CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 714 DE 21 DE MARÇO DE 2018

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Ano 4 | nº 714 | 21 de março de 2018

ABRAFRIGO NA MÍDIA

NOVO ASSOCIADO, MARFRIG REFORÇA A PRESENÇA DA ABRAFRIGO NO SETOR

Com 31 plantas no Brasil, no Uruguai e no Chile, a divisão Beef tem capacidade de processar até 4,7 milhões de cabeças de gado

Segunda maior produtora de carne bovina no Brasil, e um dos grandes players mundiais do setor, desde dia 13 de março a Marfrig Global Foods S.A., associou-se a ABRAFRIGO – Associação Brasileira de Frigoríficos, entidade que reúne empresas responsáveis por mais de 50% do abate de bovinos no país. A Marfrig Global Foods, tem, no mundo, 50 unidades de produção, comerciais e de distribuição e está presente em 12 países.  A divisão Beef é uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo, a segunda maior operação de carne bovina no Brasil, a líder em processamento de bovinos no Uruguai e a maior importadora de carne do Chile, onde também tem abate de ovinos. Com 31 plantas no Brasil, no Uruguai e no Chile, a divisão Beef tem capacidade de processar até 4,7 milhões de cabeças de gado. A divisão Keystone é uma das empresas líderes globais na produção de alimentos processados de origem animal. A empresa opera 19 unidades produtivas nos Estados Unidos, na China, na Malásia, na Tailândia, na Coreia e na Austrália. Juntas, essas unidades totalizam um volume de vendas de cerca de 1 milhão toneladas de alimentos por ano. O faturamento do grupo foi, em dados 3T17 anualizados: receita líquida R$ 19 bilhões, R$ 2 bilhões de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) ajustado.

AGENCIA SAFRAS/AGROEM DIA

NOTÍCIAS

Demanda ruim continua ditando o rumo do mercado do boi gordo

O mercado do boi gordo está frio, com poucos negócios. A oferta não está grande e os compradores, por sua vez, demonstram pouco interesse

Esse quadro retrata o período do mês. Na segunda quinzena o consumo de carne bovina normalmente é devagar. No Noroeste do Paraná, por exemplo, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$141,00, à vista, livre de Funrural, na última terça-feira (20/3), uma queda de 0,7% frente ao fechamento do dia 19/3. No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,23/kg. Queda de 0,6% na comparação semana a semana.

SCOT CONSULTORIA

Produção de carne bovina em MS sobe 13%

Dados foram divulgados nessa segunda-feira pela Unidade Técnica do Sistema

A produção de carne bovina em Mato Grosso do Sul totalizou 142,5 mil toneladas nos dois primeiros meses de 2018. Os dados são do Mapa – Ministério da Agricultura e Pecuária de MS, apurados pela Unidade Técnica do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS. O volume produzido em 2018 supera em 13% o resultado verificado no mesmo período do ano passado, de 126,5 mil toneladas. “Ao todo, os abates em Mato Grosso do Sul, em janeiro e fevereiro, somaram 564 mil cabeças, sendo que a participação de fêmeas corresponde a 50,5% deste total”, cita a analista técnica do Sistema Famasul, Eliamar Oliveira. Relação de Troca – As contas do produtor rural de Mato Grosso do Sul ficaram mais apertadas em fevereiro deste ano. De acordo com o Boletim da Casa Rural, o preço do bezerro subiu no período analisado, enquanto que a arroba do boi gordo permaneceu no mesmo patamar de 2017. “A relação de troca entre o bezerro e o boi gordo ficou em 1,92 unidade do animal de reposição, um resultado 3,5% menor que em 2017”, explica Eliamar.

Famasul

Reposição: piora na relação de troca na Bahia

O mercado de reposição de bovinos segue travado na Bahia. Embora haja especulação, poucos são os negócios efetivados

A queda de braço entre vendedores e compradores é um comportamento constante no estado. Com ofertas de venda abaixo da referência os negócios progridem, entretanto, a satisfatória capacidade de suporte das pastagens permite que os vendedores “freiem” as vendas. Desde o início do ano, a cotação de categorias mais eradas subiu, em média, 2,8%, mesmo com a demanda baixa, como reflexo da menor disponibilidade de animais. Já a referência para bovinos mais jovens recuou 1,1%. Comportamento também em decorrência da oferta, mas neste caso uma disponibilidade relativamente maior. Em adição a esses fatores, há o preço do boi gordo, que desvalorizou 3,0% neste mesmo intervalo. Diante deste contexto, a troca piorou mais para o pecuarista que compra animais de 9 a 12 arrobas do que para o pecuarista que compra animais de 6 a 7,5 arrobas. Em números, o poder de compra frente ao boi magro (12@) diminuiu 5,5% e para o bezerro desmama (6@) o recuo foi de 1,3%.

SCOT CONSULTORIA

MT: pecuarista deve se preparar para a seca

Já no próximo mês o volume de chuvas no Estado deve diminuir pela metade. Chuvas já começam a perder intensidade no Estado

Os pecuaristas de Mato Grosso devem se preparar para “receber” a seca prevista para os próximos meses, indica o boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) dessa semana. ” O período chuvoso é o principal vetor para a recuperação das pastagens do Estado, provendo assim alimento em abundância para os bovinos mato-grossenses. No entanto, com o mês de abril chegando, as chuvas já começam a diminuir sua intensidade, e com isso a pressão para o pecuarista que depende exclusivamente dos pastos tende a se acentuar”. De acordo com a Somar Meteorologia, abril deve ter volume de chuvas 50%¨menor do que o registrado em março nas cidades acompanhadas pelo serviço no Estado – Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Canarana, Diamantino, Itaúba, Rondonópolis e Sinop. Já em maio, a redução esperada é de 86% em relação ao mês anterior. Diferentemente das últimas semanas, quando apresentou estabilidade, a arroba do boi gordo reagiu no último comparativo e apresentou alta de 0,47%, sendo cotada a R$ 133,14. Em consequência da valorização nos preços da arroba, a escala de abate também aumentou, para 5,82 dias, já que a compra pelos frigoríficos está sendo mais fácil. Além de ser grande exportador de carne bovina, o país tem voltado a embarcar mais gado vivo nos últimos anos e com um perfil diferente. Em 2017, foram exportadas 407,4 mil cabeças, quantia 39,2% maior do que em 2016, sendo os principais estados exportadores o Pará (65,1%), o Rio Grande do Sul (15,8%) e São Paulo (10,5%). A Turquia tem sido o principal comprador, favorecendo a recuperação das exportações nesse ramo, após a forte retração das compras venezuelanas a partir de 2015. Segundo o Imea, nos últimos dois anos, o perfil dos animais enviados para fora do país tem se alterado, já que o peso vivo médio por cabeça exportada entre 2015 e 2017 reduziu 31,8%, saindo de 31,28 @/cab para 21,33 @/cab. “Ainda que a quantidade exportada seja pequena, a comercialização dos animais com outros países é uma alternativa que se apresenta aos pecuaristas brasileiros”.

Imea

INTERNACIONAL

Reforma nos EUA impõe desafio a frigoríficos

Em vigor desde janeiro, a reforma tributária dos Estados Unidos trará poucos benefícios palpáveis para empresas brasileiras com forte atuação direta em território americano, como é o caso de JBS e Marfrig

Ainda que as subsidiárias dessas empresas instaladas nos EUA também sejam beneficiadas pelas mudanças, sobretudo o corte da alíquota do imposto de renda corporativo federal de 35% para 21%, o efeito positivo tende a ser “neutralizado” pelos impostos que incidem sobre suas controladoras no Brasil. Tributaristas consultados pelo Valor alertam que, além de pagar no Brasil o que eventualmente economizam nos EUA, as companhias brasileiras em geral estão em desvantagem em relação às rivais americanas naquele mercado. No segmento de carnes em particular, as principais concorrentes de JBS e Marfrig – que obtêm cerca de 50% ou mais de suas receitas nos EUA – são as locais Tyson, Cargill e Sanderson Farms. Segundo o advogado Ramon Castilho, sócio da área tributária do escritório Cescon Barrieu, essa desigualdade decorre do modelo de tributação em bases universais adotado pelo Brasil – os EUA trocaram o modelo universal pelo territorial. Na prática, o Brasil cobra 34% sobre os lucros da empresa, inclusive os obtidos com operações no exterior. Assim, o valor pago nos EUA poderá ser abatido como crédito tributário, mas ainda restará uma diferença a ser quitada. Os brasileiros só não pagariam mais à Receita Federal se houvesse um acordo que evitasse bitributação entre EUA e Brasil. “Qual é a grande distorção que já temos discutido com o Rachid [Jorge Rachid, secretário da Receita Federal]? É que toda a competitividade que eu ganho nos EUA acaba sendo neutralizada pelas regras brasileiras de lucros auferidos no exterior”, concorda o sócio de tributos da Ernst & Young (EY), Gil Mendes. Nesse cenário, os acionistas no Brasil de empresas que pretendem abrir o capital nos EUA podem não ser beneficiados. Marfrig e JBS têm planos de listar subsidiárias por lá – Keystone e JBS Foods International, respectivamente -, mas como suas economias naquele mercado seriam anuladas no Brasil, apenas os acionistas das subsidiárias seriam beneficiados. Procurada, a Marfrig se limitou a informar que a reforma será positiva para o fluxo de caixa da empresa. A JBS não comentou. Além disso, alguns dos incentivos criados pela reforma tributária dos EUA não serão aproveitados na integralidade pelos brasileiros, diz Fernando Giacobo, sócio da PwC. Um desses incentivos é a possibilidade de a empresa abater 100% das despesas com a compra de um ativo produtivo nos EUA no momento da aquisição, o que é positivo para o fluxo de caixa. Se uma subsidiária de uma companhia brasileira fizer uma aquisição nos EUA, ela terá o benefício. O problema, mais uma vez, é que isso não será levado em consideração no Brasil, e o imposto de 34% será cobrado sobre o resultado integral, não sobre a base de cálculo americana reduzida por ocasião da aquisição. Um efeito semelhante acontecerá com o benefício tributário que a reforma americana criou para investimentos em pesquisa e desenvolvimento, acrescenta Giacobo. Mas a perda de competitividade não é imediata. Há atenuantes. Até 2022, as companhias dos setores de bebidas, alimentos, construção, infraestrutura e indústria em geral têm direito a um crédito presumido de 9% na tributação dos lucros no exterior. Esse crédito atenua a diferença entre o imposto agora cobrado pelos EUA e a alíquota do imposto brasileiro. Grupos como JBS, Marfrig têm direito a esse crédito. Apesar disso, os especialistas ressaltam que o benefício é provisório e, em tempos de restrição fiscal, estender esse crédito presumido pode ser mais complicado. O tributarista Paulo Vaz, sócio do escritório Vaz Buranello Shingaki e Oioli Advogados, também diz que, mesmo com o crédito presumido, ainda haverá imposto a ser pago no Brasil, ao contrário do que ocorria antes, quando a alíquota americana era de 35%. Considerando também o imposto de renda dos Estados americanos, a alíquota dos EUA chega a 26%, segundo Vaz. Nesse cenário, e já descontando o crédito presumido de 9%, ainda restaria 3% para a Receita brasileira cobrar, calcula Vaz. De acordo com Giacobo, da PwC, o crédito presumido que existe hoje nem sempre é aproveitado. Segundo ele, como o crédito não é cumulativo, ele é desperdiçado no caso de uma companhia que tem prejuízos fiscais. “Minha percepção é que a minoria do mercado de fato tem conseguido fazer uso do crédito presumido”, diz o tributarista. Nesse contexto, a alternativa para as empresas do Brasil é continuar a se valer de redes de tratados de não bitributação. “Essas empresas têm que fazer planejamento internacional forte”, diz Mauricio Braga Chapinoti, que é sócio do Tozzini Freire. O ideal é que a subsidiária de um grupo brasileiro no exterior esteja vinculada a um país que tenha, ao mesmo tempo, tratados para evitar a dupla tributação com os EUA e com o Brasil. Holanda e Luxemburgo estão nessa lista, segundo Giacobo. Não por coincidência, a JBS fez uma reorganização societária em 2015 e os negócios nos EUA passaram ao controle de uma holding em Luxemburgo. O objetivo com essas estruturas é pagar uma alíquota líquida menor que os 34% cobrados. Mas os tributaristas advertem que é cada vez mais difícil utilizar essas redes de tratados. Se não tiver atividades inerentes ao negócio em países como a Holanda, por exemplo, a companhia poderá acabar na mira do Fisco do Brasil e do exterior.

VALOR ECONÔMICO

Uruguai poderá exportar cortes resfriados a Israel

Novas oportunidades comerciais se abriram para a carne bovina uruguaia em Israel, um comprador tradicional de cortes de dianteiro bovino. Uma nova regra do governo israelense aprovada recentemente, permitirá que os frigoríficos do Mercosul vendam carne resfriada e embalada a vácuo, com prazo de 85 dias. Isto foi confirmado pelo consultor em abate e alimentos kosher, Felipe Kleiman

A Argentina já aproveita essa oportunidade e algumas empresas enviam cortes refrigerados para uma das maiores cadeias de supermercados em Israel e até mesmo competem com a carne local, importada da Polônia e de outros países da União Europeia, embora sejam envios aéreos pontuais que tornam o negócio mais caro. “A regra permitirá que os países do Mercosul também participem desse mercado virtuoso, que é o mercado de carne não congelada, onde podem ser exportados cortes de valor mais elevados. Essa carne gerará mais dinheiro e terá mais demanda que a carne congelada “, disse Kleiman, que participou de um treinamento do Ministério da Agricultura em bem-estar animal e controle de qualidade de alimentos em Israel, seguindo A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) que se aplica Estados Unidos. Israel tem um consumo per capita de carne de 19 quilos por ano, que está aumentando, mas tem muito para crescer ainda. “O Produto Interno Bruto (PIB) está crescendo muito e isso influencia diretamente os hábitos de consumo. As pessoas podem comprar mais produtos e de melhor qualidade, então há espaço para dobrar o consumo de carne bovina “, disse o consultor. Esses 19 quilos por habitante por ano representam 24% das proteínas de origem animal consumidas. A maior parte da proteína consumida é carne de aves (60%) e o cordeiro ocupa apenas 3%, de acordo com dados da embaixada argentina em Israel. Esse aumento do poder aquisitivo dos israelenses está gerando uma grande demanda por carne bovina e mais cara. “A produção local está crescendo, embora tenha muito pouco espaço. Israel importa bovinos da União Europeia e da Austrália, confina e depois abate”, explicou Kleiman. De acordo com o consultor em Israel, “o consumo de carne natural, fresca e resfriada está crescendo bastante. O volume de carne importada da Polônia também está aumentando “, acrescentou o especialista. Israel importou 10.430 toneladas de carne resfriada e 80.536 toneladas de carne congelada no ano passado. O Uruguai representou 26,22% desse mercado, seguido por Argentina, com 22,5%; Paraguai com 18,3%; Brasil com 16,4% e Polônia com 13%, entre outros fornecedores (seguido pela França com 1,22%, Irlanda: 0,81%, Estados Unidos: 0,45%, Espanha: 0,35%, Países Baixos: 0 , 27%, Hungria: 22%, Austrália: 0,16% e Chile: 0,02%) Por outro lado, 60% da carne é comercializada através de redes de supermercados, 30% em hotéis e restaurantes e apenas 10% através de açougues, de acordo com o consultor. Curiosamente, 85% da carne importada pelos israelenses vem dos países do Mercosul, onde a Argentina possui 17 lojas frigoríficas aprovadas e o Uruguai possui 10 empresas, mas exporta mais. O Uruguai envia 23 mil toneladas por ano e a Argentina, com mais frigoríficos autorizados, coloca 20 mil toneladas por ano.

El País Digital

Hays Converter: Nova raça poderia aumentar a sustentabilidade do rebanho australiano

Uma raça de gado que converte alimento em carne magra “como nenhuma outra”, poderia aumentar não apenas a eficiência, mas também a sustentabilidade da indústria pecuária da Austrália

Stewart e Kathy Murray introduziram a raça de gado canadense Hays Converter através de um projeto de transferência de embriões para a Austrália em 2016 e agora têm um pequeno rebanho de 50 bezerros em sua propriedade, Bromelton House, perto de Beaudesert, no sudeste do Queensland. Murray disse que a raça Hays Converter era um mercado de nicho no Canadá e diferente de outros animais, com taxas de crescimento rápido que atingiram cerca de 500 kg por um ano de idade. “Eles são altamente eficientes na conversão de alimentação em músculos e têm boa qualidade de carcaça”, disse Murray.  “Os produtores precisam perceber que vamos ter que produzir quase o dobro da quantidade de carne nos próximos 30 anos para apoiar uma população de quase nove bilhões de pessoas, por isso temos que nos tornar mais sustentáveis, ter menos impacto ambiental e precisamos de uma produção muito mais eficiente.” Murray disse que a raça Hays Converter também tem menos emissões devido ao seu bioma rico do rúmen, permitindo maior eficiência. “Eles têm cerca de 25% menos produção de metano e uma redução de 15% em gases nitrogênio e CO2, então, para o aquecimento climático, eles provavelmente seriam uma boa raça para olhar, porque há 1,2 bilhão de gado no mundo”. O gado Conversor Hays caracteristicamente tem pernas fortes, tem corpo comprido e são predominantemente negros. Murray disse que eles são uma raça de gado resistente altamente fértil e com amadurecimento precoce, permitindo que eles criem e produzam descendentes antes de outras raças. O professor Stephen Moore, Diretor do Centro de Ciência Animal da Queensland Alliance for Agriculture and Food Innovation da Universidade de Queensland, disse que não era fácil estabelecer uma nova raça em outro país. “Não só você precisa fazer a biologia básica e a criação de animais, é preciso convencer a indústria de que vale a pena usar esses animais”, disse ele. “Todos os animais no solo na Austrália até agora são o resultado de embriões implantados no gado australiano e existem alguns problemas potenciais, se medir esses bezerros de primeira geração vai ser uma verdadeira medida da raça ou se devemos esperar a segunda geração.” Harry Hays, ex-ministro canadense da Agricultura e produtor rural, desenvolveu a raça Hays Converter em Alberta na década de 1950, com o objetivo de produzir animais que ganhassem peso o mais eficientemente possível e amadurecessem até o peso do mercado o mais precocemente possível. A raça é o resultado do cruzamento das raças Hereford, Holstein e Brown Swiss, que foi reconhecida como uma raça pura e registrada sob a Canadian Livestock Pedigree Act em 1975. O projeto Hays Converter de Stewart e Kathy Murray na Austrália é uma joint venture com o filho de Harry Hays, Dan Hays, com sede em Alberta. Murray disse que consideraram seu rebanho uma raça sintética e gostaria de usá-los para produzir animais compostos cruzando-os com outra raça para torná-los mais adequados para o Território do Norte da Austrália.

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