CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2243 DE 13 DE JUNHO DE 2024

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Ano 10 | nº 2243 | 13 de junho de 2024

 

NOTÍCIAS

Cotações do boi gordo estáveis em São Paulo

Com o avanço do período seco os pecuaristas continuam sendo pressionados, devido à perda de capacidade de manter o gado nas pastagens, o que aumenta a oferta de bovinos que chegam à indústria, resultando em escalas confortáveis, em média, de 12 dias

Apesar do quadro, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias de bovinos na comparação diária. Movimentos opostos nos preços para as categorias em Alagoas. A cotação do boi gordo caiu R$5,00/@, enquanto a da vaca e a da novilha subiram, R$3,00/@ e R$2,00/@, respectivamente. Em Goiás, o preço ficou estável nas regiões do estado para todas as categorias de bovinos. Na região Noroeste do Paraná, a cotação da novilha gorda caiu R$5,00/@, enquanto a cotação da vaca e do boi ficou estável na comparação diária.

Scot Consultoria

Boi gordo: grandes ofertas e exportação expressiva pautam mercado

O mercado físico do boi gordo registrou preços acomodados nesta quarta-feira (12). A movimentação cambial afastou os pecuaristas do mercado, que passaram a acreditar em potencial de alta dos preços da arroba no curto prazo

De acordo com a Safras & Mercado, o fato é que as exportações de carne bovina superam totalmente as expectativas em 2024. O grande volume de produto exportado tem sido o elemento de sustentação da arroba do boi gordo em um ano pautado por significativa quantidade de animais ofertados, disse o analista da consultoria Fernando Henrique Iglesias. Confira os preços da arroba do boi gordo hoje: São Paulo: R$ 217,58. Goiás: R$ 199,67. Minas Gerais: R$ 206,59. Mato Grosso do Sul: R$ 213,57. Mato Grosso: R$ 206,78. O dia foi de acomodação também para os preços da carne bovina no atacado. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por pouco espaço para reajustes no curto prazo, com uma primeira quinzena do mês pautada por estagnação. Por outro lado, a carne bovina acabou ganhando competitividade no comparativo com a carne de frango, e as exportações no geral são muito agressivas em termos de volume, com excelente potencial para estabelecer um novo recorde nesta temporada, fatores que ajudam a enxugar a oferta doméstica. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 17 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 12,50 por quilo.

Agência Safras

Pressão sobre o preço da arroba do boi perde força

Frigoríficos ainda conseguem manter programações de abate confortáveis, mas em patamar estável. Com o avanço do período seco, os pecuaristas continuam sendo pressionados, devido à perda de capacidade de manter o gado nas pastagens

“Mesmo com a quantidade de animais ofertados ainda sendo significativa, a derrocada nos preços do boi gordo vai perdendo força”, afirmaram os analistas da consultoria Agrifatto nesta quarta-feira (12/6), em nota. Os frigoríficos ainda conseguem manter programações de abate confortáveis, mas em patamar estável. Na avaliação da Scot Consultoria, o preço bruto do boi gordo permanece cotado a R$ 217 por arroba a prazo, sem variação no comparativo diário. Na terça-feira (11/6), o indicador do boi gordo Cepea/B3 chegou a mostrar um pequeno avanço para a cotação, de 0,09%, a R$ 216 por arroba no valor livre de impostos de Funrural. No acumulado do ano, porém, o índice marca queda de 15,46%. “Com o avanço do período seco, os pecuaristas continuam sendo pressionados, devido à perda de capacidade de manter o gado nas pastagens, o que aumenta a oferta de bovinos que chegam à indústria”, afirmou a Scot. No mercado interno de carnes, a Agrifatto destaca que os preços da proteína bovina reagiram no varejo em maio e avançaram 0,70%, citando dados Instituto de Economia Agrícola (IEA). Em média a carne bovina foi comercializada por R$ 40,69 por quilo, com a primeira recuperação dos preços desde fevereiro deste ano. A carne suína avançou 1% e o frango limpo recuou 1,70% no mesmo período, de acordo com o levantamento. “Por estar em níveis competitivos frente às demais proteínas animais, a carne bovina ganhou força para se valorizar”, ressaltou a Agrifatto.

Globo Rural

Abate de bovinos deve começar a se desacelerar

Reação nos preços do bezerro melhora a atratividade da cria e altera a estratégia dos pecuaristas. Cotação da arroba do boi já recuou 14,19% desde o início do ano

Depois de ter alcançado recorde no início do ano, o abate de bovinos tende a desacelerar a partir do segundo semestre. De acordo com analistas, o preço dos bezerros está ensaiando uma recuperação, o que aumenta a atratividade da cria e estimula a retenção de fêmeas pelos produtores, embora a oferta de gado para a indústria siga elevada. Esse deve ser o ponto de partida para uma virada no ciclo pecuário, em 2025, passando de alta na disponibilidade de animais para um volume mais restrito. De acordo com o diretor da HN Agro, Hyberville Neto, o patamar de oferta de gado é definido pela quantidade de fêmeas para abate, que, por sua vez, é influenciada pela atratividade da etapa de cria — a produção de bezerros. “Quando o preço do bezerro começa a se firmar, o pecuarista tira a fêmea do gancho [deixa de mandar para abate] e o mercado começa a subir”, disse. Com essa lógica, a expectativa do analista é de que o preço da arroba bovina possa parar de cair a partir de julho ou agosto. A cotação da arroba já recuou 14,19% desde o início do ano, de acordo com o indicador Cepea/B3 para o boi gordo, que ficou ontem em R$ 219,25. Em contrapartida, o indicador Esalq/BM&FBovespa para o bezerro com referência em Mato Grosso do Sul acumula alta de 1,56% no ano — ontem, o índice ficou em R$ 2.092,18 por unidade. “Alguns Estados já estão diminuindo o envio de fêmeas para abates. O ágio do bezerro está começando a sinalizar que a rentabilidade da cria está um pouco melhor, com uma expectativa mais promissora. Nada muito otimista, mas é um início”, afirmou. Em maio, os abates de bovinos bateram recorde em Mato Grosso, com 627,49 mil cabeças. Porém, a redução no volume de fêmeas abatidas fugiu do “padrão” para esse período do ano. “Os pecuaristas reduziram o ímpeto de abater fêmeas e, pela primeira vez desde 2018, o volume de fêmeas abatidas em maio foi menor que em abril”, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em relatório. O recuo no volume de matrizes em relação a abril foi de 6,03%. Também diminuiu a participação relativa das fêmeas nos abates do Estado, que detém o maior rebanho bovino. Em maio, essa fatia ficou em 51,49%. Nos três meses anteriores, essa participação havia superado os 55%. “Apesar do volume abatido ainda estar elevado, esses dados mostram uma possível ‘redução’ na intensidade dos abates de fêmeas. A tendência no curto prazo é de uma redução gradual na participação das fêmeas nos abates”, indicou o instituto. Hyberville Neto ressaltou que, sazonalmente, o segundo semestre já costuma ser um período em que os pecuaristas preferem reter as fêmeas em vez de enviá-las para abate. Porém, neste ano, os sinais de elevação do preço do bezerro podem intensificar essa estratégia de retenção. Para Fernando Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado, o descarte de fêmeas ainda está muito “agressivo”. Ele acredita que o processo de inversão do ciclo pecuário começará de maneira mais contundente somente no fim do ano, e principalmente em 2025. Com isso, na visão do analista, os preços da arroba bovina só devem se recuperar no último trimestre. “E o mercado não reúne as condições necessárias para altas explosivas”, avaliou. Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o abate de bovinos no país teve um recorde no primeiro trimestre de 2024, de 9,3 milhões de cabeças, aumento de 24,6% em relação ao mesmo período de 2023.

Globo Rural

ECONOMIA

Dólar supera R$5,40 com receios do mercado sobre área fiscal e decisão do Fed

O dólar à vista superou a barreira dos 5,40 reais na quarta-feira, após a moeda norte-americana recuperar a força no exterior ante divisas fortes, na esteira da decisão de política monetária do Federal Reserve que apontou para apenas um corte de juros nos EUA em 2024

O dólar à vista encerrou o dia cotado a 5,4036 reais na venda, em alta de 0,82%. Este é o maior valor de fechamento desde 4 de janeiro de 2023, quando encerrou em 5,4513 reais. Desde aquela data — um dos primeiros dias do governo Lula — o dólar não encerrava acima dos 5,40 reais. Em junho, a moeda acumula elevação de 2,91%. Às 17h57, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,74%, a 5,4200 reais na venda. Após as fortes altas dos últimos dias, o dólar chegou a oscilar no território negativo ante o real no início do dia, influenciado pela queda firme da moeda norte-americana no exterior após a divulgação de dados favoráveis da inflação dos EUA. Os números foram bem-recebidos pelo mercado, que elevou as apostas naquele momento de que o Fed fará dois cortes de juros em 2024, com o primeiro ocorrendo até setembro. Isso tirou a força do dólar ante várias divisas globais. Nas mesas de operação, o mal-estar em torno da situação fiscal brasileira foi reforçado pela manhã por declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento no Rio de Janeiro. Segundo ele, o aumento da arrecadação do governo federal e a queda na taxa de juros permitirão uma redução do déficit nas contas governamentais sem impactar os investimentos públicos. “Estamos arrumando a casa e colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal. O aumento da arrecadação e a queda da taxa de juros permitirão a redução do déficit sem comprometer a capacidade de investimento público”, disse. O fato de Lula vincular a redução do déficit ao aumento da arrecadação — e não a cortes de despesas – foi mal-recebido por parte do mercado. “O mercado esperava que os dados (de inflação nos EUA) melhorassem para ter um respiro por aqui e interromper a valorização do dólar. Mas a questão fiscal abafou os dados bons de inflação lá de fora”, comentou Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos. No início da tarde a decisão do Fed deu novo impulso às cotações. Apesar de ter mantido a taxa básica na faixa de 5,25% a 5,50%, como esperado, o Fed indicou que vê apenas um corte de juros em 2024 — e não dois cortes como vinha sendo precificado na curva norte-americana. Além disso, a instituição citou “avanços modestos” em direção à meta de inflação de 2%. Em sua fala após a decisão, o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou que os membros da instituição ainda não ganharam maior confiança na inflação que permitisse um corte.

Reuters

Ibovespa fecha em queda com ruídos locais minando efeito externo

O Ibovespa fechou em queda na quarta-feira, renovando mínimas no ano, em meio a ruídos envolvendo o Ministro da Fazenda e receios com o cenário fiscal do país, que prevaleceram sobre a repercussão favorável a dados de inflação dos Estados Unidos

Indice de referência no mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,4%, a 119.936,02 pontos. O volume financeiro somou 58,49 bilhões de reais, em pregão também influenciado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa e do índice futuro. A estabilidade no índice de preços ao consumidor dos EUA em maio, divulgada às 09h30 (horário de Brasília), apoiou a abertura positiva na bolsa paulista, mas o humor azedou em meio a especulações envolvendo o ministro Fernando Haddad. Na véspera, o Senado devolveu a MP do PIS/Cofins, editada e apresentada pela Fazenda na semana passada como alternativa para compensar a desoneração da folha de pagamento de vários setores, mas que provocou uma série de reações negativas. Alguns colunistas publicaram que o desfecho envolvendo a MP acelerou ataques de dentro do próprio governo a Haddad, com o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva desautorizando o ministro ao apoiar a atitude do Senado. De acordo com o gestor de renda variável Tiago Cunha, da Ace Capital, em um contexto de equilíbrio fiscal fragilizado, pesou o fato de os ruídos envolverem Haddad, “que até agora tem sido fiador da credibilidade do governo junto ao mercado”. À tarde, o Ibovespa renovou mínimas após o Fed sinalizar apenas um corte de juros em 2024 — na última reunião com divulgação de projeções, em março, o “dot plot” mostrava três cortes. Para 2025, são esperados quatro cortes de 0,25 ponto. No comunicado que acompanhou o anúncio da decisão de manter a taxa, contudo, o banco central norte-americano reconheceu “progresso modesto” em direção à sua meta de inflação de 2% — uma melhoria em relação ao comunicado do encontro de maio.

Reuters

Setor de serviços cresce 0,5% de março para abril no país, revela IBGE

Volume de serviços no Brasil cresce mais que o esperado em abril com impulso de transportes. É a segunda alta consecutiva do indicador

O volume de serviços no país cresceu 0,5% na passagem de março para abril, segundo dados divulgados na quarta-feira (12), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a segunda alta consecutiva do indicador, que já havia avançado 0,7% de fevereiro para março. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), o setor cresceu 5,6% na comparação com abril do ano passado, 2,3% no acumulado do ano e 1,6% no acumulado de 12 meses. Três das cinco atividades do setor de serviços investigadas apresentaram alta de março para abril deste ano, com destaque para os segmentos de transportes (1,7%) e de outros serviços (5,0%). A terceira atividade com resultado positivo foi informação e comunicação (0,4%), que atingiu, mais uma vez, seu ponto mais alto da série histórica, iniciada em 2012. Ao mesmo tempo, apresentaram queda de março para abril os serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%) e os serviços prestados às famílias (-1,8%). Na passagem de fevereiro para março, essas atividades haviam crescido. O índice de atividades turísticas – analisado de forma separada pelo IBGE – teve expansão de 2,3% em abril ante março. É o segundo resultado positivo do segmento, que se encontra 4,7% acima do patamar de fevereiro de 2020, mas ainda 3% abaixo do ponto mais alto da série, alcançado em fevereiro de 2014. Em relação à receita nominal, o setor de serviços apresentou altas de 1,1% em relação a março, de 8,9% na comparação com abril de 2023, de 6,3% no acumulado do ano e de 5,2% no acumulado de 12 meses.

Agência Brasil

BNDES vai pagar até R$16 bi em dividendos ao governo em 2024, diz Mercadante

O Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, disse na quarta-feira que a instituição vai pagar ao governo de 15 bilhões a 16 bilhões de reais em dividendos neste ano

Presente no Fórum de Investimentos Prioridade 2024, no Rio de Janeiro, Mercadante disse que o repasse vai ajudar as contas do governo. Segundo nota do BNDES, o valor a ser pago à União corresponde a 50% do lucro líquido apurado pelo banco em 2023 — o dobro do mínimo de 25% exigido pela legislação — mais 5 bilhões de reais referentes ao resultado de 2022. “Nós queremos participar do esforço fiscal e continuar tendo mais recursos para permitir a estabilidade econômica e o país poder avançar”, disse Mercadante. Ele acrescentou que a medida não vai comprometer os desembolsos da instituição.

Reuters

BC: Fluxo cambial fica positivo em US$ 5,299 bilhões na semana

A conta comercial foi responsável pela entrada líquida de US$ 2,946 bilhões na semana passada, enquanto a conta financeira anotou entrada de US$ 2,354 bilhões

O Banco Central informou ontem que o fluxo cambial anotou entrada líquida de US$ 5,299 bilhões entre os dias 03 e 07 de junho, a primeira semana do mês. A conta comercial foi responsável pela entrada líquida de US$ 2,946 bilhões na semana passada, enquanto a conta financeira anotou entrada de US$ 2,354 bilhões. No recorte do acumulado de 2024, o fluxo cambial anota entrada líquida de US$ 11,419 bilhões, enquanto o fluxo financeiro registra saída de US$ 25,251 bilhões e o fluxo comercial tem entrada de US$ 36,670 bilhões.

Reuters

Brasil volta a ser atrativo para investir

Entusiasmo tem a ver com o anúncio de investimentos públicos e privados. Esses dados são parte do Índice de Confiança para Investimento Direto Estrangeiro

Em janeiro de 2024, o Brasil voltou a ser considerado um dos países mais atraentes para investimentos, segundo a consultoria Kearney. Após ter ficado fora do ranking em 2023, o país avançou para a 19ª posição entre 25 nações destacadas. Esse retorno trouxe otimismo aos investidores. No contexto dos mercados emergentes, o Brasil ocupa a 5ª posição, ficando atrás da Índia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e China. “A principal razão do entusiasmo dos investidores tem a ver com o anúncio de investimentos públicos e privados, em especial para projetos ferroviários e rodoviários. A classificação positiva do Brasil é um sinal encorajador e pode gerar um ciclo virtuoso, impulsionando o mercado financeiro e a economia como um todo. No entanto, é importante lembrar que a classificação é apenas um indicador e que outros fatores, como cenário político, riscos globais e eventos imprevistos, também influenciam o mercado financeiro”, pontua o assessor de investimentos da WFlow, Claudiner Sanches Junior. De acordo com os resultados, 88% dos entrevistados afirmaram ter planos de expandir seus investimentos no próximo período, um aumento de 6% em comparação ao ano anterior. Além disso, 89% dos executivos consideram o investimento direto estrangeiro fundamental para a rentabilidade e competitividade de suas empresas nos próximos três anos, em comparação com 86% na pesquisa anterior. Esses dados são parte do Índice de Confiança para Investimento Direto Estrangeiro, obtido através de uma pesquisa com executivos de empresas de 30 países, abrangendo diversos setores econômicos e com receita anual superior a US$ 500 milhões.

Agrolink

GOVERNO

Governo deve divulgar plano safra 24/25 dentro de 15 dias, diz ministro

O governo brasileiro deve divulgar o Plano Safra 2024/25 dentro de 15 dias, estimou o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante evento no Rio de Janeiro, na quarta-feira

Ele disse que o volume de recursos para financiamentos será novamente recorde, mas não entrou em detalhes. “O plano safra que vai ser anunciado em 15 ou 20 dias será maior que o atual. O presidente Lula se comprometeu, assim como fez nos governos 1 e 2 dele, com planos sucessivos maiores… Vai ser um plano recorde de novo”, afirmou Fávaro a jornalistas. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reivindicou em abril ao governo um aumento de mais de 30% nos recursos para financiamentos do Plano Safra 2024/25 em relação ao ciclo passado, para 570 bilhões de reais. Ao ser questionado se o Rio Grande do Sul poderia ter uma atenção especial no novo plano safra, Fávaro afirmou que todas as medidas de apoio aos produtores já foram anunciadas pelo governo. “Não há nada mais excepcional do que anunciar um fundo garantidor, raramente se viu isso na história”, afirmou.

Reuters

Frangos & suínos

Preços dos suínos têm novas altas, enquanto exportações seguem intensas

Cotações dos animais vivos e da carne vêm aumentando em junho. O Brasil embarcou 103,3 mil toneladas de carne suína em maio

Os preços do suíno vivo e da CARNE SUÍNA seguem em alta. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, o impulso vem do bom desempenho das vendas. No caso do suíno vivo, nesta quarta-feira (12/6) o indicador Cepea/Esalq registrava, no Paraná, o preço médio de R$ 6,63 o quilo, alta de 7,46% desde o início do mês. Em Santa Catarina, a cotação era de R$ 6,33 o quilo, variação positiva de 6,03% no acumulado de junho. Em relação à CARNE SUÍNA, no atacado da Grande São Paulo o valor médio estava em R$ 10,35, alta de 7,14% desde o início de junho. Quanto às exportações brasileiras (considerando-se produtos in natura e processados), apesar de terem recuado em maio, frente ao mês anterior, o ritmo continuou intenso. Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a média diária de escoamento foi praticamente a mesma da registrada em abril, de 4,4 mil toneladas. A queda na comparação mensal se deve ao menor número de dias úteis em maio. No balanço, o Brasil embarcou 103,3 mil toneladas de carne suína em maio, volume 7,4% inferior ao de abril, mas 2,7% superior ao de maio de 2023. O Cepea destaca que, em abril, as exportações foram recordes para o período e atingiram o melhor desempenho mensal deste ano.

Globo Rural

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