CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2707 DE 08 DE MAIO DE 2026

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Ano 11 | nº 2707 | 08 de maio de 2026

 

 NOTÍCIAS

Mercado do boi gordo: estabilidade em São Paulo

Escalas alongadas, consumo ainda moderado e incertezas com a China mantêm o mercado cauteloso, apesar da estabilidade nas cotações.

Após as quedas das cotações no dia anterior (6/5) para a vaca e o “boi China”, o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia. Os fundamentos de mercado, contudo, não mudaram. Frigoríficos de maior porte e com escalas mais alongadas negociaram sem pressa, aproveitando oportunidades e tentando comprar com preços menores. Já aqueles com escalas mais curtas estavam mais ativos e pagaram o que era pedido. Em relação à oferta, ela não esteve grande, mas atendia à demanda. Para as vendas de carne no mercado interno, embora a expectativa fosse de melhora no consumo, o escoamento ainda não ocorria da forma esperada, e mudanças dependiam do desempenho das vendas no final de semana. No período, o consumo doméstico estava modesto, porém melhor em relação ao final de abril. Em relação à exportação, o mercado estava cercado por especulações. A expectativa de quando a cota chinesa será preenchida e como ficará o mercado quando isso ocorrer limitava movimentos de alta para a cotação do “boi China”. As escalas de abate estavam, em média, para 12 dias. Vale destacar que maio, tradicionalmente, é marcado pela queda da cotação da arroba do boi gordo, reflexo do aumento da oferta provocado pelo avanço do outono e pela consequente perda do vigor das pastagens. Nesse contexto, mesmo que as vendas de carne melhorassem, a expectativa era mais de acomodação dos preços e limitação das quedas do que de movimentos de alta. No Tocantins, após a queda registrada no dia anterior para a cotação da novilha na região Sul do estado, o mercado abriu o dia com estabilidade para todas as categorias. Já na região Norte, o dia começou com queda de R$3,00/@ da novilha e da vaca. A cotação do boi gordo não mudou. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.

SCOT CONSULTORIA

Preços do boi gordo: cotação em Mato Grosso segue à frente da paulista

Por outro lado, em Minas Gerais e Goiás, desgaste acentuado das pastagens obriga pecuarista a negociar em valores mais baixos

O mercado físico do boi gordo voltou a conviver com tentativas de compra em níveis mais baixos no decorrer da quinta-feira (7). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o movimento é mais evidente em São Paulo, Minas Gerais e Goiás, estados em que o posicionamento das escalas de abate entre a indústria frigorífica é mais confortável. “O desgaste das pastagens em Minas Gerais e em Goiás resulta na menor capacidade de retenção entre os pecuaristas, o que traz um ambiente de maior disponibilidade de gado para abate”, contextualiza. Iglesias pontua que em Mato Grosso a melhor condição das pastagens possibilita que os pecuaristas do estado cadenciem o ritmo das negociações, fazendo com que os preços encontrem maior sustentação, situação que colocou as negociações no estado em patamar superior ao de São Paulo. “A progressão da cota chinesa é outro elemento importante a ser considerado no curtíssimo prazo, com o consenso que o limite de 1,1 milhão de toneladas tende a se esgotar em meados de junho”, assinalou. Preços médios da arroba do boi: São Paulo: R$ 352 — ontem: R$ 352,83. Goiás: R$ 334,11 — ontem: R$ 338,79. Minas Gerais: R$ 339,41 — ontem: R$ 339,06. Mato Grosso do Sul: R$ 349,09 — ontem: R$ 348,52. Mato Grosso: R$ 355,88 — ontem: R$ 355,00. Os preços da carne bovina voltaram a cair no mercado atacadista. Mesmo em um ambiente pautado por boa demanda, a leitura inicial é que os valores estavam bastante elevados, afetando os níveis de consumo no mercado doméstico. “Desta forma, o que se evidenciou foi o recuo das indicações dos cortes com osso e dos cortes desossados. Ao mesmo tempo, a competitividade em relação às proteínas concorrentes ainda é problemática, em especial se comparado à carne de frango, que conta com preços mais atrativos”, destaca Iglesias. Quarto traseiro: R$ 27,50 por quilo, queda de R$ 0,50; Quarto dianteiro: R$ 21,50 por quilo, redução de R$ 1,50; Ponta de agulha: R$ 20,00 por quilo, diminuição de R$ 1,00.

SAFRAS NEWS

Boi/Cepea: Em abril, carcaça registra a maior média da série do Cepea

O preço médio da carcaça casada de boi em abril foi o mais elevado da série do Cepea (desde 2001), em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de março/26). A média foi de R$ 25,23/kg no mês passado, com avanços de 3,74% frente à de março e de 9,95% no primeiro quadrimestre de 2026.

Segundo o Cepea, essa valorização se deve à elevação nos preços do dianteiro (que, em abril, registraram aumento de 5%, com média de R$ 22,55/kg) e nos da ponta de agulha (com avanço de 6,9%, e média à vista de R$ 21,12/kg); o traseiro apresentou alta mais moderada, de 3,8%. Além disso, houve repasse da valorização do boi gordo para a carne que, de acordo com pesquisadores do Cepea, está associada principalmente à oferta limitada de animais prontos para abate e à demanda externa aquecida, cenário observado desde o início deste ano. Conforme apontamento do Centro de Pesquisas, para os próximos meses, a evolução do mercado dependerá, sobretudo, do ritmo das exportações, da demanda internacional (especialmente chinesa), das condições de oferta de animais terminados e da reposição. Esses fatores devem nortear os preços e a relação de troca ao longo da entressafra, podendo sustentar patamares elevados, ainda que com ajustes pontuais no curto prazo.

CEPEA

ECONOMIA

Dólar termina pregão estável no Brasil com mercado atento ao Oriente Médio

O dólar oscilou em margens estreitas e fechou a quinta-feira perto da estabilidade no Brasil, com as cotações reagindo ora positivamente ora negativamente ao noticiário sobre a guerra no Oriente Médio.

O dólar à vista encerrou com leve alta de 0,05%, aos R$4,9230. No ano, a divisa dos EUA passou a acumular baixa de 10,31% ante o real. Às 17h03, o dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 0,15% na B3, aos R$4,9450. No início do dia, o mercado de câmbio repercutia notícias de que Irã e EUA estariam se aproximando de um acordo limitado e temporário para interromper a guerra, com um esboço de estrutura que interromperia os combates. O plano estaria centrado em um memorando de curto prazo, em vez de um acordo de paz abrangente, com Teerã e Washington reduzindo suas ambições já que as diferenças persistem, principalmente em relação ao programa nuclear do Irã. Neste cenário, o dólar recuava ante boa parte das demais divisas, incluindo pares do real como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano, ainda que as quedas fossem modestas. No Brasil, o dólar à vista atingiu a cotação mínima de R$4,8958 (-0,51%) às 9h53, mas retornou para perto da estabilidade na sequência, ainda que o viés no exterior fosse negativo. Durante a tarde, as notícias sobre a guerra reduziram a força da moeda norte-americana em todo o mundo. Reportagem do Wall Street Journal afirmou que o governo dos EUA está buscando retomar o Projeto Freedom — operação que busca guiar navios comerciais pelo Estreito de Ormuz. Neste contexto, a Arábia Saudita e o Kuweit suspenderam restrições de acesso militar dos EUA a bases e espaço aéreo. O noticiário sobre o Estreito de Ormuz colocou em dúvida a capacidade de Irã e EUA de fato chegarem a um acordo — algo que justificou pela manhã certo otimismo entre os investidores. Em reação, o dólar à vista atingiu a cotação máxima de R$4,9324 (+0,23%) às 14h34, para depois voltar a se aproximar da estabilidade. No Brasil, investidores também monitoraram a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington. De acordo com Trump, o encontro com Lula foi “muito bom” e os dois discutiram comércio e tarifas.

REUTERS

Ibovespa tem queda forte em dia cheio de balanços e recuo do petróleo no exterior

O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista na quinta-feira, marcada pela repercussão de uma série de resultados corporativos, incluindo os números de Axia e Bradesco, que viram suas ações registrarem perdas expressivas. 

A queda do petróleo no mercado internacional, em meio a expectativas de um acordo entre Estados Unidos e Irã, também reverberou na B3, minando as ações da Petrobras e de outras petrolíferas. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em queda de 2,5%, a 182.990,92 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 182.867,75 na mínima e marcando 187.779,31 na máxima do dia. O volume financeiro no pregão somava R$28,72 bilhões antes dos ajustes finais.

REUTERS

Balança comercial brasileira tem superávit de US$10,537 bi em abril com exportações mais fortes

Ganhos foram de 16,1% na agropecuária, com maiores vendas de soja, e de 11,6% na indústria de transformação, com vendas maiores de carnes e combustíveis. 

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$10,537 bilhões em abril, 37,5% acima do observado no mesmo mês de 2025 diante de uma aceleração mais intensa das exportações do que das importações, segundo dados divulgados na quinta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O desempenho do mês é fruto de US$34,148 bilhões em exportações, uma alta de 14,3% na comparação com abril do ano passado, e US$23,611 bilhões em importações, elevação de 6,2%. O resultado do mês foi ligeiramente pior do que o esperado pelo mercado, que previa em pesquisa da Reuters um saldo positivo de US$10,9 bilhões. Nas exportações, houve alta dos embarques de todos os setores, com destaque para a indústria extrativa, que teve aumento de 17,9% puxado por alta na venda de minérios de cobre e de ferro. O valor exportado de petróleo aumentou 10,6% no mês, com um crescimento de 23,7% nos preços mais do que compensando um recuo de 10,6% no volume vendido. Os ganhos foram de 16,1% na agropecuária, com maiores vendas de soja, e de 11,6% na indústria de transformação, com vendas maiores de carnes e combustíveis.

Do lado das importações, houve alta de 30,4% na chegada ao país de bens de consumo, crescimento de 19,7% em combustíveis e de 3,6% em bens de capital. Houve recuo de 1,2% nas compras de bens intermediários. No primeiro quadrimestre, o país acumulou um superávit comercial de US$24,782 bilhões, acima do saldo positivo de US$17,270 bilhões dos quatro primeiros meses de 2025.

REUTERS

Indústria nacional varia 0,1% em março e acumula alta de 3,1% em 2026

Informação foi divulgada ontem pelo IBGE

A produção industrial cresceu pelo terceiro mês consecutivo, ao variar 0,1% na passagem de fevereiro para março. Em 2026, o setor acumula expansão de 3,1%. Com esse resultado, a produção industrial está 3,3% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas ainda 13,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada na quinta-feira (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a pesquisa, na passagem de fevereiro para março, as quatro grandes categorias econômicas e oito dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram avanço na produção. “Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,2%) e produtos químicos (4,0%), com a primeira marcando o quarto mês consecutivo de crescimento e acumulando expansão de 11,5% neste período; e a segunda eliminando o recuo de 1,5% verificado em fevereiro”, disse o gerente da PIM, André Macedo. Outras contribuições positivas sobre o total da indústria vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,1%), metalurgia (1,2%) e máquinas e equipamentos (1%). Por outro lado, entre as 16 atividades que recuaram na produção, bebidas (-2,9%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,9%) exerceram as principais influências na média da indústria, com a primeira interrompendo três meses consecutivos de avanço na produção, período em que acumulou crescimento de 8,5%; e a segunda intensificando a queda registrada em fevereiro de 2026 (-2,3%). “Vale destacar também os impactos negativos assinalados pelos setores de móveis (-6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,1%), produtos alimentícios (-0,5%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,9%), celulose, papel e produtos de papel (-1,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2,3%), produtos de madeira (-4,4%) e produtos de borracha e de material plástico (-1,1%)”, afirma o IBGE.

AGÊNCIA BRASIL

Mercado de Trabalho/Cepea: Agronegócio emprega mais de 26% da população ocupada no País em 2025

Desempenho da agropecuária amplia a demanda por serviços de apoio e logística, intensificando a absorção de mão de obra nos agrosserviços.

O agronegócio brasileiro somou 28,4 milhões de trabalhadores em 2025, se configurando como um novo recorde, conforme indicam pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Esse contingente representa 26,3% do mercado de trabalho nacional, participação superior à observada em 2024 (26,1%). Entre 2024 e 2025, o número de pessoas atuando no agronegócio avançou 2,2% (equivalente a pouco mais de 600 mil pessoas). Na mesma comparação, o mercado de trabalho brasileiro cresceu 1,7% (equivalente a 1,8 milhão de pessoas). Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado do agronegócio foi impulsionado sobretudo pelo segmento de agrosserviços, que registrou aumento de 6,1% no número de trabalhadores. De modo geral, a expansão das ocupações nesse segmento está fortemente associada à retomada das atividades agroindustriais, que abrangem desde o processamento de produtos agropecuários até a produção de insumos, refletindo, em última instância, as transformações estruturais em curso no setor. Adicionalmente, o bom desempenho da agropecuária – impulsionado pela renovação de recordes de safras e de abates de animais – tem ampliado a demanda por serviços de apoio e logística, intensificando a absorção de mão de obra nos agrosserviços e contribuindo para o aquecimento do mercado de trabalho no agronegócio. O segmento de insumos avançou 3,4% em 2025 frente ao ano anterior. Pesquisadores do Cepea/CNA indicam que esse resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo das indústrias de fertilizantes, defensivos, medicamentos veterinários e máquinas agrícolas. Para a agroindústria, o crescimento anual foi de 1,4%. Já o segmento primário registrou queda nas ocupações, de 1,1%, resultado reflete, sobretudo, a queda do contingente na agricultura, em contraste com a relativa estabilidade observada na pecuária. De 2024 para 2025, houve crescimento no número de empregados com carteira assinada (4,6%, ou 440.337 pessoas) e sem carteira assinada (0,2%, ou 9.942 pessoas) – ambas as categorias atingindo os maiores níveis da série histórica –, além da expansão dos trabalhadores por conta própria (3,2%, ou 213.981 pessoas). No que se refere ao grau de escolaridade da população ocupada, em 2025, houve elevação do nível de instrução no agronegócio: reduziram-se os trabalhadores sem instrução (-7,6% ou 121.998 pessoas) e com ensino fundamental (-0,9% ou 101.876 pessoas), enquanto aumentaram os com ensino médio (4,2% ou 459.556 pessoas) e superior (8,3% ou 336.124 pessoas). A análise por gênero indica expansão da ocupação para ambos os grupos, com aumento de 1,9% no número de trabalhadores homens (ou 323.761 pessoas) e de 2,6% no contingente de trabalhadoras mulheres (ou 278.046 pessoas), sugerindo avanço, ainda que gradual, da participação feminina no mercado de trabalho do agronegócio.

CEPEA

CARNES

Exportações brasileiras de carnes cresceram em abril

Preço médio da carne bovina exportada aumentou no mês passado. A receita obtida com embarques de carne bovina aumentou 29,4%, para US$ 1,572 bilhão

As exportações brasileiras de carnes de aves, bovina e suína aumentaram em abril na comparação com igual mês do ano passado, segundo dados divulgados na quinta-feira (7/5) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). As exportações de carne bovina aumentaram 4,3% em volume e totalizaram 251,944 mil toneladas no mês passado. Já o preço médio pago pela tonelada do produto foi 24,1% superior ao de um ano atrás, ficando em US$ 6.241,5 por tonelada. Em abril de 2025, o preço médio pago pela carne bovina foi de US$ 5.031,4. A receita obtida com os envios de carne bovina ao exterior acompanhou a valorização do produto e cresceu 29,4%, para US$ 1,572 bilhão. No caso da carne de frango, o volume embarcado ao exterior no mês passado cresceu marginalmente, 0,5% na comparação anual, chegando a 442,580 mil toneladas. O preço médio pago pelo produto aumentou 2,4%, para US$ 1.878 por tonelada, e a receita avançou 2,9%, atingindo US$ 831,179 milhões. Quanto à carne suína, o volume exportado em abril, de 121,435 mil toneladas, foi 9,7% maior do que o registrado em igual mês de 2025. O preço médio pago por tonelada de carne suína, US$ 2.496,8, foi praticamente o mesmo de abril do ano passado, 0,1% inferior. A receita obtida com as exportações do produto aumentou proporcionalmente ao volume, 9,6%, somando US$ 303,195 milhões.

GLOBO RURAL

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos/Cepea: Proximidade do Dia das Mães movimenta o mercado

A procura pela carne suína, sobretudo por cortes como lombo e costela, aumentou com a proximidade do Dia das Mães, elevando as cotações na semana.

De acordo com agentes de mercado consultados pelo Cepea, além da proximidade da data comemorativa, o período de início de mês também elevou a demanda. Já os preços do animal vivo ficaram estáveis nos últimos dias, interrompendo a sequência de baixas verificada ao longo do mês. Pesquisadores do Cepea apontam que também houve aumento na demanda nos últimos dias, inclusive por carregamentos extras, mas esse cenário não se traduziu em reação de preços. Para as próximas semanas, o Centro de Pesquisas indica que os valores do animal vivo podem se manter estáveis ou até registrar alta, devido justamente ao recente aquecimento na demanda pelos cortes.

CEPEA

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