
Ano 3 | nº 614 | 06 de outubro de 2017
ABRAFRIGO NA MÍDIA
Abrafrigo: exportação de carne em setembro cresce 17% em volume e 18% em receita
As exportações brasileiras de carne bovina totais (in natura e processada) cresceram em setembro em comparação com igual mês do ano anterior, em volume e em receita
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), foram embarcadas no mês passado 135,60 mil toneladas, 17% mais ante setembro de 2016. Em receita, o avanço foi de 18%, para US$ 555,2 milhões. Para a Abrafrigo, o mercado internacional está amplamente favorável aos países exportadores de carne bovina como o Brasil. “O apetite dos chineses parece inesgotável, aumentando suas importações mês a mês”, afirma a associação em nota. Em 2017, Hong Kong ampliou suas importações em relação a 2016 até agora em 11% (de 222.568 mil toneladas para 247.043 toneladas), enquanto que a China continental aumentou em 31,8% no mesmo período (de 111.172 toneladas para 146.567 toneladas). No acumulado de 2017, as vendas de carne bovina in natura e processada alcançaram a 1,065 milhão de toneladas, ante 1,042 milhão de toneladas de igual período no ano passado. Já a receita cresceu 7%, para US$ 4,33 bilhões.
Estadão Conteúdo/ISTO É DINHEIRO/CANAL RURAL
Exportações totais de carne bovina já superam as de 2106
As exportações acumuladas no ano atingiram a 1 milhão e 65 mil toneladas contra 1 milhão e 42 mil toneladas de 2016
Com a movimentação de 135.602 toneladas em setembro (+ 17% em relação a setembro de 2016), as exportações totais de carne bovina pelo país (in natura e processada) voltaram a ficar 2% acima dos resultados obtidos em 2016 no mesmo período de tempo (janeiro a setembro), o que prognostica uma grande possibilidade de o setor alcançar um crescimento de 10% em relação ao ano passado, alcançando exportações de 1 milhão e 500 mil toneladas, já que as vendas do final de ano que se aproxima costumam ser mais elevadas. Os preços também estão se comportando bem e, no total geral dos nove primeiros meses do ano, os resultados estão 7% acima de 2016. Em setembro, a receita obtida foi de US$ 555,2 milhões, contra US$ 471,7 obtidas no mesmo mês do ano passado, crescimento de 18%. Até aqui, as exportações acumuladas no ano atingiram a 1 milhão e 65 mil toneladas contra 1 milhão e 42 mil toneladas em 2016 com receita de US$ 4,33 bilhões contra US$ 4,05 bilhões de janeiro a setembro de 2016. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) que compilou os dados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Segundo a ABRAFRIGO, o mercado internacional está amplamente favorável aos países exportadores de carne bovina como o Brasil e o apetite dos chineses parece inesgotável, aumentando suas importações mês a mês. Em 2017, Hong Kong ampliou suas importações em relação a 2016 até agora em 11% (de 222.568 mil toneladas para 247.043 toneladas), enquanto que a China Continental ampliou suas aquisições em 31,8% no mesmo período (de 111.172 toneladas para 146.567 toneladas). Outro grande e tradicional cliente, a Rússia, também aumentou suas aquisições em 12,5% passando de 103.892 toneladas para 116.831 toneladas. Entre outros clientes importantes, o Irã também elevou suas importações em 43,3%, os Estados Unidos em 27% e a Arábia Saudita em 57,3%. No total, 62 países ampliaram suas importações do Brasil e outros 86 reduziram.
BEEFWORLD/NOTÍCIAS AGRÍCOLAS/SNA
Exportação de carne bovina do Brasil cresce com apetite chinês, diz Abrafrigo
As exportações totais de carne bovina do Brasil alcançaram 1,06 milhão de toneladas no acumulado do ano até setembro, 2 por cento acima na comparação com igual período do ano passado, em meio a um forte apetite da China, informou nesta quinta-feira a Abrafrigo, que aposta em embarques 10 por cento maiores no fechado de 2017
De acordo com a Associação Brasileira de Frigoríficos, o país pode exportar em torno de 1,5 milhão de toneladas de carne bovina neste ano, “já que as vendas do final de ano que se aproxima costumam ser mais elevadas”. Em receita, a Abrafrigo, que compilou informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), destacou que o Brasil embarcou 4,33 bilhões de dólares de janeiro a setembro, alta de 7 por cento ante o mesmo período de 2016. Especificamente para setembro, o país vendeu 135,60 mil toneladas da proteína (alta de 17 por cento), com 555,2 milhões de dólares em receita (mais 18 por cento). Segundo a Abrafrigo, “o mercado internacional está amplamente favorável aos países exportadores de carne bovina como o Brasil, e o apetite dos chineses parece inesgotável, aumentando suas importações mês a mês”. Até agora em 2017, Hong Kong ampliou suas importações em relação a 2016 em 11 por cento, para 247,04 mil toneladas, enquanto a China continental elevou suas aquisições em 31,8 por cento, para 146,56 mil toneladas, disse a Abrafrigo. A Rússia comprou 12,5 por cento mais carne bovina do Brasil no acumulado de 2017, com 116,83 mil toneladas, ao passo que o Irã elevou em 43,3 por cento. Segundo a Abrafrigo, 62 países ampliaram suas importações do Brasil e outros 86 reduziram.
REUTERS
NOTÍCIAS
Fiscais agropecuários aprovam convocação de greve geral
O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) decidiu no fim da noite de ontem, em assembleia nacional, convocar uma greve geral no país por intervalos determinados
Os fiscais, no entanto, ainda não definiram quando começam e por quanto tempo vão durar as paralisações. Até agora o que se sabe é que as greves vão ocorrer apenas em dias determinados, e não durante semanas ou meses ininterruptos. O Vice-Presidente da Anffa, Marcos Lessa, disse que, antes das paralisações, o sindicato deve intensificar os protestos em Brasília contra o que considera uma tentativa do Ministério da Agricultura de “terceirizar” a fiscalização agropecuária no país. Em nota ao ministério encaminhada hoje, o Anffa também reivindica que os fiscais participem efetivamente da construção de uma proposta de lei que a Pasta vem costurando para reformular o sistema de defesa agropecuária no país. O ministério propôs recentemente um novo modelo para a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), que passaria a ter autonomia administrativa, financeira e orçamentária e contaria com uma agência com prerrogativa de contratar médicos veterinários ou agrônomos para funções auxiliares de defesa.
VALOR ECONÔMICO
Mercado brasileiro já pode exportar carne bovina e suína com osso para Singapura
Ministro Blairo Maggi destaca que decisão do país asiático mostra confiança no serviço sanitário brasileiro. Outros estados, além de SC, exportarão suínos sem desossar
O Brasil poderá exportar carne bovina e suína com osso, além de miúdos, para Singapura. O serviço veterinário de Singapura (Agri-Food & Veterinary Authority of Singapore – AVA) comunicou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre a abertura daquele mercado. “A decisão mostra a confiança de Singapura no serviço sanitário brasileiro”, disse o Ministro Blairo Maggi (Agricultura), ao receber a informação na Rússia, onde chefia missão brasileira para ampliar o comércio bilateral. Segundo o Ministro, a decisão reflete reconhecimento do esforço dos técnicos do ministério e do setor produtivo para aperfeiçoamento dos controles sanitários. A perspectiva é de que essa negociação aumente as vendas de carnes para o país asiático em mais de US$ 100 milhões por ano (US$ 89 milhões apenas de cortes bovinos). Até agora, Singapura comprava carne apenas do estado de Santa Catarina, que tem o status de área livre de febre aftosa sem vacinação reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). De acordo com o Secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, a abertura do mercado é mais um passo rumo à meta do Brasil de responder por 10% do comércio agropecuário mundial. O Diretor do Departamento de Saúde Animal, Guilherme Marques, acrescentou que essa conquista foi baseada no avanço progressivo das zonas livres de febre aftosa, graças aos esforços feitos nos últimos 50 anos para o enfrentamento e erradicação dessa doença. “Mas é preciso continuar investindo para o Brasil ser considerado pela OIE livre de aftosa sem vacinação a partir de 2023, conforme prevê o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa”, ressaltou Marques.
MAPA
Funrural: Receita Federal lança cobrança e atropela resolução do Senado
Procuradoria-geral da Fazenda possui autonomia e desconhece a deliberação do Senado
Após o Procurador-Geral da Fazenda, Fabrício Da Soller, apontar para a ausência de validade da Resolução nº15 do Senado Federal, que anistiaria os produtores do pagamento do Fundo de Apoio Ao Trabalhador Rural (Funrural), as dúvidas voltam a surgir. E a Receita Federal voltou a fazer seus lançamentos de cobrança no montante de 2,3% do valor do produto negociado. Nilson Leitão, presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), destaca que, apesar de o Governo Federal e a Advocacia-Geral da União não terem entrado com recurso contra a resolução do Senado, o parecer jurídico por parte da Fazenda tem validade justamente por este ser o órgão responsável pela cobrança. Desta forma, entidades e demais órgãos do setor rural precisariam de mais uma ação jurídica a ser aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) para fazer valer a decisão no legislativo, já que a procuradoria-geral da Fazenda possui autonomia. Neste instante, a Receita Federal avisa que não irá deixar de lançar o Funrural, que conta, atualmente, com uma alíquota de 2,3%. A Medida Provisória (MP) que está sendo discutida no âmbito do Congresso Nacional pretende minimizar esse valor, propondo uma menor alíquota para o Funrural e também para o passivo. De outro lado, também está sendo aguardado o julgamento do acórdão no STF – com isso, há um prazo até 30 de novembro para esperar por uma resolução diferenciada. Leitão destaca que “dificilmente não terá a cobrança” do Funrural e que, por isso, nunca quis abrir mão da MP. “Não podemos ser irresponsáveis, temos que ter um instrumento para minimizar a ‘pancada’ que vai vir”, destaca o presidente. Neste momento, a recomendação para aqueles produtores que não desejam pagar o tributo é que se resguardem juridicamente e guardem o valor do Funrural, ou depositem em juízo.
BEEFWORLD
“Funrural: anistia é questionável”, diz ministro
Para Dyogo Oliveira, cabe análise jurídica sobre a resolução do Senado
O Ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse na quarta-feira, 4, que a aprovação pelo Senado Federal de uma resolução que dá anistia aos débitos de produtores junto ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) é questionável do ponto de vista jurídico. “O Senado aprovou algo completamente inusitado, que é anistia total. Não me parece natural resolução do Senado confrontar decisão do STF e lei em vigor”, disse em audiência na Câmara dos Deputados. A iniciativa do Senado foi uma reação da bancada ruralista à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou a cobrança do Funrural – uma espécie de contribuição previdenciária – constitucional para as pessoas físicas. Como muitos produtores não vinham fazendo o recolhimento do dinheiro, isso gerou um passivo bilionário e que agora precisa ser quitado. O governo criou um programa de parcelamentos com descontos em multas e juros, que já teve o prazo estendido até 30 de novembro. A resolução aprovada pelo Senado não pode ser vetada e tem potencial para perdoar R$ 17 bilhões em dívidas. A Advocacia-Geral da União (AGU) sinalizou aos ruralistas que vai defender a inconstitucionalidade da medida, de acordo com os deputados.
ESTADÃO CONTEÚDO
Ajustes pontuais e expectativas quanto à demanda definem o mercado do boi gordo
Mercado estável para o boi gordo, com ajustes pontuais ocorrendo nas duas direções.
As escalas dos frigoríficos estão um pouco mais confortáveis quando comparadas à situação verificada na última semana de setembro, mas ainda há considerável variação entre as indústrias. Assim, o mercado está estabilizado, após a sequência de altas verificada ao longo de agosto e as quedas observadas na primeira quinzena de setembro. No mercado atacadista de carne com osso, a carcaça de bovinos castrados está cotada em R$9,25/kg, queda de R$0,09/kg frente ao fechamento de ontem. No atacado de carne bovina sem osso, a variação semanal média foi positiva em 1,0%. Em curto prazo, o volume de vendas decorrentes do início de mês e do feriado da próxima semana será decisivo para a definição do rumo dos preços do boi.
SCOT CONSULTORIA
Mercado do sebo estável, mas ocorrem negócios acima da referência
O preço do sebo se manteve na última semana, mas o cenário é firme, com ocorrência de valores maiores
A oferta modesta de matéria-prima e a melhoria da demanda, que sazonalmente ocorre com a passagem do período mais frio, colaboram com este viés. A cotação atual está em R$2,15/kg, sem imposto, tanto no Brasil Central, como no Rio Grande do Sul. O preço atual no Brasil Central é 14,0% menor que no mesmo período de 2016, apesar das valorizações observadas desde meados deste ano.
SCOT CONSULTORIA
Reabertura de frigorífico evita maior queda de empregos no agronegócio gaúcho
O saldo só não foi pior porque a reabertura do frigorífico da Marfrig, em Alegrete, amenizou a safra de desaquecimento do mercado.
Pelo quinto mês consecutivo, a Fundação de Economia e Estatística (FEE) aponta mais demissões do que admissões no setor do agronegócio do Rio Grande do Sul. Em agosto, o saldo negativo ficou em 2.521 postos de trabalho com carteira assinada. O saldo só não foi pior porque a reabertura do frigorífico da Marfrig, em Alegrete, amenizou a safra de desaquecimento do mercado. No ano – janeiro a agosto, o resultado ainda é positivo, com saldo de 3.223 empregos, 1.212 a mais que o desempenho do mesmo período de 2016, quando foram criados 2.011 empregos. Em agosto, dois dos três segmentos do agronegócio gaúcho registraram saldo negativo de vagas. A perda mais substancial, apontou a FEE, foi no segmento “depois da porteira”, com atividades agroindustriais e de comércio atacadista, que teve corte de 2.594 postos. Segundo a fundação, o setor de fabricação de produtos de fumo liderou os desligamentos em agosto, indicando um comportamento que marca o período. O saldo negativo foi de 3.443 empregos. A desmobilização do setor, que se concentra em Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, começou em junho e se estende até o fim do ano, explica o coordenador do Núcleo de Estudos do Agronegócio da FEE, Rodrigo Feix. Abate e fabricação de produtos de carne teve saldo positivo, com 751 postos. É efeito da reabertura do frigorífico que voltou a processar bovinos, observou Feix. “Dentro da porteira”, como costumam se referir os analistas e que reúne as atividades características da agropecuária, houve diminuição de 91 postos de trabalho em agosto.
JORNAL DO COMERCIO – PORTO ALEGRE
Mercado do boi gordo pressionado em Belo Horizonte-MG
Os frigoríficos encontram maior facilidade em adquirir boiadas neste momento na praça de Belo Horizonte-MG, na comparação com o verificado em agosto e na primeira quinzena de setembro
Com isso, o mercado está pressionado e assim deve permanecer em curtíssimo prazo. O boi gordo está cotado em R$137,00/@, à vista, livre de Funrural. Na comparação mensal o preço está estável. Frente ao mesmo período de 2016, a queda acumulada é de 6,2%. Atualmente, o diferencial de base em relação à Araçatuba está negativo em 3,8%.
SCOT CONSULTORIA
Boi: Exportação absorve oferta doméstica e sustenta indicador
Entre 27 de setembro e 4 de outubro, a alta foi de apenas 0,86%, com média de R$ 142,35 nessa quarta, dia 4
A oferta reduzida de animais para abate continua sustentando o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo na casa dos R$ 142,00. No acumulado de setembro, o Indicador permaneceu praticamente estável (-0,14%), a R$ 142,76 no dia 29. Entre 27 de setembro e 4 de outubro, a alta foi de apenas 0,86%, com média de R$ 142,35 nessa quarta, 4 (preço à vista e livre de Funrural). Segundo colaboradores do Cepea, o bom ritmo das exportações de carne bovina in natura, observado desde junho, é que vem enxugando a oferta doméstica, já que o consumo interno está enfraquecido. De acordo com a Secex, os embarques de carne bovina in natura totalizaram 111,9 milhões de toneladas em setembro, expressiva alta de 20,3% frente ao mesmo mês do ano passado. A receita, por sua vez, somou US$ 471,4 milhões, aumento de 21,2% na mesma comparação.
Cepea
Normas para transporte de animais vivos são avanço para bem-estar
Entre os pontos estabelecidos estão a abertura total da traseira do caminhão e ventilação adequada; entenda os impactos. Para gerente da ONG World Animal Protection, normas ainda não são ideais, mas representam primeiro passo importante
Não é rara a ocorrência de lesões e até mesmo morte de animais por causa de problemas no transporte terrestre. Ainda assim, até junho deste ano, o país não tinha uma regulamentação para o deslocamento rodoviário de animais de produção. Com a resolução Nº 675, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), isso deve mudar. “Esse foi um dos grandes avanços do Brasil em bem-estar animal. Havia uma grande necessidade de normatização dessa questão”, diz José Rodolfo Ciocca, gerente de agropecuária sustentável para a América Latina da ONG World Animal Protection, que participou do grupo de trabalho que discutiu as regras. A resolução traz uma boa notícia tanto do ponto de vista do bem-estar animal como da segurança nas estradas, e pode levar um alento para pecuaristas e indústria, na medida em que as lesões decorrentes do transporte se traduzem em perdas financeiras. A resolução coloca a necessidade de abertura total da traseira do caminhão para facilitar o desembarque em casos de emergência; exige ventilação e controle de temperatura adequados no transporte; piso antiderrapante para evitar escorregões; altura adequada para levar bovinos, bubalinos e cavalos em pé; além de elevadores em caso de veículos com mais de um piso para embarque e desembarque de suínos e aves. Segundo a resolução, a lotação de animais nos caminhões deverá ser definida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O texto já está valendo, mas o prazo para adoção das medidas é 1º de julho de 2019. A responsabilidade de fiscalização é do Contran e do Mapa.
Portal DBO
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