
Ano 10 | nº 2247 |19 de junho de 2024
NOTÍCIAS
Mercado do boi gordo estável em São Paulo
Com o avanço da seca e a necessária redução da taxa de lotação das pastagens, a oferta de boiadas aumentou no começo de junho contudo esse descarte forçado aparentemente diminuiu. Dessa forma, o mercado permaneceu equilibrado entre o que está à venda e o que se quer comprar
Segundo os analistas, o mercado segue “menos ofertado”, enquanto os frigoríficos resolveram trabalhar com mais cautela nos balcões de negociação. Analistas da Scot Consultoria lembram que, no começo de junho/24, os pecuaristas brasileiros elevaram fortemente a oferta de animais prontos para abate, um reflexo do avanço da seca e, consequentemente, da perda de qualidade das pastagens. No entanto, diz a Scot, esse “descarte forçado aparentemente diminuiu”. Dessa forma, continua a consultoria, o mercado do boi está mais “equilibrado”, resultando em estabilidade na arroba. Pelos dados apurados pela Scot, no mercado de São Paulo, o boi gordo “comum” segue apregoado em R$ 217/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 195/@ e R$ 210/@ (valores brutos, a prazo). A arroba do “boi-China” (base SP) está cotada em R$ 220, com ágio de R$ 3/@ sobre o animal “comum”, acrescenta a Scot Consultoria. No Mato Grosso – Nortão, a cotação da arroba da novilha subiu R$2,00/@ na região Norte no Mato Grosso. Para demais categorias, preços estáveis. Na região Sul – GO, a cotação da arroba da novilha caiu na região. Queda de R$2,00/@. As cotações das demais categorias seguiram estáveis. Na região do Triângulo – MG, a cotação do boi gordo e da novilha gorda subiu R$4,00/@ e a da vaca R$3,00/@. Na exportação de carne bovina in natura, o volume exportado até a primeira quinzena de junho está em 97,2 mil toneladas – média diária de 9,7 mil toneladas -, superando o desempenho médio diário do mesmo período de 2023 em 6,0%. A cotação está em US$4,4 mil/t, queda de 12,0% na comparação com o preço em junho de 2023.
Scot Consultoria
Boi gordo: Quantidade de animais ofertados, em especial de machos, aparenta declínio
O mercado físico do boi gordo apresentou preços acomodados na terça-feira (18). A quantidade de animais ofertados, em especial de machos, aparenta declínio, com as indústrias encontrando maior dificuldade na composição de suas escalas de abate
No entanto, este cenário ainda não é o suficiente para altas mais contundentes da arroba do boi gordo, considerando a frente ainda confortável das escalas de abate dos frigoríficos, que foi construída ao longo do mês de maio, de acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. “Ao menos por enquanto, o mais provável é que o mercado do boi gordo assuma um viés mais acomodado, com alguma possibilidade de alta”. Preços da arroba: São Paulo: R$ 219,13. Goiás: R$ 203,33. Minas Gerais: R$ 206,59. Mato Grosso do Sul: R$ 213,57. Mato Grosso: R$ 206,86. O mercado atacadista ainda se depara com acomodação dos preços ao longo da semana. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por alguma queda dos preços no decorrer da semana, considerando a segunda quinzena do mês como um período de menor apelo ao consumo. “Como limitador, pode ser mencionado o ganho de competitividade da carne bovina na comparação com as proteínas concorrentes, em especial na comparação com a carne de frango”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50, por quilo. Quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50, por quilo.
Agência Safras
Preço do boi gordo fica estável com mercado interno mais equilibrado
Volume exportado na primeira quinzena de junho aumentou na comparação anual. Descarte forçado de boiadas diminuiu no começo de junho, informa Scot Consultoria
Com o avanço da seca no Centro-Sul do País, os pecuaristas estão reduzindo a taxa de lotação das pastagens, aumentando oferta de boiadas. Contudo, no começo de junho, esse descarte forçado diminuiu, informa a Scot Consultoria. Como resultado, o mercado bovino está equilibrado entre o que está à venda e o que se quer comprar. Outro fator que contribuiu para o equilíbrio do mercado foi o mercado externo. De acordo com dados compilados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o volume exportado na primeira quinzena de junho ficou em 97,2 mil toneladas, com média diária de 9,7 mil toneladas, superando o volume médio diário do mesmo período de 2023 em 6,0%. No entanto, o desempenho foi mais fraco do que o esperado na segunda semana de junho, com as exportações de carne bovina fechando o período com queda de 32,16% em comparação a primeira semana do mês e com um total de 39,31 mil toneladas embarcadas. Segundo a Scot Consultoria, a cotação está em US$ 4,4 mil por tonelada, queda de 12,0% na comparação com o preço em junho de 2023. Em São Paulo, o boi gordo está apregoado em R$ 217 a arroba, a vaca em R$ 195 e a novilha em R$ 210. Já a arroba do “boi China” está cotada em R$ 220. Entre as praças pecuárias acompanhadas pela Scot Consultoria, a maior alta diária nesta terça-feira foi registrada na região de Belo Horizonte (MG), onde a arroba do boi gordo subiu R$ 1,47, para R$ 197,52. Já a maior queda, de R$ 2,40, ocorreu em Paragominas (PA), com a arroba cotada a R$ 212,00.
Globo Rural
Favorecido pelo avanço do dólar, Brasil intensifica embarques de carne bovina aos EUA
No acumulado de janeiro a maio de 2024, os EUA já adquiriram 50 mil toneladas de carne bovina in natura brasileira
Depois de perder ritmo em março/24 e abril/24, as exportações de carne bovina brasileira aos Estados Unidos voltaram a crescer em maio/24, informa a Agrifatto, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Foram embarcadas 10,17 mil toneladas ao mercado norte-americano, 123,48% acima do volume registrado no mês anterior (abril/24) e 49,64% maior da quantidade computada em maio /23. O Brasil já preencheu toda a cota anual de exportação (livre de impostos) ao mercado norte-americano. Classificada como “outros países”, a cota é limitada a 65 mil toneladas/ano e foi esgotada no final de fevereiro/24. Neste momento, portanto, os frigoríficos brasileiros precisam pagar um imposto de 26% para exportar aos EUA. Segundo a consultoria, o avanço dos embarques ao mercado norte-americano é atribuído ao déficit na produção local da proteína e aos preços baixos da commodity brasileira. No acumulado de janeiro a maio de 2024, os EUA já adquiriram 50 mil toneladas de carne bovina in natura do Brasil. Trata-se do segundo maior volume da história para o período, informa a Agrifatto. “Só não foi ainda maior porque os australianos recuperaram a produção e estão fornecendo grandes quantidades de proteína bovina para os norte-americanos”, dizem os analistas. Segundo a Agrifatto, um fator que pode contribuir ainda mais para que a carne bovina brasileira avance nos EUA é o câmbio. No último dia 12/06/24 o dólar atingiu o maior valor frente ao real desde 04/01/23, ficando cotado a R$ 5,40, uma alta de 4,77% no comparativo mensal. Tal conjuntura, ressalta a Agrifatto, colocou o preço do boi paulista, em dólares, no seu menor nível desde setembro/23, cotado a US$ 40,30/@ – o valor mais baixo entre os grandes exportadores de carne bovina do mundo. “A moeda norte-americana em alta dá ao boi gordo brasileiro maior competitividade no mercado internacional”, reforça o zootecnista Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria. Em 2024, compara a Agrifatto, o real é uma das moedas mais enfraquecidas no mundo, recuando já 8,3% desde o início do ano, observam os analistas.
Portal DBO
ECONOMIA
Dólar tem leve alta e supera os R$5,43
O dólar fechou a terça-feira em leve alta ante o real, com investidores evitando mudar posições de forma radical antes da decisão de quarta-feira do Copom sobre juros, enquanto no exterior a moeda norte-americana perdeu força após números abaixo do esperado do varejo dos Estados Unidos
O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,4339 reais na venda, em alta de 0,22%. Esta é a maior cotação de fechamento desde 4 de janeiro de 2023 — início do governo Lula — quando encerrou a 5,4513 reais. Em junho, a divisa acumula elevação de 3,48%. Às 17h05, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,13%, a 5,4375 reais na venda. O cenário mudou ainda na primeira hora de negócios, com o dólar perdendo força no exterior e no Brasil após a divulgação de dados do varejo dos EUA. O Departamento de Comércio informou que as vendas no varejo norte-americano aumentaram 0,1% no mês passado, após uma queda revisada para baixo de 0,2% em abril. Economistas consultados pela Reuters previam que as vendas no varejo aumentariam 0,3% em maio. No restante do dia, porém, a moeda norte-americana se manteve próxima da estabilidade, até reacelerar um pouco antes do fechamento, com investidores à espera da decisão de quarta-feira do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. As apostas majoritárias no mercado de renda fixa são de manutenção da taxa básica Selic em 10,50% ao ano. Conforme profissionais ouvidos pela Reuters, mais do que a decisão em si o mercado quer saber como serão os votos dos nove integrantes do Copom. “As incertezas fiscais e as incertezas em relação ao BC estão prejudicando muito os preços de ativos financeiros. Inclusive, a moeda brasileira se desvaloriza mais do que a própria moeda argentina, sendo que a situação da economia argentina é infinitamente pior que a brasileira”, pontuou pela manhã Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master, em comentário enviado a clientes. “Enquanto não vier uma luz da equação fiscal, sobre como o governo vai cumprir o arcabouço sem ficar apenas pressionando a arrecadação tributária, e sem uma luz sobre o que será o novo BC, quem será o presidente e qual será a linha que vai ser seguida, o mercado segue com esta incerteza”, acrescentou. Em meio à expectativa pelo Copom, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retomou pela manhã as críticas ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, acusando-o de trabalhar para prejudicar o Brasil. “O presidente do Banco Central não demonstra nenhuma capacidade de autonomia, tem lado político e, na minha opinião, trabalha muito mais para prejudicar o país do que para ajudar”, disse.
Reuters
Petrobras sobe 3% e impulsiona Ibovespa na véspera do Copom
Agentes seguiram atentos ao cenário doméstico, em dia de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto
O Ibovespa avançou na véspera da decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, beneficiado pela queda dos juros americanos e pelo avanço das ações da Petrobras (as ordinárias subiram 3,36% e as preferenciais, 3,13%), após a empresa realizar acordo para encerrar pendências com o Carf. Agentes seguiram atentos, ainda, ao cenário doméstico, em dia marcado por críticas do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e à condução da política monetária. No fim do dia, o índice subiu 0,41%, aos 119.631 pontos. O volume financeiro negociado na sessão (até as 17h50) foi de R$ 14,01 bilhões no Ibovespa e R$ 18,59 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,25%, aos 5.487 pontos, Dow Jones fechou em alta de 0,15%, aos 38.834 pontos e Nasdaq teve leve alta de 0,03%, aos 17.862 pontos. Dados de atividade abaixo do esperado nos Estados Unidos deixaram investidores globais mais otimistas em relação ao cenário de juros por lá e beneficiaram ativos de risco, como a bolsa brasileira. Com isso, pesquisa mensal realizada pelo Bank of America (BofA) mostrou gestores latino-americanos mais pessimistas com os ativos locais. De acordo com a enquete, 7% dos consultados acreditam que o Ibovespa vai superar os 140 mil pontos no fim do ano, o número mais baixo desde que essa pergunta começou a ser feita, em setembro do ano passado, e uma queda ante os 19% que acreditavam nesse cenário em maio. Quanto aos juros, a maioria dos participantes acredita que o Banco Central irá pausar o ciclo de cortes com a taxa Selic ainda em dois dígitos, e que eventuais novas reduções devem depender do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). “Mas as opiniões em relação à Selic ‘terminal’ são mistas”, diz a nota do banco. Enquanto 27% acreditam que o ciclo terminará com a taxa no patamar atual, de 10,50% ao ano, 20% projetam uma Selic abaixo de 9% no fim do período de flexibilização monetária. O setor em que os gestores estão mais comprados (que apostam na alta) é o de serviços públicos (“utilities”), seguido pelo financeiro. Já os de consumo discricionário e materiais são os vistos com menos otimismo pelos participantes. E o nível de caixa dos respondentes subiu para 6,2%, ante 5,1% em maio e ligeiramente acima da média histórica. “Os níveis de tomada de risco e de proteção continuam próximos da média histórica”, afirma o BofA.
Valor Econômico
BNDES teve queda em consultas por empréstimos, diz Mercadante
As consultas por empréstimos do BNDES perderam força recentemente, disse o presidente do banco, Aloizio Mercadante, que apontou ruídos fiscais e políticos momentâneos como possíveis causas para o ritmo menor. A tragédia no sul do país e os esforços para minimizar o desastre também foram apontados como uma possível razão.
“Até maio, as aprovações subiram mais de 90% e os desembolsos 27%, mas sentimos uma redução no ritmo das consultas. Tem a ver com todo esse ruído (no país)”, disse Mercadante a jornalistas após participar, na sede do banco, de um evento sobre mudanças climáticas e experiência internacionais que possam ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul. “Nosso foco hoje é o Rio Grande do Sul e isso também alterou um pouco a dinâmica “, adicionou ele, ao lembrar que o banco adotou medidas para ajudar governos e empresas do Estado. Mercadante frisou que desde o ano passado as consultas vinham em trajetória ascendente e, no 1º trimestre de 2024 avançaram quase 70%. O presidente do BNDES acredita que os ruídos, que criaram um grau de desconfiança semelhante ao início do governo, irão passar, uma vez que os indicadores da economia melhoraram. Ele citou dados do mercado de trabalho, oferta de crédito, exportações e inflação. “Estamos falando (agora) de um ruído político mesmo. Quando chegamos ao governo diziam que o Brasil não ia crescer ou crescer só 0,8%, que inflação não ia ter controle. Depois o mercado disse que se surpreendeu. Acho que vai ficar surpreso de novo porque os dados são fortes e consistentes “, afirmou ele. “Temos um problema fiscal, mas nós, EUA, UE, Japão. As principais economias do mundo hoje, com a transição climática e desastres naturais, exigem mais esforços dos Estados, além de desacoplamento da economia da China “, acrescentou. No entanto, apesar da inflação mais baixa, Mercadante voltou a fazer críticas à política monetária brasileira. Segundo ele, o modelo brasileiro precisa ser reavaliado uma vez que o país ainda tem a segunda taxa real de juros mais alta do mundo. “Com todas as melhoras macro ainda temos a segunda taxa real de juros do planeta. Disse ao presidente do BC no último debate que tivemos: temos que analisar a fundo esse modelo, porque precisa ser repensado “, disse Mercadante a jornalistas. “Não sei se tem margem de manobra para isso no curto prazo; acho que não “, acrescentou.
Reuters
Brasil alcança a marca de US$ 153 bilhões em exportações de janeiro até a segunda semana de junho
A balança comercial parcial de junho, até a segunda semana, registrou saldo positivo de US$ 3,3 bilhões, resultado de um total de US$ 14,2 bilhões nas exportações, e US$ 10,9 bilhões nas importações
A corrente de comércio no período foi de US$ 25 bilhões. Os resultados foram divulgados na segunda-feira (17/06) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). Somente na 2ª semana, foram US$ 6,9 bilhões de exportações e US$ 4,9 bilhões de importações, resultando em um superávit de US$ 1,9 bilhão, com corrente de comércio de US$ 11,8 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 153 bilhões e as importações, US$ 113,8 bilhões, com saldo positivo de US$ 39,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 266,8 bilhões. Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de junho/2024 (US$ 1,4 bilhão) com a de junho/2023, houve crescimento de 0,7%. Em relação às importações houve crescimento de 16,9% no mesmo período (US$ 1,08 bilhão contra US$ 929,69 milhões). Assim, até a 2ª semana de junho/2024, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,5 bilhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 332,98 milhões. Comparando-se este período com a média de junho/2023, houve crescimento de 7,1% na corrente de comércio. No acumulado até a 2ª semana do mês de junho/2024, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 26,46 milhões (7,0%) em Agropecuária; crescimento de US$ 13,97 milhões (5,0%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 25,13 milhões (-3,4%) em produtos da Indústria de Transformação. No acumulado até a 2ª semana do mês de junho/2024, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 9,11 milhões (62,0%) em Agropecuária; queda de US$ 1,48 milhão (-2,6%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 149,33 milhões (17,6%) em produtos da Indústria de Transformação.
Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
GOVERNO
Plano Safra deste ano “certamente” será maior que o de 2023, diz Haddad
O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na terça-feira que o Plano Safra 2024/2025 “certamente” será maior que o do ano passado, mas que ainda são necessários cálculos para apontar o valor total, que deve ser anunciado na próxima semana
Em entrevista a jornalistas na saída da Fazenda após se reunir com o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Carlos Fávaro, Haddad disse que o valor do Plano será fechado nesta semana e seguirá para análise do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira da próxima semana, com o anúncio na terça-feira. Haddad também afirmou que se reunirá com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), nesta semana para discutir as dívidas dos Estados com a União.
Reuters
FRANGOS & SUÍNOS
Mercado de suínos têm alta, com destaque para carcaça e @ do animal em SP
Os preços no mercado de suínos avançaram nesta terça-feira (18). Segundo análise do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne suína seguem em alta em todas as praças acompanhadas pelo órgão
Segundo a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo teve alta de 1,49%, com preço médio de R$ 136,00, enquanto a carcaça especial subiu 0,94%, fechando em R$ 10,70/kg, em média. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à segunda-feira (17), os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 7,27/kg), e Santa Catarina (R$ 6,37/kg). Houve alta de 1,21% no Paraná, custando R$ 6,69/kg, avanço de R$ 1,43% no Rio Grande do Sul, alcançando R$ 6,39/kg, e de 1,15% em São Paulo, fechando em R$ 7,05/kg.
Cepea/Esalq
Frango na granja em São Paulo sobe 4,17%
A terça-feira (18) foi de altas predominando para o mercado do frango, com destaque para o aumento do preço da ave na granja em São Paulo. De acordo com análise do Cepea, as proteínas avícola e suína, ambas negociadas no mercado atacadista da Grande São Paulo, vêm registrando valorizações nesta parcial de junho (até o dia 12)
Segundo a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo teve alta de 4,17%, custando, em média, R$ 5,00/kg, enquanto a ave no atacado caiu 0,78%, fechando em R$ 6,35/kg, em média. Na cotação do animal vivo, o valor não mudou em Santa Catarina, valendo R$ 4,38/kg, assim como no Paraná, valendo R$ 4,32/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à segunda-feira (17), a ave congelada subiu 0,84%, valendo R$ 7,17/kg, enquanto o frango resfriado aumentou 0,68%, fechando em R$ 7,40/kg.
Cepea/Esalq
Exportações de genética avícola crescem 10,9% em maio, diz ABPA
Embarques do ano acumulam alta de 2,2%
Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de genética avícola (incluindo pintos de 01 dia e ovos férteis) totalizaram 2,650 mil toneladas em maio, desempenho 10,9% superior ao total obtido no mesmo período do ano passado, com 2,389 mil toneladas. No mesmo período, as vendas de genética avícola geraram receita de US$ 18,934 milhões, saldo 10,6% menor em relação ao mesmo período de 2023, com US$ 21,185 milhões. No ano, as exportações de genética avícola acumuladas entre janeiro e maio alcançaram 12,855 mil toneladas, número 2,2% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2023, com 12,577 mil toneladas. A receita obtida no período chegou a US$ 98,587 milhões, número 12,8% inferior ao mesmo período do ano passado, US$ 113,053. Principal destino das exportações de genética avícola, o México importou 4,750 mil toneladas entre janeiro e maio, número 40,6% menor que o total registrado no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, a África do Sul – que recentemente iniciou as suas importações do produto brasileiro – importou no mesmo período 2,955 mil toneladas, e já se posiciona como segundo principal destino. Em terceiro lugar está o Senegal, com 2,157 mil toneladas, número 54,9% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. “Temos uma reconfiguração no fluxo de genética avícola do Brasil, que agora encontra nas nações da África o seu principal destino internacional. O status sanitário do Brasil tem sido um ponto crucial para a continuidade do bom desempenho das vendas deste segmento de alto valor agregado, especialmente para mercados que vêm sofrendo os impactos da Influenza Aviária”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.
ABPA
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