CLIPPING DA ABRAFRIGO Nº 2027 DE 24 DE JULHO DE 2023

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Ano 9 | nº 2027 |24 de julho de 2023

 

NOTÍCIAS

Preços estáveis no mercado do boi gordo em São Paulo

Com o escoamento de carne abaixo do esperado, as indústrias frigoríficas estão reduzindo o número de bovinos abatidos diariamente e, na sexta-feira, grande parte optou por ficar fora das compras

No interior de São Paulo, o boi gordo paulista seguiu valendo R$ 240/@ na sexta-feira, enquanto a vaca e a novilha gordas foram negociadas por R$ 212/@ e R$ 230/@ (preços brutos e a prazo), segundo a Scot. A cotação do “boi-China” paulista está em R$ 250/@, no bruto, valor a prazo – portanto, com ágio de R$ 10/@ sobre o animal macho “comum”.  Na região do Triângulo Mineiro, queda de R$5,00/@ na cotação do “boi China”, preços estáveis para as demais categorias de bovinos para abate. Na região de Goiânia em Goiás, queda de R$5,00/@ de vaca no comparativo diário, para o boi e para a novilha, os preços permaneceram estáveis.

SCOT CONSULTORIA

Mercado físico do boi gordo registrou estabilidade de preços

O escoamento lento da carne no atacado continua sendo o principal fator que justifica o comportamento negativo recente dos preços do boi

A indústria frigorífica continua com estoques elevados de carne, o que reduz a necessidade de aumentar as escalas de abate. A primeira quinzena do mês pode ser um período importante para reverter esse cenário, levando em consideração a entrada dos salários na economia e o aumento da demanda relacionada ao Dia dos Pais, conforme o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Em São Paulo, a referência para a arroba do boi ficou em R$ 242. Em Dourados (MS), a arroba foi indicada em R$ 235. Já em Cuiabá (MT), a arroba foi indicada em R$ 213. Na capital de Goiás, a indicação foi de R$ 225 para a arroba do boi gordo. Já em Uberaba (MG), a arroba teve preço de R$ 240. Os preços da carne bovina se estabilizaram no atacado no fechamento da semana. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é de alguma pressão nos preços no curto prazo, devido à reposição lenta que geralmente ocorre ao longo da segunda quinzena do mês. Além disso, a carne de frango continua sendo muito mais competitiva em comparação com a carne bovina, como ressaltado por Iglesias. Os preços permanecem em R$ 17,50 por quilo para o quarto traseiro, e o quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,25 por quilo. A Ponta de agulha continua sendo precificada a R$ 13,00 por quilo.

AGÊNCIA SAFRAS

Consumo brasileiro de carne bovina deve crescer 4,8% até 2033

O consumo doméstico de carne bovina é estimado em 6,6 milhões de toneladas em 2033, em relação a 6,3 milhões de toneladas em 2023

As exportações brasileiras de carne bovina são estimadas em 3,7 milhões em 2033, alta de 2,6% ao ano. a demanda por carne bovina deve aumentar 0,4% ao ano, segundo estimativas divulgadas em estudo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Já o consumo de carne de frango no Brasil deve crescer a uma taxa anual de 2,2% até 2033, mesmo ritmo estimado para o consumo de carne suína no país nos próximos anos. O consumo total de carne de frango no Brasil deverá chegar a 12,9 milhões de toneladas em 2033, comparado a 10,4 milhões estimados em 2023, segundo o mais recente estudo Projeções do Agronegócio divulgado pelo Mapa na semana passada. A demanda doméstica total por carne suína deverá subir para 5,1 milhões de toneladas em dez anos, ante 4,1 milhões atualmente. Já o consumo doméstico de carne bovina é estimado em 6,6 milhões de toneladas em 2033, em relação a 6,3 milhões de toneladas em 2023. A produção total de carnes do Brasil em 2033 deve somar 36,2 milhões de toneladas, das quais 19,5 milhões de carne de frango, 10,2 milhões de carne bovina e 6,5 milhões de carne suína. Em 2023, a produção total de carnes do Brasil é estimada em 29,6 milhões de toneladas (15,2 milhões de carne de frango, 9,1 milhões de carne bovina e 5,3 milhões de carne suína). “Quanto às exportações, as projeções indicam elevadas taxas de crescimento para os três tipos de carnes analisados. As exportações representam a variável mais relevante no crescimento das carnes”, disse o Mapa no estudo. As exportações de carne de frango devem crescer 2,8% ao ano chegando a 6,4 milhões de toneladas em 2033. Os embarques de carne suína devem aumentar 2,9% ao ano para um total de 1,6 milhão de toneladas em uma década. As exportações brasileiras de carne bovina são estimadas em 3,7 milhões em 2033, alta de 2,6% ao ano. “As exportações brasileiras de carnes ao final do período das projeções devem chegar a 11,7 milhões de toneladas, um aumento, portanto, de 30,8% em relação ao ano inicial, que foi de 9 milhões de toneladas exportadas. Os maiores acréscimos nas exportações de carnes devem ocorrer em carne suína (33,5%), carne bovina (29,7%) e carne de frango (30,9%)”, disse o Mapa.

CARNETEC

ECONOMIA

Dólar à vista volta a cair com fluxo de recursos

O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,7797 reais na venda, com baixa de 0,45%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,33%

Na B3, às 17:15 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,46%, a 4,7855 reais. Com a moeda na faixa dos 4,82 reais, no entanto, exportadores aproveitaram para vender divisas, o que pesou sobre as cotações. Além disso, conforme um profissional ouvido pela Reuters, investidores estrangeiros internalizaram recursos, o que reforçou o viés negativo para a moeda norte-americana. “O Brasil ainda mantém um carrego elevado de juros, que tende a manter o fluxo positivo de dólares. Temos visto uma boa entrada de fluxo investidor estrangeiro há alguns dias, porque o carrego do real ainda é muito bom”, comentou Luiz Felipe Bazzo, CEO do Transferbank. A sexta-feira foi de agenda esvaziada no exterior e no Brasil, o que deixou os mercados sem fatos novos para operar. Por aqui, o Ministério do Planejamento e Orçamento e o Ministério da Fazenda divulgaram o relatório bimestral de receitas e despesas, com as novas projeções para a área fiscal em 2023. O governo passou a projetar déficit primário de 145,4 bilhões de reais este ano, o equivalente a 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB), resultado pior que os 136,2 bilhões de rombo previstos em maio. Apesar do resultado, o secretário de Orçamento Federal, Paulo Bijos, pontuou durante entrevista coletiva sobre os números que a meta fiscal autorizada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2023 é de um déficit de 238 bilhões de reais e que o governo se mantém abaixo dela. No exterior, no fim da tarde o dólar se mantinha em alta ante as moedas fortes e em relação à maior parte das divisas de países exportadores de commodities ou emergentes. O real brasileiro era uma exceção.

REUTERS

Ibovespa fecha acima de 120 mil pela 1ª vez no mês

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,81%, a 120.216,77 pontos, tendo chegado a 120.372,77 pontos na máxima do dia. Com tal desempenho, assegurou um ganho de 2,13% na semana, passando a mostrar avanço de 1,8% no mês

O volume financeiro, influenciado pelo exercício de opções, alcançou 24,2 bilhões de reais. Diante da agenda fraca de divulgações, a performance das ações foi apoiada pelo alívio na curva de juros, bem como refletiu movimentações técnicas relacionadas ao vencimento de opções e expectativas para a próxima semana, quando será conhecida nova decisão de política monetária nos Estados Unidos. A expectativa é de que o Federal Reserve anuncie na quarta-feira um aumento de 0,25 ponto percentual nos juros, atualmente na faixa de 5% a 5,25%. No Brasil, a safra de balanços ganha fôlego na próxima semana, com a agenda incluindo companhias como Vale, Santander Brasil, Usiminas, Telefônica Brasil, Carrefour Brasil e Gol. De acordo com estrategistas da XP Investimentos, embora os mercados tenham começado a precificar um cenário mais positivo durante o segundo trimestre, as perspectivas para a temporada de resultados são divergentes. “Com base nas empresas cobertas pela XP, espera-se uma contração agregada de aproximadamente 35% nos lucros por ação na comparação anual, -23% nos lucros operacionais e -3% na receita”, afirmaram em relatório enviado a clientes e assinado por Fernando Ferreira e Jennie Li. Também estará no radar na terça-feira o IPCA-15 de julho, que pode ajudar a calibrar as últimas apostas para a decisão do Comitê de Política Monetária no dia 2 de agosto, visto que não há consenso sobre um corte de 0,25 ponto ou 0,50 ponto percentual na Selic, atualmente em 13,75% ao ano. Apesar da acomodação do Ibovespa em julho, uma vez que até a véspera o índice mostrava estabilidade no acumulado do mês, a alta de 15,9% no segundo trimestre refletiu em especial apostas relacionadas ao começo de um ciclo de queda dos juros. Pablo Riveroll, diretor de renda variável da Schroders para Brasil e América Latina, afirma estar muito animado com o país, bastante “overweight” em Brasil em fundos de mercados emergentes e de América Latina e também bastante positivo em fundos locais, posicionado para uma melhora do mercado. Riveroll também destacou a melhora nas perspectivas fiscais do país como mais um componente positivo, o que gerou bastante confiança, principalmente em um momento de valuations atrativos. Em termos relativos, a Schroders já considerava o Brasil uma das melhores alternativas entre mercados emergentes.

REUTERS

Dívida pública federal cresce 2,95% em junho, a R$6,191 tri

A dívida pública federal do Brasil cresceu 2,95% em junho em relação ao mês anterior, a 6,191 trilhões de reais, divulgou o Tesouro Nacional na sexta-feira. No mesmo período, a dívida pública mobiliária interna teve alta de 3,3%, a 5,957 trilhões de reais.

REUTERS

Governo indica bloqueio de R$ 1,5 bilhão do Orçamento

Previsão de déficit primário sobe de R$ 136,2 bi para R$ 145,4 bilhões

A possibilidade de estouro no teto federal de gastos fez o governo contingenciar (bloquear temporariamente) mais R$ 1,5 bilhão do Orçamento Geral da União de 2023, anunciaram, há pouco, os Ministérios do Planejamento e da Fazenda. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento, publicado a cada dois meses. Em maio, a equipe econômica havia contingenciado R$ 1,7 bilhão, o que eleva o total bloqueado este ano para R$ 3,2 bilhões, valor considerado baixo diante do valor total das despesas primárias, estimadas em R$ 1,948 trilhão para este ano. Até o dia 31, o governo precisará editar um decreto detalhando a distribuição do novo contingenciamento entre os ministérios. O bloqueio ocorre porque a estimativa de despesas primárias acima do teto de gastos aumentou no mesmo montante (R$ 1,5 bilhão). Apesar da Emenda Constitucional da Transição, aprovada no fim do ano passado, na prática abolir as metas fiscais para 2023, o teto de gastos só deixará de valer quando o novo arcabouço fiscal foi aprovado pelo Congresso. Segundo a secretária adjunta do Tesouro Nacional, Viviane Varga, as projeções de receita devem melhorar nos próximos relatórios com a incorporação de medidas aprovadas, ou a serem aprovadas pelo Congresso, como o projeto que muda o sistema de votações no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e o novo arcabouço fiscal. O relatório também aumentou a estimativa de déficit primário em R$ 9,2 bilhões. O valor passará de R$ 136,2 bilhões para R$ 145,4 bilhões. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública. O secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Paulo Bijos, ressaltou que o déficit previsto continua abaixo da meta de R$ 238 bilhões para o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – estabelecida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023. O principal motivo para a revisão do déficit primário foi a queda da arrecadação da Previdência Social, provocada pelo menor crescimento da massa salarial decorrente dos juros altos. No início do ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha estimado que o déficit fecharia 2023 em torno de R$ 100 bilhões. A previsão para as receitas primárias totais da União foi reduzida em R$ 800 milhões. A Previdência Social teve queda de R$ 9,3 bilhões na arrecadação. No entanto, essa diminuição foi parcialmente compensada pela elevação da receita com tributos associados ao lucro – Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – e por depósitos judiciais da Caixa Econômica Federal. Em relação às despesas obrigatórias, que não podem ser contingenciadas, a estimativa foi elevada em R$ 7,2 bilhões. Desse total, R$ 4,6 bilhões corresponde aos repasses a estados por causa do acordo fechado com o Supremo Tribunal Federal (STF) para a compensação da queda do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. Também houve aumento de R$ 2,4 bilhões na estimativa com benefícios da Previdência Social e R$ 1,2 bilhão em subsídios e subvenções. Em contrapartida, a previsão de gasto com o funcionalismo público caiu R$ 1,9 bilhão por causa da diminuição do pagamento de precatórios (gastos determinados por sentença judicial definitiva).

AGÊNCIA BRASIL

FRANGOS & SUÍNOS

Preços de suínos caem no PR e SC

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF subiu, pelo menos, 0,79%, chegando a R$ 125,00/R$ 128,00, enquanto a carcaça especial cedeu ao menos 1,06%, custando R$ 9,30/kg/R$ 9,80/kg

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (20), os preços ficaram estáveis no Rio Grande do Sul (R$ 6,09/kg) e em São Paulo (R$ 6,83/kg). Foram registradas quedas de 1,44% em Minas Gerais, atingindo R$ 6,86/kg, recuo de 0,16% no Paraná, alcançando R$ 6,41/kg, e de 0,32% em Santa Catarina, fechando em R$ 6,21/kg.

Cepea/Esalq

Estabilidade no mercado do frango

Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,50/kg, enquanto o frango no atacado cedeu 0,19%, valendo R$ 5,12/kg

Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou estável em R$ 4,21/kg, da mesma maneira que no Paraná, com valor de R$ 4,39/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (20), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado não tiveram alteração no preço, valendo, ambos, R$ 5,79/kg.

Cepea/Esalq

Frango/Cepea: Baixa liquidez e oferta elevada pressionam valor do vivo

O preço do frango vivo comercializado no estado de São Paulo tem média de R$ 4,42/kg nesta parcial de julho, leve retração de 0,4% frente a junho

De acordo com o Cepea, este movimento de baixa liquidez, sobretudo nesta segunda quinzena do mês – período em que a demanda pela carne avícola tipicamente diminui – e de oferta elevada tem pressionado os valores pagos pelo animal vivo. Nesse cenário de desvalorização do vivo, o poder de compra do avicultor paulista frente aos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) registra seu segundo mês consecutivo de queda, conforme dados levantados pelo Cepea.

Cepea

Mais três Estados decretam emergência zoossanitária para gripe aviária

Depois de Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Bahia adotam a recomendação do Ministério da Agricultura

Depois de Santa Catarina, os Estados do Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e da Bahia também decretaram estado de emergência zoossanitária devido aos focos de gripe aviária em aves silvestres e do registro de casos em criação de subsistência no país. A medida segue a recomendação do Ministério da Agricultura que, na quinta-feira, orientou todos os Estados da Federação a adotarem a emergência zoossanitária. A Pasta já havia declarado emergência zoossanitária em todo o país em 22 de maio. O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, postou em redes sociais, na quinta-feira, a adoção da medida. Além do registro de focos em aves silvestres, o Estado teve o primeiro foco da doença em criação de subsistência, na cidade de Serra. Segundo Casagrande, o decreto tem duração de 180 dias. O governo da Bahia publicou o decreto de estado de emergência no Diário Oficial deste sábado, 22, e informou em comunicado que a medida foi resultado de um acordo nacional entre o Ministério da Agricultura e os 27 governadores de Estado, com o intuito de controlar a transmissão da enfermidade no país. No comunicado, o governador baiano Jerônimo Rodrigues disse que o decreto é um pacto coletivo que visa ações preventivas para o controle da doença, e minimizando seus efeitos na economia regional e nas relações com o comércio internacional. A Bahia já registrou focos em aves silvestres. Em Mato Grosso do Sul, o decreto de estado de emergência zoossanitária foi publicado no Diário Oficial do Estado ontem, 21. Em comunicado, o governo estadual destacou que a medida foi tomada mesmo sem Mato Grosso do Sul ter registrado casos de influenza aviária, nem em aves silvestres ou de criações domésticas, até agora. Segundo comunicado do governo, serão tomadas novas medidas para proteger os aviários do Estado. Na nota, o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, destacou que Mato Grosso do Sul já havia decretado estado de alerta para a influenza aviária em junho, quando houve confirmação de casos nos países vizinhos. Conforme a última atualização do Ministério da Agricultura, foram registrados até agora 67 focos de gripe aviária no país, 65 em aves silvestres e dois em aves de criação de subsistência nas cidades de Serra (ES) e Maracajá (SC). Não há registro de casos em plantéis comerciais, por isso o Brasil mantém o status de livre da enfermidade perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

GLOBO RURAL

Gripe aviária: 67 casos com mais dois casos da doença em Itanhaém (SP)

Governo federal defende que todos os Estados brasileiros adotem o status de emergência zoossanitária

Mais dois casos de gripe aviária foram confirmados em aves silvestres no Estado de São Paulo. Em Itanhaém, no litoral paulista, dois trinta-réis-de-bando foram positivados para a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) na tarde de quinta-feira (20/07) e na manhã da sexta-feira (21/07). As informações são da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA). A partir dos novos casos, o Estado de São Paulo passa a ter aves silvestres positivadas para a doença nos municípios de Ubatuba, Caraguatatuba, Guarujá, Santos, São Sebastião, São Paulo, Praia Grande e agora em Itanhaém. Até quinta-feira, o governo federal confirmava 67 casos da doença no Brasil. O Ministério da Agricultura orientou, na quinta-feira (20/7), que todos os Estados brasileiros adotem o status de emergência zoossanitária, para que as medidas de combate à gripe aviária de alta patogenicidade sejam efetivadas. A Pasta declarou estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional em 22 de maio.

GLOBO RURAL

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