
Ano 8 | nº 1855 | 08 de novembro de 2022
ABRAFRIGO NA MÍDIA
Exportações de carne bovina têm receita de US$ 1,225 bilhão em outubro e de US$ 11,3 bilhões no acumulado do ano
As vendas externas de carne bovina alcançaram US$ 1,225 bilhão no mês de outubro de 2022, resultado 126% maior em relação ao mês de outubro de 2021 (US$ 541,6 milhões), quando as vendas para a China estavam suspensas
O volume total exportado no mês foi de 234 mil toneladas, crescimento de 116% em relação a outubro do ano anterior (108,6 mil ton.). No acumulado de janeiro a outubro, as exportações totais do produto cresceram 42% em receita, passando de US$ 8,009 bilhões em 2021 para US$ 11,37 bilhões em 2022, e 23% em volume (1,61 milhões de toneladas em 2021 para 1,985 milhões de ton. em 2022). O crescimento das vendas de carne bovina no ano reflete parcialmente o aumento dos preços médios praticados em 2022, que foi de US$ 5.727,63/ton. (+15,2%). Vale ressaltar, contudo, que os preços médios de exportação iniciaram tendência de queda a partir de junho/2022, quando alcançaram US$ 6.490,28/ton., acumulando queda de 19,4% em 4 meses. No caso da China, maior comprador da carne bovina brasileira, os preços médios de exportação passaram de US$ 7.311/ton. em junho de 2022 para US$ 6.100 em outubro de 2022 (-16,6%). Neste ano, até outubro, a China proporcionou uma receita de importações de US$ 6,981 bilhões, contra US$ 3,875 bilhões no mesmo período em 2021. A movimentação foi de 1.054.281 toneladas de carne bovina, enquanto que, no mesmo período de 2021, as importações foram de 721.994 toneladas. No ano passado, a China representava sozinha 48,4% das vendas de carne bovina brasileira ao exterior e, neste ano, já representa 61,4%. Isso sem contar mais 82.350 toneladas de Hong Kong que proporcionaram mais US$ 290,3 milhões de receitas. Na segunda posição entre os 20 maiores importadores até outubro, as aquisições dos Estados Unidos possibilitaram uma receita de US$ 819,4 milhões (+ 19,9%), comprando 158.475 toneladas em 2022, contra 95.758 toneladas em 2021. O Egito proporcionou uma receita de US$ 344,2 milhões, (+70,7%) e elevou suas aquisições de 51.145 toneladas para 90.329 toneladas neste ano, ficando no terceiro lugar. O Chile ficou em quarto lugar entre os 20 maiores importadores, com uma receita de US$ 322,3 milhões (-28%) e queda de 88.062 toneladas movimentadas em 2021 para 63.391 toneladas em 2022. Na quinta posição veio Hong Kong, com uma receita de US$ 290,3 milhões (-61,3%) e queda nas importações de 194.838 toneladas para 82.350 toneladas. As Filipinas proporcionaram uma receita de US$ 246,1 milhões (+ 49,5%) e aumentaram suas importações de 39.336 toneladas para 54.744 toneladas, ficando na sexta posição. No total, 112 países aumentaram suas importações enquanto que outros 52 reduziram suas compras.
Publicado em: Valor Econômico/ Notícias Agrícolas/CNN Brasil/Istoédinheiro/Agroemdia/Portos e Navios/Agência Estado/Canal Rural/Portal DBO/Money Times/ Estadão Conteúdo/Visão Agro/Investmax/Carnetec/Agrolink/Pagina Rural/G1 Globo/Globo Rural
NOTÍCIAS
Queda de R$2,00 na arroba do boi gordo em São Paulo
Após o cenário de paradeira, da semana anterior, nesta segunda-feira (7/11) o preço do boi gordo amanheceu em queda de R$2,00/@. As fêmeas estão com seus preços inalterados
O preço do boi gordo amanheceu em queda de R$ 2/@ nas praças do interior de São Paulo, enquanto as cotações das fêmeas (vacas e novilhas terminadas) ficaram estáveis, informou a Scot Consultoria. O valor do boi gordo “comum” agora é R$ 273/@ no mercado paulista (a prazo, preço bruto), ante o valor de R$ 275/@ da última sexta-feira. A vaca gorda é negociada por R$ 260/@ e a novilha gorda segue cotada em R$ 269/@ (preços brutos e a prazo). O “boi-China” continua valendo R$ 280/@ (preço bruto e a prazo), acrescentou a Scot. No atacado de carne bovina com osso, diz a consultoria, as paralisações nas estradas brasileiras dificultaram o escoamento de carne na semana passada, proporcionando desabastecimentos pontuais em diversas regiões do País. “Com isso, a demanda na primeira semana de novembro veio ainda mais firme, refletindo em altas de preços no atacado”, relatou a Scot. Em São Paulo, o preço da carcaça de bovinos castrados teve alta de 5% no comparativo semanal, negociada a R$ 19/kg, enquanto a cotação de bovinos inteiros teve incremento de 5,6%, precificada em R$ 18,54/kg, informou a Scot. No Espírito Santo, a segunda-feira abriu com queda de R$5,00/@ de boi gordo e R$3,00/@ de vaca e novilha gordas, na comparação com o último levantamento (4/11). No atacado de carne bovina com osso, as paralisações nas estradas brasileiras dificultaram o escoamento de carne na semana passada, proporcionando desabastecimentos pontuais em diversas regiões. Com isso, a demanda na primeira semana de novembro veio ainda mais firme, refletindo em altas no atacado com osso. O preço da carcaça de bovinos castrados e inteiros tiveram incremento de 5,0% e 5,6%, respectivamente, no comparativo semanal.
SCOT CONSULTORIA
O mercado físico do boi gordo registrou altas pontuais e regionalizadas na segunda-feira
Segundo informações da CONSULTORIA Safras & Mercado, as duas últimas semanas foram pouco fluídas em termos de negociações, o que resultou no encurtamento das escalas de abate. Com isso foi evidenciada alguma alta dos preços
No entanto, para que se consolide a recuperação dos preços haverá maior dependência da demanda doméstica de carne bovina, considerando a queda do preço da carne bovina no mercado internacional. Os fatores de demanda relevantes para este último bimestre são a criação das vagas temporárias de emprego, a entrada do décimo terceiro salário, o aumento dos valores envolvidos no Auxílio Brasil e ainda a Copa do Mundo. Já como fator limitante segue o atual comportamento dos preços de exportação, apresentando queda constante no decorrer do segundo semestre. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 278. Na capital de Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 244. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 265 por arroba. Já os preços da carne bovina seguem acomodados no mercado atacadista. O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia. Além disso, a demanda atinge o seu auge no decorrer do último bimestre, período em que haverá maior propensão a reajustes no preço da carne no atacado e no varejo. O quarto traseiro permaneceu com preço de R$ 21,20 por quilo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16 por quilo. A ponta de agulha seguiu no patamar de R$ 15,80, por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
ECONOMIA
Dólar sobe mais de 2% e supera R$5,17
A moeda norte-americana à vista fechou em alta de 2,39%, a 5,1733 reais na venda, maior valorização percentual diária desde 24 de outubro (+2,94%) e patamar de encerramento mais alto desde 28 de outubro (5,3023), pregão que antecedeu o segundo turno das eleições
À medida que o próximo chefe da pasta econômica brasileira segue indefinido, crescem os temores de que o Ministério da Fazenda acabe sendo liderado por alguém mais à esquerda e que poderia ser inclinado a uma maior flexibilidade das regras fiscais do país. Os ganhos desta segunda-feira vieram depois de, na sessão anterior, na sexta, a moeda norte-americana spot ter perdido 1,36%, a 5,0524 reais, menor patamar para encerramento desde 29 de agosto (5,0330). No acumulado da semana passada, período que sucedeu a vitória eleitoral de Lula, o dólar despencou 4,71%, maior queda semanal desde o período findo em 29 de julho (-5,91%). “Logo após as eleições, (o dólar) apontou uma tendência de queda após uma sinalização de uma transição um pouco mais tranquila. A alta do dólar no mercado doméstico destoou do clima no exterior, onde a moeda norte-americana caía 0,9% contra uma cesta de seis pares fortes nesta tarde. Nesta semana, investidores ficarão atentos à divulgação de dados de inflação norte-americanos e falas de dirigentes do Federal Reserve, que podem oferecer pistas sobre as próximas decisões de política monetária do banco central dos Estados Unidos. O BTG Pactual disse em relatório de segunda-feira que ainda vê “suporte para um dólar global forte” depois de indicações recentes do Fed de que pode elevar os juros a patamar mais alto do que se pensava anteriormente e mantê-los assim por mais tempo. O foco também fica sobre as eleições de meio de mandato nos EUA, que acontecerão na terça-feira. Um resultado muito dividido entre republicanos e democratas seria visto, num geral, como positivo para ativos arriscados.
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Ibovespa cai mais de 2%
O Ibovespa fechou em queda na segunda-feira, abrindo espaço para realização de lucros, após uma semana positiva, endossada principalmente por compras de estrangeiros
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,38%, a 115.342,40 pontos. O volume financeiro da sessão somou 32 bilhões de reais. Informações de que Persio Arida e André Lara Resende, economistas que ajudaram a desenhar o Plano Real, foram convidados a fazer parte da equipe de transição agradaram, mas não foram suficientes para motivar novas compras de ações. Lula reuniu-se com a equipe de transição em São Paulo nesta segunda-feira, mas nenhuma definição foi divulgada, mantendo o cenário fértil para especulações. Na semana passada, a equipe do presidente eleito propôs criar uma exceção ao teto de gastos e adequar o Orçamento do ano que vem para o próximo governo a fim de contemplar promessas de Lula. A equipe ainda estuda como equacionar o pagamento de 600 reais do Auxílio Brasil em 2023 – se por medida provisória ou Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Na visão de Marco Ribeiro Noernberg, sócio e chefe de renda variável na Manchester Investimentos, traz desconforto o governo ainda não ter uma equipe econômica formada – e anunciada – e já estar trabalhando com medidas com efeito fiscal negativo. Na semana passada, a bolsa paulista se beneficiou do otimismo do investidor estrangeiro, com o saldo de capital externo nos três pregões após o resultado da eleição positivo em 2,9 bilhões de reais. De acordo com o superintendente da Necton/BTG Pactual, Marco Tulli, o mercado tem focado muito nos capítulos da sucessão presidencial, com atenção especial também para a Petrobras e potenciais impactos nos dividendos da empresa. Apesar do fluxo externo, ele observou que o investidor local não quer se expor.
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Poupança tem saque líquido de R$11 bi em outubro, recorde para o mês
A caderneta de poupança registrou saque líquido de 11,007 bilhões de reais em outubro, valor recorde para o mês, em um cenário de juros elevados que reduz a competitividade da aplicação frente a outros investimentos, mostraram dados do Banco Central na segunda-feira
O volume de retiradas foi maior do que o resultado negativo de 7,430 bilhões de reais no mesmo mês de 2021. O rombo foi registrado mesmo diante dos pagamentos pelo governo federal de benefícios sociais turbinados neste ano eleitoral. Repasses como o adicional do Auxílio Brasil, o complemento do Auxílio Gás e benefícios a caminhoneiros e taxistas foram iniciados em agosto. Do total do mês, os saques superaram os depósitos no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) no valor de 9,426 bilhões de reais. Já na poupança rural, as saídas líquidas foram de 1,580 bilhão de reais. Com o resultado, a caderneta de poupança acumula um saque líquido de 102,077 bilhões de reais entre janeiro e outubro deste ano, recorde da série. Em todo ao ano de 2021, o dado ficou negativo em 35,497 bilhões de reais.
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Em primeiras projeções após eleição, mercado vê mais inflação este ano e mais crescimento em 2023
Analistas consultados pelo Banco Central elevaram levemente as estimativas para a inflação neste ano e para o crescimento do PIB em 2023, nas primeiras projeções econômicas depois da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência
O BC divulgou na segunda-feira seu relatório Focus, fechado na sexta-feira, dia 4 de novembro, depois da decisão em segundo turno. Após derrotar o candidato à reeleição Jair Bolsonaro, Lula voltará à Presidência pela terceira vez. O levantamento, que capta a percepção do mercado para indicadores econômicos, apontou que a expectativa para o avanço do IPCA em 2022 subiu 0,02 ponto percentual, a 5,63%, na segunda semana de alta seguida. Para 2023 e 2024 seguem as perspectivas de aumentos de 4,94% e 3,50% dos preços, respectivamente. O centro da meta oficial para a inflação em 2022 é de 3,50%, para 2023 é de 3,25% e para 2024 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento deste ano segue em 2,76%, mas para o próximo melhorou a 0,70%, de 0,64% antes. A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros deve encerrar este ano nos atuais 13,75, e 2023 em 11,25%, sem alterações.
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Indicador antecedente de emprego da FGV cai em outubro e indica cautela com economia
O Indicador Antecedente de Emprego do Brasil caiu em outubro e foi ao menor nível em seis meses, indicando que a desaceleração da economia já estaria influenciando as expectativas, de acordo com os dados divulgados na segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, teve queda de 4,0 pontos e foi a 79,8 pontos, menor nível desde abril deste ano (79,5 pontos). “Além da queda significativa, o resultado também foi bastante disseminado entre os subíndices, sugerindo uma reversão da tendência”, disse em nota Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre. “A desaceleração da economia parece já entrar no radar e influenciar as expectativas sobre o mercado de trabalho nos próximos meses. Não é possível descartar novas quedas nos próximos resultados dado que o cenário macroeconômico ainda é desafiador e a recuperação econômica tende a perder força na virada para 2023”, completou. De acordo com a FGV, em outubro 6 dos 7 componentes do IAEmp contribuíram para o resultado do indicador. Os destaques foram os indicadores de Tendência dos Negócios, Emprego Previsto e Situação Atual dos Negócios da Indústria. Somente o indicador de Emprego Previsto de Serviços foi positivo. O Brasil encerrou o terceiro trimestre com a menor taxa de desemprego em mais de sete anos, de 8,7%. Ainda que o mercado de trabalho esteja dando seguimento à recuperação com aumento da ocupação com carteira assinada, a informalidade ainda é marcante.
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EMPRESAS
Lucro líquido da Frigol cresceu 47,5% no 3º trimestre
Resultado da empresa alcançou R$ 32,2 milhões no período
A Frigol, quarto maior frigorífico de carne bovina do país, atrás de JBS, Marfrig e Minerva, informou que encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 32,2 milhões, 47,5% mais que no mesmo período do ano passado. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização cresceu 21,2% na comparação, para R$ 66,5 milhões (margem Ebitda de 7%), e a receita bruta aumentou 13,5%, para R$ 987,4 milhões. “Com disciplina financeira, mantivemos a alavancagem [relação entre dívida líquida e Ebitda] em 1,0 x, mais que duplicando o caixa da empresa, que encerrou o terceiro trimestre em R$ 242,9 milhões”, afirma Eduardo Masson, CFO da Frigol, em nota. O fluxo de caixa operacional no terceiro trimestre foi de R$ 58,2 milhões. Na mesma nota, Eduardo Miron, CEO da companhia, destacou que as exportações continuaram em alta e representaram 57% das vendas totais de julho a setembro. Nos primeiros nove meses do ano, o lucro líquido acumulado alcançou R$ 155,4 milhões, 3,5 vezes maior que em igual intervalo de 2021. O Ebitda registrou incremento de 123,8%, para R$ 245,3 milhões, e o faturamento atingiu o recorde de R$ 3 bilhões, com avanço de 27,6% ante o mesmo período do ano passado. Na nota sobre os resultados, a Frigol realçou, também, que captou R$ 110,6 milhões com a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) neste início de novembro. Foi a segunda operação de longo prazo da empresa no mercado de capitais. Coordenada pelo Banco Safra e ancorada pelo Kinea, a emissão tem vencimento em seis anos e juros de CDI + 5,75% ao ano. Os recursos serão usados no alongamento do perfil da dívida. “Este ano tem sido marcado pela revisão da estrutura de capital da Frigol. Com os recursos captados tanto nesta emissão quanto na realizada no primeiro semestre, entregamos um novo perfil de endividamento, com prazo médio das dívidas se aproximando de dois anos e alavancagem em 1 x”, disse Masson.
Valor econômico
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: alta para a carcaça especial em SP
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 130,00/R$ 135,00, enquanto a carcaça especial subiu 2,02%/0,96%, valendo R$ 10,10/R$ 10,50 o quilo
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (4), houve aumento apenas em Santa Catarina, na ordem de 0,46%, chegando em R$ 6,49/kg. Foi registrado queda de 0,15% no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 6,68/kg, e de 0,13% em São Paulo, alcançando R$ 7,42/kg. As cotações ficaram estáveis em Minas Gerais e no Paraná, com o animal valendo, respectivamente, R$ 7,26/kg e R$ 6,56/kg.
Cepea/Esalq
Altas para o mercado do frango na segunda-feira
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 5,50/kg, enquanto o frango no atacado valorizou 0,96%, valendo em R$ 7,37/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou inalterado, custando R$ 4,20/kg, assim como no Paraná, cotado em R$ 5,17/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (4), tanto a ave congelada quanto a resfriada tiveram avanço de 0,25%, fechando, ambas, em R$ 7,97/kg.
Cepea/Esalq
Hungria relata gripe aviária H5N1 em duas fazendas de gansos
A Hungria relatou um surto do vírus da gripe aviária H5N1 altamente patogênico em duas fazendas de gansos, disse o Escritório Nacional de Segurança da Cadeia Alimentar (Nebih) nesta sexta-feira. O surto no condado de Bacs-Kiskun levou ao abate de mais de 1.200 gansos nas fazendas onde o vírus foi detectado.
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