
Ano 9 | nº 2022 |17 de julho de 2023
NOTÍCIAS
Sexta-feira de poucos negócios em São Paulo
Sexta-feira fria e de poucos negócios no mercado do boi gordo. O relato é de queda na oferta de bovinos terminados, mesmo assim, as escalas de abate têm atendido ao menos sete dias
Segundo apuração da Scot, no mercado paulista, o relato é de queda na oferta de bovinos terminados, mas, mesmo assim, as escalas de abate têm atendido ao menos sete dias, informa Jéssica. A referência de preço para o boi gordo de São Paulo, de acordo com dados da Scot, segue em R$ 245/@, enquanto a vaca e a novilhas gordas são negociadas, respectivamente, por R$ 212/@ e R$ 235/@ (valores brutos e a prazo). A cotação da arroba do “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) está em R$ 250, em São Paulo (preço bruto e a prazo) – portanto, com ágio de R$ 5/@ sobre o animal “comum”, acrescenta a Scot. No Noroeste do Paraná, as cotações estão estáveis para o boi gordo e a novilha gorda, no comparativo diário. Entretanto, estão sendo ofertados R$2,00 a mais pela arroba da vaca gorda. Em Santa Catarina, as cotações do boi e da novilha subiram R$2,00/@ na comparação diária. Já a cotação da vaca gorda recuou R$2,00/@.
SCOT CONSULTORIA
Mercado físico do boi gordo apresentou preços estáveis
A perspectiva para os próximos dias é negativa, devido à fraca evolução da demanda no atacado, que está exercendo pressão sobre os preços das boiadas
Embora as escalas de abate não estejam prolongadas, os frigoríficos estão negociando com cautela devido à fragilidade do mercado de carne. Nas próximas semanas, o mercado estará atento ao fluxo semanal de exportação. É importante ressaltar que o preço da tonelada também está em queda, o que significa que as margens dos frigoríficos estão sendo pressionadas tanto no mercado interno quanto externo, afirmou Alla Maia, analista da Safras & Mercado. Em São Paulo, os negócios foram realizados com preços inalterados. Os animais padrão China estão sendo negociados, em média, a R$ 245/250 por arroba a prazo, enquanto os animais destinados ao mercado doméstico são negociados a partir de R$ 225/230 por arroba à vista. Em Minas Gerais, os preços se mantiveram estáveis ao longo do dia. No triângulo mineiro, os negócios indicam preços a R$ 250 por arroba a prazo para animais padrão China. Em Goiás, as indicações de preços se mantiveram estáveis ao longo do dia. Na região de Mineiros, os animais padrão China são posicionados a R$ 230 por arroba a prazo. Em Goiânia, o boi gordo também é indicado a R$ 230 por arroba. Já em Mato Grosso do Sul, os preços se mantiveram estáveis ao longo do dia. Na região de Naviraí, a intenção de compra está em R$ 240 por arroba a prazo. Em Campo Grande, também ocorrem tentativas de compra ao nível de R$ 240 por arroba a prazo. No estado de Mato Grosso, os preços permaneceram inalterados. Na região de Cuiabá, o boi gordo é cotado a R$ 222 por arroba a prazo. Em Água Boa, a arroba está posicionada em R$ 210 a prazo. No mercado atacadista, os preços se mantiveram estáveis no encerramento da semana. Para o curto prazo, a perspectiva continua negativa, uma vez que o apelo ao consumo tende a ser menor na segunda quinzena devido ao processo de descapitalização das famílias. Além disso, os preços dos cortes de frango estão fragilizados neste momento, devido ao excesso de oferta, o que deve impactar negativamente nos cortes bovinos. O quarto traseiro ficou estável, em R$ 18,30, enquanto o quarto dianteiro foi precificado a R$ 14,10 por quilo. A ponta de agulha permaneceu estável em R$ 14,15 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Estatística da pecuária (Oeste – Maranhão)
Na região Oeste do Maranhão, os preços do boi gordo começaram a reagir com altas pontuais. Porém, no comparativo diário, houve uma queda de R$2,00/@ de boi gordo
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na praça, a arroba do boi gordo é negociada em R$202,00, a prazo, descontados os impostos (Senar e Funrural). O diferencial de base do boi gordo, em relação a São Paulo, está 16,36% negativo, ou R$39,50/@ a menos, com o boi gordo na praça paulista cotado em R$241,50/@, a prazo, descontados os impostos (Senar e Funrural). No Oeste do Maranhão, a cotação da novilha gorda aumentou 4,4% ao longo da semana, e está sendo negociada em R$190,00/@. No curto prazo, a expectativa é de estabilidade nos preços do boi gordo, devido à diminuição da oferta de bovinos na região e com a diminuição nas escalas de abate.
SCOT CONSULTORIA
ECONOMIA
Dólar à vista acumula queda de 1,43% na semana
O dólar à vista interrompeu na sexta-feira uma sequência de três sessões de queda e encerrou o dia com leve ganho ante o real, com a moeda norte-americana encontrando certo suporte no noticiário dos EUA, onde dados reforçaram apostas de que o Federal Reserve pode promover dois aumentos de juros até o fim do ano
O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,7954 reais na venda, com alta de 0,12%. Na semana, no entanto, a moeda norte-americana acumulou baixa de 1,43%. O contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,02%, a 4,8100 reais. Durante a tarde a moeda norte-americana à vista se reaproximou da estabilidade, enquanto o dólar futuro chegou a registrar leve queda, sem força para perdas maiores. Na B3, às 17:26 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,02%, a 4,8100 reais. “Temos tido uma briga boa com o dólar em 4,79 reais ou 4,80 reais. Quando a moeda bate ali, entram compras no mercado. Pode haver um suporte técnico nesta região, assim como a curva de juros pegou algum suporte e começou a puxar um pouco”, comentou Cleber Alessie Machado, gerente da mesa de Derivativos Financeiros da Commcor DTVM, citando o avanço das taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) na sexta-feira. No exterior, no fim da tarde o dólar se mantinha em alta ante divisas fortes e tinha movimentos mistos ante moedas de emergentes ou exportadores de commodities.
REUTERS
Ibovespa recua e acumula perda em semana com inflação sob holofote
O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, em nova sessão de ajustes, com BRF recuando cerca de 7% após precificar oferta de ações de 5,4 bilhões de reais, enquanto Méliuz disparou mais de 13% após renovar mínima histórica na véspera
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,3 %, a 117.710,54 pontos, acumulando um declínio de 1% na semana. O volume financeiro nesta sessão somou 21,4 bilhões de reais. Para o gestor de ações da Ace Capital Tiago Cunha, o último pregão da semana refletiu nova correção, após o rali do segundo trimestre, particularmente maio e junho, tendo também de pano de fundo uma piora recente na dinâmica na curva de juros doméstica. “Os juros futuros têm se mantido em patamar mais elevado nos últimos dias, em parte precificando que o espaço para um corte da Selic pode ser menor. E isso acaba impactando a bolsa.” Na última terça-feira, a resiliência na alta dos preços de serviços mostrada pelo IPCA reforçou expectativas de o Banco Central começar de forma gradual a flexibilização monetária no país, com corte de 0,25 ponto percentual na Selic em agosto. “Mesmo que em uma trajetória de alívio, o IPCA ainda tem variáveis que exigem cautela do BC”, afirmou a equipe da Commcor, acrescentando que houve um esvaziamento das apostas de uma queda de 0,50 ponto em agosto. Em paralelo, o noticiário sobre preços nos Estados Unidos trouxe algum alívio, abrindo espaço para perspectivas de que o Federal Reserve elevará os juros no final do mês e encerrará o ciclo de aperto monetário que teve início em 2022.
REUTERS
Vendas no varejo caem 1,0% em maio sobre mês anterior, diz IBGE
As vendas no varejo brasileiro tiveram queda de 1,0% em maio na comparação com o mês anterior e recuaram também 1,0% em relação ao mesmo período de 2022, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira. Pesquisa da Reuters apontava expectativas de estabilidade na comparação mensal e de 1,95% sobre um ano antes.
REUTERS
Exportações do agronegócio registraram alta de 4,5% no semestre
Nos primeiros seis meses de 2023, os embarques dos produtos agrícolas atingiram o valor recorde de US$ 82,80 bilhões
As exportações dos produtos agrícolas brasileiros aumentaram 4,5% com um resultado recorde de US$ 82,80 bilhões no primeiro semestre de 2023 se comparado ao mesmo período do ano passado, quando o país atingiu US$ 79,24 bilhões, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária na sexta-feira (14/07). O crescimento de 8% no índice de quantum foi responsável pelo maior valor da série histórica, uma vez que o índice de preços caiu 3,2% no período, como apontou o ministro Carlos Fávaro em comunicado. A participação das exportações na balança comercial de junho foi de quase 52%, enquanto os envios internacionais do setor chegaram a US$ 15,54 bilhões no mês, um recuo de 0,6% na comparação anual. Segundo análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), este cenário é explicado pela forte queda do índice de preços das exportações no mês (-12,9%), que reduziu levemente o valor mensal relativo a junho de 2022, mesmo com alta expressiva do índice de quantum (+14,2%). Segundo o MAPA, o volume exportado do grão foi recorde em junho com 13,77 milhões de toneladas, uma alta de 37,9% em comparação ao mesmo período de 2022. O valor exportado foi de US$ 6,89 milhões, aumento de 9,3% se relacionado a junho do ano passado. No entanto, o acumulado apresentou uma queda do preço médio de exportação de 20,7%, o que refletiu as condições de produção global da oleaginosa, com safra recorde no Brasil e boa produção nos Estados Unidos. As exportações de açúcar em junho foram recordes em valor, US$ 1,40 bilhão, com aumento de 51,3%, alta de 23,1% dos volumes e 22,9% dos preços médios de exportação. Os preços internacionais do açúcar, influenciados por uma disponibilidade mais apertada no mundo, crescem desde novembro de 2022 e, em maio de 2023, chegaram ao nível mais alto desde outubro de 2011, de acordo com o índice de preços da FAO. A principal carne exportada em junho foi a bovina in natura com U$$ 974,13 milhões com alta de 26,4% nos volumes exportados e redução de 26% nos preços médios. A China foi o principal destino, responsável por cerca de 70% das exportações em volumes, informou o Ministério. As exportações de carne de frango in natura foram de US$ 835,88 milhões, crescimento de 4% em volumes e declínio de 9,8% nos preços médios em junho. Os principais destinos foram a China (US$ 155,88 milhões) e Japão (US$ 97,67 milhões).
GLOBO RURAL
INDICADOR DO IPEA APONTA DEFLAÇÃO PARA FAMÍLIAS DE BAIXA e média REnDA EM JUNHO
O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda referente a junho aponta que, à exceção da classe de renda alta, todas as demais faixas apresentaram deflação nos preços dos bens e serviços, com exceção da classe de renda alta
O estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na sexta-feira (14/07) revela que, na média, os preços consumidos pela faixa de renda muito baixa recuaram 0,16%. Em contrapartida, as famílias de renda alta tiveram uma taxa de inflação de 0,10%, impulsionada, principalmente, pelos reajustes nos preços dos serviços relacionados à habitação. No acumulado do ano, até junho, as famílias de renda muito baixa apresentaram a menor taxa de inflação (2,48%), enquanto as de renda média-alta registram a maior taxa (3,06%). Os dados mostram que, considerando os últimos 12 meses, a menor taxa de inflação é observada na faixa de renda média-baixa (2,96%), enquanto a maior está na classe de renda alta (4,13%). A inflação acumulada nos últimos 12 meses para as famílias com renda muito baixa, até junho, é de 3,38%. Na desagregação por grupo, os dados indicam que o principal alívio inflacionário no mês de junho surge da deflação dos alimentos consumidos em domicílio. Dos 16 subgrupos que compõem este conjunto de itens, 11 apresentaram queda de preços, como cereais (-1,8%); carnes (-2,1%); leites e derivados (-1,3%); óleos e gorduras (-5,3%); frutas (-3,4%), hortaliças (-3,8%) e tubérculos (-0,76%). Esses produtos contribuíram significativamente para a redução dos índices de inflação no mês, especialmente para as famílias de renda mais baixa, que têm maior peso na cesta de consumo. De modo semelhante, a queda dos preços do grupo transportes também contribuiu de forma expressiva para a desinflação em junho, refletindo, a deflação de 1,9% dos combustíveis. Por fim, o recuo de 1,2% dos preços dos eletroeletrônicos e de 1,6% dos artigos de cama, mesa e banho atuaram com que o grupo artigos de residência gerasse uma contribuição negativa à inflação para todas as faixas de renda. Os reajustes nas tarifas de energia elétrica (1,4%), água e esgoto (1,7%) e condomínio (1,7%) foram os principais pontos de pressão sobre o grupo de habitação, que teve a maior contribuição positiva para a inflação em junho. No entanto, para as faixas de renda mais altas, essa contribuição foi ainda maior, uma vez que esses segmentos se beneficiaram pouco da queda nos preços do gás de botijão (-3,8%). A deflação dos alimentos no domicílio trouxe um alívio menor para as faixas de renda mais elevadas, uma vez que esse grupo tem pesos menor no orçamento destes segmentos. De modo semelhante, nas classes mais elevadas, o efeito da queda dos preços dos combustíveis foi parcialmente anulado pelo aumento das passagens aéreas (11,0%), reduzindo assim o impacto baixista do grupo transportes. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, todas as faixas de renda pesquisadas registraram desaceleração da inflação. A queda da inflação foi significativamente maior para as faixas de renda mais baixas, devido ao comportamento dos alimentos no domicílio e dos combustíveis, com deflações de 1,1% e 1,9%, respectivamente. Esses números ficaram bem abaixo das taxas registradas no mesmo mês do ano passado (0,63% e -1,2%, respectivamente). A descompressão inflacionária, em 2023, também pode ser explicada pela trajetória mais benevolente dos grupos artigos de residência, vestuário e saúde e cuidados pessoais, com variações de -0,42%, 0,35% e 0,11%, em junho, em comparação com altas de 0,55%, 2,0% e 1,2% em 2022, respectivamente. De uma maneira geral, nos últimos 12 meses, a maior pressão inflacionária está no grupo de saúde e cuidados pessoais, devido aos aumentos de 6,5% dos produtos farmacêuticos, 12,4% dos artigos de higiene e de 14,5% nos planos de saúde. Para as famílias de rendas mais baixas, o grupo de alimentos e bebidas ainda contribui para a alta da inflação acumulada em 12 meses, devido aos aumentos de cereais (6,6%), farinhas e massas (11,9%), frutas (13,4%), leite e derivados (5,2%) e produtos de panificados (10,1%). Já para as famílias de maior poder aquisitivo, as altas de 5,9% nos serviços pessoais e de 9,2% nos serviços de recreação explicam a contribuição do grupo de despesas pessoais à inflação acumulada no período. A queda de 26,4% nos preços dos combustíveis, nos últimos 12 meses fez com que o grupo transportes fosse o principal fator de alívio inflacionário nesse período para todos os níveis de renda.
Assessoria de Comunicação Ipea
FRANGOS & SUÍNOS
Suínos: cotações estáveis
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 126,00/R$ 129,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 9,70/kg/R$ 10,00/kg
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (13), houve leve recuo de 0,41% em Minas Gerais, chegando a R$ 7,23/kg, e de 0,31% no Paraná, atingindo R$ 6,44/kg. Ficaram estáveis os preços no Rio Grande do Sul (R$ 6,18/kg), Santa Catarina (R$ 6,26/kg), e São Paulo (R$ 6,84/kg).
Cepea/Esalq
Preços estáveis para o mercado do frango
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,50/kg, enquanto o frango no atacado teve queda de 0,96%, valendo R$ 5,15/kg
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço ficou estável em R$ 4,21/kg; já no Paraná, o valor cedeu 1,57%, atingindo R$ 4,39/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à quinta-feira (13), a ave congelada ficou com valor inalterado, cotada em R$ 5,82/kg, enquanto o frango resfriado teve ligeira alta de 0,52%, fechando em R$ 5,82/kg.
Cepea/Esalq
Santa Catarina registra gripe aviária em ave de fundo de quintal, casos no BR chegam a 64
Este é o segundo caso em aves de subsistência no Brasil; o primeiro foi detectado no Espírito Santo
De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Agricultura de Santa Catarina, um caso de gripe aviária de alta patogenicidade foi confirmado em uma criação de aves de subsistência (fundo de quintal) em Maracajá. Este é o segundo caso em aves de subsistência no país; o primeiro foi detectado no Espírito Santo. O comunicado, assinado pela Secretaria e pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) informaram o caso no sábado, depois que as amostras foram processadas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA/SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal – OMSA como referência internacional em diagnóstico de Influenza Aviária. “A ocorrência de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves de subsistência (fundo de quintal) não compromete a condição sanitária do Estado de Santa Catarina e do país como livre de IAAP, já que a produção comercial segue sem qualquer registro. Portanto, não devendo impactar no comércio internacional de produtos avícolas de Santa Catarina como consequência da notificação”, informa o documento. São 64 casos confirmados de influenza aviária altamente patogênica até a tarde de 15 de julho. Espírito Santo: 29 (sendo 28 em aves silvestres e 01 em ave de subsistência). Rio de Janeiro: 13 (aves silvestres). Rio Grande do Sul: 01 (ave silvestre). São Paulo: 08 (aves silvestres). Bahia: 04 (aves silvestres). Paraná: 07 (aves silvestres). Santa Catarina: 02 (um em ave silvestre e um em aves de subsistência).
MAPA
Frango/Cepea: Preços da carne estão em queda
Os valores da carne de frango estão em baixa em muitas regiões acompanhadas pelo Cepea. A oferta elevada de carne persiste no mercado doméstico, ao passo que a indústria vem adotando a estratégia de redução de preços para manter o escoamento dos produtos de origem avícola e evitar o acúmulo de estoques. O cenário de baixas tem sido verificado apesar do período de início do mês, quando, usualmente, a demanda se aquece.
Cepea
ABRAFRIGO
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