CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2526 DE 08 DE AGOSTO DE 2025

clipping

Ano 11 | nº 2526 | 08 de agosto de 2025

 

NOTÍCIAS

Boi China tem valorização em dia de mercado firme

Exportação de carne bovina bate recorde em julho

O mercado do boi gordo registrou mais um dia de firmeza em São Paulo na quinta-feira (7), com destaque para a elevação dos preços da arroba. A análise consta no informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria. Segundo a publicação, a oferta de boiadas permaneceu restrita, e os vendedores aguardavam por valorizações para realizar negócios. Diante desse cenário, os compradores enfrentaram dificuldades para estender as escalas de abate, operando com prazos curtos. “As escalas de abate estão, em média, para oito dias”, informou a análise. A arroba do boi gordo e do chamado “boi China” apresentou alta de R$ 2,00, enquanto a arroba da novilha teve valorização de R$ 3,00. Para a vaca, os preços se mantiveram estáveis em relação ao dia anterior. No Tocantins, a região Sul manteve os valores do dia anterior, com escalas de abate médias de cinco dias. Já na região Norte do estado, houve alta de R$ 2,00 na arroba do boi gordo. As demais categorias não apresentaram variações, mantendo também escalas médias de cinco dias. No mercado externo, o desempenho das exportações de carne bovina in natura em julho alcançou volume recorde, somando 276,9 mil toneladas. A média diária foi de 12 mil toneladas, o que representa aumento de 16,7% em relação ao mesmo período de 2024. O preço médio por tonelada exportada foi de US$ 5.551,00, registrando crescimento de 25,9% na comparação anual. A análise destacou ainda que, na quinta semana de julho, o preço médio da tonelada exportada chegou a US$ 5.591,50, o maior valor registrado desde o início de 2025.

Scot Consultoria

Preço do boi gordo reage e ultrapassa R$ 300,00 em SP

Agosto começou com sinais positivos para o mercado do boi gordo no Brasil.

Após as pressões baixistas verificadas em julho que resultaram em cotações abaixo de R$ 300 a arroba, o novo mês trouxe uma recuperação de preços.

O indicador do boi gordo Cepea/Esalq, que acompanha o mercado paulista, apontou uma alta acumulada de 2,26% nos primeiros dias de agosto. No fechamento da terça-feira, 05, o valor médio da arroba do boi gordo chegou a R$ 301,00. Essa alta no estado de São Paulo foi verificada ainda pela Scot

Consultoria. Com a melhora no escoamento da carne e vendedores ainda retraídos, a cotação do boi gordo, da vaca e do chamado ‘boi China’ subiu R$ 3,00 por arroba, enquanto a novilha teve alta de R$ 2,00 por arroba.

Conforme a consultoria, as escalas de abate atendem, em média, a sete dias no estado. Esse movimento altista foi verificado ainda em Goiás. Por lá, segundo a Agrifatto, o avanço diário foi de 2,40%, com a arroba sendo precificada em R$ 291,90. A consultoria explica que, o cenário no mercado pecuário é impulsionado pela menor oferta de animais para abate, combinada ao bom desempenho do mercado interno na primeira quinzena do mês, favorecido por uma data festiva e exportações aquecidas de carne bovina. “Diante disso, as escalas de abate já acumulam uma redução de um dia útil, na média nacional”, destaca em boletim.

Estadão 

Boi/Cepea: Exportações atingem novo recorde

As exportações brasileiras de carne bovina atingiram recorde em julho

Pesquisadores do Cepea reforçam que essa informação foi confirmada pela Secex nessa quarta-feira, 6, dia em que entrou em vigor a nova tarifa dos Estados Unidos para a importação de carne bovina brasileira, de 50%. Em julho, foram exportadas 310,2 mil toneladas, 15,3% a mais que em junho e 4% acima do então recorde alcançado em outubro/24, de 298,24 mil toneladas (in natura e processada). A receita também atingiu máxima histórica, na marca de R$ 9,2 bilhões. Para os EUA, o volume exportado foi praticamente o mesmo de junho, 18.235 toneladas – aumento mensal de 2 toneladas -, mas sua participação no total das vendas brasileiras baixou de 6,8% em junho para 5,9% em julho. Já a China aumentou sua participação de 50% para 51,1% do total, elevando em 14,8% (ou 23.952 toneladas) o volume de um mês para outro. Pesquisadores do Cepea indicam que vários outros destinos também ampliaram suas compras. Segundo pesquisadores do Cepea, os resultados de julho mostram que, em resposta à imposição da tarifa norte-americana, as indústrias exportadoras nacionais se movimentaram e obtiveram êxito em seus esforços para intensificar as vendas a outros destinos, além do que algumas devem realocar a relação comercial com os EUA para unidades que detêm em outros países não impactados por tamanha tarifa.

Cepea 

Exportação brasileira de carne bovina atinge receita recorde de US$ 8,1 bilhões nos primeiros 7 meses do ano

Receita com embarques da proteína in natura supera em US$ 1,4 bilhão o recorde anterior para o período

No acumulado de janeiro a julho, as exportações brasileiras de carne bovina in natura geraram receita histórica de US$ 8,1 bilhões, superando em US$ 1,4 bilhão o recorde anterior para o período, de jan-jul de 2022, quando o faturamento alcançou US$ 6,7 bilhões. Os dados destacados aqui pelo Portal DBO foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Na comparação o resultado de jan-jul de 2024, de US$ 6,2 bilhões, os ganhos nos primeiros 7 meses deste ano avançaram 30,6% (acréscimo de 1,9 bilhão). Em quantidade, os embarques também registraram recorde histórico no período de janeiro a julho deste ano, totalizando 1,6 milhão de toneladas, um aumento de 14,3% sobre o resultado obtido em igual período do ano passado, de 1,4 milhão de toneladas (recorde anterior). O preço médio da carne brasileira exportada subiu 15% no acumulado até julho, para US$ 5,18 mil por tonelada, na comparação com o mesmo intervalo de 2024. No entanto, apesar do aumento, a cotação média atual da proteína ainda está abaixo dos valores recordes obtidos em 2022 (US$ 6,12 mil/tonelada, no período de jan-jul daquele ano).

Os dados da Secex mostraram que as importações chinesas de carne bovina brasileira resultaram em receita total de US$ 876,5 milhões no período de janeiro a julho deste ano, um acréscimo de 63,7% em relação ao faturamento registrado em igual período do ano passado. Com isso, a participação da China nos embarques totais do Brasil computados até julho/25 atingiu 57%, ante uma participação de apenas 5,7% do México, segundo colocado no ranking geral, e de 4,6% dos EUA, o terceiro maior importador.

Portal DBO 

ECONOMIA

Dólar cai pela 5ª sessão seguida em meio à percepção de alívio sobre impasse Brasil-EUA

O dólar à vista fechou em baixa pela quinta sessão consecutiva na quinta-feira, à medida que os investidores equilibraram sentimento de alívio em relação à perspectiva para o impasse comercial entre Brasil e Estados Unidos com uma cautela persistente.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,72%, a R$5,4235. Desde sexta-feira passada, a moeda acumulou queda de 3,2%. Às 17h22, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,72%, a R$5,454 na venda. Os movimentos do real nesta sessão permaneceram contidos em uma faixa restrita pela maior parte do dia, com os agentes financeiros se mantendo cautelosos diante da entrada em vigor, na quarta-feira, da tarifa de 50% do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre produtos brasileiros. O mercado doméstico monitora o esforço do governo para negociar com Washington mais isenções à taxa punitiva, enquanto aguarda o anúncio de um plano de contingência para ajudar empresas e setores afetados pela tarifa de Trump. Na última hora do pregão, entretanto, os ganhos do real sobre a divisa norte-americana se acentuaram, à medida que os investidores foram adotando uma visão mais otimista quanto ao futuro do impasse entre os dois parceiros, em meio à falta de novas notícias sobre o assunto. Agentes consideraram positiva a confirmação pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na véspera de que

terá uma conversa com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na próxima quarta-feira, o que poderia encaminhar um entendimento. A moeda brasileira também segue bastante atrativa para investidores estrangeiros devido ao diferencial de juros do Brasil com os EUA, conforme crescem as apostas de que o Federal Reserve retomará os cortes da taxa de juros em setembro, na esteira de dados recentes fracos sobre o mercado de trabalho.

Em relação ao banco central dos EUA, Trump anunciou que o presidente do Conselho de Assessores Econômicos, Stephen Miran, vai cumprir o restante do mandato da diretora Adriana Kugler, que renunciou na semana passada. Ele ocupará o cargo até 31 de janeiro, quando deverá ser nomeado um substituto

permanente. “A gente está vendo uma nova rodada de enfraquecimento global do dólar e as moedas emergentes têm sido beneficiadas por essa desvalorização, em particular aquelas que possuem maior diferencial de juros”, disse Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

Reuters 

Ibovespa fecha em alta com balanços sob holofotes

O Ibovespa fechou em alta na quinta-feira, superando os 137 mil pontos no melhor momento, em meio à repercussão de uma bateria de balanços corporativos, com Eletrobras entre os destaques com salto de mais de 9% após divulgar lucro bilionário e anunciar dividendo intermediário.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,48%, para 136.527,61 pontos, após marcar 137.007,28 pontos na máxima e 134.533,45 pontos na mínima do pregão. O volume financeiro somou R$23,95 bilhões. De acordo com o analista-chefe da Levante Inside Corp, Eduardo Rahal, o mercado brasileiro refletiu o ambiente global mais construtivo para emergentes, mas sobretudo a temporada de resultados domésticos, “que até aqui tem surpreendido positivamente”. Uma nova leva de balanços está prevista para o final do dia, incluindo os resultados de Petrobras, B3, Assaí, Lojas Renner, Azzas 2154, Petz, Vivara, Rumo, entre outros. No exterior, Wall Street começou a sessão com viés positivo, mas perdeu o fôlego, com o S&P 500 fechando com variação negativa de 0,08%, enquanto o Dow Jones caiu 0,51%. O Nasdaq encerrou com acréscimo de 0,35%.

Reuters 

Índice de preços ao produtor no Brasil cai 1,25% em junho, diz IBGE

Os preços ao produtor no Brasil recuaram em junho pelo quinto mês seguido, a uma taxa de 1,25%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira. Em maio, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) havia caído 1,21%. O resultado levou o índice acumulado em 12 meses a uma alta de 3,24%.

“Alguns pontos podem ajudar a explicar essa sequência de resultados negativos. Um deles seria a taxa do dólar, que vem apresentando quedas”, explicou Murilo Alvim, gerente do IPP no IBGE. “Outro ponto seria a cotação mais baixa de algumas commodities no mercado internacional, como o petróleo e os minérios de ferro, que acaba sendo acompanhada pelos preços dos produtos brasileiros e se espalha por diversos outros setores da indústria, diminuindo os custos de produção”, completou. Entre as 24 atividades analisadas, o IBGE apontou que 13 tiveram variações negativas de preço na comparação com o mês anterior. Entre as variações, destacaram-se alimentos (-3,43%), refino de petróleo e biocombustíveis (-2,53%), farmacêutica (+2,23%) e produtos de metal (-1,85%). Somente o setor de alimentos respondeu por -0,88 ponto percentual de influência na taxa geral. “Um dos destaques para a queda nesta atividade é o grupo de abate e fabricação de produtos de carne, com uma queda de 4,34% em junho, justificada, em grande parte, pelos menores preços das carnes de aves”, disse Alvim, explicando que esses produtos estão com excesso de oferta no mercado interno como consequência de restrições externas aos produtos brasileiros por conta da gripe aviária. No caso de refino de petróleo e biocombustíveis, a variação está relacionada a menores custos de fabricação, segundo o gerente. “A principal matéria-prima utilizada no setor, que é o petróleo, vem apresentando seguidas quedas de preços que fazem com que a commodity tenha acumulado retrações tanto no ano quanto no acumulado em 12 meses, apesar da alta pontual observada em junho, muito por conta de conflitos ocorridos no mês em países produtores e em regiões que servem como rota de transporte do petróleo, como o Estreito de Ormuz”, disse ele. O IPP mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação.

Reuters

 GOVERNO

Alckmin: plano de contingência deve ser anunciado até a próxima terça

Socorro a empresas não será amplo, vai alcançar as que são mais dependentes de exportações aos Estados Unidos. Alckmin também se reuniu com representantes da indústria de calçados na quinta-feira.

O plano de contingência para amparar empresas afetadas pelo tarifaço americano deve sair até a próxima terça-feira, 12. A informação foi dada pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, na noite da quinta-feira, 07. “Ele [plano de contingência] foi apresentado ao presidente Lula, terminou ontem tarde da noite o trabalho. O presidente vai bater o martelo e aí vai ser anunciado. Se não for amanhã [sexta-feira, 08], provavelmente na segunda ou terça-feira”, comentou a jornalistas após ser questionado sobre a data do anúncio depois que houve a entrega das propostas por parte da equipe econômica do governo. Alckmin não deu detalhes sobre o que o plano deve trazer, mas delimitou que não será amplo. “É exatamente para poder atender aquelas empresas que foram mais afetadas”, ressaltou. Nesse sentido, o vice-presidente disse que será para empresas que têm uma receita dependente de exportações para os Estados Unidos. “Você vai pôr uma régua aí”, acrescentou. Ele ainda afirmou que alguns setores tiveram um impacto mais generalizado. “O couro, mais de 40% são para exportação”, lembrou. Alckmin também citou o setor de pescado ao falar que alguns desses segmentos não são afetados da mesma forma. “Aí, você pega um setor específico como pescado. A tilápia, o maior consumo é interno, não é exportação, mas, se você pegar o atum, a maior parte é exportação. Então, às vezes, dentro de um próprio setor, você tem uma diferenciação de quem exporta mais ou menos”. Setores do agronegócio já manifestaram a necessidade por um socorro vindo do governo.

No caso dos pescados, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), Eduardo Lobo, disse, no início da semana, que o auxílio para as empresas é urgente. Na semana o setor de carnes também externou a necessidade de crédito para alguns frigoríficos. Empresas do setor de mel já falam em colapso sem ajuda emergencial e cogitam férias coletivas e demissões.

O Estado de São Paulo/Agro

FRANGOS & SUÍNOS

Suínos/Cepea: Após quedas em julho, valores reagem neste início de agosto

Os preços do suíno vivo caíram de junho para julho na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea

Segundo pesquisadores do Centro de Pesquisas, ao longo do mês passado, a demanda por novos lotes de suíno vivo esteve enfraquecida, o que, por sua vez, está atrelado ao recesso escolar e, em certa medida, à imposição de tarifas por parte dos Estados Unidos às exportações brasileiras – o tarifaço elevou as especulações por parte de alguns agentes do mercado independente e dificultou possíveis reações nos valores. Já neste começo de agosto, os valores passaram a reagir. Pesquisadores do Cepea indicam que o suporte vem do aquecimento na procura. Ressalta-se que o movimento de reação vem sendo verificado na maior parte das praças acompanhadas pelo Centro de Pesquisas.

Cepea

Suinocultura Independente: Oferta restrita impulsiona preços e mantém mercado da suinocultura firme em SP, SC e MG

Na quinta-feira (07), de acordo entre suinocultores e frigoríficos, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), o preço dos suínos no estado de São Paulo teve valorização de 3,17% e está em R$ 8,53/kg, sendo que na semana passada estava em R$ 08,80/kg vivo.

No mercado mineiro, o valor do animal também apresentou valorização de 4,94% em que passou de R$ 08,10/kg vivo visto na semana anterior para R$ 8,50/kg no fechamento desta semana, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal também registrou avanço de 3,74% nesta semana, em que os preços passaram de R$ 7,76/kg para R$ 8,05/kg.

APCS/ Asemg/ ACCS 

Exportações de carne de frango fecham julho próximo de 400 mil tons. Queda de 13,8%

Retomada gradativa de mercados se reflete em melhora comparativa com mês de junho

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram em julho 399,7 mil toneladas, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 13,8% menor em relação ao registrado no mesmo período do ano

passado (com embarques de 463,7 mil toneladas em julho de 2024) mas, ao mesmo tempo, supera em 16,4% o total exportado em junho deste ano (com 343,4 mil toneladas). A receita registrada em julho chegou a US$ 737,8 milhões, saldo 17% menor em relação ao ano anterior (com US$ 889,2 milhões), mas

15,8% maior na comparação com junho, US$ 637 milhões. “Houve um notável restabelecimento do comércio com grande parte das nações que haviam suspendido as importações diante da ocorrência isolada e já superada de Influenza Aviária em uma granja comercial. Comparativamente, são mais de 50

mil toneladas adicionadas ao nosso fluxo, número que deverá se expandir nos próximos meses com a consolidação das tratativas e a reabertura de todos os mercados”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. No ano (janeiro a julho), as exportações brasileiras de carne de frango totalizam 3 milhões de toneladas, número 1,7% menor em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 3,052 milhões de toneladas. Já em receita, o saldo acumulado chegou a US$ 5,609 bilhões, resultado 1,5% maior em relação ao ano passado, com US$ 5,525 bilhões. Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 51,7 mil toneladas em julho, saldo 33,6% superior ao embarcado no mesmo período do ano passado, com 38,7 mil toneladas. Em seguida estão Japão, com 42,9 mil toneladas (-9,3%), México, com 36,4 mil toneladas (+45,6%), Arábia Saudita, com 31,4 mil toneladas (+19,7%), Angola, com 16,1 mil toneladas (+68,7%), Singapura, com 13,6 mil toneladas (+8,8%), Reino Unido, com 12,7 mil toneladas (+84,3%), Kwait, com 11,6 mil toneladas (+13,3%), Gana, com 10,9 mil toneladas (+131,1%) e Hong Kong, com 10,2 mil toneladas (+72,5%). Maior estado exportador do Brasil, o Paraná embarcou em julho 152,1 mil toneladas, volume 19,2% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Em seguida estão Santa Catarina, com 95,3 mil toneladas (-7,6%), Rio Grande do Sul, com 46,2 mil toneladas (-22,5%), São Paulo, com 26,8 mil toneladas (+3,8%) e Goiás, com 22,8 mil toneladas (+4,2%).

ABPA

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