
Ano 6 | nº 1181| 20 de fevereiro de 2020
ABRAFRIGO
JUSTIÇA FEDERAL concede liminar a ANFA Sindical proibindo a lacração e certificação de produtos de origem animal pelas empresas, o que era permitido pelo art. 27 da IN n. 23/2018/SDA/MAPA. Veja a decisão no link: https://drive.google.com/file/d/1SOCjC_oZvnwoKF1OZ0aUcevWVXIyAMof/view?usp=sharing
NOTÍCIAS
Preço da carne bovina cai mas arroba do boi gordo segue estável
De acordo com analista, a proteína deve continuar caindo até a virada do mês e a matéria-prima não tem espaço para novas altas; entenda
A arroba do boi gordo seguiu firme de acordo com a Safras & Mercado. O analista Fernando Henrique Iglesias aponta que não há espaço para novas altas diante do escoamento mais lento de carne bovina, algo natural para o fim do mês, quando o consumo se desacelera. “Com isso, os frigoríficos ficam muito menos agressivos na compra de gado”, comenta. Mas, segundo o especialista, as pastagens permanecem em excelentes condições, permitindo que o pecuarista ter por mais tempo os animais no campo para um completo processo de engorda. Na capital de São Paulo, a arroba do boi gordo fechou a R$ 203/R$ 204. Em Uberaba (MG), permaneceu em R$ 196. Já em Dourados (MS), seguiu em R$ 195. Em Goiânia (GO), a indicação é de R$ 195. Por fim, em Cuiabá (MT), preços a R$ 183 por arroba. Os preços da carne bovina caíram, segundo levantamento da Safras. “Com o arrefecimento das vendas de carne bovina no varejo na segunda metade do mês, os preços devem continuar em queda até a virada para março”, projeta Iglesias. De acordo com o analista, o consumidor médio não tem condições de absorver os constantes reajustes para cima na carne bovina, e parte para alternativas que causem menor impacto em seus orçamentos domésticos, notadamente a carne de frango. O corte traseiro caiu de R$ 14,65 para R$ 14,60 por quilo. A ponta de agulha recuou de R$ 11,95 para R$ 11,55 por quilo. Já o corte dianteiro caiu de R$ 12,70 para R$ 12,50 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Mercado do boi gordo morno
Das trinta e duas praças monitoradas pela Scot Consultoria, a cotação subiu em uma delas, caiu em quatro e ficou estável nas restantes na última quarta-feira (19/2)
Entretanto, chama a atenção as programações de abate. Em São Paulo, por exemplo, as escalas atendem, em média, quatro dias, e caso o escoamento melhore, o que é provável devido ao feriado de Carnaval, o mercado deverá ter preços sustentados nos próximos dias. No curto prazo o resultado das vendas no atacado será o fator que determinará o ritmo de compra dos frigoríficos para a recomposição de estoque do varejo.
Scot Consultoria
Escoamento inconstante impacta nos preços da carne bovina no varejo
Os preços da carne bovina continuam na trajetória de vai e vem, e após uma semana de alta, as cotações perderam sustentação em São Paulo
Na praça paulista, nos últimos sete dias, as cotações da carne caíram 0,2%, na média de todos os cortes monitorados. Essa queda é atribuída às vendas fracas na ponta final da cadeia. Assim, a irregularidade da visita dos clientes em supermercados e açougues faz com que os varejistas precisem regular com frequência os preços. No Paraná houve alta de 1,0% na comparação semanal e no Rio de Janeiro o aumento foi de 0,4%. Em Minas Gerais os preços seguiram estáveis.
Scot Consultoria
Preço do sebo sobe na semana
Além da oferta limitada, a demanda por sebo está boa. A associação desses fatores tem resultado em valorização nos preços
No Brasil Central, a gordura animal está cotada em R$3,00/kg, livre de imposto. Alta de 1,7% nos últimos sete dias. Com a valorização registrada, considerando o preço nominal, a cotação está no maior patamar de toda a série histórica, que teve início em dezembro de 2002. No Rio Grande do Sul, o cenário é semelhante. No estado, houve valorização de 1,7% na semana e, atualmente, está cotado em R$3,05/kg, livre de imposto. A expectativa para o curto prazo é de que a oferta limitada mantenha o mercado sustentado.
Scot Consultoria
ECONOMIA
Dólar fecha a R$ 4,3657 e renova máxima histórica
O dólar voltou a subir e renovou a máxima histórica de fechamento ante o real na quarta-feira, em dia de dólar nos picos em vários anos no exterior após dados mais fortes sobre a economia dos Estados Unidos
O dólar bateu recorde pela segunda sessão consecutiva num mês que conta com as dez cotações mais altas já registradas no mercado local. Além de fatores no exterior —onde o dólar operava nas máximas desde maio de 2017—, as operações domésticas seguiram influenciadas pela percepção de que o Banco Central parece menos disposto a atuar no câmbio mesmo com o dólar em consecutivas máximas recordes e já mirando 4,40 reais. Na véspera, o Presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que o BC está tranquilo com relação ao câmbio. No entendimento do mercado, a fala de Campos Neto indica que o BC não vê urgência em fazer recorrentes intervenções para defender o patamar da moeda. O BC vendeu, no somatório de quinta e sexta-feira da semana passada, 2 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional. Mas desde então a cotação já sobe 1,50%, mais do que apagando a queda de 1,14% acumulada nos dias em que o BC interveio. A declaração do chefe da autoridade monetária veio num momento em que cresce a percepção no mercado de que o governo está apoiando um câmbio mais desvalorizado para impulsionar o crescimento. Nesta quarta, o BNP Paribas cortou a projeção para alta do PIB do Brasil este ano de 2% para 1,5%, citando os impactos do coronavírus na economia chinesa —principal destino das exportações brasileiras. Um cenário de crescimento mais lento reduz o espaço para aumentos de retornos na renda fixa e diminui o apetite do investidor estrangeiro pelo Brasil —ambos os fatores prejudicam as expectativas de ingresso de capital que poderia ajudar a trazer algum alívio ao câmbio. O dólar à vista fechou em alta de 0,18%, a 4,3657 reais na venda, acima do até então recorde de 4,358 reais do encerramento da véspera. Na B3, o dólar futuro tinha ganho de 0,11%, a 4,3625 reais.
REUTERS
Ibovespa fecha em alta em dia cheio de balanços e exterior favorável
O principal índice da bolsa paulista fechou em alta na quarta-feira, marcada por mais resultados corporativos, após superar estimativas no quarto trimestre, em sessão ainda referendada pelo viés positivo a ativos de risco no exterior
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,33%, a 116.504,16 pontos. O volume financeiro da sessão totalizou 23,4 bilhões de reais. “O mercado se apegou ao fato de o número de infectados (pelo coronavírus) ficar estável, enquanto cresceu a quantidade de pessoas recuperadas”, destacou o analista Filipe Villegas, da Genial Investimentos. Na província central de Hubei na China, o número de mortes pelo surto de coronavírus aumentou em 132 na terça-feira, para 1.921, enquanto mais 1.693 casos foram detectados, elevando o total na província para 61.682. Na segunda-feira, haviam sido 1.807 casos detectados em Hubei. Também ajudou, segundo Villegas, a possibilidade de a China fazer uma nova rodada de estímulos. Há expectativa de que o banco central chinês anuncie uma redução na taxa primária de empréstimo para reduzir custos e aliviar os apertos financeiros sobre empresas afetadas pelo surto de coronavírus. Em Wall Street, o tom positivo também prevaleceu, com o S&P 500 e o Nasdaq renovando máximas históricas. A MARFRIG ON avançou 2,15%, antes da divulgação do resultado do quatro trimestre, previsto para após o fechamento do mercado. Em prévia, o BTG Pactual estimou que a companhia deve ter o resultado mais forte do setor, com receita de 13,7 bilhões de reais e Ebitda em 1,6 bilhão de reais, ambos no resultado consolidado.
REUTERS
BNP Paribas corta projeção para PIB do Brasil a 1,5% em 2020 e reduz Selic esperada a 3,5%
O BNP Paribas cortou de 2% para 1,5% sua estimativa para crescimento do PIB brasileiro em 2020 e baixou projeções para inflação e Selic, citando impactos do surto de Covid-19 sobre a economia chinesa —a segunda maior do mundo e principal destino das exportações brasileiras
O efeito de curto prazo do coronavírus será mais forte do que o previsto por muitos, retirando 0,4 ponto percentual da taxa de expansão esperada para a economia global, disse o banco francês, que espera que o PIB chinês cresça 1,2 ponto percentual a menos, marcando 4,5% em 2020. “Essa queda no crescimento terá um impacto significativo sobre o Brasil, para o qual já mantínhamos uma projeção de aumento do PIB abaixo do consenso para 2020”, afirmou em relatório Gustavo Arruda, Economista-Chefe do BNP no Brasil. O impacto sobre o PIB brasileiro ficará concentrado no primeiro semestre, com projeção de que a economia cresça 0,2% no primeiro trimestre sobre o quarto (ante expectativa anterior de 0,4%) e 0,1% entre abril e junho sobre os três primeiros meses de 2020 (+0,5% antes). Fevereiro tem sido marcado por uma série de revisões para baixo nas perspectivas para expansão da economia. Apenas na terça pelo menos Citi e MUFG baixaram as projeções, depois de dias atrás JPMorgan, Itaú Asset Management, UBS, Bank of America e Santander Brasil fazerem o mesmo.
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Fluxo cambial fica negativo em US$1,82 bi entre 10 e 14 de fevereiro–BC
O Brasil voltou a perder dólares na semana passada, com o fluxo cambial ficando negativo em 1,820 bilhão de dólares, puxado pela conta financeira numa semana em que a escalada da moeda a sucessivos recordes forçou o Banco Central a intervir no mercado depois de um ano e meio.
As operações financeiras —que incluem empréstimos externos, remessas de lucros e dividendos e recursos para portfólio, entre outros— tiveram saldo negativo de 1,442 bilhão de dólares na semana entre 10 e 14 de fevereiro, segundo dados do BC divulgados na quarta-feira. O fluxo cambial comercial —câmbio contratado para exportação menos importação— teve déficit de 378 milhões de dólares. Com o mau desempenho da semana passada, o superávit de fevereiro caiu de 3,698 bilhões de dólares para 1,878 bilhão de dólares. Um ano antes, o resultado era positivo em 6,697 bilhões de dólares. No acumulado de 2020, o fluxo cambial mostra sobra de 1,494 bilhão de dólares, ainda assim resultado bem abaixo do de um ano antes (+6,752 bilhões de dólares).
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EMPRESAS
Marfrig reverte prejuízo de R$1 bi com lucro
A Marfrig, maior produtora de hambúrguer do mundo, reverteu resultado negativo bilionário sofrido no quarto trimestre de 2018 e registrou um lucro modesto no final do ano passado, impulsionada por fortes vendas na América do Norte e demanda acelerada na China
A companhia, que também é uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo, teve lucro líquido de 27 milhões de reais nos três últimos meses de 2019, ante prejuízo de 1,3 bilhão de reais apurado um ano antes, período em que a empresa sofreu um incêndio em uma de suas fábricas no Brasil e problemas de exportação para a Ásia a partir da América do Sul. A empresa, rival da JBS em uma série de produtos, teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 1,6 bilhão de reais, salto de 70,5% no comparativo anual. A margem no período passou de 8,2% para 11,4%. No quarto trimestre, o custo de produtos vendidos da Marfrig foi de 12,14 bilhões de reais, 18,9% superior ao mesmo período do ano anterior, “explicado pelo maior volume de vendas em ambas as operações e maior custo de gado, principalmente no Brasil e Uruguai”. “Em 2019, houve movimento forte por parte da China que criou demanda grande pela carne (bovina) na América do Sul”, disse o Presidente-Executivo da Marfrig, Eduardo Miron, em comentários sobre os resultados. “Em 2020, os preços do boi começam a voltar para um patamar mais razoável…as exportações continuarão fortes”, acrescentou o executivo. A Marfrig superou suas estimativas de desempenho em 2019, com faturamento de 49,9 bilhões de reais ante previsão de 47 bilhões a 49 bilhões de reais, e margem Ebitda ajustada de 9,6% ante projeção de entre 8,7% e 9,5%. Para 2020, a empresa decidiu não fornecer mais projeções ao mercado. “A empresa era nova e ninguém sabia o que esperar dela. Agora todo mundo já sabe onde está pisando e o que esperar. Não existe necessidade para um ‘guidance’ neste cenário”, disse o Diretor Financeiro, Marco Spada, referindo-se à reestruturação vivida pela Marfrig. A quarto trimestre também foi marcado pela conclusão do aumento da participação da Marfrig na norte-americana National Beef, quarta maior empresa de carne bovina dos EUA. A fatia do grupo brasileiro passou a ser de 81,7% e Miron afirmou que não está avaliando nenhuma outra aquisição para os próximos meses. A companhia fechou 2019 com relação dívida líquida sobre Ebitda em reais de 2,77 vezes e de 2,74 vezes em dólares.
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FRANGOS & SUÍNOS
Nas duas primeiras semanas já são 411 surtos de PSA
Total de surtos contínuos de Peste Suína Africana em todo o mundo é agora 9.449
Conforme o último relatório da OIE, no período de 31 de janeiro a 13 de fevereiro foram repostados 411 novos surtos de Peste Suína Africana (PSA). O total de surtos contínuos da doença em todo o mundo é agora 9.449, o que mostra uma redução de surtos em continuidade, visto que no relatório anterior 11.150 surtos estavam em andamento. Segundo o documento, um total de 19.207 animais foram notificados como perdas no período, número bem menor que o reportando no relatório anterior que indicavam 177.497 perdas notificadas nos últimos quinze dias de janeiro. No período 23 países notificaram surtos novos ou em andamento por meio de notificações imediatas e relatórios de acompanhamento, 11 na Europa (Bulgária, Grécia, Hungria, Letônia, Moldávia, Polônia, Romênia, Rússia, Sérvia, Eslováquia e Ucrânia); 9 na Ásia (China, Indonésia, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Laos, Filipinas, Rússia, Timor-Leste e Vietnã) e 4 na África (Costa do Marfim, Serra Leoa, África do Sul e Zimbábue). A Coréia do Sul notificou 94 surtos em javalis nas províncias de Gangwon-Do e Gyeonggi-Do. Já as Filipinas registraram 39 surtos em suínos domésticos de 13 divisões administrativas diferentes. A Rússia notificou apenas três surtos em javalis em Primorskiy Kray e Amurskaya Oblast. Vietnã solucionou 2.244 surtos, reduzindo significativamente os surtos em andamento, de 7.105 no período anterior para 4.861 nesse período. No caso da Europa, 264 surtos foram notificados, sendo 21 em suínos e 243 em javalis. No dia 6 de fevereiro a Grécia enviou uma notificação imediata relatando o primeiro surto em uma produção de suínos.
INTERNACIONAL
Relatório do INAC mostrou que 18 de 25 frigoríficos uruguaios tiveram perdas em 2019
Em uma reunião tripartida entre a indústria frigorífica e a Federação dos Trabalhadores da Carne e Afins (Foica), um relatório sobre a atividade do setor nos últimos três anos foi apresentado pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTSS) , que confirmou a complexa situação atual vivenciada pelos frigoríficos uruguaios em termos econômicos e financeiros
No caso, foi garantido pelo portfólio que 18 dos 25 frigoríficos em todo o país tiveram perdas no último ano. Segundo El Observador, as informações vieram de um relatório solicitado pelo MTSS ao Instituto Nacional da Carne (INAC). Mais especificamente, o documento argumenta que apenas sete frigoríficos tiveram Ebitda positivo. O Ebitda é um indicador que não inclui despesas com juros, impostos, depreciação e amortização, a fim de refletir o resultado bruto de uma empresa antes de deduzir seus custos financeiros. Da indústria, além de considerar os altos custos que a matéria-prima teve em 2019 – o gado atingiu preços recordes pela demanda chinesa – também foi discutido como o negócio de exportação de gado em pé afetou o setor. Essa posição é compartilhada pelo sindicato, embora haja algumas nuances. Como uma combinação de más notícias, a queda na demanda por carne bovina da China nas últimas semanas se somou ao surto do coronavírus, que paralisou as exportações para esse destino, quando se esperava que o mercado recuperasse o dinamismo comercial uma vez que as celebrações do ano novo lunar tenham passado. A situação levou as indústrias uruguaias a estarem em uma situação difícil, dado o peso superlativo do país como comprador de carne uruguaia (em 2019, era 60% do total). Essa situação impactou particularmente a indústria de carnes, com vários frigoríficos que tiveram que solicitar o reagendamento de pagamentos, porque as obrigações não puderam ser cumpridas no devido tempo e na forma devido à falta de liquidez. Em janeiro deste ano, o El Observador informou que no balanço encerrado em 30 de setembro de 2019, a segunda empresa em operação no Uruguai, a Minerva Foods, registrou uma perda de US $ 20 milhões nos três primeiros trimestres do ano. A multinacional de origem brasileira possui três fábricas no país (Frigorífico Carrasco, Pul e Canelones) e teve 17,4% do total da obra no ano passado.
EL OBSERVADOR
Crescente comércio de carne bovina da América do Sul tropeça por coronavírus
Os exportadores de carne da América do Sul, entre os maiores beneficiários de uma doença que mata porcos na China, agora estão vendo uma forte desaceleração no comércio com o país asiático, à medida que o coronavírus interrompe os envios
As exportações de carne bovina da Argentina para a China quase pararam, já que o vírus restringe o manuseio de carga nos portos, disse Miguel Schiariti, Chefe do grupo de indústria de carne do país CICCRA, na segunda-feira em uma entrevista por telefone. Os frigoríficos argentinos estão buscando compradores alternativos, incluindo a Rússia, embora esses mercados “não paguem tanto quanto a China”, disse Schiariti. Os vendedores brasileiros também têm desviado os embarques de Xangai para outros portos da China ou Hong Kong. “Está causando sérios problemas de cobrança porque existem empresas que exportaram, mas não estão sendo pagas”, disse Schiariti. As compras chinesas de carne brasileira, incluindo frango e porco, também estão mais lentas do que o habitual. Ainda assim, os exportadores esperam uma retomada, com a produção chinesa caindo após atrasos nas entregas de alimentos devido a restrições de trânsito impostas pelo governo. O rebanho local de suínos foi dizimado pela peste suína africana e casos recentes de gripe aviária podem restringir ainda mais o suprimento doméstico de frango. Brasil, Argentina e Uruguai respondem por quase 70% das importações de carne bovina da China, de acordo com uma apresentação da frigorífica Minerva SA, que opera nos três países. Austrália e Nova Zelândia compõem a maior parte do resto.
Bloomberg
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