuária (Oeste da Bahia)

No Oeste da Bahia, com o fim da boiada de capim, o cenário é de redução das ofertas e, como resultado, foi registrado aumento nos preços de todas as categorias na região

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação do boi gordo teve aumento de R$5,00/@ ou 2,5%, a da vaca R$5,00/@ ou 2,7% e a da novilha R$4,00/@ ou 2,1%, na comparação semanal. Desse modo, o boi gordo está apregoado em R$202,00/@, a vaca em R$187,00/@ e a novilha em R$196,00/@, preços a prazo e descontados os impostos (Senar e Funrural). O diferencial de base do boi gordo é de R$14,50/@, ou 7,2%, em comparação às praças paulistas. O boi gordo, em São Paulo, está cotado em R$216,50/@, preço a prazo e livre de impostos. Em curto prazo é esperada pressão de alta nas cotações na região, devido à escassez de ofertas.

Scot Consultoria

ECONOMIA

Dólar fecha dia em queda sob influência externa e acumula baixa de 0,58% na semana

O dólar à vista fechou a sexta-feira em baixa ante o real, alinhando-se no período da tarde ao movimento de queda da moeda norte-americana no exterior, onde os investidores seguiram consolidando as apostas de que o Federal Reserve começará a cortar juros em setembro

O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,4308 reais na venda, em baixa de 0,20%. Na semana, a divisa dos EUA acumulou queda de 0,58%. Esta foi a segunda baixa semanal consecutiva, após uma série de seis semanas de ganhos. Às 17h15, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,15%, a 5,4430 reais na venda. Durante evento em São Paulo, Haddad defendeu que a expansão fiscal neste momento não é boa para o Brasil e afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva cortará gastos primários para ajustar as contas públicas se for necessário. “Estamos desde 2014 ou 2015 produzindo déficit pesado”, disse Haddad em sua fala. “Isso melhorou a vida de alguém?”, questionou durante sabatina em Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Haddad também negou ter convencido Lula a baixar a tensão com o Banco Central, mas afirmou que o presidente teve “certa razão” de ficar insatisfeito com atitudes da autarquia. “A gente está seguindo o exterior, em um dia de dólar fraco. Mas o dólar cai menos aqui (ante o real) do que em relação aos pares”, comentou Lais Costa, analista da Empiricus Research. Segundo ela, embora alguns números da sexta-feira nos EUA não tenham sido tão favoráveis, o mercado seguiu consolidando a ideia de que o Fed começará a cortar juros em setembro – algo que empurra as cotações da moeda norte-americana para baixo. Pela manhã, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) para a demanda final subiu 0,2% em junho, depois de ter ficado inalterado em maio. Economistas consultados pela Reuters haviam previsto alta de 0,1%. Nos 12 meses até junho, o índice subiu 2,6%, depois de avançar 2,4% em maio.

Reuters

Ibovespa crava 10ª alta seguida com aposta sobre corte de juro nos EUA

O Ibovespa fechou em alta na sexta-feira pelo décimo pregão seguido, encostando nos 129 mil pontos, em movimento reforçado por crescente confiança de investidores de que o banco central dos Estados Unidos começará a cortar os juros em setembro e fluxo positivo de estrangeiros na bolsa brasileira

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,47%, a 128.896,98 pontos, nesta sessão, contabilizando um ganho de 2,08% na semana e de 4,03% até agora no mês, que não teve nenhum fechamento negativo. A sequência de 10 altas é a maior desde um período entre o fim de 2017 e o início de 2018, quando o Ibovespa avançou por 11 sessões consecutivas. Apesar disso, a performance acumulada no ano segue no vermelho, com queda de 3,94%. O volume financeiro na sexta-feira somou 17,6 bilhões de reais. A performance recente acompanha a melhora da movimentação de estrangeiros na B3, com as compras no mercado secundário de ações superando as vendas em 2,88 bilhões de reais no mês até o dia 10. No ano, o saldo segue negativo, em 37,2 bilhões. “Nós estamos vendo fluxo positivo de estrangeiros, e isso é muito importante. Para mim, é o que explica essas altas consecutivas”, destacou o gestor e sócio fundador da Trígono Capital, Werner Roger. “Parece que os estrangeiros já estão procurando emergentes e o Brasil é a bolsa que mais caiu no mundo em dólar”, acrescentou, ponderando que no ano o sinal ainda é negativo, com investidores “talvez ainda aguardando o movimento da Selic”. No pano de fundo desse fluxo externo, está a maior possibilidade de cortes de juros nos EUA em setembro, reforçada por dados de preços ao consumidor norte-americano e falas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, nessa semana. Para a equipe da corretora Commcor, esses últimos eventos alimentaram a percepção de que o Fed pode, enfim, estar recebendo os sinais necessários para cortar a taxa básica de juros dos EUA, que está desde 2024 na faixa de 5,25% a 5,50%. Outro componente benigno para a bolsa paulista tem sido a comunicação firme do governo em relação às contas públicas do país, embora ainda sem medidas efetivas, assim como o tom mais contido das falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Reuters

Após duas altas, volume de serviços fica estável em maio ante abril

No resultado acumulado em 12 meses até maio, o aumento foi de 1,3%, e nos cinco primeiros meses de 2024, atingiu 2%

Após duas altas, o volume de serviços prestados no país ficou estável em maio ante abril, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgados na sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril houve alta de 0,3% (após revisão de dado divulgado inicialmente como aumento de 0,5%). Em março, o aumento foi de 0,6%. Na comparação com maio de 2023, o indicador cresceu 0,8%. No resultado acumulado em 12 meses até maio, houve aumento de 1,3%. Já o acumulado nos cinco primeiros meses de 2024 é de expansão de 2%. O resultado de estabilidade na série com ajuste sazonal foi maior que a mediana das estimativas de 27 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, de recuo de 0,7%. O intervalo das projeções ia de queda de 1,1% a alta de 0,2%. Já a expectativa mediana para o resultado de maio de 2024 frente a maio de 2023 era de aumento de 0,1%, com intervalo de projeções entre retração de 0,7% e crescimento de 3,1%. Com o desempenho de fevereiro, os serviços estão em patamar 11,7% superior ao do pré-pandemia, em fevereiro de 2020. O IBGE informou ainda que a receita nominal caiu 0,3% na passagem entre abril e maio. Na comparação com maio de 2023, a receita de serviços avançou 5%. Três das cinco atividades acompanhadas pela PMS tiveram queda na passagem entre abril e maio. O segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio caiu 1,6% e foi a principal influência negativa no resultado de maio ante abril. Os outros recuos foram registrados em informação e comunicação (1,1%) e outros serviços (1,6%). Por outro lado, os serviços prestados às famílias avançaram 3%, acompanhados por alta de 0,5% nos serviços profissionais, administrativos e complementares. Mesmo com estabilidade no volume de serviços como um todo, o setor teve predominância de quedas em maio ante abril. “Apesar da estabilidade, a predominância foi de taxas negativas, tanto em termos setoriais, quanto em termos regionais, com 19 das 27 unidades da federação com queda”, afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. “No resultado, sobressai a queda do setor de transportes, com menor receita vinda do transporte aéreo de passageiros e do transporte rodoviário de passageiros”, disse. Das 19 unidades da federação com queda no volume de serviços em maio ante abril, o impacto mais importante veio de Minas Gerais (2,9%), seguido por Santa Catarina (3,6%), Bahia (4,1%), Maranhão (8,7%) e Distrito Federal (2,1%). Em contrapartida, Mato Grosso (6,2%) exerceu a principal contribuição positiva do mês, seguido por Tocantins (27,7%), Rio Grande do Sul (0,6%) e Paraná (0,4%). Por sua vez, São Paulo (0,0%) acompanhou o índice nacional e apresentou estabilidade.

Valor Econômico

Receita com exportações do agronegócio caiu 2,2% em junho

Volumes embarcados aumentaram, mas queda das commodities pesou sobre a receita. As exportações brasileiras do agronegócio em junho registraram uma queda na receita cambial de 2,2% em comparação com um ano atrás e ficaram em US$ 15,2 bilhões. A retração foi puxada pela desvalorização dos grãos, já que o volume embarcado registrou crescimento

Segundo o Ministério da Agricultura, o índice de quantidade apurado para as exportações do agronegócio teve alta de 4,5% na mesma base de comparação. No caso dos grãos — carro-chefe das exportações do agronegócio brasileiro —, o Brasil aumentou o volume embarcado em 0,7%, para 15,1 milhões de toneladas. Também houve aumento dos volumes embarcados de açúcar, celulose, algodão, não cardado nem penteado, farelo de soja e café verde. A Pasta não divulgou o resultado das exportações por commodity nem a participação do agronegócio na balança comercial do país no mês de junho. Queda no acumulado do ano. No semestre, as exportações do setor acumulam uma leve retração de 0,5%, para US$ 82,39 bilhões. Houve uma forte queda da receita com as exportações de grãos, em boa parte compensada pelo desempenho do setor de carnes, açúcar e outros segmentos. A receita cambial com os embarques do complexo soja teve queda de 17,8%, para US$ 33,5 bilhões. A participação desses produtos ficou em 40,7% das exportações do agronegócio brasileiro no semestre, em comparação com uma fatia de 49,3% um ano antes. Já a receita com as exportações de carnes teve leve alta de 1,5%, para US$ 11,6 bilhões. O destaque foram os embarques de carne bovina, que cresceram 18,3%, para US$ 5,14 bilhões. Além disso, a receita com os embarques do complexo sucroalcooleiro (pautado principalmente nas exportações de açúcar) teve um salto de 55,2%, para US$ 9,2 bilhões. A receita com as exportações de açúcar no primeiro semestre aumentou 62,8%, para US$ 8,66 bilhões. Também cresceram as exportações dos produtos florestais em 11,9%, para US$ 8,3 bilhões. Outro segmento cujas exportações cresceram em receita foi o de café. Nesse caso, houve alta de 46,1% no valor dos embarques, que ficaram em US$ 5,31 bilhões. O ministério ressaltou que outros segmentos de menor porte registraram crescimentos expressivos em suas receitas de exportação, como foi o caso do algodão não cardado e não penteado (alta de 236%) e do suco de laranja (alta de 24%).

Globo Rural

Conab aumenta previsão de colheita de milho e arroz em 2023/24

Com relação à soja, estimativa foi mantida em 147,34 milhões de toneladas. Produção de milho de inverno e de arroz foram superiores ao previamente imaginado pela Conab

Após pesquisas de campo no fim de junho, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou sua estimativa para a produção brasileira de grãos e fibras em 2023/24 em 0,6% ou 1,72 milhão de toneladas. Agora, a projeção é que o país tenha 299,27 milhões de toneladas na temporada, na comparação com a previsão de 297,5 milhões no mês passado. Esse montante representa um decréscimo de 6,4% ou 20,54 milhões de toneladas em relação ao ciclo anterior, porém ainda posiciona esta safra como a segunda maior já colhida no país. Em seu décimo relatório sobre 2023/24, a Conab apontou que a colheita de milho de inverno e de arroz foram superiores ao previamente imaginado. Ao mesmo tempo, as lavouras de feijão e trigo tiveram resultados piores. A quebra observada em relação ao ciclo passado, de acordo com o levantamento, deve-se sobretudo à intensidade do fenômeno El Niño, que nesta safra teve influência negativa no comportamento climático desde o início do plantio, chegando inclusive às fases de reprodução das lavouras de primeira safra plantadas até o final de outubro, nas principais regiões produtoras do país. Com relação à soja, carro-chefe do agronegócio nacional, a estimativa de produção continuou em 147,34 milhões de toneladas, uma redução de 4,7% ou 7,27 milhões de toneladas sobre a safra anterior. Já o milho ficou com a produção estimada em 115,86 milhões de toneladas, incluindo as três safras. O volume é 12,2% ou 16,03 milhões de toneladas abaixo da safra 2022/23. O levantamento desta cultura mostra, no entanto, que as condições climáticas vêm favorecendo as lavouras de inverno. A projeção da Conab para a safrinha cresceu 2 milhões de toneladas, para 90 milhões de toneladas. No caso do arroz, a estimativa aumentou de 10,4 milhões para 10,6 milhões de toneladas. Na ponta contrária, a Conab cortou sua estimativa sobre a colheita de feijão em 100 mil toneladas, para um total de 3,3 milhões de toneladas nas três safras da leguminosa. As culturas de inverno, que incluem trigo, aveia, canola, centeio, cevada e triticale, estão com o plantio em andamento. Especificamente para o trigo, a estimativa de julho ficou em 8,96 milhões de toneladas, na comparação com 9,1 milhões no mês passado. A responsabilidade é de uma queda de 11,6% na área de cultivo, que deve somar 3,07 milhões de hectares, segundo a autarquia.

Valor Econômico

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos: sexta-feira (12) de cotações estáveis

Segundo o Cepea, diante das fortes valorizações do suíno vivo neste início de julho, o poder de compra do produtor paulista frente aos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) vem crescendo no comparativo com o mês anterior

Segundo a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo não mudou, com preço médio de R$ 144,00, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 11,40/kg, em média. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (11), houve alta somente em Santa Catarina, na ordem de R$ 0,42%, chegando a R$ 7,19/kg. Os valores ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 7,76/kg), Paraná (R$ 7,48/kg), Rio Grande do Sul (R$ 6,96/kg) e São Paulo (R$ 7,58/kg).

Cepea/Esalq

Altas pontuais para o mercado do frango

Após dias em estabilidade o mercado do frango encerrou a sexta-feira (12) com leves e pontuais altas. Segundo o Cepea, os preços vêm caindo na parcial de julho, em relação ao mês anterior

Segundo a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo subiu 1,00%, custando, em média, R$ 5,05/kg, enquanto a ave no atacado subiu 0,47%, fechando em R$ 6,37/kg, em média. Na cotação do animal vivo, o preço ficou estável em Santa Catarina, cotado a R$ 4,37/kg, enquanto no Paraná houve aumento de 1,39%, custando R$ 4,40/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à quinta-feira (11), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 7,09/kg e R$ 7,33/kg.

Cepea/Esalq

Frango/Cepea: Com preços em queda, carne amplia competitividade

Levantamentos do Cepea mostram que os preços da carne de frango vêm caindo na parcial de julho, em relação ao mês anterior, enquanto as cotações da suína e bovina têm subido – todas no atacado da Grande São Paulo. Como resultado, a competitividade da proteína avícola cresceu frente às principais concorrentes

Segundo pesquisadores do Cepea, a desvalorização da carne de frango está atrelada sobretudo ao enfraquecimento da demanda, que tem mantido baixa a liquidez no setor atacadista. Para a suína, as vendas reagiram neste início de mês, levando frigoríficos nacionais a intensificarem as compras de novos lotes de animais para abate. Quanto ao mercado da carne bovina, embora em ritmo moderado, as vendas da proteína seguem constantes e com algum aquecimento para os cortes mais baratos.

Cepea

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