
Ano 4 | nº 857 | 15 de Outubro de 2018
NOTÍCIAS
CEPEA: Indicador oscila com força, mas acumula queda na parcial deste mês
Os valores do boi gordo têm oscilado com certa força neste início de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, observa-se forte dispersão entre os preços mínimos e máximos levantados, o que está atrelado às diferentes condições dos negócios
Enquanto alguns frigoríficos consultados pelo Cepea estão mais retraídos das aquisições, devido às escalas já preenchidas, outros, com mais necessidade, têm dificuldade de comprar novos lotes. Pecuaristas, por sua vez, também estão resistentes em negociar nos preços mais baixos. Nesse cenário, no acumulado parcial de outubro (até o dia 10), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo acumula baixa de 2,4%, fechando a R$ 148,05 nessa quarta-feira, 10.
Cepea
Carne bovina: sequência de altas de preços foi quebrada no atacado
Após seis semanas seguidas de ajustes positivos nos preços da carne bovina sem osso no atacado, nos últimos dias o movimento de alta foi interrompido
Na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria, a desvalorização foi de 0,2%. A queda foi singela, mas se destaca em meio aos comportamentos de alta registrados anteriormente. Além do mais, em uma semana com feriado, a expectativa era que os preços ganhassem força em função do esperado aumento da procura por carne, e não o contrário. Mas o consumo permanece calmo e, ao que tudo indica, a demanda não foi a grande responsável pelo recuo nos preços, já que manteve certa constância nos últimos dias. Na realidade o começo da chegada de gado confinado aumentou a produção de carne, o que causou um desequilíbrio pontual entre a oferta e a demanda, resultando em recuo nos preços da carne bovina. Além disso, com o dólar operando em baixa houve um desestímulo para exportação. Segundo dados do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), o volume diário embarcado em outubro está 14% abaixo do embarcado no mês passado. Isto colaborou com a baixa sustentação dos preços no mercado interno. Para os próximos dias, é possível que os frigoríficos ajustem a compra de matéria-prima, alinhando a oferta ao consumo, o que pode manter a firmeza nos preços ou, no mínimo, limitar as quedas. A definição mais clara do cenário político econômico do país também pode colaborar com o aumento da confiança da população, aquecendo o mercado da carne.
SCOT CONSULTORIA
Calmaria no mercado do boi gordo
Poucos negócios fechados e compradores testando o mercado na última quinta-feira (11/10), véspera de feriado, oferecendo preços abaixo das referências pela arroba do boi gordo
Paralelamente, a oferta um pouco melhor de boiadas terminadas justifica essa estratégia. Foram registradas seis quedas nos preços da arroba do boi gordo hoje. Em São Paulo, a referência para o boi gordo ficou em R$151,00/@, a prazo, livre de Funrural, queda de 1,0% desde o início do mês. As programações de abate paulistas atendem em torno de seis dias e foram observadas indústrias fora das compras no fechamento de hoje. O mercado atacadista de carne bovina permaneceu estável e a margem de comercialização dos frigoríficos que desossam está em 20,1%, próxima da média histórica.
SCOT CONSULTORIA
Procura por animais de reposição diminui pontualmente
O mercado do boi gordo deu uma “esfriada” nos últimos dias, em pleno início de mês. Isso foi suficiente para o recriador/invernista colocar o pé no freio e as negociações diminuíram no mercado de reposição
Com a menor procura, as referências para os animais de reposição ficaram praticamente estáveis frente ao último levantamento. Na média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, as cotações fecharam com ajuste positivo de 0,1%. Esse menor volume de negócios tende a ser pontual, pois no curto e médio prazos as expectativas são de aquecimento nas cotações do boi gordo, em função do maior consumo sazonal de fim de ano. Isso tende a aumentar a procura por negócios de reposição. Além disso, o volume de chuvas ganhou força nos últimos dias em quase todo o país e, consequentemente, a recuperação das pastagens começa a ganhar ritmo. Esse é mais um fator que deve aquecer o mercado de reposição neste fim de ano. Diante dessa conjuntura, a expectativa daqui até o fim do ano é de cotações firmes para os animais de reposição. Lembrando que desde o início de julho, em média, as cotações não registram ajustes negativos.
SCOT CONSULTORIA
Cenário de fim de ano deve ser favorável para a carne bovina
Para Leonardo Alencar, do Minerva, competitividade frente a outras proteínas deve ajudar
O cenário de fim de ano no Brasil deve ser favorável à carne bovina. Esta é a opinião de Leonardo Alencar, Gerente Executivo de Business Intelligence do Minerva. Para ele, além da alta de consumo já esperada para a época, a melhora da situação em relação a proteínas substitutas também deve ajudar o setor. Em relação ao consumo, o quarto trimestre do ano costuma ser o melhor momento para o setor no mercado brasileiro. “Ficamos com uma dúvida em relação ao cenário econômico do país, mas 2017, em que a situação estava pior, teve final de ano muito forte”. Além disso, a desvalorização do real pode desestimular viagens ao exterior, fortalecendo o consumo interno nas festas de fim de ano. Por outro lado, a questão cambial pode desfavorecer o mercado interno em relação ao externo na hora do direcionamento da produção. “O câmbio desvalorizado estava favorecendo muito as exportações, então a briga estava injusta, mas com um patamar um pouco mais baixo e a economia aquecendo, vemos o mercado interno respondendo melhor”, afirma Alencar. De acordo com o gerente executivo, a demanda externa por carne surpreendeu esse ano e deve continuar em alta. “A produção foi maior no mundo todo, mas a demanda foi mais forte e tivemos preços melhores esse ano. A China continua crescendo, o Sudeste Asiático também muito forte, e Oriente Médio e Norte da África são muito interessantes”, afirma. “A média de consumo mundial de carne bovina é de 10 kg per capita e na China é metade disso. Mesmo que eles não cheguem na média, se forem para 6, 7 kg, pelo tamanho da população, é muita coisa. Isso falando só de volume. Se falarmos de explorarmos outros canais, outros cortes dentro do mercado chinês, há muito potencial”.
Santos: STF mantém permissão para transporte de animais vivos
Lei municipal que proíbe circulação de veículos com cargas vivas nas áreas urbanas da cidade foi suspensa
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira, 11, manter a autorização para o transporte de animais vivos na cidade de Santos, SP. Na prática, a Corte confirmou a suspensão de uma lei municipal que proíbe a circulação de veículos transportando cargas vivas nas áreas urbanas e de expansão urbana da cidade. Em abril deste ano, o relator da ação, ministro Edson Fachin, concedeu uma liminar para suspender a eficácia da legislação municipal, atendendo a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). “É matéria exaustivamente disciplinada no âmbito federal. O município não pode comparecer em matérias que já estão nitidamente legisladas pela União”, disse Fachin, ao reiterar na sessão plenária do STF os fundamentos da decisão liminar. Na avaliação do Ministro Luís Roberto Barroso, o transporte de cargas vivas deve respeitar “as normas sanitárias e não pode sujeitar os animais a maus tratos”, porém a incompetência do município em legislar sobre o transporte de cargas vivas lhe pareceu “flagrante”.
ESTADÃO CONTEÚDO
Exportações de carne bovina devem bater R$ 7 bi
A receita com as exportações de carne bovina do Brasil deve superar os US$ 7 bilhões neste ano, amparada pela demanda chinesa firme e pela valorização do dólar frente o real nos últimos meses. No ano passado, o Brasil exportou 1,5 milhão de toneladas de carne bovina, com receita de US$ 6,28 bilhões
A China teve um papel relevante nesse avanço. Os embarques ao país asiático cresceram 56,2% em volume no acumulado do ano e 68,5% em receita. Uma missão para habilitar novas plantas para exportação ao mercado chinês está prevista para o final de outubro. Para o analista do Rabobank, Adolfo Fontes, os embarques devem superar as expectativas do banco. “Nossa previsão para este ano era de 10% de alta em volumes, mas esperamos que esse avanço possa ser até maior, já que na primeira semana de outubro a média diária já é 30% maior. “Segundo ele, a guerra comercial entre China e EUA levou a um redirecionamento da cesta de compras chinesa ao Brasil. A valorização da moeda norte-americana também favoreceu os negócios. “O câmbio influenciou as exportações positivamente em setembro, embora em outubro haja um ajuste”, acrescenta. Há ainda uma missão do Canadá chega ao Brasil no próximo dia 15 para visitar o parque fabril nacional e avaliar as garantias sanitárias do País e o governo brasileiro está traduzindo a última parte do relatório a ser entregue aos Estados Unidos para que o Brasil volte a exportar carne bovina in natura para aquele país.
PECUARIA.COM.BR
ECONOMIA
Bovespa fecha em queda com NY e cautela antes de feriado
O Ibovespa fechou em queda na quinta-feira, contaminado mais uma vez por fortes perdas nas bolsas em Nova York, em movimento que reduziu boa parte dos ganhos da semana
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou em baixa de 0,91 por cento, a 82.921,08 pontos. O volume financeiro no pregão somou 15 bilhões de reais. Na semana mais curta pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida, o índice acumulou alta de 0,73 por cento. A deterioração em Wall Street e alguma cautela diante do feriado no Brasil na sexta-feira, quando os mercados globais funcionam normalmente, porém, acabaram minando a tentativa de melhora local, após o Ibovespa recuar 2,8 por cento na véspera. “Os últimos dias foram de forte oscilação tanto no mercado brasileiro como em Nova York. Dado o feriado no país amanhã e algum risco do noticiário político, o mercado acaba adotando um ritmo mais defensivo”, afirmou o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez DTVM. Profissionais da área de renda variável também citaram influência no pregão de operações relacionadas ao vencimento de opções sobre ações na segunda-feira na bolsa paulista, uma vez que papéis com relevante peso no Ibovespa figuram entre as séries mais líquidas do exercício.
REUTERS
Economia brasileira está bem posicionada para resistir a choques, diz Ilan
O Presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou na quinta-feira que o Brasil está bem posicionado para resistir a choques em sua economia e repetiu a mensagem de que os juros básicos só subirão se houver piora no balanço de riscos e nas expectativas de inflação
Em apontamentos no âmbito de sua participação em encontro do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Bali, na Indonésia, Ilan destacou que o quadro global permanece desafiador para economias emergentes, com riscos associados à normalização monetária em economias avançadas e incertezas sobre o comércio global. Mas ponderou que o país está preparado para lidar com eventuais choques, citando um robusto balanço de pagamentos, regime de câmbio flutuante, nível adequado de reservas, inflação em níveis baixos e expectativas de inflação bem ancoradas. Ilan também chamou atenção para o fato de a fatia dos investidores estrangeiros na dívida mobiliária interna responder por cerca de 12 por cento do total, abaixo da média de 22,7 por cento de economias emergentes no G20, segundo o FMI. Segundo Ilan, este seria outro colchão da economia brasileira, somando-se às reservas internacionais, que no caso brasileiro excedem 380 bilhões de dólares, cerca de 20 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Em relação à política monetária, o presidente do BC reiterou que os juros básicos só subirão e de modo gradual se houver piora no quadro que segue avaliando.
REUTERS
Dólar termina sessão em alta ante real com exterior
O dólar terminou a quinta-feira com pequena alta ante o real, influenciado pela maior aversão ao risco no exterior e a cautela pré-feriado no Brasil. O dólar avançou 0,41 por cento, a 3,7788 reais
Na mínima, a moeda foi a 3,7175 reais e, na máxima, a 3,7868 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,60 por cento. “O mercado preferiu não passar o final de semana vendido… não fosse o feriado, o dólar poderia estar perto de 3,75 reais”, comentou o operador da Spinelli, José Carlos Amado, ao acrescentar que o cenário externo de maior aversão ao risco também teve influência no movimento local, já que na sexta-feira os mercados domésticos não funcionaram. No exterior, as bolsas norte-americanas tiveram novo dia de queda firme, com os investidores preocupados com uma ação mais forte do Federal Reserve, banco central do país, com a guerra comercial entre EUA e China e ainda com as previsões de menor crescimento global do Fundo Monetário Internacional (FMI).
REUTERS
Em setembro, vendas externas do setor somam mais de US$ 8 bilhões
O saldo no setor foi superavitário em US$ 7,1 bilhões. No acumulado do ano, as exportações do agronegócio atingiram US$ 76,66 bilhões
Em setembro, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 8,17 bilhões. O agronegócio foi responsável por 42,9% das exportações totais do Brasil, que somaram US$ 19,06 bilhões no mês. As vendas da soja em grãos alcançaram US$ 1,83 bilhão e foram recordes para setembro em quantidade, somando 4,61 milhões de toneladas. O produto representou 76,2% do total exportado pelo complexo soja no período. A celulose registrou US$ 681,26 milhões e 1,25 milhão de tonelada em exportação, o que representou recorde para setembro. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, houve aumento de 21,6% em valor e 8,9% na quantidade embarcada, que foi de 1,25 milhão de tonelada. As exportações de carnes somaram US$ 1,41 bilhão, 2,7% acima do que foi registrado em setembro do ano passado. Houve recorde histórico na quantidade mensal exportada de carne bovina in natura: 150,66 mil toneladas. Foram exportados US$ 698,01 milhões em carne bovina e US$ 572,5 milhões em carne de frango no mês. Em conjunto, os dois produtos foram responsáveis por 90% do valor exportados pelo setor de carnes. As exportações de carne suína sofreram queda de 32,5%, alcançando US$ 93,65 milhões. Além da China, quatro países tiveram crescimento acima de um dígito: Turquia (+216,0%; aquisições de US$ 138,52 milhões); Irã (+45,1%; aquisições de US$ 174,02 milhões); Índia (+22,6%; aquisições de US$ 178,15 milhões); Argentina (+19,6%; aquisições de US$ 132,61 milhões). No acumulado do ano as exportações atingiram US$ 76,66 bilhões entre janeiro e setembro, com incremento de 3,6% em relação aos US$ 73,98 bilhões exportados no mesmo período em 2017.
MAPA
EMPRESAS
Incêndio de médias proporções atingiu frigorífico da Marfrig em Goiás
Um incêndio de “médias proporções” atingiu na noite de sexta-feira o frigorífico de bovinos da Marfrig Global Foods em Mineiros (GO)
Em razão do feriado nacional, a unidade não estava em operação. Ninguém ficou ferido, informou a Marfrig. Por causa do incêndio, a planta foi paralisada. O abatedouro de Mineiros é uma unidade de grande porte, com capacidade para abater 1 mil bovinos por dia. O frigorífico emprega 1,1 mil funcionários. Procurada, a Marfrig não informou por quanto tempo as atividades do frigorífico ficarão suspensas. “A Marfrig está trabalhando para que as operações voltem o mais breve possível”. A Marfrig é a segunda maior empresa de carne bovina do mundo, ficando só atrás da JBS.
VALOR ECONÔMICO
Fitch atribui rating “BB-” à emissão em dólar proposta por subsidiária da JBS
A agência de classificação de risco Fitch atribuiu um esperado rating “BB-“aos títulos de referência sênior sem garantia denominados em dólares a serem emitidos pela JBS Investments II GmbH, subsidiária integral da gigante de carnes JBS
Esses títulos serão garantidos incondicionalmente pela JBS, informou a Fitch em comunicado. A expectativa é que os recursos levantados na emissão sejam usados para refinanciar o endividamento existente, incluindo os títulos de 2020 da JBS. De acordo com o IFR, um serviço da Refinitv, a JBS começará na próxima semana ‘roadshows’ para os títulos. O negócio será liderado pelo Barclays, BB Securities, Bradesco, BTG Pactual e Santander. A empresa estará em Nova York e Londres de 15 a 16 de outubro e em Boston e Los Angeles em 17 de outubro.
REUTERS
SUÍNOS & FRANGOS
SUÍNO/CEPEA: Menor oferta para abate mantém preços estáveis na maior parte das regiões
Preços do suíno vivo se mantiveram praticamente estáveis no mercado independente na última semana
Na maior parte das regiões acompanhas pelo Cepea, os preços do suíno vivo se mantiveram praticamente estáveis no mercado independente na última semana. De acordo com agentes do setor, a menor oferta de animais para abate tem garantido a sustentação das cotações.
Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o suíno vivo foi negociado a R$ 3,82/kg na quarta, 10, avanço de 0,4% em relação à quarta anterior, 3. No Oeste Catarinense (SC), por sua vez, o animal se valorizou ligeiro 0,1% no mesmo período, comercializado a R$ 3,48/kg. A expectativa é que os preços se mantenham firmes nos próximos meses, reflexo do bom desempenho das exportações e do típico aquecimento da demanda em período de final de ano.
Frango Vivo: mercado impulsionado pelo feriado
Na quinta-feira (11), as cotações do frango vivo continuaram estáveis nas principais praças do país, sendo o maior valor de negociação anotado em São Paulo, a R$3,25/kg
O indicador da Scot Consultoria para o frango em São Paulo trouxe estabilidade para o frango na granja, a R$3,25/kg e para o frango no atacado, a R$4,50/kg. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP destacou que, com a proximidade do feriado de amanhã (12), diversos agentes anteciparam os negócios envolvendo a proteína. Além disso, há uma oferta restrita de animais para abate e uma demanda aquecida nos mercados que ajudam a manter o cenário atual.
Notícias Agrícolas
Suínos e aves tem novas expectativas
Os exportadores de carne suína também devem ter acesso a novos mercados em breve, apesar do ano difícil para o segmento
No dia 20 deste mês, o País receberá uma missão para a abertura de mercado ao produto brasileiro no México. “Este é um grande passo, porque o Brasil vem há anos tentando um início efetivo de negociações com o México, que é um dos maiores importadores de carne suína do mundo”, afirmou o Vice-Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin. A missão chinesa, que avaliará a habilitação de novas plantas para carne bovina, também deve averiguar novas unidades de abate de suínos – além das oito já habilitadas – assim como farão os canadenses. Uma missão da Coreia do Sul também deve visitar o País em outubro.
DCI
INTERNACIONAL
Com medo da febre suína, França colocará cerca na fronteira com a Bélgica
A França vai colocar cercas ao longo de sua fronteira com a Bélgica para impedir que os javalis disseminem a peste suína africana, uma doença virulenta que pode prejudicar a indústria de suínos da Europa
A França está em alerta para a peste suína africana desde que a Bélgica detectou o vírus no mês passado entre javalis a poucos quilômetros da fronteira com a França. A Bélgica já enfrentou embargos em suas exportações de carne suína de países como a China, que também viu um surto do vírus, e a Coreia do Sul. Depois de intensificar as inspeções e proibir a caça e outras atividades, as autoridades do nordeste da França planejam instalar cercas até o final desta semana ao longo da fronteira, em uma região de quatro regiões administrativas, disse um funcionário da prefeitura de Meurthe-et-Moselle. Em Moselle, uma das outras regiões cobertas pela zona de vigilância, a prefeitura também confirmou que as cercas serão colocadas sem dar mais detalhes.
REUTERS
Maiores informações:
ABRAFRIGO
imprensaabrafrigo@abrafrigo.com.br
Powered by Editora Ecocidade LTDA
041 3088 8124
https://www.facebook.com/abrafrigo/
