CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1593 DE 14 DE OUTUBRO DE 2021

clipping

Ano 7 | nº 1593 | 14 de outubro de 2021

 

ABRAFRIGO NA MÍDIA

Avança na Câmara PL do autocontrole dos frigoríficos sobre boa parte de suas atividades

Aprovado na comissão de Agricultura, ele segue para mais duas comissões da Câmara dos Deputados

Horário estendido nos frigoríficos é uma das possibilidades que a lei, se aprovada, facilitará. O Projeto de Lei 1.293/2021, que institui os programas de autocontrole por agentes privados, ainda que regulados pela Defesa Agropecuária, deu mais um passo para se tornar lei. No dia 22 de setembro, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara dos Deputados, aprovou o substitutivo do deputado Domingos Sávio (PSDB-MG). Agora, o PL será analisado por mais duas comissões na Casa – a de Finanças e Tributação e a de Constituição e Justiça –, nas quais, se aprovado, seguirá para aprovação do Senado – sem passar pelo plenário da Câmara – e, finalmente, à sanção presidencial. O setor de frigoríficos comemorou a aprovação do substitutivo. Na prática, o PL abre a possibilidade de, no caso dos abatedouros, haver um controle próprio de algumas atividades nas unidades industriais. Para Paulo Mustefaga, Presidente-Executivo da Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos), isso permitirá maior flexibilidade, tanto para as empresas ‒ que poderão, por exemplo, operar em horários estendidos ‒ quanto para a fiscalização federal, que poderá atuar “de forma mais focada em segmentos essenciais e prioritários”.

REVISTA DBO

NOTÍCIAS

Recuos nos preços da arroba do boi gordo em São Paulo

A cotação da arroba do boi gordo caiu R$3,00/@ na última quarta-feira (13/10) em São Paulo

Sem novidades com relação às exportações para a China e com o escoamento lento no mercado doméstico, a cotação da arroba do boi gordo caiu R$3,00/@ na última quarta-feira (13/10) em São Paulo, na comparação com o último fechamento (11/10). Para a vaca gorda, a queda foi de R$2,00/@ no estado e a cotação da novilha gorda ficou estável. Os compradores têm adquirido um volume reduzido de rebanhos e estão trabalhando com a escala de abate irregular. Assim, segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi, a vaca e a novilha gordos foram negociados, respectivamente, por R$277,00/@, R$263,00/@ e R$282,00/@, preços brutos e a prazo nas praças paulistas.

SCOT CONSULTORIA

Boi: arroba tem novas quedas em algumas regiões, diz Safras & Mercado

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a volta do feriado teve mais quedas para a arroba em algumas regiões acompanhadas

Em Dourados (MS), a arroba passou de R$ 271 para R$ 270/271 e em Cuiabá (MT), foi de R$ 263 para R$ 260. Em São Paulo, capital, a referência permaneceu em R$ 274, na modalidade a prazo. Na B3, as cotações dos contratos futuros do boi gordo tiveram forte recuo e o contrato para outubro chegou ao menor valor desde o dia 28 de dezembro do ano passado. O ajuste do vencimento para outubro passou de R$ 277,90 para R$ 272,05, do novembro foi de R$ 288,75 para R$ 280,20 e do dezembro foi de R$ 298,80 para R$ 292,00 por arroba.

AGÊNCIA SAFRAS 

Preço do boi rola ladeira abaixo, mas queda não chega ao bolso do consumidor

Com a saída da China do mercado, cotação da arroba cai 13% em 30 dias, recuando para R$ 270

Em outubro, devido a interrupção chinesa de compras de carne bovina brasileira, ocorrida no mês passado, as exportações totais dessa proteína recuaram para 5.072 toneladas por dia útil, 43% a menos do que no mês passado. Os dados são da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) e consideram apenas as vendas externas de carne fresca, resfriada ou congelada. Sem a China, o Brasil não deverá repetir o recorde de 187 mil toneladas exportadas de carne in natura em setembro. Acompanhamento da Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos) mostrou que, de janeiro a setembro, a China ficou com 65% da carne bovina desossada e congelada exportada pelo Brasil. O valor médio da tonelada deste mês, ao recuar para US$ 5.341, é 8% inferior ao do mês imediatamente anterior. Apesar dessa queda, a demanda internacional faz com que o preço da carne se mantenha 26% superior ao de outubro de 2020. Coleta diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) indica que a arroba está em R$ 270 em São Paulo, 13% a menos do que há um mês. Bom para os chineses. No final de junho, a arroba de boi gordo valia US$ 65 no Brasil, valor que recuou para US$ 59 há um mês. Atualmente está em US$ 49 (R$ 272). A queda no preço da arroba de boi ainda não chegou ao consumidor. IPCA do IBGE e IPC da Fipe mostraram estabilidade nos dados de setembro. Em geral, a incorporação dos preços na taxa inflacionária, quando eles estão em alta, é rápida. Na queda, o recuo demora de seis a oito semanas. Ao contrário do boi, o frango mantém bom ritmo nas exportações. Nestes primeiros dias de outubro, as vendas externas somam 18,5 mil toneladas por dia útil, mesmo volume de setembro. Em relação a outubro de 2020, a alta é de 25%. Já as exportações de carne suína recuaram para 4.281 toneladas por dia, 12% a menos do que no mês imediatamente anterior, quando, pela primeira vez, superaram 100 mil toneladas em um único mês.

FOLHA DE SÃO PAULO 

Pecuarista observa nova queda no preço do boi enquanto aguarda resposta da China

O movimento de preço de queda do boi segue no mercado físico, com o mercado digerindo a suspensão das exportações para a China

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços mais baixos na quarta-feira, 13. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, muitos frigoríficos voltaram a exercer pressão na volta do feriado nacional, ofertando preços mais baixos. “No entanto, as negociações aconteceram de maneira pontual no decorrer do dia. A tendência é que os frigoríficos mantenham as tentativas de compra em patamares mais baixos enquanto não houver uma posição concreta por parte da China em relação ao autoembargo”, assinalou Iglesias. “A situação do pecuarista é bastante complicada neste momento”, alerta o analista. Os criadores enfrentam altos custos de manutenção dos animais nos confinamentos, ao mesmo tempo em que as chuvas no Centro-Sul são um complicador adicional, dificultando o manejo. Em relação à China, o mercado continua sem novidades, ainda sem um parecer claro por parte do grande importador de carne bovina do Brasil, apesar da inexistência de um entrave sanitário. Com isso, em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 274 na modalidade à prazo, estável na comparação com a terça-feira. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 255, inalterada. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 270 – R$ 271, contra R$ 271. Em Cuiabá, a arroba foi precificada em R$ 260, ante R$ 263. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 275 a arroba, estáveis. A carne bovina permaneceu com preços estáveis no mercado atacadista. No entanto, o viés para o curto prazo é de queda, considerando a situação dos estoques dos frigoríficos. “As unidades habilitadas a exportar para a China permanecem com câmaras frias abarrotadas, e já aumenta a possibilidade de terem que disponibilizar esse estoque no mercado doméstico, o que teria forte potencial para derrubar os preços da carne bovina no atacado e no varejo, e isso implicaria em queda dos preços das demais proteínas de origem animal”, disse Iglesias. Com isso, o quarto traseiro seguiu a R$ 21 por quilo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 14,50 por quilo. A ponta de agulha permaneceu a R$ 14 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

BC derruba dólar com US$1 bi em swaps, mas moeda fica acima de R$5,50

O dólar fechou em baixa na quarta-feira por uma intervenção surpresa do Banco Central no mercado de câmbio quando o real liderava as perdas entre os pares globais

Ainda assim, a cotação encerrou acima da linha psicológica de 5,50 reais, tida como um termômetro de maior aversão a risco depois de eventos recentes que catapultaram a moeda acima desse patamar. Profissionais lembraram que a moeda está numa espiral de pessimismo que fez mesmo especuladores estrangeiros virarem de mão e passarem a apostar contra. O risco interno ligado à política fiscal, o cenário de inflação bastante pressionada e a derrocada nas projeções de crescimento para 2022, ano eleitoral, compõem um quadro negativo para a taxa de câmbio num momento em que a possibilidade de aperto monetário nos EUA e problemas na China causam chacoalhões nos mercados emergentes. O dólar à vista caiu 0,55%, a 5,508 reais na venda. Segundo um analista de câmbio de um banco estrangeiro, a queda livre do dólar na sequência se deveu ao “efeito surpresa” da operação e ao lote maior de swaps, o que acabou pegando o mercado no contrapé e forçou uma virada de mão dos “comprados” em dólar (que apostam na apreciação da divisa). O volume de swaps colocado nesta quarta-feira foi o dobro do vendido na última vez que o BC recorreu a esse instrumento de forma extraordinária, em 30 de setembro. O leilão sem aviso desta quarta se soma às ofertas líquidas e às operações de rolagem que a autarquia vem realizando nos últimos dias como forma de prover liquidez ao mercado num momento de forte demanda por dólar –relacionada ao desmonte de proteções cambiais pelos bancos (“overhedge”) e ao fim do ano, quando aumentam as remessas de lucros e dividendos.

REUTERS 

Ibovespa fecha em alta apoiado em ações ligadas ao mercado doméstico

O principal índice da bolsa brasileira subiu nesta quarta-feira, seguindo a tendência global de maior apetite por risco e apoiado sobretudo em ações ligadas ao mercado doméstico

De acordo com números preliminares, o Ibovespa subiu 1,31%, aos 113.653,06 pontos, montado principalmente sobre ações de empresas de consumo, construtoras, e de comércio eletrônico. O giro financeiro da sessão, marcada pelo vencimento dos contratos de futuros, somava 29,7 bilhões de reais.

REUTERS 

Ministério mantém estimativa para o valor da produção agropecuária do país em 2021 em R$ 1,1 tri

Montante é 10% superior ao calculado para o ano passado

Embora tenha ajustado levemente para baixo suas estimativas para soja, milho e bovinos, o Ministério da Agricultura voltou a manter em R$ 1,1 trilhão sua previsão para o valor bruto da produção (VBP) agropecuária do país em 2021, em parte graças à melhora do cenário para produtos como algodão e frango. O montante é 10% superior ao cálculo da Pasta para 2020, em valores já ajustados pela inflação. Lavouras Para o VBP das 21 lavouras que compõem o levantamento, a projeção passou de R$ 749,9 bilhões, em setembro, para R$ 746,8 bilhões, 12% mais que em 2020 (R$ 666,6 bilhões). No caso da soja, carro-chefe do agronegócio brasileiro, o montante voltou a ser reduzido, em decorrência da queda dos preços, e passou a ser projetado em R$ 360,3 bilhões, ainda 28,4% acima do ano passado. Para o milho, que teve a segunda safra do ciclo 2020/21 golpeada pelo clima, o ministério agora prevê R$ 121,6 bilhões, ante os 122,9 bilhões projetados em setembro e os R$ 114,5 bilhões do ano passado. Entre as principais lavouras cultivadas no país, também deverão crescer em 2021 os VBPs da cana (1,9%, para R$ 83 bilhões), do algodão (13,7%, para R$ 29,8 bilhões), do arroz (3,3%, para R$ 20,3 bilhões) e do trigo (37,6%, para R$ 12,8 bilhões). Em contrapartida, são esperadas quedas para café (9,9%, para R$ 36,4 bilhões), banana (8,6%, para R$ 12,6 bilhões), mandioca (6,1%, para R$ 11,4 bilhões), feijão (14,7%, para R$ 13,1 bilhões), tomate (19,4%, para R$ 10,3 bilhões) e cacau (2,5%, para R$ 3,9 bilhões). Para o conjunto das cinco principais cadeias da pecuária, o ministério ajustou sua projeção para o VBP em 2021 de R$ 356,5 bilhões para R$ 356,7, com alta de 8,4% ante 2020 (R$ 336,2 bilhões). O segmento é liderado pelos bovinos, cujo VBP passou a ser estimado em R$ 153,9 bilhões, ante os R$ 155 bilhões previstos em setembro, mas ainda 6,6% acima de 2020. Para o frango, a previsão passou a ser de avanço de 14,7% na mesma comparação, já que o montante subiu de R$ 103,4 bilhões para R$ 104,8 bilhões, enquanto para os suínos o valor foi levemente corrigido para R$ 30,3 bilhões, em queda de 4,8%. O ministério também projeta avanço para o leite (0,3%, para R$ 50,1 bilhões) e baixa para os ovos (6,3%, para R$ 17,5 bilhões).

VALOR ECONÔMICO 

MEIO AMBIENTE 

Novo guia visa ajudar varejistas a monitorar origem da carne bovina

O programa Boi na Linha, desenvolvido pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), lança nesta quinta-feira (14) uma ferramenta para ajudar varejistas a monitorar seus fornecedores de carne bovina produzida na região amazônica, evitando compras de produtos irregulares

O Guia para a Elaboração da Política de Compras de Carne Bovina do Varejo foi realizado em parceria com o Carrefour, GPA, Assaí e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), segundo nota divulgada pelo Boi na Linha na quarta-feira (13). O guia é um passo a passo para o desenvolvimento de políticas de compras com critérios que impeçam a aquisição de carne bovina produzida em áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia, que utilizem trabalho escravo ou que tenham outras irregularidades ambientais e sociais. Os varejistas terão acesso a uma lista de acordos que devem ser respeitados como o Protocolo de Monitoramento de Fornecedores de Gado da Amazônia, o Termo de Cooperação Técnica pela Pecuária Sustentável, assinado entre o MPF e a Abras em 2013, e o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Carne Legal, assinado por diversas empresas frigoríficas desde 2009. O guia também fornece exemplos de critérios que os varejistas poderão seguir além de aspectos importantes para que a política de controle de fornecedores funcione, como o estabelecimento de metas mensuráveis e factíveis, o engajamento dos fornecedores e a distribuição de responsabilidades entre a equipe. O guia sugere ainda auditorias que comprovem o cumprimento da política junto aos fornecedores, e a comunicação do status de cumprimento da política de forma transparente aos consumidores. “O Boi na Linha já conta com o Protocolo de Monitoramento dos Fornecedores de Gado, voltado aos frigoríficos. Agora, com o guia voltado aos varejistas, ajudará a fortalecer mais um elo da cadeia produtiva”, disse a gerente de Clima e Cadeias Agropecuárias do Imaflora, Isabel Garcia Drigo. “O próximo passo será engajarmos os principais varejistas que atuam na região amazônica, além de outros de alcance nacional.”

O Imaflora planeja realizar workshops nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Rondônia, Mato Grosso e São Paulo para apresentar o material aos empresários.

CARNETEC 

Com 156 milhões de hectares, pecuária é a que mais usa terra no Brasil

Estudo do MapBiomas aponta que as áreas degradadas diminuíram, mas ainda representam 53% da extensão total

A pecuária é a atividade de maior uso da terra no Brasil, segundo novo estudo do MapBiomas. São 156 milhões de hectares, o que equivale a praticamente todo o Estado do Amazonas. Lançado na quarta-feira (13/10), o levantamento aponta que a área de pasto cresceu 200% da Amazônia durante o período avaliado, de 1985 a 2020. Os pesquisadores ponderam que a extensão de terras destinada à pecuária pode ser maior, se forem consideradas também áreas de campos naturais, principalmente nos biomas do Pampa e Pantanal, e áreas de integração lavoura-pecuária, onde o mapeamento não considerou a separação entre as atividades. Ao avaliar as imagens de satélite no acumulado entre 2000 e 2020, houve queda nas áreas com sinais de degradação de 70% para 53%. No caso das pastagens severamente degradadas, a redução é ainda mais expressiva, saindo de 46,3 milhões de hectares em 2020 para 22,1 milhões em 2020, o que representa 14% das pastagens brasileiras. Se avaliada a performance de cada bioma, a retração nas áreas severamente degradadas foi mais percebida na Amazônia (60%), Cerrado (56,4%), Mata Atlântica (52%) e Pantanal (25,6%). “A qualidade das pastagens tem importância estratégica para o produtor e para o país. Por outro lado, pastagens degradadas agravam a contribuição do setor agropecuário para as emissões dos gases que estão alterando o clima, com efeitos perversos sobre a própria atividade agropecuária”, explica Laerte Ferreira, professor e pró-reitor de Pós-Graduação (PRPG) da Universidade Federal de Goiás e Coordenador do levantamento de pastagens do MapBiomas. Ele conta que, a partir da análise de imagens de satélite, foi possível detectar duas fases diferentes no processo de conversão de área de floresta para pastagens no decorrer dos 35 anos. Entre 1985 e 2006, houve alta de 46,3% na extensão ocupada por pastagens. Já entre 2006 e 2020, houve retração de 5% na área total de pastagem. No caso específico da Amazônia, as imagens de satélite mostram que a pecuária aumentou cerca de 200% entre 1985 e 2020, acumulando 56,5 milhões de hectares, o que a torna o bioma com maior extensão de pastagens cultivadas. Na sequência, aparecem Cerrado (47 milhões de hectares), Mata Atlântica (28,5 milhões de hectares), Caatinga (20 milhões de hectares) e Pantanal (2,4 milhões de hectares). Em termos percentuais, o bioma mais ocupado por pastagens cultivadas é a Mata Atlântica, com 25,7%, seguido por Cerrado (23,7%), Caatinga (23,1%), Pantanal (16%) e Amazônia (13,4%). Os estados líderes em área de pastagem são Pará (21,5 milhões de hectares), Mato Grosso (21 milhões de hectares) e Minas Gerais (19,3 milhões de hectares).

GLOBO RURAL

FRANGOS & SUÍNOS

Rússia relata grave caso de gripe aviária em duas granjas, diz OIE

A Rússia relatou surtos de gripe aviária altamente patogênica em duas granjas avícolas no sul do país, disse a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) na quarta-feira. Citando um relatório das autoridades veterinárias da Rússia, a OIE com sede em Paris disse que o vírus encontrado era do sorotipo H5, mas não deu mais detalhes.

REUTERS 

INTERNACIONAL

Importações de carne de setembro pela China caíram 17% em relação ao ano anterior

As importações de carne pela China em setembro caíram drasticamente em relação ao ano anterior para o menor nível em 19 meses, mostraram dados alfandegários na quarta-feira, à medida que a carne suína doméstica barata reduziu a demanda por oferta no exterior

A China importou 694 mil toneladas de carne em setembro, uma queda de 17% em relação ao mesmo mês do ano anterior, de acordo com a Administração Geral das Alfândegas. Os embarques nos primeiros nove meses do ano foram de 7,38 milhões de toneladas, uma queda de 0,4% em relação aos volumes do ano passado, mostraram os dados. As importações de setembro também caíram em relação às 758.000 toneladas trazidas em agosto e foram as mais baixas desde fevereiro de 2020. Os preços domésticos da carne suína PORK-CN-TOT-D despencaram este ano, depois que a produção aumentou devido aos esforços bem-sucedidos para reabastecer e expandir as fazendas após uma epidemia de peste suína africana que dizimou os rebanhos durante 2018 e 2019. Os preços estão atualmente em 15,2 yuans (US $ 2,36) por quilo, um terço do que eram no início do ano. Pequim interveio para sustentar os preços, lançando uma nova rodada de estoques para suas reservas estaduais neste mês, depois de comprar 50 mil toneladas em julho. Os produtores ainda estavam perdendo mais de 500 yuans por porco em agosto, de acordo com dados do Ministério da Agricultura.

REUTERS

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