Ano 3 | nº 508| 08 de maio de 2017
ABRAFRIGO NA MÍDIA
Exportações de carne bovina tiveram pior abril em cinco anos
As exportações brasileiras de carne bovina tiveram em 2017 o pior abril em cinco anos, de acordo com a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo)
No mês passado, os embarques de carne bovina (in natura e processada) ao exterior totalizaram 88,9 mil toneladas, redução de 18% na comparação com as 108,8 mil toneladas de abril de 2016. Em receita, os embarques de carne bovina totalizaram US$ US$ 420,3 milhões em abril, queda de 14% na comparação com os US$ 362,2 milhões do mesmo mês do ano passado. De acordo com a Abrafrigo, o tombo foi motivado por uma conjunção de fatores, dentre os quais a Operação Carne Fraca, que provocou uma série de embargos temporários às carnes brasileiras, a escassez de dólares do Egito, que é um grande importador de carne do Brasil, e também o menor número de dias úteis do mês. No primeiro quadrimestre de 2017, os frigoríficos brasileiros exportaram 420,4 mil toneladas, queda 10% na comparação com os embarques de 465,4 mil toneladas de igual intervalo do ano passado. Em receita, a queda foi de 6%, para US$ 1,66 bilhão.
VALOR ECONÔMICO
Exportação total de carne bovina cai 18% em abril, diz Abrafrigo
Carne: entre os motivos para a queda estão os efeitos da Operação Carne Fraca
As exportações brasileiras de carne bovina totais (in natura e processada) caíram em abril em comparação com igual mês do ano anterior, em volume e em receita. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), foram embarcadas 88,95 mil toneladas, 18% menos ante abril de 2016. Em receita, o recuo foi de 14%, para US$ 362,2 milhões. Entre os motivos para a queda, a Abrafrigo destaca os efeitos da Operação Carne Fraca, o mês relativamente curto (18 dias úteis) e problemas em importantes compradores, como o Egito. A associação observa que este foi o pior resultado para este mês nos últimos cinco anos. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o Brasil exportou 420,43 mil toneladas (-10%), com receita de US$ 1,66 bilhão (-6%). A China continua sendo o maior cliente do produto brasileiro. Hong Kong comprou 88,55 mil toneladas (-19% ante igual período do ano passado) no acumulado do ano e a China Continental 64,77 mil toneladas (+26,6%). A Rússia foi o segundo maior comprador da carne bovina brasileira com 50,383 toneladas (+15,2%). Já o Egito comprou 21,85 mil toneladas de janeiro a abril deste ano, ante 74,2 mil toneladas em igual período do ano passado, uma queda de 70%.
REVISTA EXAME
Exportação total de carne bovina em abril cai 14% em receita, diz Abrafrigo
As exportações brasileiras de carne bovina totais (in natura e processada) caíram em abril em comparação com igual mês do ano anterior, em volume e em receita
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), foram embarcadas 88,95 mil toneladas, 18% menos ante abril de 2016. Em receita, o recuo foi de 14%, para US$ 362,2 milhões.
Entre os motivos para a queda, a Abrafrigo destaca os efeitos da Operação Carne Fraca, o mês relativamente curto (18 dias úteis) e problemas em importantes compradores, como o Egito. A associação observa que este foi o pior resultado para este mês nos últimos cinco anos.
No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o Brasil exportou 420,43 mil toneladas (-10%), com receita de US$ 1,66 bilhão (-6%). A China continua sendo o maior cliente do produto brasileiro. Hong Kong comprou 88,55 mil toneladas (-19% ante igual período do ano passado) no acumulado do ano e a China Continental 64,77 mil toneladas (+26,6%). A Rússia foi o segundo maior comprador da carne bovina brasileira com 50,383 toneladas (+15,2%). Já o Egito comprou 21,85 mil toneladas de janeiro a abril deste ano, ante 74,2 mil toneladas em igual período do ano passado, uma queda de 70%.
ESTADÃO CONTEÚDO
Volume de exportações de carne bovina cai 18% em abril, diz Abrafrigo
As exportações brasileiras de carne bovina (in natura e processada) somaram 88,9 mil toneladas em abril, 18,3% menores que o registrado no mesmo mês do ano passado, segundo informações da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) divulgadas na sexta-feira (5)
A receita decorrente das exportações teve queda de 13,8% em abril, para US$ 362,2 milhões, na comparação anual. A Abrafrigo atribui a redução dos embarques aos efeitos da Operação Carne Fraca, somados a um mês mais curto (com apenas 18 dias úteis) e à redução de aquisições por compradores tradicionais, como o Egito. A Operação Carne Fraca foi anunciada em 17 de março, resultando em restrições temporárias de importações de carnes brasileiras por dezenas de países. Em março, as exportações brasileiras de carne bovina caíram 10,7% em relação a março de 2016, mas subiram 20% em volume na comparação com fevereiro. No acumulado do ano, as exportações brasileiras de carne bovina somam 420,4 mil toneladas, queda de 9,7% na comparação anual. Em faturamento, o Brasil exportou o equivalente a US$ 1,66 bilhão de carne bovina de janeiro a abril deste ano, uma redução de 5,7% na comparação com o primeiro quadrimestre de 2016. No total, 56 países aumentaram suas importações e 76 reduziram as compras de produtos brasileiros no acumulado do ano. Os países que mais reduziram as compras de carne bovina brasileira foram Egito (-70%), Chile (-29,2%), Países Baixos (-30,9%), Reino Unido (-28,8%) e Alemanha (-24%). Já os principais aumentos nas aquisições ocorreram por parte da China (26,6%), Rússia (15,2%), Irã (26,5%), Estados Unidos (69%) e Arábia Saudita (147%).
CARNETEC
Exportação total de carne bovina em abril cai 14% em receita, diz Abrafrigo
As exportações brasileiras de carne bovina totais (in natura e processada) caíram em abril em comparação com igual mês do ano anterior, em volume e em receita.
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), foram embarcadas 88,95 mil toneladas, 18% menos ante abril de 2016. Em receita, o recuo foi de 14%, para US$ 362,2 milhões.
Entre os motivos para a queda, a Abrafrigo destaca os efeitos da Operação Carne Fraca, o mês relativamente curto (18 dias úteis) e problemas em importantes compradores, como o Egito. A associação observa que este foi o pior resultado para este mês nos últimos cinco anos.
No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o Brasil exportou 420,43 mil toneladas (-10%), com receita de US$ 1,66 bilhão (-6%). A China continua sendo o maior cliente do produto brasileiro. Hong Kong comprou 88,55 mil toneladas (-19% ante igual período do ano passado) no acumulado do ano e a China Continental 64,77 mil toneladas (+26,6%).
A Rússia foi o segundo maior comprador da carne bovina brasileira com 50,383 toneladas (+15,2%). Já o Egito comprou 21,85 mil toneladas de janeiro a abril deste ano, ante 74,2 mil toneladas em igual período do ano passado, uma queda de 70%.
REVISTA ISTOÉ
NOTÍCIAS
ICMS da carne volta em São Paulo e preço sobe
Pressionado pela queda na arrecadação, o governo do Estado do São Paulo voltou a cobrar alíquota de 11% de ICMS sobre a carne no mês passado, após manter o produto isento por oito anos
O impacto da mudança na tributação de um item básico provocou um salto de preços no varejo. Em abril, o preço médio das carnes bovinas na cidade de São Paulo subiu 3,83% e alguns cortes de segunda registram altas de até 8%. Os dados são da pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe, que apura a inflação em São Paulo. A alta das carnes bovinas em abril superou de longe o IPC-Fipe (0,61%). Nos meses anteriores, os aumentos de preço das carnes tinham sido bem menores. Em março, foi de 0,05%. Manoel Henrique de Farias, Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas do Estado de São Paulo, que reúne açougues, diz que a volta da tributação puxou os preços para cima, apesar de ter sido numa proporção menor do que o inicialmente previsto. A estimativa do presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Pedro Celso Gonçalves, era de que os preços aumentariam entre 6% e 6,5%. Farias explica que o impacto foi atenuado pelos açougues pequenos, que são a maioria dos estabelecimentos, e estão no regime do Simples. Esses açougues reajustaram os preços entre 2,6% e 2,7%. Os grandes, que estão fora do Simples e apuram o imposto, aumentaram preços na ponta em cerca de 10%. “Alguns açougues não reajustaram preços”, diz Farias. Isso porque em 12 meses até março, as vendas do produto na capital caíram cerca de 20%. Ele atribui a queda à alta do desemprego. Supermercados e açougues querem a revogação da medida. Na última terça-feira, o governador Geraldo Alckmin disse na abertura da feira da Apas que iria rever a decisão. No dia seguinte, o sindicato dos açougues liderou passeata no centro de São Paulo e conseguiu marcar um encontro com os técnicos da Fazenda estadual. Procurado, o órgão informa que “conversa com o setor”.
O Estado de S. Paulo
Boi gordo: mercado firme, pouca oferta e compra de matéria-prima devagar
Mercado firme, com ajustes pontuais nos preços. O nível de especulação é baixo. As ofertas de compra variam, quase sempre, em R$1,00/@ a mais ou a menos em relação a referência
São Paulo talvez apresente a maior amplitude entra as ofertas maiores e menores. Ao mesmo tempo que há negócios sendo realizados por R$141,00/@ à vista, já descontado o Funrural, há quem oferte R$138,0/@ à vista, para descontar o imposto. De forma geral, por enquanto, não há sinal do comportamento sazonal de maio, quando os preços caem, indicando o final da safra de capim. O prolongamento das chuvas em grande parte do país é o responsável por isso.
Em quase todas as praças a compra de matéria-prima não ocorre com facilidade. Ao mesmo tempo, embora a semana tenha sido de melhora nas vendas de carne, com altas registradas no mercado sem osso, a composição das escalas das indústrias é feita com cautela, o que não imprime um cenário altista aos preços da arroba.
SCOT CONSULTORIA
Mercado de reposição mais movimentado
Mercado de reposição começa a se aquecer e aquela calmaria que perdurava por longo tempo vai ficando para trás
No panorama geral as categorias mais procuradas são as mais eradas, com giro rápido, pois há expectativa de aumento no número de animais que serão terminados em confinamento este ano. O aumento de oferta de bezerros está crescendo de forma gradativa e as negociações também avançam. Vale destacar a maior procura por machos nesta categoria. Em relação às cotações, no fechamento desta semana as referências estão praticamente estáveis. Na média geral de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados pesquisadas pela Scot Consultoria, houve desvalorização de 0,1% nos últimos sete dias. O momento é de planejar as ações, tanto para quem vende como para quem for comprar animais de reposição. Para quem vai vender é preciso se atentar ao mercado. As condições de pastos ainda favoráveis para a retenção dos animais podem gerar lá na frente, com a entrada mais severa da seca, uma oferta maior e pressão sobre as cotações. Para quem vai comprar, principalmente animais para terminação em confinamento, fazer o planejamento e o levantamento de custos é primordial para evitar possíveis prejuízos.
SCOT CONSULTORIA
Mapa apresenta ações contra fraudes em frigoríficos a embaixadas de 29 países e blocos
Durante a reunião, Secretário de Defesa Agropecuária reforçou a qualidade e segurança alimentar das carnes brasileiras
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentou, na sexta-feira (5), balanço das ações desenvolvidas durante a Operação Carne Fraca aos representantes das embaixadas de 29 países e blocos que importam carne brasileira. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal em março último. Diante das denúncias de supostas irregularidades, o Mapa adotou uma série de procedimentos com objetivo de mostrar aos importadores a segurança e a robustez do sistema de inspeção sanitária de produtos de origem animal.
De acordo com o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Pacifici Rangel, o Brasil não tem problemas sanitários. “O que aconteceu foram desvios de conduta de uma minoria de servidores. O problema foi pontual. Exportamos para mais de 160 países e recebemos diversas mensagens de solidariedade, que atestam a sanidade e qualidade dos produtos brasileiros”.
O Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, José Luis Ravagnani Vargas, reafirmou aos diplomatas e adidos agrícolas que houve agilidade em demonstrar a segurança do Serviço de Inspeção Federal (SIF) brasileiro frente às denúncias apresentadas pela PF. Atualmente, 18 estabelecimentos permanecem proibidos de exportar carnes. Os servidores afastados em razão de envolvimento no caso já foram substituídos. Além disso, o Mapa já substituiu algumas chefias dos serviços de inspeção de produtos de origem animal nas superintendências federais de Agricultura de alguns estados e está em processo de substituição de outras. Entre os 29 países e blocos que participaram da reunião, em Brasília, estavam representantes dos Estados Unidos, Japão, Chile, Australia e União Europeia.
MAPA
Blairo diz que 10 países continuam indecisos sobre retomar importações de carne
Grandes importadores de carne emitiram suspensões após a Polícia Federal brasileira revelar uma investigação sobre o suposto suborno de autoridades sanitárias
O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse na noite de quinta-feira que dez países ainda precisam decidir se reabrirão seus mercados às importações de carne brasileira após um escândalo sanitário em março. Grandes importadores de carne emitiram suspensões após a Polícia Federal brasileira revelar uma investigação sobre o suposto suborno de autoridades sanitárias por companhias processadoras de carne para omitir inspeções e ignorar abusos.
Falando paralelamente a uma conferência de soja em Cuiabá, Blairo disse que os países que seguem indecisos representam “um volume muito pequeno” do mercado de exportação brasileiro. Ele disse que os principais países compradores haviam retomado as compras após o governo responder satisfatoriamente a questionamentos sobre a segurança dos produtos.
“Eles aceitaram nossas considerações, nossas respostas”, disse o Ministro, acrescentando que discussões do governo com outros países sobre o assunto já foram concluídas.
REUTERS
Perspectivas para o confinamento são incertas
Mesmo com queda de preço dos insumos, analistas não têm certeza se o provável crescimento do segundo giro compensará queda no primeiro
Depois de quebrar a cabeça para fechar as contas em 2016, os confinadores encontraram um cenário econômico completamente diferente neste ano, com queda nos preços das principais matérias-primas da atividade, principalmente milho e boi magro. Apesar do cenário positivo, ainda não é certo que o número de animais confinados cresça neste ano. De acordo com a analista Lygia Pimentel, da Agrifatto, a baixa nos preços dos insumos só deve influenciar no segundo giro da atividade, com entrega de animais entre outubro e dezembro. “É muito provável que teremos um aumento considerável no número de animais confinados no segundo semestre, mas ainda não é possível dizer se ele será suficiente para compensar a provável queda do primeiro giro”, explica. A analista ressalta que o primeiro giro do confinamento deste ano, com animais sendo entregues entre junho e julho, ainda foi prejudicado pelos altos preços do ano passado. “Muitos produtores acabaram desistindo de confinar ao ver a cotação da reposição na época, sabendo que já era esperada uma queda na arroba do boi gordo para este ano. Vamos aguardar e ver qual será o tamanho do baque”, destacou Lygia Pimentel. O analista de mercado da Scot Consultoria, Alex Lopes, reforça que ainda é impossível fazer uma previsão sobre o número de cabeças confinadas, pois isso também depende da estratégia de manejo de cada propriedade. “Muitos produtores optam por fazer a recria com suplementação a pasto para apenas terminar os animais no cocho. Com isso, ele consegue um giro maior e coloca mais animais no confinamento”. Outro fator que deve impactar a atividade é o preço da arroba no mercado futuro, que tem registrado baixas desde o início do ano. A ferramenta é muito utilizada no planejamento anual dos confinadores, pois permite que eles saibam o valor que vão receber na entrega dos animais antes mesmo de colocá-los no cocho. No fechamento do mercado futuro da BM&F Bovespa desta quinta-feira, 4 de maio, o preço do boi gordo registrou pico de R$ 138,9/@, com entrega para outubro. Em meados do mesmo mês no ano passado, o preço máximo da arroba, também com entrega para outubro, era de R$ 166,8/@. “A provável maior oferta de animais terminados para outubro deve impedir que os preços subam no mercado futuro. Acredito que eles devem permanecer no patamar de R$ 140/@”, destacou Alex Lopes. A instabilidade da arroba de boi no mercado futuro já era esperada pela Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), que mesmo com a queda nos custos de produção reforça a importância do controle de gastos do produtor, como afirmou o gerente técnico da Assocon, Bruno Andrade. “Já sabíamos que não haveria valorização da arroba. A única forma de o produtor produzir uma arroba rentável e garantir uma boa margem é produzir animais dentro do seu orçamento, tendo todos os gastos na ponta do lápis”, conclui. Em levantamento preliminar, a Agrifatto estima que sejam confinadas mais de 3,9 milhões de cabeças em 2017. Outra consultoria que atua no setor, a Agroconsult, espera que sejam abatidos mais de 5 milhões de bovinos de confinamento. Além dos animais terminados no cocho, a consultoria também leva em consideração animais oriundos de Terminação Intensiva a Pasto (TIP).
Portal DBO
Frigoríficos aumentam escalas de abate
Indústria tem operado com programação média de quatro a cinco dias
O mercado do boi gordo tem passado por um momento de comportamento misto. Apesar da situação de preços estáveis a firmes na maioria das situações, foram registradas quedas em algumas regiões nesta quinta-feira, 4 de maio, com destaque para Goiás e Mato Grosso do Sul, de acordo com a Scot Consultoria. No primeiro estado citado os frigoríficos encontram maior facilidade para ampliar as escalas de abate a preços “atraentes”, na comparação com os estados vizinhos. De modo geral, as programações estão bem mais confortáveis na comparação com a situação de um mês atrás, quando o mercado estava praticamente parado. As escalas médias atendem entre quatro e cinco dias. Foi registrada queda no mercado atacadista de carne bovina com osso. O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,47/kg, queda de 1,5%. O cenário de curto prazo será regido pela evolução da oferta de gado e resposta dos preços da carne. Apesar dos preços mais firmes para a carne sem osso no atacado, a cotação da carcaça cedeu frente à retomada dos abates.
Scot Consultoria
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