
Ano 8 | nº 1749 | 07 de junho de 2022
NOTÍCIAS
Boi gordo: segunda quinzena de junho pode trazer altas
Início desta semana mantém preços acomodados e escalas de abate mais confortáveis
O mercado físico de boi gordo registrou preços acomodados nesta segunda-feira (6). Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, após a recente pressão imposta pelos frigoríficos em cima dos pecuaristas, as negociações travaram. Os frigoríficos ainda desfrutam de uma posição de relativo conforto em suas escalas de abate. Em relação à China, muitas unidades frigoríficas retomaram suas exportações recentemente, com uma ou outra exceção. “O mercado está propenso a altas mais consistentes a partir da segunda quinzena do mês, considerando o potencial encurtamento das escalas de abate no período, que tende a coincidir com um volume cada vez mais reduzido de oferta de animais de safra. A possibilidade de compras mais avolumadas por parte da China após o embargo é outro elemento que entra nesse escopo”, disse Iglesias. Na capital de São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 304. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 271. A arroba chegou a R$ 273 – R$ 274 em Cuiabá (MT). Em Uberaba (MG), ficou em R$ 280. Já em Goiânia (GO), a indicação foi de R$ 270 para a arroba do boi gordo. O mercado atacadista registrou preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo. “Entretanto, o movimento será limitado pela posição confortável dos estoques dos frigoríficos”, disse o analista. O quarto traseiro foi precificado a R$ 22 por quilo, estável. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 15,80 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 15,30 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Boi gordo: cotações estáveis na maior parte das praças pecuárias brasileiras
Segundo apurou a Scot Consultoria, o boi gordo direcionado ao mercado interno segue negociado por R$ 297/@, enquanto a vaca e a novilha gordas estão valendo R$ 272/@ e R$ 292/@, respectivamente (preços brutos e a prazo).
A referência para bovinos com até quatro dentes, o chamado boi-China, está em R$ 305/@, em São Paulo, acrescenta a Scot. De modo geral, a IHS acredita que o movimento de baixa da arroba pode perder força ao longo desta semana, deixando os preços mais acomodados nos patamares atuais, considerando as principais praças pecuárias do País acompanhadas pela consultoria. No mercado atacadista, informa a IHS, houve registros de evolução na demanda pela carne bovina ao longo do final de semana, o que animou a cadeia de distribuição e varejo, que devem retornar as compras nesta semana para repor os estoques. O pagamento dos salários neste início do mês também pode ajudar a elevar a procura pela proteína vermelha, acredita a consultoria.
SCOT CONSULTORIA/IHS
Cepea: Preços do boi gordo oscilaram ao longo de maio, mas o movimento predominante no mês foi de queda
No acumulado (entre 29 de abril e 31 de maio), o indicador Cepea teve um recuo de 4% e encerrou o mês precificado em R$ 321,40/@ no estado de São Paulo
A pressão negativa nos preços da arroba veio do crescimento na oferta de boi, como típico neste período do ano, quando as pastagens começam a se deteriorar e o pecuarista acaba disponibilizando os animais para abate, visando evitar gastos com suplementação – ressalta-se que os custos com a alimentação pecuária estão bastante elevados. Além disso, a demanda doméstica fraca também reforçou o movimento de queda nos preços do boi gordo neste mês. Com a inflação alta, o poder de compra da população brasileira está fragilizado, e demandantes buscam proteínas mais baratas, como ovos e frango, em detrimento da carne bovina. Neste cenário, as vendas de carne no mercado atacadista estiveram tão lentas, que a carcaça casada do boi se desvalorizou 6,3% no acumulado de maio. Trata-se da maior baixa no acumulado de um mês, desde janeiro de 2020, quando a retração foi de 8,16%. Considerando-se as médias mensais, a do boi gordo (Indicador CEPEA/B3) foi de R$ 323,10 em maio, queda de 3,6% frente à do mês anterior e de 5,21% em relação à de maio do ano passado, em termos reais (as médias foram deflacionadas pelo IGP-DI). Para a carne (carcaça casada do boi, no mercado atacadista), a média do mês foi de R$ 20,86/kg (ou de R$ 312,90/@), com recuos de 2,9% na comparação mensal e de 4,62% na anual, também em termos reais. Diante disso, em maio, a diferença entre os preços da arroba do boi gordo e da carne foi de 10,2 Reais/arroba, com vantagem para o animal para abate. Esta é a menor diferença desde novembro de 2021 e evidencia a pressão sobre os valores da carne. A aquecida demanda internacional pela carne bovina brasileira e o – consequente – elevado patamar de preço do boi gordo observados nos últimos anos têm levado pecuaristas a realizarem investimentos no setor. E os resultados começam a ser observados. Segundo dados preliminares do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no primeiro trimestre de 2022, foram abatidos no Brasil 6,907 milhões de animais, 4,73% a mais que em 2021. Já frente ao mesmo período de 2020, observa-se baixa no volume abatido, de 5,07%. O movimento no primeiro trimestre de 2022 pode ser considerado uma recuperação. Vale lembrar que, de janeiro a março de 2021, o volume de animais abatidos no Brasil somou apenas 6,595 milhões de cabeças, a menor quantidade para um primeiro trimestre desde 2009, ainda de acordo com dados do IBGE. Além disso, a quantidade abatida de janeiro a março de 2022 ficou 2,02% acima da registrada no último trimestre do ano passado. Ressalta-se, neste ponto, que um movimento de avanço no número de abate entre os trimestres outubro-novembro-dezembro e janeiro-fevereiro-março não era registrado desde 2006 para 2007. E, naquele período, a expansão foi menor que a atual reação, de apenas 1,65%, ainda de acordo com dados do IBGE.
Cepea
ECONOMIA
Dólar à vista fecha em alta de 0,38%, a R$4,7959
O dólar começou a semana em alta, com a cotação acompanhando de perto na segunda-feira as oscilações da moeda norte-americana no exterior, antes de dados de inflação nos EUA e no Brasil e de decisão de política monetária na Europa nos próximos dias
O dólar à vista subiu 0,38%, a 4,7959 reais na venda. Lá fora, o índice do dólar frente a uma cesta de rivais de países desenvolvidos ganhava 0,27% no fim da tarde, perto dos maiores níveis do dia, depois de cair 0,3% na mínima. O fortalecimento do dólar no Brasil e no mundo não por acaso coincidiu com a perda de vigor das bolsas de valores norte-americanas. O índice Dow Jones, que chegou a subir 1,02%, fechou praticamente estável, o que expôs a menor demanda do mercado por ativos de maior risco, como moedas emergentes. A instabilidade no humor de investidores segue bastante ligada às expectativas para a política monetária dos países centrais. O banco central da zona do euro deve sinalizar na próxima quinta-feira alta de juros, o que pode endossar o caminho traçado atualmente pelo BC dos EUA. Na sexta, dados de inflação nos EUA podem novamente trazer surpresas e, junto, volatilidade aos preços das taxas de câmbio. Na próxima semana, os BCs norte-americano e brasileiro anunciam decisões de taxas de juros. O risco de um aperto mais forte nas condições financeiras sobretudo nos EUA tem limitado as avaliações benignas acerca da moeda doméstica, apesar de o Brasil hoje oferecer a maior taxa real de juros entre as principais economias. Em carta mensal de junho, o braço de gestão de recursos do Santander Brasil disse se manter “neutro” na classificação para o real. Os gestores da Santander Asset Management concordam que os juros elevados do Brasil proporcionam um maior diferencial de rendimento a favor da taxa de câmbio, o que, somado ao ciclo “favorável” de commodities, continua a prover suporte a um fortalecimento da moeda brasileira frente ao dólar. “Porém, a deterioração das condições financeiras globais e os riscos fiscais domésticos podem gerar efeitos negativos sobre o real”, ressalvaram.
REUTERS
Ibovespa fecha em queda liderada por Positivo
O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira, após voltar a rondar os 112 mil pontos, com as ações da Positivo Tecnologia liderando as perdas da sessão, que também voltou a mostrar volume negociado abaixo da média do ano.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,77%, a 110.247,91 pontos, segundo dados preliminares. O giro financeiro somava 15 bilhões de reais – ante uma média ao redor de 30 bilhões de reais no ano e em maio.
REUTERS
Mercado financeiro já prevê inflação em 9% neste ano
A previsão está no Boletim Focus do Banco Central, divulgado ontem
O mercado financeiro prevê inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em torno de 9%, neste ano. A estimativa está no Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC). A mediana (desconsidera os extremos das projeções) da previsão dos últimos 30 dias prevê inflação em 8,89%. Se for considerado um período mais recente, de cinco dias, a mediana fica em 9%. Para 2023, a projeção é de que a inflação fique em 4,39% (mediana de 30 dias). Na projeção que considera cinco dias, o índice é 4,5%. As projeções para este ano estão acima da meta de inflação que é de 3,50%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, ou seja, o limite inferior é 2% e o superior, 5%. Para 2023, o centro da meta é 3,25%, com intervalo de 1,75% a 4,75%. O Boletim Focus reúne a projeção de cerca de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Esta é a primeira divulgação do boletim, após cinco semanas de suspensão, em razão da greve dos servidores do BC, que seguem em paralisação. A edição de hoje do boletim tem informações parciais das projeções do mercado financeiro feitas até a última sexta-feira (3). De acordo com o boletim, a taxa básica de juros, a Selic, deve fechar o ano em 13,25% ao ano (mediana de 30 dias e de cinco dias). Atualmente, a Selic está em 12,75% ao ano. Para 2023, o mercado prevê que a Selic fique em 9,75% ao ano (mediana de 30 dias). Na mediana de cinco dias, a previsão é 10,13% ao ano no final de 2023. No boletim parcial, divulgado na segunda-feira, o mercado projeta um crescimento, em 2022, de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Essa é a previsão mediana de 30 dias. A estimativa de cinco dias ficou em 1,5%. Para o próximo ano, a previsão é de um crescimento de 0,76% (30 dias). Considerados os últimos cinco dias, a previsão cai para 0,47%. O Focus também trouxe a expectativa do mercado em relação ao câmbio. Para 2022, o dólar deve ficar em R$ 5,05 (30 dias e cinco dias). Em 2023, a expectativa é de o dólar permaneça estável (R$ 5,05), na previsão de 30 dias, ou chegue em R$ 5,10, na estimativa de cinco dias.
Agência Brasil
Criação de vagas formais de trabalho no Brasil acelera para 196.966 em abril
Mas o grupo de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura fechou 1.021 postos de trabalho no início do segundo trimestre
O Brasil abriu 196.966 vagas formais de trabalho em abril, resultado que representa aceleração na criação de vagas em relação ao mês anterior, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O grupo de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura fechou 1.021 postos de trabalho no início do segundo trimestre. Em março, o país havia registrado abertura líquida de 88.145 empregos. A leitura de abril veio acima da criação de 170.655 postos projetada por analistas em pesquisa da Reuters, e foi a melhor para o mês desde os 216.974 postos de trabalho criados em abril de 2012. O dado de abril é fruto de 1,85 milhão de contratações e 1,66 milhão de desligamentos, e deixou o Brasil com saldo positivo de 770.593 empregos formais no acumulado do ano, contra superávit de 894.664 visto no mesmo período de 2021. A criação de empregos foi puxada em abril pelo setor de serviços, que teve saldo positivo de 117.007 vagas. Os setores de comércio, construção e indústria também apresentaram criação líquida de empregos. O grupo de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura fechou 1.021 postos de trabalho no início do segundo trimestre. No recorte regional, o Sudeste criou 101.279 vagas em abril e o Sul abriu 25.102 postos. O saldo positivo ficou em 25.598 no Centro-Oeste, 29.813 no Nordeste e 12.023 no Norte. Com relação ao salário médio real de contratação, houve aumento em abril após queda registrada no mês anterior. O valor ficou em 1.906,54 reais, ante 1.891,54 em março.
REUTERS
MEIO AMBIENTE
Novo indicador pretende trazer mais transparência para a cadeia da carne bovina
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e o Instituto O Mundo Que Queremos estão desenvolvendo um novo indicador público de transparência e controle da cadeia de produção e comercialização de carne bovina no Brasil: o Radar Verde
Segundo os organizadores, o indicador vai mostrar para os consumidores quais frigoríficos e redes varejistas têm melhor controle e transparência sobre sua cadeia de produção, a fim de garantir que a carne que vendem não causou desmatamento na Amazônia, nem direta, nem indiretamente. “Os consumidores têm papel importante e podem ajudar a frear o desmatamento na maior floresta tropical do planeta exigindo que a carne bovina que comem não venha de áreas de desmatamento. Mas, para garantir a origem da carne, é preciso monitorar toda a cadeia produtiva, começando pela fazenda onde nasce o bezerro e seguindo por todo o caminho que o produto faz até chegar à mesa das pessoas”, disseram os institutos em nota. Nessa primeira edição, 90 frigoríficos com unidades de produção na Amazônia e os 70 maiores varejistas do país, segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), foram convidados a responder um questionário para avaliar seu grau de transparência e controle sobre a cadeia de produção. “Os resultados nos mostrarão o quanto cada empresa consegue aplicar de políticas socioambientais rigorosas em sua cadeia de fornecedores e serão expostos em uma plataforma digital.” A analista de Pesquisa do Imazon, Camila Trigueiro, disse que o Radar Verde está em período de lançamento do primeiro ano de avaliação (2022). De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Radar Verde e realizada pelo Reclame AQUI, os brasileiros acham importante rastrear a carne que consomem. Mais de 40% dos entrevistados responderam que já deixaram de comprar carne de fabricantes associados ao desmatamento ou violação de leis ambientais e 58% afirmaram que a informação clara sobre a procedência da carne é um fato relevante na hora da decisão da compra. Além disso, a maioria (79%) afirmou que quem vende a carne bovina (supermercados e frigoríficos) deve ser responsável por verificar se a produção causou ou está relacionada com o desmatamento. Os consumidores também responderam sobre que tipo de garantia seria suficiente para que eles confiassem que a produção da carne que consomem não está associada ao desmatamento. Todos afirmaram que gostariam de ter acesso a indicadores transparentes sobre as políticas de sustentabilidade dos fabricantes de carne. O déficit de transparência e controle dessa cadeia produtiva deve afetar cada vez mais as vendas das empresas. Entre os mais de 9 mil consumidores que responderam à pesquisa, 4.008 disseram que já deixaram de comprar carne de fabricantes publicamente associados ao desmatamento e 43% afirmaram que a marca da carne é um fator importante na hora da escolha. Caso a rastreabilidade fosse regra, 73% dos consumidores disseram que deixariam de comprar em supermercados e frigoríficos que não conseguem garantir a procedência da carne que vendem e que a produção não causou desmatamento.
CARNETEC
FRANGOS & SUÍNOS
Índice global de preços de carnes sobe para novo recorde em maio
Aumento foi impulsionado pela forte alta nos preços globais da carne de frango
O índice global de preços de carnes medido pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) subiu 0,5% em maio, em relação a abril para um novo recorde de 122 pontos, disse a FAO em comunicado na sexta-feira (03). O aumento foi impulsionado principalmente pela forte alta nos preços globais da carne de frango que mais que compensaram quedas nos preços das carnes suína e ovina. “Em maio, os preços de carne de frango subiram refletindo as contínuas disrupções na cadeia de fornecimento na Ucrânia e recentes casos de Influenza Aviária em meio a um aumento na demanda na Europa e no Oriente Médio”, disse a FAO. Os preços de carne bovina ficaram estáveis, já que o aumento na oferta do Brasil e da Oceania colaborou para atender à alta demanda. Já os preços de carne suína caíram devido ao aumento da oferta global, especialmente na Europa Ocidental, em meio à fraca demanda interna e expectativas em relação ao esquema de ajuda da Comissão Europeia ao armazenamento privado de carne suína. Os preços internacionais da carne ovina também caíram, refletindo o impacto dos movimentos cambiais. Os preços das carnes são considerados para calcular o índice global de preços de alimentos da FAO, que também inclui os valores para açúcar, óleos vegetais, cereais e laticínios. O índice global de preços de alimentos da FAO caiu 0,6% em maio, ante abril, a 157,4 pontos.
CARNETEC
Suínos: mercado em alta na segunda-feira
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF subiu 5,26%/4,76%, chegando em R$ 100,00/R$ 110,00, assim como a carcaça especial que aumentou 3,85%/3,66%, custando R$ 8,10 o quilo/R$ 8,50 o quilo
Na cotação do animal vivo, conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (3), ficaram estáveis os valores no Paraná, valendo R$ 4,35/kg, e no Rio Grande do Sul, custando R$ 4,49/kg. Houve alta de 3,32% em São Paulo, alcançando R$ 5,60/kg, avanço de 2,66% em Minas Gerais, cotado em R$ 6,18/kg, e de 1,60% em Santa Catarina, fechando em R$ 4,45/kg.
Cepea/Esalq
Mercado do frango continua em estabilidade
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave no atacado teve alta de 1,74%, chegando em R$ 7,02/kg, enquanto o frango na granja ficou estável, valendo R$ 6,00/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço, em Santa Catarina, a ave não mudou de preço, valendo R$ 4,18/kg, assim como no Paraná, custando R$ 5,55/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à sexta-feira (3), tanto a ave congelada quanto a resfriada ficaram estáveis, custando, respectivamente, R$ 7,68/kg e R$ 7,69/kg.
Cepea/Esalq
Após 8 anos, preço externo da carne de frango brasileira volta a superar os US$2.000/t
Dados da FAO, embora preliminares, indicam que, nas exportações de carne de frango, o produto in natura voltou a superar a marca dos US$2.000,00 por tonelada embarcada
Na história das exportações brasileiras de carne de frango várias vezes essa marca foi superada. Em 2008 (agosto/setembro), em 2011 (em seis ocasiões diferentes), em 2012 (quando foi registrado o atual recorde de preços do setor: US$2.204,17 por tonelada) e em 2013 (de fevereiro a junho). Mas a última vez que isso ocorreu foi há oito anos, em 2014, ocasião em que o preço médio do mês (junho) se aproximou dos US$2.030,00/tonelada. Analisando-se resultados anteriores constata-se que o preço apontado pela FAO para maio passado – US$2.063,65/tonelada – já se encontra entre os melhores até aqui registrados na história das exportações brasileiras de carne de frango. Entre fevereiro e maio os preços registrados evoluíram a uma média muito próxima dos 5% ao mês, índice que mantido nestes próximos dois meses pode fazer com que, logo na abertura do segundo semestre de 2022, o recorde mantido desde 2013 seja superado.
AVESITE
Iraque relata surto de gripe aviária em granja
O Iraque relatou um surto de gripe aviária H5N8 altamente patogênica, comumente chamada de gripe aviária, em uma fazenda a sudeste de Bagdá, disse a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) nesta sexta-feira.O surto no mês passado na granja na província de Wasit matou 24.060 aves de um bando de 158.000, disse a OIE com sede em Paris, citando um relatório de seu delegado iraquiano.
REUTERS
ABRAFRIGO
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