CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 1577 DE 21 DE SETEMBRO DE 2021

 

clipping

Ano 7 | nº 1577 | 21 de setembro de 2021

 

NOTÍCIAS

Boi: mercado segue lento no início da semana

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a semana teve início com fluxo inexpressivo de negócios no mercado físico do boi gordo

Segundo o analista Fernando Iglesias, o volume negociado acaba ficando totalmente concentrado no atendimento ao mercado doméstico e a destinos menos relevantes na pauta de exportação. Na B3, as cotações dos contratos futuros do boi gordo tiveram alta em toda a curva pelo segundo dia consecutivo. Porém, enquanto não houver posicionamento da China, os preços terão variações bem limitadas. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 301,35 para R$ 302,50, do outubro foi de R$ 306,05 para R$ 307,85 e do novembro foi de R$ 315,00 para R$ 317,05 por arroba.

AGÊNCIA SAFRAS

Boi gordo: mercado segue em ritmo lento, à espera da retomada dos embarques à China

“A China continua a não dar nenhum indicativo oficial de que quando irá suspender as restrições”, relatou a Agrifatto em boletim divulgado na manhã da segunda-feira, 20 de setembro

O mercado brasileiro do boi gordo abriu a semana em ritmo lento, aguardando uma resposta (favorável) em relação aos embarques de carne bovina à China, que seguem suspensos desde o início de setembro, depois da confirmação de dois casos atípicos de vaca louca (Encefalopatia Espongiforme Bovina-EEB) no Brasil (em Minas Gerais e no Mato Grosso). Na visão dos analistas da Agrifatto, o não posicionamento do governo chinês até o fim desta semana “pode trazer consequências desastrosas aos embarques de outubro/21”.  “Cabe a ressalva de que a China passa por um calendário conturbado neste momento, com feriados nesta e na próxima semana”, acrescentou a consultoria. Apesar das indefinições em relação ao mercado chinês, nesta segunda-feira, 20 de setembro, os preços da arroba ficaram estáveis na maioria das regiões brasileiras, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário. Nas praças paulistas, o boi gordo segue valendo R$ 302/@, enquanto a vaca e novilha prontas para abater são negociadas por R$ R$ 285/@ e R$ 299/@, respectivamente (preços brutos e a prazo), segundo dados da Scot Consultoria.

PORTAL DBO

Datafolha mostra que 67% da população reduziu consumo de carne

No geral, 85% dos brasileiros cortaram algum item alimentício básico

Pesquisa Datafolha realizada de 13 a 15 de setembro mostra que 85% dos brasileiros reduziram o consumo de algum item alimentício desde o início do ano, com destaque para carne de boi, refrigerantes e sucos e laticínios. No sentido contrário, cresceu o consumo de ovo como proteína substituta. De acordo com o levantamento, 67% cortaram o consumo de carne vermelha; 51% o de refrigerantes e sucos e 46% o de leite, queijo e iogurte. Pão francês, pão de forma e outros pães aparecem com 41% de redução. Outros itens básicos, como arroz, feijão e macarrão, estão sendo menos consumidos por 34%, 36% e 38% da população, respectivamente. O consumo de frango, porco e outros tipos de carne e do grupo frutas, legumes e verduras também teve queda relevante. Nesses casos, no entanto, também se destaca o percentual de entrevistados que disse ter aumentado a compra desses itens. Isso pode indicar uma substituição de itens da cesta básica. Esse fenômeno é percebido melhor na questão dos ovos: 50% das pessoas aumentaram o consumo do produto e 20% reduziram. De acordo com a pesquisa Datafolha, não há grande diferença entre o percentual de pessoas com redução no consumo de itens alimentícios na abertura por idade ou escolaridade, todos com percentual em torno da média de 85%. Por faixa de renda, os percentuais são altos mesmo nas famílias com renda acima de dez salários mínimos: 67% relatam ter cortado algum desses produtos. Na faixa até dois salários, são 88%. Por ocupação, destacam-se abaixo da média os empresários (67%). O percentual fica em 75% no Sul e 89% no Nordeste. Há diferenças também entre homens (82%) e mulheres (87%); pretos (91%) e brancos (82%); pessoas que avaliam o governo positivamente (73%) e negativamente (89%).

FOLHA DE SÃO PAULO 

Exportação de carne bovina alcança 130,5 mil toneladas na terceira semana de setembro/21

O volume exportado de carne bovina in natura movimentada foi 130,5 mil toneladas até a terceira semana de setembro.  No ano passado, o volume exportado no mês chegou a 142,3 mil toneladas, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex)

“É provável que vejamos o resultado mais efetivo do embargo da China sobre a carne bovina brasileira na última semana deste mês ou na primeira semana de outubro. Não devemos ter novidades sobre a suspensão do embargo da China no curto prazo, já que ocorre o feriado de Festival da Lua na potência asiática”, disse o Analista da Safras e Mercado, Fernando Henrique Iglesias.  A média diária exportada de carne bovina alcançou 10,8 mil toneladas na terceira semana de setembro, o que representa alta de 60,46% diante da média do total exportado no ano passado, 6,77 mil toneladas. Os preços médios na terceira semana de setembro foram de US$ 5.810 por tonelada, alta de 41,86% frente a setembro de 2020, com US$ 4.095 por tonelada. A média diária ficou em US$ 63,1 milhões, alta de 127,63% diante de setembro do ano passado, com US$ 27,7 milhões.

AGÊNCIA SAFRAS 

Semana começa com lentidão na negociação do boi gordo

“O feriado na China tende a prejudicar a liberação das exportações brasileiras, ou seja, é muito provável que o embargo se arraste no decorrer da semana”, observa analista

O mercado físico do boi gordo inicia a semana apresentando inexpressivo fluxo de negócios. Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado, o volume de negociações ainda se concentra no atendimento ao mercado doméstico e de outros mercados menos importantes para a exportação. “O feriado na China tende a prejudicar a liberação das exportações brasileiras, ou seja, é muito provável que o embargo se arraste no decorrer da semana, mantendo as indústrias habilitadas a exportar para a China em compasso de espera. O trabalho logístico é árduo neste momento, com os frigoríficos ainda remanejando suas escalas de abate e ainda no aguardo para liberar a carne estocada em câmaras frias ou nos portos”, comenta. Quanto mais tempo para que o embargo seja levantado, maiores as complicações para o mercado pecuário brasileiro, coloca. Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou estável em R$ 304 na modalidade à prazo. Em Goiânia (GO), a arroba avançou de R$ 285 para R$ 290. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 302, estável. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 284, contra R$ 285 de sexta-feira. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 302, contra R$ 304 da sexta-feira. O mercado atacadista permanece com preços acomodados. O ambiente de negócios sugere para pouco espaço para reajustes no curto prazo. Quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,30. Ponta de agulha também permanece precificada a R$ 16,30, por quilo. Quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50, por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

ECONOMIA

Real tem pior desempenho no mundo nesta 2ª com aversão a risco e ansiedade sobre dobradinha Fed-Copom

De forma geral ativos emergentes e correlacionados a commodities sofreram em bloco, por temores de contágio dos problemas financeiros da incorporadora chinesa Evergrande à percepção de risco para emergentes como um todo e o dólar foi a R$ 5,33

Algum arrefecimento nas perdas nos mercados internacionais no fim do pregão permitiu que o dólar finalizasse a jornada a alguma distância da máxima intradiária –de 5,3782 reais (+1,72%). Na mínima, a cotação ganhou 0,36%, a 5,3067 reais. O dólar rompeu duas resistências técnicas principais nesta sessão: a linha psicológica dos 5,3000 reais e a média móvel de 200 dias (5,3136 reais). “O dólar subiu pela demanda por segurança e, se a moeda conseguir romper as resistências de maneira firme, podemos ver espaço para mais alta”, disse Anilson Moretti, Chefe de câmbio da HCI Investimentos. “O que poderia dar algum alívio seria uma combinação de Copom mais duro e um Fed postergando fim dos estímulos e início de alta de juros”, completou. O nervosismo dos mercados nesta semana tem lastro ainda na expectativa pelos resultados de reuniões de diversos bancos centrais pelo mundo nos próximos dias, com investidores de Brasil mirando as decisões do Fed (banco central dos EUA) e do Copom (colegiado que define os juros no Brasil) –ambas na quarta-feira. O saldo das perspectivas para os dois BCs é um aumento dos juros nominais implícitos em contratos de taxa de câmbio do real, o que em tese elevaria a atratividade da moeda brasileira. Essa taxa embutida está em cerca de 7,4% ao ano para seis meses e em 8,3% para um ano –ante 1,3% e 2,3% no começo de 2021, respectivamente.

REUTERS

Ibovespa cai para mínima em quase 10 meses

Pressionado sobretudo por ações de empresas de commodities e de bancos, o Ibovespa teve baixa de 2,33%, aos 108.843 pontos, com a quinta queda seguida levando-o ao menor fechamento desde os 107.378 pontos de 23 de novembro do ano passado. O giro financeiro da sessão somou 34,9 bilhões de reais.

O aparentemente inevitável calote no pagamento de juros de dívida por parte da gigante Evergrande nos próximos dias avivou temores de crise no setor imobiliário chinês, o que traria consequências de larga escala para as economias local e global. Um dos segmentos que na semana passada já vinha refletindo a dimensão do estrago potencial, o mercado de minério de ferro viu a cotação da commodity ter outra derrocada de 8%, acumulando uma baixa de 55% em apenas dois meses. Aqui, ações da Vale e de siderúrgicas estiveram entre as de maiores baixas. A queda do preço do petróleo também pressionou Petrobras. “O Brasil sofre muito, visto que duas das principais ações do Ibovespa são afetadas diretamente pelas commodities”, afirmou Filipe Fradinho, analista da Clear Corretora. Segundo profissionais do mercado, isso se aliou a outros fatores que já têm feito investidores preferirem evitar ativos de maior risco, como os sinais de maior aperto monetário para conter a inflação. Dois desses sinais devem vir na quarta-feira. Nos Estados Unidos, são aguardados sinais de um comitê do Federal Reserve de redução nas compras de títulos, programa que tem ajudado a dar liquidez ao mercado e ajudar na retomada da economia atingida pelos efeitos da pandemia da Covid-19. Também na quarta, espera-se que o Comitê de Política do Banco Central no Brasil eleve novamente a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para 6,25% ao ano, além de indicar novos aumentos até o fim do ano para tentar conter a inflação.

REUTERS 

Expectativa para inflação vai acima de 8% este ano e contas para Selic sobem, mostra Focus

A projeção do mercado para a inflação no Brasil neste ano foi acima de 8% e trouxe consigo expectativas de maior aperto monetário tanto em 2021 quanto em 2022

A pesquisa Focus do Banco Central divulgada na segunda-feira mostrou que a estimativa para a alta do IPCA este ano disparou pela 24ª semana seguida e chegou a 8,35%, de 8,0% antes. Para 2022 o cálculo também aumentou, a 4,10%, de 4,03%. Ambos os resultados ficam bem acima do centro da meta do governo, de 3,75% para este ano e de 3,50% para o próximo, ambas com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Diante do forte cenário inflacionário, os especialistas consultados passaram a ver a taxa básica de juros em 8,25% ao final de 2021 e 8,50% em 2022, de 8,0% para ambos os anos no levantamento anterior. Para a reunião do BC esta semana, a projeção continua sendo de uma elevação de 1 ponto percentual na Selic, atualmente em 5,25%. Já a perspectiva para crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano permaneceu em 5,04%, mas para 2022 caiu em 0,09 ponto percentual, a 1,63%.

REUTERS 

MEIO AMBIENTE

Amazônia fecha agosto com maior área desmatada nos últimos 10 anos

Acumulado desde janeiro é 48% maior do que o registrado no mesmo período de 2020, aponta Imazon

Uma área de 1.606 km² foi desmatada na Amazônia em agosto. A destruição foi a pior do mês de agosto dos últimos 10 anos, além de ter sido o quinto mês de 2021 em que o desmatamento atingiu o pior cenário desde 2012, junto com maio, abril, maio e julho. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Em relação a agosto de 2020, a área desmatada neste ano, equivalente a cinco vezes o tamanho de Belo Horizonte, é 7% superior. Já o acumulado de janeiro a agosto, de 7.715 km², é 48% maior do que no mesmo período de 2020. “Se quisermos evitar que o ano feche com a maior área desmatada da década, precisamos urgentemente adotar ações mais efetivas, como aumentar o embargo de terras já desmatadas ilegalmente e intensificar operações de fiscalização, com a devida punição dos desmatadores”, alerta Antônio Fonseca, pesquisador do Imazon. Além disso, o especialista aponta que é preciso destinar terras públicas ainda sem uso definido para criação de novas áreas protegidas, como unidades de conservação, terras indígenas e territórios quilombolas. Outra medida, segundo ele, é barrar projetos de lei que flexibilizam regras para regularização fundiária, retiram direitos dos povos indígenas e reduzem áreas protegidas. Desde maio, o Pará segue como o Estado que mais desmata na Amazônia. Só em agosto, foram 638 km². Essa área representa 40% de toda a devastação na Amazônia Legal e é maior do que São Luís. Além disso, no mesmo mês, o Pará concentrou seis das 10 unidades de conservação do ranking das que mais desmataram e metade dos municípios, terras indígenas e assentamentos.

GLOBO RURAL

FRANGOS & SUÍNOS

Após registro de PSA no Haiti, ABPA reforça campanha total de prevenção no setor

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) colocou o setor em campanha total de prevenção à Peste Suína Africana (PSA) em território nacional, após a notificação das autoridades sanitárias do Haiti sobre a ocorrência da enfermidade em seu território. Localizado na ilha de Hispaniola – segunda maior ilha das Grandes Antilhas – o Haiti divide o território insular com a República Dominicana, que recentemente informou a ocorrência da doença

Apesar da localização insular das duas nações (o que reduz o risco de contaminação por vias terrestres, à exemplo do que ocorre na Europa e Ásia), a ocorrência mantém em apreensão todas as nações das Américas. Via ABPA, uma intensa e extensa campanha multilíngue (em português, inglês, francês, crioulo e espanhol) está em curso nas redes sociais, na comunicação interna das empresas produtoras e fornecedoras da cadeia produtiva, e nas mais diversas vias, incluindo stakeholders e outras organizações. Ao mesmo tempo, por meio do Grupo Especial de Prevenção à Peste Suína Africana (GEPESA) da ABPA, foram integrados esforços para reforço junto ao Governo Federal pela intensificação da defesa sanitária. “O Ministério da Agricultura se adiantou à pauta e intensificou a inspeção nos principais portos de entrada do País, impedindo a entrada de produtos cárneos.  Indo além, o MAPA estabeleceu uma legislação ainda mais restritiva à entrada destes produtos, assinou um convênio interpaíses de emergencialidade para a prevenção de PSA e instalou uma campanha nacional que ampliou a conscientização, em um esforço que contou com a ABPA, os auditores fiscais e outras entidades do setor”, avalia Sulivan Alves, Diretora Técnica da ABPA. Ao mesmo tempo, avalia Sulivan, a América Latina também entrou em estado de atenção por meio do grupo #TodosContraLaPPA, com intercâmbio de informações e esforços de 21 associações de 18 países do continente latino-americano, em uma grande campanha continental. De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, desde as primeiras ocorrências globais da enfermidade, na Ásia, a ABPA tem liderado junto às agroindústrias do setor a instituição de planos de prevenção de contingência para blindar o setor produtor e exportador de carne suína do Brasil. O país é livre de PSA há quatro décadas – o último foco da enfermidade foi registrado no Brasil, no início da década de 80.

ABPA 

Exportação de frango desacelera na semana, mas já é 80% do total de setembro de 2020

Em 12 dias do mês, Brasil já embarcou 85.228 toneladas

Nos doze primeiros dias úteis de setembro, o Brasil exportou 256.577 toneladas de carne de aves in natura informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Este volume representa aumento de 85.228 toneladas com relação ao acumulado nas duas semanas anteriores (171.349) e já é 80,3% das 319.519 toneladas que foram exportadas durante todo o mês de setembro 2020. A média diária de embarques ficou em 21.381 toneladas, numa elevação de 40,53% em relação as 15.212 toneledas de setembro de 2020. Em receita, o Brasil movimentou US$ 441 milhões no período, contra US$ 434 milhões de todo setembro do ano passado. A média diária aumentou 77,83% obtendo US$ 36.753 por dia útil contra US$ 20.668 em setembro de 2020.  De janeiro até agosto o Brasil já exportou 2.810.921 toneladas de carne de aves, total 6,1% maior do que o mesmo período do ano anterior.

AGÊNCIA SAFRAS

Em 12 dias, Brasil já exportou 87% de toda carne suína de set/20

Até a terceira semana de setembro, o Brasil exportou 66.595 toneladas de carne suína in natura, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex)

Este volume representa aumento de 25.713 toneladas com relação ao acumulado até a semana anterior (40.882,4) e já é 87,56% das 76.053 toneladas que foram exportadas durante todo o mês de setembro 2020. A média diária de embarques foi de 5.549 toneladas, o que na comparação ao mesmo período do ano passado, representa elevação de 53,24% com 3.621 toneladas. Em receita, o Brasil movimentou US$ 158,5 milhões, contra US$ 176 milhões de todo setembro do ano passado. Na média diária, aumento de 57,63% com US$ 13.214 contra US$ 8.383 de setembro de 2020.  De janeiro até agosto o Brasil já exportou 674.833 toneladas de carne suína, 12,6% a mais do que o mesmo período do ano anterior.

AGÊNCIA SAFRAS

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