
Ano 9 | nº 2020 |13 de julho de 2023
NOTÍCIAS
Escalas de abate tranquilas e estabilidade nos preços em São Paulo
Nas praças pecuárias paulistas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia. Entretanto, há relatos de que os compradores estão ofertando preços abaixo da referência, porém sem negócios
Com isso, em São Paulo, a referência de preço para o boi gordo está em R$ 250/@, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 212 e R$ 235/@ (valores brutos e a prazo). A arroba do “boi-China” (abatido com até 30 meses) está apregoada em R$ 255, no prazo, valor bruto (base SP), com ágio de R$ 5/@ sobre o valor do animal “comum”, acrescentou a Scot. Na região Oeste da Bahia, cotações estáveis para todas as categorias de bovinos destinados ao abate. Na região Oeste do Rio Grande do Sul, as cotações do boi e da novilha caíram R$0,10/kg na comparação feita dia a dia. Para a vaca, estabilidade.
SCOT CONSULTORIA
Mercado físico do boi gordo enfrentou pressão de preços na quarta-feira
Houve uma intensificação na tentativa de compra de boiadas a preços abaixo das médias de referência
Além disso, esse movimento também foi observado na região Centro-Norte do Brasil, o que impulsionou os frigoríficos a ajustarem suas estratégias. Dois fatores principais contribuem para essa mudança. Em primeiro lugar, a piora do desempenho das exportações é um aspecto relevante, principalmente devido à queda nos preços médios entre 2022 e 2023. Além disso, o mercado interno também está apresentando vendas mais fracas de carne bovina nesta primeira quinzena, como mencionado pelo analista Fernando Henrique Iglesias. Em São Paulo, a arroba do boi foi cotada a R$ 248; Em Dourados (MS) a R$ 241; Em Cuiabá (MT) a R$ 215; Em Goiânia (GO) a R$ 235; Em Uberaba (MG) a R$ 250. No mercado atacadista, os preços estão estáveis. Segundo Iglesias, espera-se menor espaço para aumentos ao longo da segunda quinzena do mês, devido ao menor apelo ao consumo nesse período. Além disso, a concorrência com outras proteínas, especialmente a carne de frango, que apresenta sintomas evidentes de sobreoferta, também afeta o mercado. O quarto traseiro está cotado a R$ 18,60 por quilo; O quarto dianteiro a R$ 14,40 por quilo; A ponta de agulha continua em R$ 14,25 por quilo.
AGÊNCIA SAFRAS
Carne bovina: USDA muda perspectiva e indica aumento da oferta global
Segundo o departamento americano, a produção mundial deve crescer 300 mil toneladas em relação a 2022
A produção global de carne bovina deve alcançar 59,6 milhões de toneladas em equivalente de carcaça (TEC) em 2023, estimou hoje o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume supera o total previsto em abril, de 59,1 milhões de toneladas, e o produzido no ano passado, de 59,3 milhões de toneladas. O consumo global é projetado agora em 57,8 milhões de toneladas, um incremento de quase 400 mil toneladas em relação à estimativa anterior. O total também superará o consumo de 2022, que chegou a 57,5 milhões de toneladas. Os Estados Unidos continuarão sendo os maiores produtores globais dessa proteína, com uma produção de 12,4 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 100 mil toneladas em relação à previsão de abril. No ano passado, a produção americana foi de 12,9 milhões de toneladas. A demanda interna nos EUA será de 12,6 milhões de toneladas, inferior às 12,8 milhões de toneladas consumidas em 2022. No relatório de abril o USDA previa um consumo de 12,4 milhões de toneladas. As exportações americanas devem somar 1,5 milhão de toneladas, um volume superior às 1,4 milhão de toneladas previstas em abril, mas abaixo das 1,6 milhão de toneladas exportadas no ano passado. O Brasil se manterá na segunda posição, com uma produção de 10,65 milhões de toneladas, um aumento de 110 mil toneladas em relação à estimativa anterior e 300 mil toneladas a mais do que o total produzido em 2022. A demanda interna no Brasil será de 7,7 milhões de toneladas, mais que as 7,6 milhões de toneladas previstas em abril e que as 7,5 milhões de toneladas consumidas em 2022. A estimativa para as exportações brasileiras aumentou de 3,01 milhões de toneladas em abril para 3,05 milhões de toneladas agora. No ano passado, as exportações brasileiras atingiram 2,9 milhões de toneladas, de acordo com o USDA. A Argentina deve produzir 3,17 milhões de toneladas, um número superior à previsão anterior de 3 milhões de toneladas e à produção de 3,14 milhões de toneladas em 2022. Do total produzido, estima-se que os argentinos consumirão 2,4 milhões de toneladas, mais do que as 2,2 milhões de toneladas previstas em abril e que as 2,3 milhões de toneladas consumidas no ano passado. As exportações da Argentina devem alcançar 820 mil toneladas, um aumento de 25 mil toneladas em relação à previsão de abril e praticamente o mesmo volume exportado no ano passado (823 mil toneladas). Maior importador global, o mercado chinês comprará 3,5 milhões de toneladas de outros países, para somar às 7,5 milhões de toneladas produzidas internamente e, assim, saciar uma demanda de 11 milhões de toneladas.
GLOBO RURAL
MT exporta volume recorde de carne bovina no 1º semestre
O volume de carne bovina exportado por Mato Grosso no primeiro semestre, de 275,73 mil toneladas, foi o maior já embarcado pelo estado para o período, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea)
O volume exportado nos primeiros seis meses do ano foi 2,25% maior do que o enviado no mesmo período de 2022. A China, maior compradora de carne bovina do estado, adquiriu 56,9% da carne bovina exportada por Mato Grosso no período. “Desse modo, se mantido o padrão dos últimos anos, a China tende a aumentar as compras no segundo semestre, aquecendo o mercado de exportação do estado”, disse o Imea em relatório divulgado na segunda-feira (10). Em junho, Mato Grosso exportou 56,9 mil toneladas de carne bovina, alta de 25% em relação a junho do ano passado e de 8,7% na comparação com maio de 2023. Os abates de bovinos em Mato Grosso em junho recuaram 5,87% ante maio, para 519,8 mil cabeças, mas foram recorde para o sexto mês do ano, segundo dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea). O abate de fêmeas continuou em alta em junho, respondendo por 51,5% dos abates totais. No primeiro semestre, os abates de fêmeas no estado somaram 1,44 milhão de cabeças, 20,74% acima da média para o período dos últimos dez anos e 35,63% acima do registrado no mesmo semestre de 2022. O Imea espera que a oferta de fêmeas comece a diminuir no segundo semestre.
CARNETEC
ECONOMIA
Dólar cai ante real com perspectiva de que juros subam apenas uma vez nos EUA
O dólar à vista fechou em baixa ante o real pela segunda sessão consecutiva, em sintonia com a queda da moeda norte-americana no exterior, após dados de inflação nos Estados Unidos aumentarem a percepção de que o Federal Reserve poderá subir seus juros apenas mais uma vez — e não duas vezes, como originalmente previsto
O dólar à vista fechou o dia cotado a 4,8174 reais na venda, com baixa de 0,92%. Na B3, às 17:24 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,77%, a 4,8330 reais. Entre os profissionais, permanece a percepção de que, ainda que os juros subam nos EUA e caíam no Brasil – como vem sendo precificado na curva a termo – o diferencial de juros brasileiro seguirá atrativo ao capital internacional. Com isso, haveria pouco espaço para uma elevação mais consistente do dólar. Mesmo porque, o governo segue obtendo vitórias: a reforma tributária foi aprovada na Câmara, assim como o projeto que trata de decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), enquanto o novo arcabouço fiscal aguarda apenas uma segunda votação pelos deputados. Neste cenário, a avaliação positiva do trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pelo mercado financeiro mais que dobrou em julho na comparação com maio, passando a 65%, mostrou pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira. “Temos uma conjuntura de inflação em queda, juros em queda, avanço de reformas relevantes… Algumas coisas não são ideais, mas já são muito melhores do que o mercado visualizava”, comentou Cleber Alessie Machado, gerente da mesa de Derivativos Financeiros da Commcor DTVM, ao justificar o viés recente de baixa para o dólar ante o real.
REUTERS
Ibovespa fecha quase estável em dia com JBS e inflação dos EUA sob holofotes
JBS ON saltou 9,05%, a 18,8 reais, após a maior produtora de carnes do mundo retomar planos de listar suas ações nos Estados Unidos, buscando ampliar sua capacidade para investir e crescer com menor custo de capital. No melhor momento, o papel chegou a 18,95 reais, máxima intradia desde março
O Ibovespa fechou quase estável na quarta-feira, com pregão marcado por salto de JBS após retomar planos de listar suas ações em Nova York e dados de inflação dos Estados Unidos corroborando expectativas de que o Federal Reserve pode estar perto de encerrar o ciclo de alta dos juros. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,09 %, a 117.666,49 pontos, refletindo movimentos de realização de lucros. O volume financeiro somou 55,5 bilhões de reais, em sessão também marcada pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa. Nos EUA, o índice de preços ao consumidor (CPI na sigla em inglês) subiu 0,2% em junho, abaixo da previsão de economistas de alta de 0,3%, com uma taxa de 3% em 12 meses, enquanto o núcleo desacelerou para 0,2%. De acordo com o estrategista-chefe da Avenue, William Castro Alves, o CPI mostrou a continuidade da desaceleração da inflação pelo décimo mês consecutivo e isso é uma boa notícia para ativos de risco e a aposta de fim do ciclo de aperto monetário. No entanto, ressaltou, o crescimento dos salários está em ritmo superior à inflação o que dificulta o controle dos preços. Ele também destacou que, apesar da trajetória de queda, o CPI permanece acima da meta de longo prazo do Fed (2%). Na visão do economista do Banco Modal Rafael Rondinelli, apesar do alívio, o núcleo de inflação permanece elevado e bem acima da meta de inflação, mantendo a expectativa de que o Fed deve aumentar os juros em 0,25 ponto. Para a equipe da Franklin Templeton do Brasil, conforme relatório enviado a clientes, mesmo com a recuperação recente do mercado brasileiro, ainda há espaço para as ações continuarem avançando. “No curto prazo, entretanto, os resultados corporativos ainda devem refletir um cenário desafiador e de baixo crescimento”, afirmaram Frederico Sampaio, CIO de renda variável e Eduardo Bopp, VP e gestor de portfólio de renda variável. “Além disso, a grande quantidade de ofertas de follow-on que têm vindo ao mercado em um curto espaço de tempo é outro fator que pode, ao menos momentaneamente, limitar um pouco o ritmo de recuperação das cotações”, acrescentaram.
REUTERS
Brasil registrou fluxo cambial positivo de US$706 mi na semana passada
O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de 706 milhões de dólares em julho até o dia 7, em movimento garantido pela via comercial, informou na quarta-feira o Banco Central. O período corresponde à semana passada, primeira do mês de julho
Os dados mais recentes são preliminares e fazem parte das estatísticas referentes ao câmbio contratado. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de 1,644 bilhão de dólares em julho até o dia 7. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Pelo canal comercial, o saldo de julho até o dia 7 foi positivo em 2,350 bilhões de dólares. No acumulado do ano até 7 de julho, o Brasil registra fluxo cambial total positivo de 15,756 bilhões de dólares.
REUTERS
Setor de serviços supera expectativas em maio e cresce com impulso de transportes
O volume do setor de serviços do Brasil cresceu bem mais do que o esperado em maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira, com forte impulso do setor de transportes
No período, o volume de serviços cresceu 0,9%, recuperando-se da queda de 1,5% vista em abril, superando com folga a projeção de economistas consultados pela Reuters de ganho de 0,3% no mês. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o volume de serviços avançou 4,7%, contra expectativa de taxa de 3,8%. Com esse resultado, o setor de serviços opera 11,5% acima do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020, e apenas 2,0% abaixo do ponto mais alto da série histórica, alcançado em dezembro do ano passado. De acordo com o IBGE, o maior impacto na leitura de serviços de maio veio dos transportes, que avançaram 2,2%, recuperando parte da perda de 4,3% registrada em abril. Dentro desse segmento, o transporte de cargas avançou 3,7%, alcançando o maior patamar de sua série histórica, iniciada em 2011, o que o IBGE associou ao recente bom desempenho do agronegócio. “Os recordes da safra de grãos acabam influenciando os transportes, especialmente o rodoviário de cargas”, explicou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. “Esse impacto não é de agora. A partir de maio de 2020, ainda no início da pandemia, houve um crescimento importante desse setor, muito ligado ao aumento na produção agrícola e também ao boom do comércio eletrônico, com a migração em larga escala das vendas em lojas físicas para as plataformas online.” Entre os outros quatro grupamentos de atividades analisados pela pesquisa, o setor de serviços prestados às famílias avançou 1,1% em maio, enquanto os outros serviços subiram 0,6% e o segmento de informação e comunicação ganhou 0,2%. A única atividade que recuou foi a de serviços profissionais, administrativos e complementares, com baixa de 1,0%. “Nesse setor, houve impacto das empresas de intermediação de negócios, de atividades jurídicas e de cobranças e informações cadastrais”, disse Lobo.
REUTERS
EMPRESAS
Marfrig avança em monitoramento
Empresa projeta antecipar de 2030 para 2025 o mapeamento dos fornecedores indiretos; diz o diretor de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa da Marfrig, Paulo Pianez
A meta para monitoramento de 100% da cadeia de fornecimento no Bioma Cerrado era 2030, mas o diretor de Sustentabilidade e Comunicação Corporativa da Marfrig, Paulo Pianez, acredita que ela poderá ser antecipada para 2025, data que já havia sido estabelecida para a região amazônica. Isso inclui os chamados fornecedores indiretos” (produtores de bezerros e bois magros que abastecem os terminadores de quem a Marfrig compra animais). Segundo Pianez, hoje a empresa já monitora entre 70% e 75% dos indiretos, nos dois biomas, e 100% dos diretos – cerca de 8.000 fornecedores/ano. A antecipação da meta para o Cerrado é resultado das medidas implementadas no Programa Marfrig Verde+, que completa, neste mês de julho, três anos de existência. Um de seus pilares é a reinserção, na lista de fornecedores, daqueles pecuaristas que foram bloqueados em função de irregularidades, principalmente ambientais.
PORTAL DBO
FRANGOS & SUÍNOS
Preços do suíno vivo avançam
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 126,00/R$ 129,00, assim como a carcaça especial, custando R$ 9,70/kg/R$ 10,00/kg
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à terça-feira (11), houve alta de 1,82% em Minas Gerais, chegando a R$ 7,26/kg, elevação de 3,36% no Paraná, atingindo R$ 6,46/kg, incremento de 0,82% no Rio Grande do Sul, alcançando R$ 6,18/kg, valorização de 0,97% em Santa Catarina, precificado em R$ 6,26/kg, e de 2,55% em São Paulo, fechando em R$ 6,83/kg.
Cepea/Esalq
CEPEA: BOLETIM SUÍNO
Apesar da reação dos valores pagos pelo suíno vivo (posto na indústria) e pela carne na segunda quinzena de junho, as médias mensais dos preços do animal e da proteína ficaram abaixo das registradas em maio; no comparativo anual, as variações (em termos reais) seguiram direções opostas nas praças acompanhadas pelo Cepea
Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), de maio a junho, o suíno se desvalorizou 8,6%, negociado à média de R$ 6,03/kg no último mês. Frente a junho/22, o preço do suíno paulista teve leve baixa de 0,1%, em termos reais (deflacionado pelo IGP-DI de junho/23). Na Grande Belo Horizonte (MG), a desvalorização mensal foi de 7,4%, com o animal comercializado a R$ 6,48/kg em junho, 4,8% inferior à média do mesmo período de 2022, em termos reais. Na região Sul, o valor do animal caiu 7,6% no Oeste Catarinense (SC) entre maio e junho, passando para R$ 5,89/kg no último mês, ainda 7,7% superior no comparativo anual, em termos reais. No Sudoeste Paranaense, o preço do suíno registrou baixa de 4,4% no comparativo mensal, indo para R$ 6,36/kg em junho. Em termos reais, essa média é expressivos 10,2% superior à de junho de 2022. No Vale do Taquari (RS), o preço do animal caiu fortes 8,8% frente a maio, mas subiu 5,4% frente a junho/22, em termos reais, para R$ 5,90/kg no último mês. As desvalorizações estiveram atreladas às elevadas ofertas de suínos em peso ideal para abate e também da carne – principalmente nas regiões produtoras – a preços competitivos, cenário observado na segunda quinzena de maio e em boa parte de junho. No mercado atacadista da carne, as cotações da carcaça acompanharam o movimento de baixa verificado para o suíno vivo. De maio a junho, na Grande São Paulo (SP), as cotações da carcaça especial caíram 7,3%, para a média de R$ 8,95/kg no último mês, patamar 3,8% superior ao registrado em junho de 2022, em termos reais. Dentre os cortes, a paleta desossada comercializada no estado de São Paulo foi o que teve a desvalorização mais expressiva, de 10,6% no comparativo mensal, com a média passando para R$ 10,45/kg em junho, ainda 3,83% superior à de jun/22, em termos reais.
Cepea
Frango congelado ou resfriado sobem em São Paulo
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a ave na granja ficou estável em R$ 4,50/kg, assim como o frango no atacado, valendo R$ 5,30/kg.
Na cotação do animal vivo, São Paulo ficou sem referência de preço. Em Santa Catarina, o preço subiu 8,90%, alcançando R$ 4,65/kg; já no Paraná, o preço ficou estável em R$ 4,46/kg. Conforme informações do Cepea/Esalq, referentes à terça-feira (11), a ave congelada teve aumento de 2,42%, alcançando R$ 5,92/kg, enquanto o frango resfriado subiu 3,18/kg, fechando em R$ 5,84/kg.
Cepea/Esalq
Praia Grande (SP) confirmou ocorrência de gripe aviária e Brasil soma agora 63 casos
A mais recente atualização sobre os casos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil mostra 63 casos, sendo o mais recente deles registrado em um Trinta-reis-real, no munícipio de Praia Grande, no Estado de São Paulo
A informação foi confirmada pela atualização da plataforma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), dedicada a informar os dados sobre influenza aviária no país, e também pela Secretaria Estadual de Agricultura de São Paulo. Segundo o órgão estadual, a partir desta nova confirmação, São Paulo tem oito casos, todos em aves silvestres, registrados nos municípios de Ubatuba, Caraguatatuba, Guarujá, Santos, São Sebastião, São Paulo e agora, Praia Grande. Os 63 casos confirmados de influenza aviária altamente patogênica até a tarde de 12 de julho: Espírito Santo: 29 (sendo 28 em aves silvestres e 01 em ave de subsistência). Rio de Janeiro: 13 (aves silvestres). Rio Grande do Sul: 01 (ave silvestre) São Paulo: 08 (aves silvestres). Bahia: 04 (aves silvestres). Paraná: 07 (aves silvestres). Santa Catarina: 01 (ave silvestre). Ainda há cinco investigações de casos suspeitos em andamento até o momento.
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