
Ano 10 | nº 2166 |22 de fevereiro de 2024
NOTÍCIAS
Caiu a cotação da vaca gorda em São Paulo
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação da arroba da vaca gorda caiu R$2,00.
Para as demais categorias, os preços continuaram estáveis na comparação diária. O mercado se mantém com boa oferta de bovinos, mas o consumo de carne no mercado interno permanece devagar. Apesar da oferta de machos, as fêmeas seguem sendo a maior parte dos abates. Estabilidade no Triângulo Mineiro após as cotações terem subido em 20/2, ontem os preços ficaram estáveis. Caiu a cotação das fêmeas no Espírito Santo. A cotação da novilha e da vaca gorda caíram no estado. Para novilha gorda a queda foi de R$4,00/@, retração de1,8%. Enquanto para a vaca, a queda foi de R$5,00/@, retração de 2,4. No Acre a cotação da arroba não sofreu alteração no estado.
Scot Consultoria
Preço da arroba do boi volta a cair
Os preços da arroba do boi gordo voltaram a cair nas principais praças de produção e comercialização do país
Os preços da arroba do boi gordo voltaram a cair nas principais praças de produção e comercialização do país na quarta-feira. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos passaram a testar o mercado com mais ênfase, em especial no Centro-Norte, consequência do avanço das escalas de abate no decorrer da semana. A oferta de fêmeas permanece representativa. A queda dos preços da carne bovina no atacado em São Paulo é um sintoma de que as indústrias que atuam no estado também devem acabar exercendo pressão na compra de gado. Já o pecuarista segue tentando cadenciar o ritmo dos negócios, mas ainda sem obter os resultados esperados nesta semana, assinalou Iglesias. Preços da arroba do boi gordo: São Paulo, Capital: R$ 237. Goiânia, Goiás: R$ 219. Uberaba (MG): R$ 237. Dourados (MS): R$ 223. Cuiabá: R$ 210. O mercado atacadista apresenta preços em queda, consequência de um escoamento mais lento da carne bovina entre as cadeias durante a segunda quinzena do mês. A expectativa é que haja continuidade deste movimento no curto prazo, que será acentuado pela situação das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, que também apresenta fragilidade, disse Iglesias. O quarto dianteiro apresentou queda de R$ 0,50, precificado a R$ 13,00 por quilo. O quarto traseiro foi precificado a R$ 18,50 por quilo, queda de R$ 0,50. A ponta de agulha foi precificada a R$ 12,80 por quilo, queda de R$ 0,70.
Agência Safras
Boi/Cepea: Preços da arroba e da carne seguem pressionadas
A demanda pós-carnaval não reagiu, e as cotações tanto dos animais quanto da carne seguem pressionadas. Segundo pesquisadores do Cepea, alguns frigoríficos com escalas mais alongadas estiveram até mesmo fora das compras no início desta semana
Nesse cenário, os preços maiores foram deixando de ser praticados, e as médias regionais foram sendo reajustadas negativamente. No front externo, as exportações de carne bovina in natura registraram ritmo forte nos primeiros 10 dias úteis de fevereiro. De acordo com dados da Secex, os embarques diários registram média de 10,49 mil toneladas, totalizando 104,91 mil toneladas já embarcadas em fevereiro. No mesmo mês do ano passado, o volume diário foi de 7,02 mil toneladas, somando 126,39 mil toneladas no período. Se mantido esse ritmo até o final do mês, as exportações podem se aproximar das 200 mil toneladas em fevereiro.
Cepea
Operação de auditores em frigoríficos pode atrasar abates no país
Trabalhos em frigoríficos só iniciarão após verificação de procedimentos em mais de 400 plantas. Auditores fiscais federais agropecuários estão deflagrando uma operação em todos os frigoríficos do país registrados no SIF
Os auditores fiscais federais agropecuários deflagraram uma operação em todos os frigoríficos do país registrados no Sistema de Inspeção Federal (SIF) na quarta-feira (21/2). A ação poderá atrasar a produção das unidades. Os trabalhos de abate só serão iniciados após a verificação dos procedimentos padrão de higiene operacional (PPHO) em mais de 400 plantas fiscalizadas pelos servidores em todo o Brasil. A ação coordenada faz parte da mobilização da categoria por melhorias salariais e reestruturação da carreira. O objetivo é chamar a atenção da iniciativa privada para o problema da categoria e aumentar a pressão sobre o governo federal para atendimento das demandas. A medida dos auditores deve gerar “impacto elevado” nos abates de animas ao longo do dia, na avaliação de integrantes do governo federal. Apesar da “fúria” da agroindústria, a operação é totalmente legal, pois se trata do cumprimento exclusivo de regulamentos do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura. Portanto, não há como impedir a execução. “Hoje vai ter muito barulho”, disse um representante do setor. A ação de intensificação coordenada dos controles em todas as unidades com SIF é inédita no país. A checagem do PPHO é feita periodicamente, a cada 15 dias, nos frigoríficos fiscalizados pelo SIF, mas as unidades são avisadas antecipadamente e podem se preparar para a inspeção, explicou um auditor. Grandes conglomerados da indústria da carne, por exemplo, não esperam que todas suas unidades sejam inspecionadas no mesmo dia, o que pode atrasar o início dos abates e a produção diária de toda a empresa. A inspeção é rápida, segundo auditores, e dura em torno de meia hora. Se não forem apontadas pendências, os abates podem começar imediatamente. Há casos, no entanto, que as inconformidades levam horas para serem corrigidas, o que compromete até meio dia de trabalho nas unidades.
Globo Rural
ANFFA Sindical e ANTEFFA se reúnem com ministro Carlos Fávaro para tratar da mobilização de reestruturação das carreiras da Defesa Agropecuária
Ministro Fávaro reforçou que o melhor caminho é o diálogo
O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu em seu gabinete, na quarta-feira (21), o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), Janus Macedo e o presidente da Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária (Anteffa), José Bezerra da Rocha, para tratar da mobilização de reestruturação das carreiras da Defesa Agropecuária e o andamento das negociações com o governo. Os auditores agropecuários e técnicos de fiscalização realizam, desde 22 de janeiro, uma mobilização nacional denominada “Operação Reestruturação”. As categorias reivindicam reajuste salarial e a reestruturação na carreira. O ministro Fávaro reforçou que o melhor caminho é o diálogo. “Esse movimento é legítimo para a valorização da carreira. Apenas gostaria que vocês seguissem nesse campo da negociação, do diálogo aberto, do fortalecimento político, sem radicalismo”, disse. “O meu apoio vocês têm. Contem comigo para a gente juntar força dentro do governo em busca da solução ideal para essa carreira que fundamental”, pontuou. Apesar da diminuição do ritmo de trabalho, os representantes garantem que o trabalho segue respeitando os prazos previstos na legislação. Já as atividades essenciais de defesa agropecuária, como cargas vivas e perecíveis; diagnóstico de doenças e pragas de controle do Mapa; e certificados veterinários internacionais para viagem de animais de companhia, continuam sendo executadas. Também participaram da reunião o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e os representantes de todas as regiões do Comando Nacional de Mobilização da Anffa. Na ocasião, o comando nacional de mobilização entregou ao ministro um documento que consta as reivindicações da categoria.
MAPA
ECONOMIA
Dólar tem leve alta ante real em meio a preocupações do Fed sobre juros
O dólar à vista fechou a quarta-feira em leve alta ante o real, numa sessão marcada pela expectativa em torno da ata do último encontro do Federal Reserve, que no fim da tarde revelou preocupações entre seus membros com a possibilidade de os cortes juros ocorrerem muito cedo nos EUA
O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9385 reais na venda, em alta de 0,13%. Com o movimento da quarta-feira, a moeda norte-americana passou a indicar estabilidade no acumulado de fevereiro. Na B3, às 17:22 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,31%, a 4,9440 reais. A sessão foi marcada pela expectativa, tanto no Brasil quanto no exterior, pela divulgação da ata do último encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve, durante a tarde. Até a publicação do documento, o dólar à vista oscilou em margens estreitas ante o real, muito próximo da estabilidade, na ausência de indicadores e notícias que fizessem preço. Durante a tarde, porém, antes que o documento fosse divulgado, o dólar ganhou força ante várias divisas globais, incluindo o real, com investidores adotando posições defensivas na moeda norte-americana para esperar as informações do Fed. Operador ouvido pela Reuters pontuou que investidores “colocaram no preço antes” a divulgação da ata e, com isso, a moeda norte-americana “foi e ficou” no território positivo. Como de costume, é de se esperar que ajustes de preços ocorram na quinta-feira, quando o mercado terá digerido melhor as mensagens da ata. No Brasil, o noticiário econômico seguiu esvaziado. Pela manhã o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esteve reunido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília, para discutir a questão da reoneração da folha de pagamentos de setores da economia. Após o encontro Haddad não falou com a imprensa. Durante a tarde, a Reuters informou que o governo brasileiro anunciará na segunda-feira um plano de soluções para proteção cambial em investimentos de desenvolvimento sustentável, com foco em evitar a exposição do Tesouro à variação da moeda e controlar seus riscos fiscais, de acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto. Entre as medidas, o governo pretende autorizar o BC a rolar sua carteira de swaps de 100 bilhões de dólares em prazos mais longos, buscando aumentar a liquidez desse mercado e reduzir a volatilidade cambial.
Reuters
Ibovespa fecha quase estável com Weg em destaque após resultado
O Ibovespa fechou quase estável nesta quarta-feira, mantendo-se ao redor dos 130 mil pontos, com as ações da Weg respondendo pelo principal destaque positivo após resultado trimestral acima das expectativas
A ata da última decisão de juros do banco central dos EUA manteve o tom do comunicado que acompanhou a decisão anunciada no final do mês passado ao mostrar que o Federal Reserve está preocupado com chance de cortar juros muito cedo. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,02%, a 129.941,59 pontos, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 130.033,91 pontos. Na mínima, a 129.358,66 pontos. O volume financeiro somava 21,26 bilhões de reais antes dos ajustes finais.
Reuters
IPPA/Cepea: Ano se inicia com preços ao produtor em queda
O Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) iniciou 2024 em queda, com recuo de 4% em janeiro frente a dezembro passado, em termos nominais
O resultado reflete as quedas observadas para o IPPA-Grãos (-8,2%) e para o IPPA-Pecuária (-1,2%). Em contrapartida, houve avanço do IPPA-Hortifrutícolas (5,9%) e estabilidade para o IPPA-Cana-Café (0,1%). Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais caiu 0,3%, logo, de dezembro para janeiro, os preços agropecuários recuaram frente aos industriais da economia brasileira. No cenário internacional, os preços dos alimentos, cujo índice é divulgado pela FAO, tiveram baixa de 0,9%; enquanto a taxa de câmbio oficial (US$/R$), divulgada pelo Bacen, teve ligeira valorização de 0,2%. Na comparação com janeiro de 2023, o IPPA/CEPEA registra queda importante, de 14,7% – consideravelmente superior à observada para o IPA-OG-DI Preços Industriais, que foi de 4%. Na comparação entre anos, os preços internacionais dos alimentos registraram queda de 10,3%, enquanto a taxa de câmbio nominal recuou 5,6%. Juntos, esses resultados indicam haver certa paridade entre os preços agropecuários domésticos e os internacionais.
Cepea
EMPRESAS
Minerva enfrenta oposição à compra de frigoríficos no Uruguai
Vendedores de carnes e grupos de defesa dos consumidores e de produtores no Uruguai pedem ao órgão regulador da concorrência do país que não autorize a compra de três frigoríficos da Marfrig pela Minerva, alegando concentração de mercado, segundo informações divulgadas pelo grupo Un Solo Uruguay nesta semana
A Liga Uruguaia de Defesa do Consumidor, a União dos Vendedores de Carnes (UVC) e o movimento Un Solo Uruguay, que representa trabalhadores e produtores de diversas áreas da economia do país, manifestaram-se à Comissão de Promoção e Defesa da Concorrência (Coprodeco) contra a operação de aquisição. O representante do grupo Un Solo Uruguay Alejandro Gorostidi disse à imprensa uruguaia que a atual concentração no mercado de carne uruguaio seria ainda maior caso a transação entre Minerva e Marfrig seja aprovada. Na segunda-feira (19), a Coprodeco iniciou segunda etapa da avaliação da transação entre a Minerva e a Marfrig. Nessa fase, pessoas físicas e jurídicas poderão formular e apresentar manifestações relativas aos potenciais alterações e aos impactos da transação nas condições de concorrência no mercado. Os interessados poderão apresentar suas considerações até 14 de março de 2024, segundo comunicado divulgado pela Coprodeco. Em agosto de 2023, Marfrig e Minerva anunciaram acordo para a venda de 16 unidades de abate de bovinos e ovinos da Marfrig na América do Sul para a Minerva por R$ 7,5 bilhões. No Uruguai, a transação inclui as unidades de abate de bovinos em Colônia, Salto e San José.
Carnetec
CARNES
Brasil vai exportar 12,8 milhões de t de carnes em 2033, diz USDA
A agência projetou expansão de 19% nas exportações de carne suína, de 18% para carne de aves e de 13% para carne bovina no período
O volume de exportações globais de carnes deve crescer 16,8% no período de 2025 a 2033, passando de 36,44 milhões para 42,55 milhões de toneladas, de acordo com projeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A agência projetou expansão de 19% nas exportações de carne suína, de 18% para carne de aves e de 13% para carne bovina no período. Brasil deve ampliar sua participação no comércio global de carnes nos próximos anos, segundo o USDA, alcançando 12,89 milhões de toneladas embarcadas em 2033, ou cerca de 30,3% do total de embarques projetados. A estimativa para 2025 é de exportações de 9,83 milhões de toneladas, ou 27% do total. O Brasil deve se manter como o maior exportador mundial de carne bovina, com aumento de 27,5% nos embarques no período de projeção, somando mais de 3,8 milhões de toneladas em 2033, devido à expansão da demanda global, especialmente nos mercados asiáticos, disse o USDA. O país deve continuar, ainda, como líder nas exportações de carne de frango, com alta de 31% nas exportações, para 6,8 milhões de toneladas em 2033. Quanto à carne suína, o USDA estimou que o Brasil vai aumentar seus embarques em 39% no período, para 2,3 milhões de toneladas no último ano da projeção. O resultado colocaria o país como terceiro principal exportador do produto, atrás dos Estados Unidos e da União Europeia. Segundo a agência, os norte-americanos devem se tornar o maior fornecedor do produto, com expansão de 30% e volume de 4,2 milhões de toneladas. Já a UE deve aumentar seus embarques em 1%, para 3,3 milhões de toneladas em 2033.
Estadão Conteúdo
FRANGOS & SUÍNOS
ABPA se posiciona em relação a movimentação de auditores fiscais agropecuários
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que as agroindústrias produtoras e exportadoras de carne de aves, carne suína e ovos do Brasil estão enfrentando dificuldades diante da mobilização dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFAs) com a operação que atrasa a emissão de Certificados Sanitários Internacionais (CSIs) para embarques de produtos
A operação é parte de manifestação iniciada em fins de janeiro, que busca a reestruturação da carreira dos servidores públicos, mas que também penaliza severamente os setores de proteína animal que sempre defenderam publicamente a valorização da carreira dos auditores. De imediato, a operação coloca em risco cargas vivas e compromete a importação e exportação de material genético, que são altamente sensíveis ao tempo de trânsito. No curto prazo, o retardo das linhas de produção provocado pelo movimento poderá impactar a oferta de produtos. A ABPA ressalta a constante disponibilidade do Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em buscar uma solução que reduza os impactos à produção de alimentos do Brasil, ao mesmo tempo em que espera do Governo Federal total empenho para a solução e o atendimento às demandas dos auditores, evitando a continuidade de uma situação que atinge em cheio produtores de alimentos de todo o país sob inspeção federal.
ABPA
Poucas alterações para o mercado de suínos
Segundo pesquisadores do Cepea, os preços da carne suína vinham subindo, mas já se observa diminuição no ritmo das vendas, contexto que pode pressionar as cotações nos próximos dias
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, o preço médio da arroba do suíno CIF ficou estável, custando, em média, R$ 129,00, assim como a carcaça especial, com valor de R$ 9,70/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (20), houve alta de 0,16% no Rio Grande do Sul, alcançando R$ 6,16/kg, e de 0,30% em São Paulo, custando R$ 6,76/kg. Foram registradas quedas de 0,29% em Minas Gerais, chegando a R$ 6,76/kg, baixa de 0,16% no Paraná, atingindo R$ 6,34/kg, e de 0,81% em Santa Catarina, fechando em R$ 6,11/kg.
Cepea/Esalq
Suínos/Cepea: Insumos se desvalorizam, e poder de compra do suinocultor cresce
O poder de compra de suinocultores paulistas frente aos principais insumos utilizados na atividade – milho e farelo de soja – vem crescendo de janeiro para esta parcial de fevereiro
Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é resultado das desvalorizações dos insumos, que têm superado os recuos observados nos preços do suíno vivo no mercado independente. No caso do animal vivo, os preços iniciaram fevereiro em alta, influenciados pela maior demanda de frigoríficos, que buscaram repor estoques de carne suína, tendo em vista a procura pela proteína mais aquecida na ponta final. Entretanto, com a entrada da segunda quinzena do mês – período em que sazonalmente a demanda doméstica se enfraquece, em razão do menor poder de compra do consumidor –, compradores se afastaram da aquisição de novos lotes de animais, contexto que resultou em queda de preços.
Cepea
Frango registra leves quedas
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável, valendo R$ 5,20/kg, enquanto o frango no atacado caiu 0,29%, valendo R$ 6,80/kg
Na cotação do animal vivo, o preço não mudou no Paraná, valendo R$ 4,52/kg, assim como em Santa Catarina, custando R$ 4,44/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, Vivo, referentes à terça-feira (20), a ave congelada cedeu 0,27%, chegando a R$ 7,40/kg, enquanto a ave resfriada baixou 0,13%, fechando em R$ 7,53/kg.
Cepea/Esalq
Caso de gripe aviária é registrado em Bertioga (SP), e Brasil chega a 155 ocorrências
Um novo caso de gripe aviária foi confirmado pela plataforma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), dedicada a informar casos de gripe aviária de alta patogenicidade no país. A ocorrência foi em Bertioga, no litoral de São Paulo, em uma ave do tipo Trinta-réis-de-bando
Desta forma, o país soma agora 155 casos da doença, sendo 3 em aves de subsistência e 5 em mamíferos marinhos. Espírito Santo: 32 (sendo 31 em aves silvestres e 01 em ave de subsistência). Rio de Janeiro: 24 (aves silvestres). Rio Grande do Sul: 06 (03 em ave silvestre e 03 em animais marinhos). São Paulo: 54 (53 em aves silvestres e 01 em mamífero marinho). Bahia: 04 (aves silvestres). Paraná: 13 (aves silvestres). Santa Catarina: 21 (19 em ave silvestre, 01 em ave de subsistência e 01 em mamífero marinho). Mato Grosso do Sul: 01 em ave de subsistência.
MAPA
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